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	<title>Arquivo para Fantástico - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 31 Aug 2025 18:54:18 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Rita de Cássia e o realismo fantástico</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/rita-de-cassia-e-o-realismo-fantastico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 16:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
		<category><![CDATA[Doroteia]]></category>
		<category><![CDATA[ex-marido]]></category>
		<category><![CDATA[falecido]]></category>
		<category><![CDATA[Fantástico]]></category>
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		<category><![CDATA[realismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes (*) &#160; Manhã ensolarada de domingo. São Luís, está tão quente, como se tivesse um sol para cada morador. Rita, minha irmã, me passa uma mensagem para saber se posso atender. “Sim”, respondo após terminar o dejejum. Rita de Cássia é uma das minhas três irmãs, e minha psicóloga de &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/rita-de-cassia-e-o-realismo-fantastico/">Rita de Cássia e o realismo fantástico</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frita-de-cassia-e-o-realismo-fantastico%2F&amp;linkname=Rita%20de%20C%C3%A1ssia%20e%20o%20realismo%20fant%C3%A1stico" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frita-de-cassia-e-o-realismo-fantastico%2F&amp;linkname=Rita%20de%20C%C3%A1ssia%20e%20o%20realismo%20fant%C3%A1stico" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frita-de-cassia-e-o-realismo-fantastico%2F&amp;linkname=Rita%20de%20C%C3%A1ssia%20e%20o%20realismo%20fant%C3%A1stico" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frita-de-cassia-e-o-realismo-fantastico%2F&amp;linkname=Rita%20de%20C%C3%A1ssia%20e%20o%20realismo%20fant%C3%A1stico" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frita-de-cassia-e-o-realismo-fantastico%2F&#038;title=Rita%20de%20C%C3%A1ssia%20e%20o%20realismo%20fant%C3%A1stico" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/rita-de-cassia-e-o-realismo-fantastico/" data-a2a-title="Rita de Cássia e o realismo fantástico"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">M</span>anhã ensolarada de domingo. São Luís, está tão quente, como se tivesse um sol para cada morador.</p>
<p>Rita, minha irmã, me passa uma mensagem para saber se posso atender. “Sim”, respondo após terminar o dejejum.</p>
<p>Rita de Cássia é uma das minhas três irmãs, e minha psicóloga de plantão. Mesmo não tendo cursado faculdade, é exímia observadora da vida, a melhor conselheira que conheço. Ela tem solução para tudo, seja qual for o problema. Raciocínio rápido, articulada com as palavras, papo reto, em segundos tem resposta para qualquer questionamento.</p>
<p>O telefone toca, é Rita.</p>
<p>— Tu que gostas de história, vou te contar uma nova, que aconteceu comigo na semana passada.</p>
<p>— Conte-me.</p>
<p>Rita é dona de um hotel, no interior do Maranhão e, a maioria de seus hóspedes, dariam para fazer parte de muitas crônicas ou romances; personagens hilários, e a narração de Rita, os enriquece ainda mais. Muitos são mais hilários que muitos personagens de Dias Gomes, o autor baiano, autor da impagável “O bem-amado”.</p>
<p>Tudo no hotel tem nome. O gato é Adriano; o canário é Blue. Até o portão do hotel ela chama por um apelido, no caso, Guilhotina.</p>
<p>— Eu estava tranquilamente tomando o café da manhã, quando tocou a campainha, e vi pelas câmeras, do lado de fora da Guilhotina, um velho senhor, que não conhecia.</p>
<p>— É aqui que mora o seu Antônio?</p>
<p>— Não.</p>
<p>— Me informaram que a senhora era a esposa dele.</p>
<p>Rita resolveu abrir a Guilhotina, e pedir para o senhor entrar.</p>
<p>— Sou Gumercindo, e fiz um negócio com o sr. Antônio.</p>
<p>— Senhor Gumercindo, esse moço a quem o senhor se refere foi meu esposo no século passado. Faz mais de trinta anos que estamos separados.</p>
<p>— Ele tem uma dívida comigo, como faço para falar com ele.</p>
<p>— Seu Gumercindo, ele morreu durante a pandemia do Corona vírus.</p>
<p>— Se o senhor quiser lhe dou o endereço do cemitério, vá até o túmulo, e se o senhor for vidente, fale com ele.</p>
<p>— Só lhe digo que não fiz dívida com o senhor e não posso ajudá-lo. O senhor me viu indo pedir alguma coisa?</p>
<p>— Não.</p>
<p>— O senhor me viu em sua casa?</p>
<p>— Não.</p>
<p>— Não serei eu que vou quitar essa dívida.</p>
<p>Seu Gumercindo ficou triste. Rita lhe ofereceu café, e conversaram um pouco mais.</p>
<p>Gente simples de povoado, seu Gumercindo não tinha celular.</p>
<p>Rita lhe orientou como adquirir um aparelho, e como habilitá-lo. Ela pensou ter se livrado de seu Gumercindo.</p>
<p>No dia seguinte, no mesmo horário, novamente a campainha tocou. Era seu Gumercindo que voltara para agradecer a Rita pela ajuda. Durante a conversa, ele tirou do bolso uma nota de cem reais, querendo entregar o dinheiro para ela.</p>
<p>— Pra que esse dinheiro?</p>
<p>— Pela ajuda que a senhora me deu.</p>
<p>— Não senhor, não precisa pagar nada.</p>
<p>Com a insistência do homem, Rita sugeriu que ele lhe levasse uma galinha.</p>
<p>Passado dois dias, estava seu Gumercindo em frente a Guilhotina, com a galinha nas mãos. Seu Gumercindo, entrou, entregou a galinha, tomou um café, e foi embora.</p>
<p>Rita colocou a galinha em um canto do hotel, com água e comida. Logo a galinha ganhou nome — Doroteia.</p>
