sábado, 05/12/2020
Os turistas lotaram o Carrara Food Park neste final de semana

Carrara Food Park: “um espaço agregador”

O advogado Carlos Henrique: “Espaço agregador”

“É um espaço agregador, tem opções para as crianças, comida boa e barata”. Essa é a definição do turista soteropolitano, Carlos Henrique dos Santos, para o Carrara Food Park, que ele visitou com a família, pela primeira vez, localizado na rua Niceu Dantas, 330, praia da Atalaia, o cartão postal de Aracaju.  Fundado há 18 meses, o Carrara Food Park, o primeiro da capital, possui 16 boxes, sendo um deles o Espaço Kids, e oferece, além do chopp gelado, comida de diversas nacionalidades: mexicana, japonesa, italiana e, claro,  a culinária sergipana. O empreendimento gera 53 empregos diretos e outras dezenas de indiretos, pois as empresas fazem a entrega (delivery) dos produtos.

A ideia de montar o  Food Park (na tradução livre do inglês, parque de comida)  foi do empresário Cláudio Luiz Carrara. Ele é dono de um empreendimento, o Empório Carrara, na rua Napoleão Dórea, e comprou o terreno anexo, na rua Niceu Dantas, de 900 metros quadrados para expandir seu negócio. Mas aí,  enquanto ele não  tocou a expansão, um sobrinho, Vinicius Carrara, lhe pediu para explorar o espaço, vendendo espetinho e chopp. A partir daí, as pessoas começaram a frequentar  o local e questionavam porque não havia, ainda, uma pastelaria ou hamburgueria. E o Vinicius  também está no food park, com o Divinis, vendendo churrasquinho e chopp.  “É um dos mais procurados”, orgulha-se Cláudio Luiz.

Lotação garantida todos os dias

Carrara e Prado, donos do empreendimento

“Aí eu comecei a dar asas à imaginação. Pensei nos food trucks originários da Europa e fui a São Paulo ver como funcionavam. Mas notamos que os food trucks não criavam uma fidelidade, porque eles têm liberdade para ir a outros eventos e isso não cria uma fidelidade com o cliente. Depois pensei em instalar containers, mas  fiquei limitado com o espaço físico. Daí pensei em boxes e trabalhei nisso. Antes de finalizar o projeto, os boxes estavam todos vendidos”, contou  Cláudio Luiz Carrara.

O empresário ressaltou que foi muito criterioso na seleção dos lojistas. “Não tivemos a visão de, apenas, locar o espaço, mas de perpetuá-lo. Disse a todos que temos de ser dependentes de um bom serviço a um preço justo. Não existe exploração de nossa parte. O nosso sucesso, hoje, foi devido à preleção que fizemos e tem dado um retorno muito bom”, explicou Carrara, que tem como sócio no empreendimento o empresário Marcos Prado.

A princípio,  Carrara não tem pretensões de abrir espaço semelhante em outro ponto de Aracaju. Ele diz que a  localização do seu empreendimento é muito bom. “O fato de estarmos bem próximos da orla, junto a pousadas e hotéis nos beneficia”, disse. “Queremos é manter esse mesmo padrão, sempre com melhorias”, completou.

Recomendo

O publicitário baiano Djalma Araújo gostou do espaço e trouxe a família

Todos os dias da semana, o Carrara Food Park está lotado. Neste final de ano, por exemplo, a casa estava repleta. O espaço está aberto todos os dias, das 17 às 24 horas e tem capacidade de receber, em média,  1.300 pessoas. Os clientes não pagam 10% sobre o consumo e não há música ao vivo.

O publicitário  baiano Djalma Araújo,  visitou o Carrara Food Park pela segunda vez.  “Uma amigo me apresentou este espaço há alguns meses e gostei.  Por isso, agora, trouxe minha família para passar um momento  gostoso”, frisou.

“Os preços  são muito bons, não são exorbitantes. A comida é de boa qualidade e o chopp geladinho é bom demais. Sempre que voltar a Aracaju, irei lá. Recomendo a todos que visitem o espaço, pois é muito bom”, completou.

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