Jeffrey Moussaieff Masson, Werner Herzog, Izidoro Blikstein… A constatação é verdadeira. Muitos são os pesquisadores, cientistas e especialistas que foram tocados, de maneiras discrepantes, é claro, pela enigmática história de …
Leia Mais »Literatura&Afins
As pílulas poéticas de Paulo Leminski: entre o incenso da ditadura e a música da realidade
“O homem cognoscente é simplesmente o guarda da realidade.” (W.Luijpen) Paulo Leminski, o Polaco, foi mais que um poeta contemporâneo, foi um artista da palavra-ação, com a incomum capacidade de …
Leia Mais »Borges e o esquecimento que devora tudo
Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1899. Viveu perto de 87 anos e adquiriu a cegueira mais incorrigível como “prêmio” por tanto amor e devoção à literatura. …
Leia Mais »Meu encontro com Sophia de Mello Breyner
Lisbon Art Stay, em algum dia de janeiro de 2020. Quando pagamos o bilhete que dava direito ao ingresso no Oceanário de Lisboa, ali dentro da sala de recepção do …
Leia Mais »Sobre a Alice e sobre os Dias em Daniela Delias
“(…) não vê que ela acorda meus mortos quando entre um rio e outro desova-me viva” Do poema A PEDRA, de Daniela Delias. A gente sabe que o poeta …
Leia Mais »Pandemia de Arte
Em seu mais recente ensaio, intitulado de A CRUEL PEDAGOGIA DO VÍRUS (Boitempo, 2020), Boaventura de Sousa Santos nos interroga logo de cara: O que aprenderemos com a atual pandemia …
Leia Mais »Um tripé literário de dor e esperança (ou Para que servem as histórias?)
Você já pensou em quantas vezes estamos a contar histórias, dia após dia? Já parou para pensar que a todo instante estamos diante da necessidade de contar algo, de narrar …
Leia Mais »Avalovara (e suas mulheres) – Notas sobre Abel, a mulher sem nome, Roos e Cecília
Osman Lins é um exímio construtor de máscaras, pois mascarados são seus personagens no enredo mítico de sua obra-prima: o romance AVALOVARA. Mascarados não por não conterem em si “nenhum …
Leia Mais »Nossos verdes cabralinos
O coqueiro e a cana lhe ensinam, sem pedra-mó, mas faca a faca, como voar o Agreste e o Sertão: mão cortante e desembainhada.” (João Cabral de Melo Neto, em …
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