<p>Ao voltar para ver como estava Doroteia, viu que pusera um ovo. Já são trinta ovos que Doroteia pôs. Ao observar Doroteia com os ovos, lembrou do ex-marido que não passava um dia sem comer ovos.</p>
<p>“Será que seu Gumercindo recebeu uma mensagem do ex-marido, pois Doroteia não para de botar ovos”, pensou Rita.</p>
<p>Se Gabriel Garcia Marques ouvisse os relatos de Rita, seus livros seriam mais ricos, e sua literatura com realismo mais fantástico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O mágico, o fantástico&#8230;</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-magico-o-fantastico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2024 09:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Se comes, tu bebes]]></category>
		<category><![CDATA[completa]]></category>
		<category><![CDATA[escritores]]></category>
		<category><![CDATA[fantástica]]></category>
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		<category><![CDATA[realismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Há muito tempo imaginei um conto fantástico, à maneira de Leon Bloy: um teólogo dedica toda a sua vida a refutar um heresiarca; ele o derrota em polêmicas intrincadas, o denuncia, o queima; no céu ele descobre que para Deus o heresiarca e ele formam uma única pessoa. Jorge &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-magico-o-fantastico%2F&amp;linkname=O%20m%C3%A1gico%2C%20o%20fant%C3%A1stico%E2%80%A6" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-magico-o-fantastico%2F&amp;linkname=O%20m%C3%A1gico%2C%20o%20fant%C3%A1stico%E2%80%A6" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-magico-o-fantastico%2F&amp;linkname=O%20m%C3%A1gico%2C%20o%20fant%C3%A1stico%E2%80%A6" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-magico-o-fantastico%2F&amp;linkname=O%20m%C3%A1gico%2C%20o%20fant%C3%A1stico%E2%80%A6" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-magico-o-fantastico%2F&#038;title=O%20m%C3%A1gico%2C%20o%20fant%C3%A1stico%E2%80%A6" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-magico-o-fantastico/" data-a2a-title="O mágico, o fantástico…"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Há muito tempo imaginei um conto fantástico, à maneira de Leon Bloy: um teólogo dedica toda a sua vida a refutar um heresiarca; ele o derrota em polêmicas intrincadas, o denuncia, o queima; no céu ele descobre que para Deus o heresiarca e ele formam uma única pessoa.</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Jorge Luís Borges – Obras Completas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<span class="dropcap ">A</span> dica para este artiguete me veio pela pena elegante da querida amiga pesquisadora, escritora e memorialista Acácia Rios. Ufa&#8230;!!! Salvou-me a pele. Estava eu a dar tratos à bola assuntando de qual assunto iria produzir as linhas pro sábado este, dia 9 de novembro. No seu belo texto publicado no <strong>Só Sergipe, <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/amizades-vegetais-humberto-de-campos-e-seu-amigo-cajueiro/" target="_blank" rel="noopener">Acácia citara o escritor Humberto de Campos</a></span></strong>, mestre do realismo mágico/fantástico. Ontonce eu disse aos meus botões: Opa! Já sei! Vamos de realismo mágico ou realismo fantástico, como queiram. Este gênero literário me pegou de jeito quando, próximo aos dezoito anos, li mediante coleção da Abril Cultural, a “Literatura Comentada”, sobre a obra do escritor Murilo Rubião. Antes disso, tinha lido pouca coisa de Borges, e não entendera bem que tipo de literatura era aquela. Certo que, desde uns onze anos, já era familiarizado com a produção contística e novelística de Edgar Alan Poe, na linha do horror e do policialesco. Há quem inclua Poe entre os escritores que se valem do realismo mágico/fantástico, mas é um equívoco.</p>
<p>Ah, Julio Cortázar (e seu “Bestiário”), o próprio Humberto de Campos (“O Monstro e outros contos”), Adolfo Bioy Casares (“A Invenção de Morel”), Borges (“O Aleph” e “O Livro de Areia”) et ali&#8230;</p>
<p>E pra não ficar a incorrer nesta frescura mágico/fantástico, optarei pelo primeiro adjetivo. O improvável leitor que se sinta à vontade para classificar como quiser.</p>
<p>Vamos de Rubião, de primeira: após saber da respectiva existência, pelo fascículo dedicado a ele, na coleção “Literatura Comentada”, catei, um tanto sôfrego, pela obra completa. Não demorou muito, estava eu com a cara enfiada em seus livros. Apaixonado, maravilhado com forma tão peculiar de narrativa.</p>
<p>Lido o “O Ex-mágico da Taberna Minhota” seguiu-se a supracitada e resumida lista de autores e títulos.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-82270 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-205x300.jpeg" alt="" width="187" height="274" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-205x300.jpeg 205w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06.jpeg 410w" sizes="auto, (max-width: 187px) 100vw, 187px" /></a>Jorge Luís Borges, detentor de extensa obra, operou com destreza pelos campos do realismo mágico. Adquiri, primeiramente, a coleção publicada pela Globo. Li toda ela em menos de três dias. “O Aleph”, “O Milagre Secreto”, “A Morte e a Bússola”, “O Livro de Areia”, “O Informe de Brodie” são alguns dos contos borgeanos que releio.</p>
