quarta-feira, 09/06/2021
Café em pó teve uma queda de -1,7% Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A cesta básica de Aracaju é a segunda mais barata do país no mês de abril

O valor médio da cesta básica no mês de abril, em Aracaju, ficou em R$ 469,66, o que representa um aumento de 0,2% na comparação com março. É a segunda cesta mais barata do país. Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese). Em termos relativos, na comparação com abril do ano passado, o aumento no valor da cesta básica foi de 17%.

Aracaju teve destaque nacional ao registrar as quedas mais expressivas nos preços do café em pó (-1,7%) e do óleo de soja (-3,8%). Destacou-se também na variação de preços de outros componentes da cesta, como do quilo da carne bovina (-0,9%) e do feijão carioquinha (-2,3%), além de registrar a terceira maior alta no preço da manteiga, com 2,3%.

Em outras capitais, levando-se em consideração a comparação com o mês de março, observou-se aumento no valor da cesta em quase todas as capitais pesquisadas, com destaque para Campo Grande (+6,0%), João Pessoa (+2,4%), Vitória (+2,4%), Recife (+2,2%) e Belo Horizonte (+1,8%).

Por outro lado, somente duas das 17 capitais pesquisadas apresentaram diminuição no valor da cesta básica. Belém registrou a maior redução, com 19%, e Salvador observou redução de 0,8%.

Em relação a abril de 2020, observou-se aumento no valor da cesta básica em todas as capitais. Nessa comparação, as capitais que apresentaram altas mais significativas foram Brasília (+24,7%), Florianópolis (+21,1%) e Porto Alegre (+18,8%).

Em termos absolutos, a capital com a cesta mais cara, no mês analisado, foi Florianópolis (R$ 634,53), seguida por São Paulo (R$ 632,61) e Porto Alegre (R$ 626,11). Já as capitais com as cestas mais baratas foram Salvador (R$ 457,56), seguida de Aracaju (R$ 469,66) e Recife (R$ 471,52).

A análise é realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

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