sexta-feira, 28/01/2022
Apresentação do Projeto Arte no Jardim Fotos: Acervo pessoal

Arte e Sensibilidade

Compartilhe:
Iginio Rivero Moreno (*)

Falamos em textos anteriores que as artes representam a condição de consciência dos seres humanos. A espiritualidade “humana” é uma condição específica de um estado consciente dos processos cognitivos internos (psicológicos) e externos (relacionamentos sociais) da realidade existencial. Isso permite que a nossa atitude seja mais perceptiva, quer dizer, mais sensível.

É assim que se apresenta a necessidade de despertar a apreciação artística, não só como elemento de aprendizado, mas também como elemento de aprofundamento do cultivo da espiritualidade. Indistintamente do credo religioso que se professem, as artes vão fortalecer essa condição da sensibilidade que vão se tornar mesmo benefício da elevação espiritual do ser humano.

Daí que a vinculação com a apreciação artística desde cedo, numa curta idade, faz com que as pessoas consigam enxergar melhor a vida. Entendendo esta visão desde uma perspectiva holística quanto aos relacionamentos e às possibilidades de desenvolver atitudes proativas que vão permitir uma melhor integração humana e a possibilidade de sucesso nas atividades que se vincularem.

Pensando nisso, criamos uma equipe de profissionais das diferentes áreas artísticas e juntamos esforços para desenvolver um projeto que permita através de oficinas, cursos, conversas, enfim, numa ampla interação a possibilidade de compartilhar os nossos conhecimentos, principalmente orientados às crianças como foco, mas ampliado a incluir turmas com outras idades maiores.

Esses encontros vão se dar no espaço Jardim Secreto, sede do restaurante Ágape, na rua Itabaiana.

Oficinas infantis no Parque do Jardim desenvolvidas no dia 10 de outubro

 

(*) Poeta e artesão venezuelano. Licenciado em Educação, especializado em Desenvolvimento Cultural pela Universidade “Simón Rodríguez”, Venezuela.

** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a).  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.

Compartilhe:

Leia Também

Sem relógio,  sem celular e o  tempo

Numa tarde de domingo, após a música, o locutor no seu programa de rádio perguntava: …

Deixe um comentário