Mesa diretora da Câmara: em causa própria Foto: Gilton Rosas
O economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócios Econômicos (Dieese), Luiz Moura, disse hoje, 13, que o reajuste dos salários que os vereadores concederam a si próprios “é uma canalhice, um tapa na cara dos servidores públicos municipais que, há três anos, não têm aumento salarial”. O reajuste foi, em média, 33% e vale, não só para os vereadores, mas também para o prefeito e secretários municipais. A votação foi na sessão de quinta-feira e a medida vale para o próximo exercício (2021/2024).
“O prefeito e os vereadores não têm moral nenhuma para propor reajuste nem para eles e nem para ninguém. É uma vergonha”, reforçou Luiz Moura, ao lembrar que no passado, o então presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Antônio Góes, entrou com uma ação na Justiça contra um reajuste semelhante e até agora não foi julgado.
“Parabéns se teve algum vereador que votou contra isso. Esse fato é muito grave”, frisou Luiz Moura. “Os vereadores têm 60 dias de férias por ano. A grande maioria dos servidores municipais recebe até R$ 2 mil. Os vereadores reajustam os próprios salários, mas não tem reajuste para os servidores. Como cidadão, digo que esse ato deles é reprovável, um absurdo”, ressaltou Luiz Moura.
Segundo a Câmara Municipal, o subsídio do vereador segue a Constituição Federal e corresponde a 75% do valor recebido pelo deputado estadual.
A Mesa Diretora é composta pelo presidente Nitinho (PSD), pelo vice-presidente Thiaguinho Batalha (PMB), o 1° secretário Dr Gonzaga (MDB), o 2° secretário Isac (PCdoB) e o 3° secretário Seu Marcos (PHS).
Vereador: passa de R$ 18.991,68 para R$ 24.689,19
Prefeito: sai de R$ 24 mil para R$ 30.240
Secretários: de R$ 15.031,76 para R$ 18.991,69
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