<p>Julio Cortázar: como no caso de Borges, teria eu lido, aqui e ali, um conto ou outro, durante a década de setenta. No início dos anos 90, chegou-me, mediante a coletânea, em capa dura, na coleção “Mestres da Literatura Contemporânea” (Edições Record – Altaya), intitulada “Todos os Fogos o Fogo”. Outra experiência do maravilhar-se. Entre os contos desta coletânea, o meu preferido é o primeiro do livro: “A Autoestrada do Sul”. Ao leitor desavisado, parecerá um mero relato sobre congestionamento de trânsito num domingo à tarde, que envolve dezenas de motoristas e respectivos passageiros na volta de Fontainebleau para Paris. Bem, Cortázar é o autor&#8230;</p>
<p>E Bioy Casares? Seu “A Invenção de Morel” ou “A Invenção do Senhor Morel” foi dedicado a Jorge Luís Borges. Em 1932, Victoria Ocampo apresentou Casares a Jorge Luís Borges, que a partir de então tornou-se seu grande amigo e com quem escreveu diversas histórias policiais sob vários pseudônimos, sendo o mais conhecido “Honorio Bustos Domecq”.</p>
<p>Terá o leitor, com toda certeza, percebido que não estou a proceder com análises detalhadas e nem a eivar o texto de várias referências, vários aportes. Motivo? Preguiça fidumaégua a acossar-me por esses dias. Ando vadio, tardo na ação&#8230;</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-82271 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-1-196x300.jpeg" alt="" width="196" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-1-196x300.jpeg 196w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-1.jpeg 323w" sizes="auto, (max-width: 196px) 100vw, 196px" /></a>Quem sabe se, para não ficar de todo mal na foto, possa eu acrescentar algumas linhas, em nada originais, sobre o gênero mesmo, sem ir a fundo na produção de cada autor.</p>
<p>Pois bem: no interior de uma obra reconhecida como pertencente ao realismo mágico, nosso mundo continua ainda fundamentado no mundo real. Contudo, elementos fantásticos são incluídos. Tais elementos não provocam surpresa, espanto, terror, nos personagens, pois, são considerados normais nesta concepção de mundo.</p>
<p>A expressão (que se tornou definição, classificação) “realismo mágico”, até onde sei, provém do primeiro terço do século XX.  Viria, creio da expressão “magischer realismus”, que foi “traduzida” como “realismo mágico”. A expressão foi usada, pela primeira vez, aparentemente, em 1925 pelo crítico de arte alemão Franz Roh, em seu livro “Nach Expressionismus : Magischer Realismus” (algo como “Depois do Expressionismo: Realismo Mágico”).</p>
<p>A expressão se referia mais às artes plásticas do que à literatura, em razão do aparecimento da “Neue Sachlichkeit”, ou Nova Objetividade, estilo de pintura que se tornou popular na Alemanha, sendo visto como alternativa ao romantismo do expressionismo.</p>
<p>Há, também, quem afirme (não tenho motivo para objetar) que o termo realismo mágico, direcionado de forma técnica e teórica à literatura, é uma designação relativamente recente, utilizada pela primeira vez na década de 1940, pelo romancista cubano Alejo Carpentier, que reconheceu essa característica em grande parte da literatura latino-americana. Alguns estudiosos postularam que o realismo mágico é um resultado natural da escrita pós-colonial, que deve dar sentido a pelo menos duas realidades separadas — a realidade dos conquistadores e a dos conquistados.</p>
<p>Ora que seja!</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-2.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-82272 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-2-204x300.jpeg" alt="" width="204" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-2-204x300.jpeg 204w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp-Image-2024-11-08-at-11.44.06-2.jpeg 326w" sizes="auto, (max-width: 204px) 100vw, 204px" /></a>Em 1955, o crítico literário Angel Flores valeu-se do termo realismo mágico num ensaio, afirmando que aquele combina elementos de realismo mágico e realismo maravilhoso. Flores nomeou o autor argentino Jorge Luís Borges como o primeiro “realista mágico”, com base na coletânea de contos (os quais não se assemelham a contos como estava eu, até então, acostumado a considerar), “Uma História Universal da Infâmia”, publicada pela primeira vez, se não me falha a embolorada memória, em 1935.</p>
<p>Um dos textos me chamou muito a atenção. Intitulado “O Fornecedor de Iniquidades, Monge Eastman”, do qual a morte descrita me encanta sempre: “Em 25 de dezembro de 1920, o corpo de Monk Eastman foi encontrado em uma das ruas centrais de Nova York. Ele havia sido baleado cinco vezes. Um feliz estranho até a morte, um gato de rua, tipo comum, andava ao seu redor com certa perplexidade”.</p>
<p>Aí está este arremedo d’artigo.</p>
<p>Santé!</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Almir do Picolé: &#8220;Meu filho será psicólogo e continuará o meu trabalho&#8221;</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/almir-do-picole-meu-filho-sera-psicologo-e-continuara-o-meu-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2021 09:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[abandonado]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[Almir do Picolé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 31 anos que o vendedor de picolé Almir Almeida da Paixão, 51, mais conhecido  como Almir do Picolé, faz da vida um ato de solidariedade.  