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Aracaju é 3ª do Nordeste e 14ª capital do país em qualidade de vida

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Aracaju conquistou a 3ª melhor posição entre as capitais do Nordeste no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026 e aparece na 14ª colocação nacional entre as 27 capitais brasileiras. No ranking regional, a capital sergipana ficou atrás apenas de João Pessoa (PB), que lidera o Nordeste com 67 pontos, e Teresina (PI), vice-líder da região. Com 66,35 pontos, Aracaju superou capitais como Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Maceió (AL), consolidando-se como uma das cidades com melhor qualidade de vida do Nordeste. O levantamento também mostrou avanço da capital sergipana em relação ao ano passado, quando havia registrado 65,73 pontos. (

O resultado coloca Aracaju acima da média nacional do índice, que fechou em 63,40 pontos, e reforça um cenário de evolução contínua nos indicadores sociais da capital sergipana. O IPS Brasil é considerado um dos principais estudos sobre qualidade de vida do país e avalia fatores ligados a bem-estar, inclusão social, segurança, saúde, educação e oportunidades econômicas.

Entre as capitais nordestinas, o ranking ficou organizado da seguinte forma: João Pessoa (PB), Teresina (PI), Aracaju (SE), Natal (RN), Fortaleza (CE), São Luís (MA), Recife (PE), Salvador (BA) e Maceió (AL). O desempenho aracajuano chama atenção especialmente pelo crescimento consistente nos últimos anos e pelo fortalecimento de indicadores ligados à inclusão social e oportunidades.

Aracaju já vinha apresentando bom desempenho em levantamentos anteriores. Em 2024, por exemplo, a capital apareceu entre as dez melhores capitais brasileiras em qualidade de vida, ocupando a 10ª colocação nacional no IPS daquele ano. Em 2025, a cidade permaneceu entre os destaques do Nordeste e manteve posição acima da média brasileira.

Divulgado pelo IPS Brasil em parceria com organizações como Imazon, Fundação Avina e Amazônia 2030, o estudo analisou os 5.570 municípios brasileiros utilizando 57 indicadores sociais e ambientais extraídos de bases públicas oficiais, entre elas IBGE, DataSUS, Inep e MapBiomas.

O índice é dividido em três grandes dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades. Foi justamente neste último eixo que Aracaju apresentou um dos melhores desempenhos do país, destacando-se em indicadores relacionados à inclusão social, acesso à cultura, lazer, esporte e presença de profissionais com ensino superior no mercado de trabalho.

Prefeita Emília destaca consolidação do planejamento estratégico da administração municipal | Foto: Vitor Samuel/PMA

Para a prefeita Emília Corrêa, o resultado reflete o impacto das políticas públicas implementadas pela administração municipal.

“Esse avanço na pontuação mostra que estamos no caminho certo, investindo onde a população mais precisa. Isso prova que Aracaju é uma cidade que acolhe, que valoriza a diversidade, a cultura e que gera espaço para o crescimento de todos. Nosso compromisso é continuar subindo degraus para transformar esses índices em ainda mais bem-estar no dia a dia do aracajuano”, afirmou.

Nos últimos meses, a gestão municipal intensificou ações voltadas à inclusão social, descentralização cultural e modernização administrativa. Entre as iniciativas destacadas estão a ampliação de eventos culturais nos bairros, revitalização de praças e parques, implantação da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) e a expansão do projeto Cras Itinerante.

A Prefeitura também retomou conferências municipais em áreas como saúde, igualdade racial, direitos da pessoa idosa, segurança alimentar e políticas para mulheres, além de promover a primeira conferência municipal LGBTQIAPN+ da capital.

Outra frente que ajudou a fortalecer os indicadores sociais foi a geração de empregos formais. Segundo dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, Aracaju registrou quase 10 mil novos postos formais entre 2025 e maio de 2026, reforçando o ambiente econômico positivo da capital.

O IPS Brasil é considerado uma ferramenta importante para gestores públicos e especialistas por medir não apenas infraestrutura econômica, mas os resultados concretos percebidos pela população em qualidade de vida, inclusão e oportunidades.

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