terça-feira, 22/10/2019
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FORTALEZA,CE,BRASIL,18.02.18: Fabiano Alves de Souza, o Paca e Rogério Jeremias, o Gegê do Mangue, líderes do PCC mortos em Jenipapo Kanindé, em Aquiraz. (fotos:Tatiana Fortes/ O POVO)

PF prende em Sergipe acusado de matar Gegê do Mangue e Paca do PCC

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A Polícia Federal prendeu hoje pela manhã, em Aracaju, Carlenilton Pereira Maltas,  39 anos, conhecido como Ceará, acusado de ser um dos executores  de Gegê do Mangue e Paca, integrantes da facção criminosa  Primeiro Comando da Capital (PCC).  “Ceará” estava morando num condomínio de luxo, no bairro Garcia, na capital sergipana. Gegê  do Mangue e Paca foram assassinados no dia 16 de fevereiro do ano passado.

O mandado de prisão contra Carlenilton foi expedido pelo juízo da Comarca de Aquiraz, em Fortaleza. E a captura foi fruto de um trabalho conjunto entre as superintendências da Polícia Federal de Sergipe e do Ceará. Os agentes apreenderam com Carlenilton,  um veículo blindado, joias, telefones  celulares e documentos.

No último dia 16 de janeiro, outro acusado de participar do crime foi preso em São Paulo. Jefte Ferreira dos Santos, que era considerado foragido, estava em uma casa de praia na cidade de Itanhaém, com o namorado. Após a prisão, foi levado para a Superintendência da Polícia Federal na capital paulista. Em breve, ele deve ser transferido para Fortaleza.

Segundo as investigações, Jefte foi responsável por receber outros envolvidos que vieram de São Paulo exclusivamente para participar da ação criminosa. Com ele, foram apreendidos telefones celulares.

As mortes

Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, era a maior liderança do PCC nas ruas e foi morto na reserva indígena de Aquiraz, a 30 quilômetros de Fortaleza. Com ele, também foi encontrado morto, Fabiano Alves de Souza, o Paca.

Helicóptero usado no crime foi apreendido pela Polícia Civil do Ceará
Foto: Polícia Civil

Na época do crime, 16 de fevereiro, testemunhas contaram à polícia que um helicóptero pousou na região e logo depois foram ouvidos vários tiros. Por isso, a polícia acredita que  houve uma emboscada para pegar  Gegê e Paca.

Os corpos só foram identificados horas depois, mas a mensagem se espalhou pelo sistema prisional paulista dando conta da morte de Gegê.

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