E como bons exemplos devem ser seguidos, ele prepara o filho Almir Júnior, 17 anos, para cuidar, no futuro,  da Creche Solidária Almir do Picolé, no bairro Piabeta, em &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/almir-do-picole-meu-filho-sera-psicologo-e-continuara-o-meu-trabalho/">Almir do Picolé: &#8220;Meu filho será psicólogo e continuará o meu trabalho&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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<p>O filho Almir Júnior garantiu que cuidará da creche no futuro. &#8220;Pretendo dar continuidade a esse trabalho já que faço parte e amo de verdade. Entrego tudo nas mãos de Deus&#8221;, afirmou, ao acrescentar que sua irmã Raisa colabora bastante. &#8220;Raisa é totalmente envolvida aqui na creche e pensa em continuar&#8221;, completou Almir Júnior.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-42770 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-169x300.jpg" alt="" width="207" height="367" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-169x300.jpg 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-576x1024.jpg 576w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-768x1365.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-864x1536.jpg 864w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 207px) 100vw, 207px" /></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-42771 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-169x300.jpg" alt="" width="207" height="367" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-169x300.jpg 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-576x1024.jpg 576w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-768x1365.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-864x1536.jpg 864w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 207px) 100vw, 207px" /></a>Na última sexta-feira, 6, para comemorar antecipadamente o Dias do Pais, já que aos domingos a creche não funciona, Almir do Picolé distribuiu 67 cestas básicas  para os pais da Piabeta, fruto de doações. Ainda na sexta-feira  à noite, Almir estava numa sinaleira da avenida Beira Mar pedindo ajuda para manter  a creche e seguir seu trabalho de atender crianças carentes, e um outro pouco conhecido: ele providencia o funeral de pessoas  carentes.</p>
<p>A vida de Almir do Picolé sempre foi de doação aos mais pobres, e  isso chamou a atenção da imprensa que, segundo ele, é sua parceira. Foi justamente por seu trabalho ter visibilidade, que um empresário, ao vê-lo num telejornal, decidiu doar um terreno para que ele construísse a sua casa própria. Mas Almir preferiu  construir a creche para cuidar das crianças.</p>
<p>Além da solidariedade, Almir exercita o perdão. Ele perdoou aos pais  que lhe abandonaram ainda pequeno. Almir lembra que em 2015 conheceu a mãe, Maria Almeida Paixão, que o abandonou e foi embora para São Paulo, onde vive há 49 anos. Ele conta que Maria assistia ao Fantástico naquela época quando passou uma reportagem contando sobre o trabalho solidário de Almir. Como na reportagem foi divulgado o número de telefone da creche para quem quisesse fazer doação, o outro filho de Maria – Fábio – anotou o número, ligou para a creche, falou com o vigia  e deixou o endereço de São Paulo.</p>
<p>De surpresa, Almir foi até lá, conheceu a mãe, que lhe contou o porquê de tê-lo abandonado, pediu perdão e foi perdoada. Esse perdão também foi para o pai, José Vitor da Paixão, conhecido como “Zé da Farinha” que, nos últimos dias de vida, foi cuidado por Almir dentro da creche. “Ele morava com um primo meu, no Conjunto Fernando Collor, e depois veio morar comigo na Piabeta. Eu o ajudei”, afirmou.</p>
<p>Desde que foi fundada até agora, mais de mil crianças já passaram pela creche de Almir do Picolé, instituição que sobrevive de doações das comunidades. Até hoje, Almir pode ser encontrado nos semáforos de Aracaju pedindo doações para a instituição. Caso você não encontre e queira doar alguma quantia, basta ir ao Instagram <strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.instagram.com/almirdopicole/">@almirdopicole</a></span></strong>  e verificar como doar.</p>
<p>Almir segue fazendo o bem e dando bons exemplos. Hoje, Dia dos Pais, ele é o entrevistado do <strong>Só Sergipe. </strong>Almir diz  tem dedicado a vida a cuidar de crianças carentes e, também, fazer sepultamentos. Ele é uma referência na Piabeta e em Sergipe.</p>
<p>Vale a pena conhecer um pouco da vida deste cidadão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Quantas crianças a Creche Almir do Picolé atende?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Nós temos 96 crianças e elas ficam por lá de segunda a sexta-feira das 7 às 17 horas. Inclusive, para homenagear os pais fizemos a distribuição de cestas básicas, na sexta-feira, 6.</p>
<figure id="attachment_42766" aria-describedby="caption-attachment-42766" style="width: 1000px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-42766 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-2.png" alt="" width="1000" height="600" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-2.png 1000w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-2-300x180.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-2-768x461.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42766" class="wp-caption-text">Almir do Picolé: &#8220;Eu nasci para ajudar as pessoas&#8221;</figcaption></figure>
