sexta-feira, 22/11/2019
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O menor defeito do PT é roubar

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A maioria da população brasileira já encheu a paciência com o Partido dos Trabalhadores e com o neurônio solitário que nos preside. Para ilustrar esta assertiva, basta que atentemos para os índices de popularidade do atual governo. Nunca estiveram tão ruins. A onda de corrupção, que tem como destaque a destruição da Petrobras, fatiada pela canalha até não mais poder, é apenas uma das variáveis que explica essa rejeição.

Essa gente vem destruindo o Brasil há mais de uma década por causa de uma complexa combinação de fatores: herança macroeconômica benigna; crescimento chinês; explosão dos preços das commodities; liquidez internacional; infiltração nos mais diversos espaços da sociedade civil; financiamento de amplos setores da imprensa; distribuição de “bolsas” para empresários, atletas, artistas e vários outros setores menos aquinhoados.

Outra variável inolvidável tem sido o perfil da oposição – pusilânime, incompetente, burra e medrosa. A história também não reservará um lugar brioso para esses agrupamentos.

Mais de uma década depois, a saúde, a educação e a segurança pública pioraram. Os investimentos em infraestrutura ficaram longe do que necessitamos. As contas públicas estão destruídas. Nossa indústria está derretendo. Empresas e população estão endividadas. Estados e municípios estão em “petição de miséria”, sem dinheiro até mesmo para pagar os salários dos servidores.

Transformaram o Brasil no maior aliados das ditaduras comunistas, islâmicas e bolivarianas. Nossos parceiros internacionais são assassinos, crápulas, párias, terroristas e narcotraficantes. A diplomacia brasileira nunca desceu tão baixo.

Entretanto, o grande projeto petista não é somente roubar os cofres públicos, mas, principalmente, roubar a nossa alma. E isto muita gente só está notando agora, quando a fase do “Quem quer dinheiro?!” chegou ao seu final. Aliás, a farra dos socialistas é sempre assim, acaba quando acaba o dinheiro dos outros.

O Partido dos Trabalhadores faz parte de uma linhagem ideológica que tem compromisso absoluto com a destruição da civilização ocidental, essa mesma que criou a democracia participativa, o pluralismo cultural, a liberdade de mercado e que inventou o diálogo entre a fé e a razão.

O PT e seus esbirros odeiam essa tradição que resultou da síntese feita pelo cristianismo da racionalidade grega, do direito romano e da ética judaica.

Esse espírito está presente na destruição da universidade brasileira, sobretudo nas ditas Humanidades, onde a razão virou objeto de escárnio e a ideologia esquerdista é a régua através da qual se mede o que é verdadeiro, legitimo e importante.

As campanhas pela legalização do aborto e pela liberação das drogas têm o petismo como “ponta de lança”. O estímulo à banalização do sexo faz parte do mesmo programa. Também são incansáveis indutores da difusão do ódio racial. Atentam diuturnamente contra o direito de propriedade. Tentam deslegitimar as forças policiais, que são encaradas como repressores a serviço de uma suposta classe dominante. Infiltram-se nas igrejas para destruí-las dentro de suas próprias estruturas.

O projeto petista faz parte de uma tradição que se insurge não somente contra um sistema de governo, mas contra a estrutura mesma da realidade. Para essa gente, tudo é possível ao ser humano. Não seríamos apenas criaturas divinas, mas os próprios deuses criadores.

Essa doença da alma, que está impregnada na natureza petista, tem deixado um rastro de destruição por todos os lugares por onde passou. Começou na Rússia, seguiu na China, atingiu vários lugares do leste europeu, foi a Cuba, está carcomendo a Venezuela, a Argentina, a Bolívia, o Equador e se encontra em estado avançado no Brasil.

Rodorval Ramalho

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