quarta-feira, 18/05/2022
Diante do aumento exponencial de casos, a orientação é que a população deve continuar com os cuidados preventivos contra o vírus Foto: Ascom/SMS

Influenza A H3N2: somente seis municípios sergipanos não tiveram amostras com a detecção do vírus

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES), através da diretoria de Vigilância em Saúde, atualiza nesta sexta-feira, 21, o cenário epidemiológico da Influenza A H3N2 no estado. Segundo o Alerta Epidemiológico elaborado pela SES, apenas seis municípios não tiveram amostras com a detecção do vírus influenza: Amparo do São Francisco, Canhoba, Malhada dos Bois, Pacatuba, Pedra Mole e Santa Rosa de Lima. Ao total foram identificadas 1.289 amostras positivas, sendo 1.118 influenza A H3N2 e 171 influenza A não subtipada. Estas últimas foram enviadas para a Fiocruz para subtipagem.

Ainda de acordo com o Alerta, foram confirmados 40 óbitos acumulados da gripe influenza A, sendo que 29 teve a identificação de influenza A H3N2 e 11 de Influenza A não subtipada. Os óbitos ocorreram em 19 municípios.

Diante do aumento exponencial de casos, a orientação é que a população deve continuar com os cuidados preventivos contra o vírus que tem se espalhado por todo o Estado. O uso de máscara, a higienização das mãos e superfícies e manter o distanciamento social são atitudes que evitam o contágio.

A média de idade entre os casos que evoluíram para óbito foi de 72,65 anos, sendo 23 mulheres e 17 homens. Todos os óbitos estiveram associados a pelo menos um fator de risco para gravidade em casos de influenza, como doença cardiovascular crônica, diabete mellitus, hipertensão arterial, tuberculose pulmonar, bronquite asmática, pneumopatias crônicas, entre outras.

Através da análise dos resultados dos exames realizados (RT-PCR) no  Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen) foram detectados até o dia 19 de janeiro, 53 casos de codetecção dos Influenza e SARS-CoV-2.

Embora o vírus influenza seja de alta transmissibilidade, a maior parte dos casos apresenta evolução benigna com a utilização de medicamentos sintomáticos. Dessa forma, a Secretaria orienta a população que apresenta a síndrome gripal leve, a procurar atendimento nas Unidades Básicas de Saúde, permitindo que os casos de síndrome respiratória aguda grave, sejam tratados nas unidades hospitalares.

Confira aqui o Alerta Epidemiológico  Nº 04/INFLUENZA 20 de janeiro de 2022.

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