<p><strong>SÓ SERGIPE – E quantas cestas básicas vocês distribuíram?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Foram 67 cestas básicas, fruto de doação das pessoas.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Há quantos anos o senhor tem esse trabalho?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Esse trabalho social fará 31 anos agora em outubro.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – O que motivou o senhor a fazer esse trabalho social?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Eu morava numa vila com muitas crianças e resolvi ajudá-las. Com a comunidade, arrumei brinquedos e fiz a distribuição. Até que um dia, um empresário me viu na televisão fazendo esse trabalho, me procurou para doar um terreno para mim, pois eu morava de aluguel. Mas no terreno eu construí a creche para ajudar mais crianças.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – E hoje o senhor mora na creche?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ</strong> &#8211; Sim. A creche foi construída em cinco anos e tem 18 de inaugurada. Aliás, o imóvel é registrado em nome da Creche Ação Solidária Almir do Picolé.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – O senhor sempre foi procurado por políticos para se filiar a algum partido, mas até agora nunca quis. Por quê?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Não gosto de política. Não exerço meu voto para ninguém. Faço o meu trabalho com as crianças, não tenho nada na vida e só quero ajudar as pessoas. Não tenho dinheiro guardado, não tenho nada.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE –  Além das crianças que cuida na creche, o senhor tem filhos? </strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ – </strong>Eu tenho um menino de 17 anos e uma menina de 21 que crio. Sou separado da mulher há mais de 10 anos. A menina se chama Raisa e o menino é Almir Junior. Ele será psicólogo e continuará o meu trabalho quando eu morrer.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – E seus pais?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Meu pai faleceu e minha mãe mora em São Paulo. Eu já fui conhecer minha mãe.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Como aconteceu isso?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Eu saí numa reportagem do Fantástico e meu irmão ligou para a creche e fui lá conhecê-la. Mas minha mãe me deixou muito pequenininho.  Ela foi embora para São Paulo e eu fiquei com minhas tias, irmãs de meu pai. Eu fui separado de pai e mãe logo cedo.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – O senhor chegou a cuidar do seu pai, não foi?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Sim, cuidei dele, assim que o conheci. Ele morava com um primo meu, no Conjunto Fernando Collor, e depois veio morar comigo na Piabeta. Eu o ajudava. Ele era conhecido como ‘Zé da Farinha’, mas o nome completo era José Vitor da Paixão.</p>
<p><strong>SÓ SERGIP E- Seu pai e sua mãe lhe abandonaram?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Sim, sim. Minha mãe foi embora para São Paulo e nos deixou aí, nesse mundo de Deus. Eu fiquei com a família do meu pai. <span style="color: #000000;">Os familiares</span> por parte da minha mãe não gostam de mim, têm ódio de mim. Mas a família da parte do meu pai gosta de mim.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Sua história é interessante. Foi abandonado pelos pais e só foi conhecê-los já adulto. Você os perdoou?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Sim, os perdoei. Eu perdoei minha mãe, que conheci depois da reportagem no Fantástico. Fui a São Paulo conhecê-la. No dia 26 de outubro do ano passado, foi aniversário dela e levei minha irmã para conhecê-la. Fiquei feliz porque a data de aniversário dela é perto do meu.  Ela disse que me abandonou e não lembrou mais da gente. Como tenho coração bom eu perdoei. Os filhos dela nascidos em São Paulo estão bem. Ela tem 49 anos que mora em São Paulo.</p>
<figure id="attachment_42769" aria-describedby="caption-attachment-42769" style="width: 1000px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-42769 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-1.png" alt="" width="1000" height="600" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-1.png 1000w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-1-300x180.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-1-1-768x461.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-42769" class="wp-caption-text">Almir, exemplo de amor ao próximo (Foto tirada antes da pandemia)</figcaption></figure>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Hoje, com essa creche, o senhor se considera pai de todas essas crianças?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ</strong> &#8211; Sim. Eu só nasci para ajudar as pessoas. Financeiramente, não tenho nada. Tudo que recebo é para ajudá-las. Não tenho uma moradia.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Quantas pessoas trabalham na creche?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Dezessete e todos recebem o salário em dia. Eu pago com a doação do povo. Não tenho ajuda nenhuma do governo.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Quantas crianças já passaram pela creche?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Mais de mil crianças. Agora nós temos escola, reconhecida pelo Ministério da Educação, dando qualidade de vida às crianças. A escola é jardim, de três a cinco anos. É um negócio bonito. Isso tudo é uma missão para mim. Com dificuldade, mas sigo lutando.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Como foi que o senhor descobriu que tinha essa missão?