Onde a vaidade termina Imagem: Pixabay
A busca incessante do poder pelo poder, ambição, aniquilação do próximo, inveja reprimida, existe e resiste desde os primórdios da raça humana quando, conforme as escrituras sagradas, Adão e Eva conspiraram contra o Criador! Depois vieram tantos outros desconhecidos e conhecidos da história como Caim, os algozes do mestre Hiram Abif, Judas Iscariotes, Hitler, Fidel Castro, enfim, seres desumanos que, tomados pela cegueira d’alma, inebriados pelo instinto animalesco do macho dominante, não aceitavam as virtudes e atitudes alheias das quais eram totalmente desprovidos. Ser vaidoso é ser vazio, sem conteúdo, parasita o próximo para sobreviver, não tem luz própria!
Sentimento dos mais vis, mesquinho e egoísta, entorpece o homem, consumindo o que resta de princípios, valores e moral de maneira sorrateira, tal qual um câncer enraizado. Desagrega, desarmoniza e desanima, levando a humanidade às mazelas, fome, miséria, guerras, ódio, ou seja, aniquila a todos, opressores, pois empobrece a alma, como também oprimidos, que padecem física e mentalmente ao ataque arbitrário e desleal.
Por milênios, a sociedade, por intermédio de instituições religiosas ou filantrópicas, assim como a Maçonaria, tem lutado herculeamente para que, cada vez mais, exercitemos o grande antídoto para esse veneno que assola nossa humanidade! Só a fraternidade, o senso de igualdade, o livre arbítrio, a tolerância dos justos e a caridade dos ricos de espírito, tendo como referência exemplos de grandes líderes que por aqui passaram, podem minorar essa tão sombria e longa realidade!
É no reconhecimento das nossas fraquezas, de que somos partes de uma grande engrenagem e de que nossa jornada nesse plano é efêmera, poderemos, definitivamente, cavar verdadeiras masmorras ao egoísmo, exercitando a humildade, o servir como rota da nossa caminhada terrena, compartilhando as diferenças, em constante aprendizado, sempre juntos, de mãos dadas, como verdadeiros irmãos, na constante busca da Palavra Sagrada perdida e reconstrução do Templo interior.
Que assim seja!
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(*) Hernan Augusto Centurion Sobral é médico cirurgião e coloproctologista.
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