terça-feira, 27/10/2020
A taxa de desemprego subiu 4,4% em julho Foto: Marcello Casal Jr\ Agência Brasil

De janeiro a maio deste ano, Sergipe teve saldo negativo de 13.040 empregos

De janeiro a maio deste ano, Sergipe teve um saldo negativo de 13.040 empregos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.  Somente em maio, foram 3.410 desempregados e isso decorre da diferença entre 2.564 admissões e 5.974 desligamentos.

A análise dos dados é feita pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Ela aponta que houve fechamento de vagas em quase todos os grupamentos de atividades econômicas do estado. Os destaques foram os grupamentos de serviços, com saldo negativo de 1.034 vagas.

Em seguida ficaram as atividades da construção (-909 vagas), de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (-712 vagas), indústrias de transformação
(-526 vagas), administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-263 vagas) e outras indústrias (-154 vagas).

Por outro lado, as atividades de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura registraram abertura de 188 postos de trabalho no período.

Municípios

Dentre os municípios sergipanos, o município de Japoatã registrou a maior criação de vagas de trabalho, no mês analisado, com a criação de 233 postos de trabalho, seguido de Laranjeiras (+131 vagas) e Ribeirópolis (+40 vagas).

Já o saldo da capital, Aracaju, no mês de maio foi o de maior número de fechamento de postos de trabalho, com saldo negativo de 2.073 vagas. Em seguida estão Nossa Senhora do Socorro (-508 vagas), Carmópolis (-199 vagas) e São Cristóvão (-139 vagas).

Brasil

Somente nos cinco primeiros meses do ano o país perdeu 1.144.875 vagas de trabalho. O recorde histórico negativo foi divulgado pelo Caged.

O levantamento feito pelo Caged indica, ainda, redução de salário. Em média, uma pessoa que começou a trabalhar em maio recebeu R$ 1.731. O valor é 4,35% abaixo ou R$ 78 menor que a remuneração média de abril. O salário de maio foi também o menor deste ano.

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