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ</strong> &#8211; Coisa de Deus. Se eu viajar de ônibus daqui para São Paulo e não ver uma criança, fico triste. Sou doido por criança. Eu comecei a ajudar crianças com uns 20 anos de idade. Quando eu  trabalhava em uma padaria na Colônia Treze, em Lagarto, o meu dinheiro  é para dar ajudar as pessoas. O dono dizia que eu não ia ter nada nunca. Gastava boa parte do meu salário na padaria dando comida  às pessoas. Não tenho maldade com ninguém, não ligo para nada. Posso morrer sem nada, mas morro com o espírito da solidariedade.  Tudo que recebo é para ajudá-las.  E eu tenho problemas de saúde.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Qual problema?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Tenho um problema de visão grave. Tenho catarata e outra doença no olho, que não lembro o nome. Eu acho que é glaucoma e tenho que fazer tratamento. O grau dos óculos é muito forte.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – O senhor tem planos de aumentar o tamanho da creche para atender mais pessoas?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Não, não tem como. Só quero poder pagar os encargos trabalhistas e salários dos funcionários em dia. Nunca atrasei o salário de ninguém. É um trabalho de doação, mas é empreendedorismo também. Qualquer centavo que entra, a Receita Federal vê.</p>
<p><strong><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-4.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-42773 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-4-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-4-300x300.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-4-1024x1024.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-4-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-4-768x768.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Design-sem-nome-4.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>SÓ SERGIPE – O senhor ainda fica nas sinaleiras?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ</strong> – Fico sim. Continuo o meu trabalho nas sinaleiras.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE &#8211; O senhor tem recebido ajuda de empresas?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Não, só do povo. E tem o telemarketing que as pessoas ligam e podem fazer as doações. Os empresários ajudam nas sinaleiras. Lá no Instagram tem todas as informações. Agora veja, tem cantor que não ajuda ninguém e tem não sei quantos milhões de seguidores, enquanto o meu canal que é para servir aos pobres só tem sete mil seguidores.   Tem gente que segue outras para ver besteira, palavrão, mas não para ajudar as pessoas. O Instagram da creche deveria ter muito mais. Mas quem fala besteira no Instagram tem não sei quantos milhões de seguidores.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Além da creche, o senhor também dá outro tipo de ajuda à população carente?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Sim, eu providencio o enterro de pessoas carentes aqui da região da Piabeta.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – O senhor me disse que ganhou um carro. Com foi?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Foi uma história muito bonita. Uma senhora de 90 anos deixou um carro para a creche. Mas foi o seguinte: antes de morrer, deixou por escrito que o carro seria para a creche. Um dia, um filho dela veio aqui e me entregou. O carro já estava no nome da creche. Era um carro novo, com poucos quilômetros rodados. Foi maravilhoso. É coisa de emocionar. Ela morava em São Domingos e também ajudava as pessoas por lá. Eu não a conheci.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – E a moça que doava R$ 10,00?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ</strong> – É verdade. Ela vivia do Bolsa Família e tirava, todo mês, R$ 10 para doar à creche. Há dois anos eu fiz o enterro dela no Coqueiral. Foi nesse dia que eu soube que ela doava.</p>
<p><strong>SÓ SERGIPE – Que apelo o senhor faz para que a população possa se integrar mais ao seu trabalho?</strong></p>
<p><strong>ALMIR DO PICOLÉ –</strong> Que sejam solidários. A solidariedade faz bem para alma. Tudo aqui na Terra é passageiro. A pessoa morre e acaba tudo, vira carniça.  O prédio que você deixou vai se acabar. É tudo passageiro. Eu estou com minha vida realizada, porque meu sonho era ajudar as crianças.</p>
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		<title>Pulsão de Morte: festas como desencadeantes da dor</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/pulsao-de-morte-festas-como-desencadeantes-da-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Petruska Menezes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 11:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pulsão de morte foi o nome dado por Freud para nossos instintos (ou pulsões, dependendo da tradução e da interpretação da obra do autor) voltados para a cessação de dor, tensão e busca pelo prazer. Esse prazer é algo que não segue a ordem natural das coisas e tenta driblar a pulsão (ou instinto) &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">A <em>pulsão de morte</em> foi o nome dado por Freud para nossos instintos (ou pulsões, dependendo da tradução e da interpretação da obra do autor) voltados para a cessação de dor, tensão e busca pelo prazer. Esse prazer é algo que não segue a ordem natural das coisas e tenta driblar a pulsão (ou instinto) que promove a vida. Ele é ligado à destrutividade, diferente da agressividade, tão importante para a defesa da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A pandemia trouxe para o eixo das discussões psicanalíticas as questões ligadas às pulsões de morte. Estamos com as Unidades de Saúde sobrecarregadas, e os profissionais exaustos. A pandemia do novo coronavírus é um termômetro mortal para avaliar o quanto somos capazes de cuidar dos outros e de nós mesmos. O vírus, que é transmitido pelo contato humano, não vacila em qualquer ambiente. Isso fez com que voltássemos a pensar como uma sociedade pode extravasar suas tensões, por meio da interação grupal.</p>
<p style="text-align: justify;">Não temos como não associar as atuais festas clandestinas, potencializadoras do adoecimento em massa por COVID-19, das festas do “Clube do Carimbo”, relatadas pelo programa <em>Fantástico</em>, Jornal <em>O Globo</em> e <em>Estadão,</em> em 2015. Nessas festas, os organizadores liberavam um jovem com HIV positivo em encontros animados, promovidos para a prática de sexo <em>bareback</em> (sem o uso de preservativo) ou com camisinhas furadas propositalmente pela organização, sem o conhecimento dos participantes. O jornalista Leonardo Filomeno, do <em>site </em><u>www.manualdo</u> <u>homemmoderno</u>, afirma que a brincadeira era como de roleta-russa, baseada na falsa crença de que se todos tivessem a doença, ela deixaria de ser um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal ação é considerada crime de contágio de moléstia grave e pode dar pena de três meses a um ano de prisão. O <em>site</em> <u>ricmais.com.br</u> informou que foi feita uma ação chamada de “Operação Antivírus” com o apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro e apreensão na Grande São Paulo e no interior do estado, para prender a quadrilha que promovia tais festas.</p>
<p style="text-align: justify;">Passados seis anos daquelas festas letais, agora, de uma forma não muito diferente, mas aparentemente, apenas aparentemente, menos intencional, encontramos pessoas organizando festas durante a pandemia, cujos responsáveis prometem evitar o contágio do vírus com testagem prévia dos participantes. Esses cuidados, quando acontecem, não são suficientes para evitar a contaminação. E, em uma festa com bebidas alcoólicas e muitas vezes substâncias ilícitas, a fuga da realidade é predominante. Há um rebaixamento do superego, parte do aparelho psíquico que auxilia na responsabilidade, controle e bom senso junto com o ego e, como consequência, a crença dos riscos e limites do mundo são diminuídos ou menosprezados.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box warning  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">Diferentemente do “Clube do Carimbo”, de 2015, em que a contaminação ocorria para alguns dos membros, as festas atuais fornecem as “lembrancinhas” que vão para casa com os participantes e podem infectar e matar uma família inteira. Vemos que os idosos e as pessoas com comorbidades são as mais atingidas. Mesmo estando em casa, podem se contaminar se os próprios membros da família não se cuidarem. E ainda, as novas variantes do vírus, além de mais letais, contaminam pessoas cada vez mais jovens e até crianças. Então, não é em vão pensar que nunca o cuidado com o outro e consigo esteve tão à prova, e a pulsão de morte latente em todos nós se tornando vívida. Acreditar que, principalmente, um jovem adulto ignora todos os cuidados de saúde por sua própria escolha ou pela dificuldade de lidar com as limitações do “enclausuramento” e pela essencial necessidade de ter de desenvolver recursos para aprender a viver mais consigo e com os seus, tendo um pouco de empatia, está na ordem do dia. É a prioridade entre tantas prioridades para conter a doença. Ao invés de “para fora”, “para o mundo” é preciso pensar que, na luta interna de cada um, a pulsão de morte está se tornando mais presente e se não deslocada para um trabalho conjunto com a pulsão de vida e em harmonia, pode levar concretamente muito mais pessoas ao óbito, como se não bastassem as mais de 4 mil mortes por dia no País.</p>

			</div></div>
<p style="text-align: justify;">Portanto, festas do “Carimbo” e/ou festas clandestinas, que sempre promovem aglomerações, são nódulos que mostram o adoecimento de uma parcela importante da população e nós, profissionais da saúde mental, não podemos nos inibir de apontar esses problemas como sintomas sociais. Faz-se necessário preparar e cuidar da população por inteiro e, neste momento, a saúde mental precisa ser estimulada para que situações que coloquem pessoas em risco e aflorem desenfreadamente pulsões de morte possam ser evitadas em prol de um futuro melhor para todas as pessoas. Somente focando juntos neste mesmo objetivo conseguiremos superar mais esse desafio. Não há saída individual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> Profa. Esp. <span class="il">Petruska</span> Passos Menezes é psicóloga e psicanalista, integrante do Círculo Psicanalítico de Sergipe, tem MBA em Gestão e Políticas Públicas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Gestão Estratégica de Pessoas (pela Fanese), Neuropsicologia (pela Unit) e <b>em curso</b> Gestão Empresarial pela FGV.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva da autora.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Renan Gorne marca três gols para o Confiança e pede música do grupo Revelação</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/renan-gorne-marca-tres-gols-para-o-confianca-e-pede-musica-do-grupo-revelacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Charles Hardman]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2020 12:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[atacante]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileirão]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Fantástico]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[partida]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Gorne]]></category>
		<category><![CDATA[série B]]></category>
		<category><![CDATA[tranquilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O atacante Renan Gorne comandou a vitória do Confiança por 3&#215;1 em cima do Oeste. O jogo aconteceu no sábado, 17, em Aracaju, pela 16ª rodada da série B do Campeonato Brasileiro. Renan fez pela primeira vez ‘hat-trick’, na carreira profissional, ou seja, marcou três gols na mesma partida. Com isso, Renan Gorne pediu música. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frenan-gorne-marca-tres-gols-para-o-confianca-e-pede-musica-do-grupo-revelacao%2F&amp;linkname=Renan%20Gorne%20marca%20tr%C3%AAs%20gols%20para%20o%20Confian%C3%A7a%20e%20pede%20m%C3%BAsica%20do%20grupo%20Revela%C3%A7%C3%A3o" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frenan-gorne-marca-tres-gols-para-o-confianca-e-pede-musica-do-grupo-revelacao%2F&amp;linkname=Renan%20Gorne%20marca%20tr%C3%AAs%20gols%20para%20o%20Confian%C3%A7a%20e%20pede%20m%C3%BAsica%20do%20grupo%20Revela%C3%A7%C3%A3o" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frenan-gorne-marca-tres-gols-para-o-confianca-e-pede-musica-do-grupo-revelacao%2F&amp;linkname=Renan%20Gorne%20marca%20tr%C3%AAs%20gols%20para%20o%20Confian%C3%A7a%20e%20pede%20m%C3%BAsica%20do%20grupo%20Revela%C3%A7%C3%A3o" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frenan-gorne-marca-tres-gols-para-o-confianca-e-pede-musica-do-grupo-revelacao%2F&amp;linkname=Renan%20Gorne%20marca%20tr%C3%AAs%20gols%20para%20o%20Confian%C3%A7a%20e%20pede%20m%C3%BAsica%20do%20grupo%20Revela%C3%A7%C3%A3o" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Frenan-gorne-marca-tres-gols-para-o-confianca-e-pede-musica-do-grupo-revelacao%2F&#038;title=Renan%20Gorne%20marca%20tr%C3%AAs%20gols%20para%20o%20Confian%C3%A7a%20e%20pede%20m%C3%BAsica%20do%20grupo%20Revela%C3%A7%C3%A3o" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/renan-gorne-marca-tres-gols-para-o-confianca-e-pede-musica-do-grupo-revelacao/" data-a2a-title="Renan Gorne marca três gols para o Confiança e pede música do grupo Revelação"></a></p><figure id="attachment_10003" aria-describedby="caption-attachment-10003" style="width: 164px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/01/CARLOS-HARDMAN-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-10003" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/01/CARLOS-HARDMAN-2-294x300.jpg" alt="" width="164" height="167" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/01/CARLOS-HARDMAN-2-294x300.jpg 294w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/01/CARLOS-HARDMAN-2-e1515605973218-147x150.jpg 147w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/01/CARLOS-HARDMAN-2-768x784.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/01/CARLOS-HARDMAN-2-1003x1024.jpg 1003w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/01/CARLOS-HARDMAN-2.jpg 1012w" sizes="auto, (max-width: 164px) 100vw, 164px" /></a><figcaption id="caption-attachment-10003" class="wp-caption-text">Colunista esportivo Charles Hardman</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O atacante Renan Gorne comandou <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/brasileirao-com-tres-gols-de-renan-gorne-confianca-detona-o-oeste-e-se-aproxima-do-g4/">a vitória do Confiança por 3&#215;1 em cima do Oeste.</a></span> O jogo aconteceu no sábado, 17, em Aracaju, pela 16ª rodada da série B do Campeonato Brasileiro. Renan fez pela primeira vez ‘hat-trick’, na carreira profissional, ou seja, marcou três gols na mesma partida.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, Renan Gorne pediu música. Ele escolheu ‘Tá escrito’, do grupo Revelação. “Eu gosto muito dessa música, pois me ajuda a pensar um pouco sobre a vida, além de me motivar. Então acho que essa música me definiria no momento”, frisou. O refrão da música diz o seguinte: &#8220;Quem cultiva a semente do amor\Segue em frente e não se apavora\ Se na vida encontrar dissabor\ Vai saber esperar a sua hora&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">  <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=09_s_Kh8sls">Clique aqui e ouça a música &#8220;Tá escrito&#8221;.</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ele acrescentou que quando estava de fora das partidas sempre procurou trabalhar para poder corresponder à altura. “Esse foi o meu quarto jogo como titular e fico feliz pela sequência. É claro que às vezes a gente não marca gols, mas ajuda a criar algumas situações possibilitando os meios”, explicou Renan Gorne.</p>
<p>https://youtu.be/19vd3n_lI8U</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, os gols dão mais tranquilidade para a sequência do trabalho. “Até porque o atacante por mais que venha fazendo boas partidas, ele sempre será cobrado para estar fazendo gols”, completou Renan.</p>
<p style="text-align: justify;">Na competição, o Confiança soma 22 pontos e provisoriamente está na 10ª colocação. O time proletário acumula cinco vitórias, sete empates e quatro derrotas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na quarta-feira, 21, às 19 horas, o Confiança encara o Sampaio Corrêa, no estádio Castelão, em São Luís.</p>
<p style="text-align: justify;">
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