O ano de 2019 começa com uma herança de 2018 nada interessante e preocupante. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que no último trimestre de 2018 terminou com 182 trabalhadores sem emprego em Sergipe, um crescimento de 17,5% na comparação com igual período de 2017. Para o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócios Econômicos (Dieese), Luís Moura, não há mudança em vista, pelo menos por enquanto.
Fazendo um rápido balanço entre 2017 e 2018, Luís Moura lembra que entre setembro e novembro de 2017, eram 139 mil trabalhadores procurando emprego. Analisando o número de sergipano sem carteira assinada, o IBGE verificou o seguinte: eram 130 mil em 2017, pulando para 143 mil em 2018.
“Considerando os que trabalham por contra própria, o número de sergipanos sem carteira assinada sobe para cerca de 400 mil”, disse Luís Moura. Entre setembro e novembro de 2018, haviam 215 mil trabalhadores com carteira assinada (ano passado era 235 mil).
“A economia de Sergipe não cresceu e isso reflete no desemprego”, avaliou Luis Moura. Ele disse que os dados revelados na pesquisa do IBGE são preocupantes diante da precarização do mercado de trabalho e que só poderá ser revertido com o surgimento de novas indústrias e empresas. “Não adianta o empresariado fazer só campanha para garantir emprego ao sergipano. É preciso que surjam novas vagas”, ensina.
Loja de Aracaju amplia quadro de funcionários em até 25%, ganha farmácia, empório e adega;…
Parceria leva conexão por satélite a 50 milhões de assinantes e amplia concorrência com operadoras…
O Governo do Estado, através da Sergipe Gás S/A (Sergas), está ampliando sua infraestrutura…
Por Valtênio Paes (*) uem viveu a manifestação popular pelas “Diretas Já” entre março de…
A South Atlantic Potash prevê produção equivalente a 14% do consumo brasileiro e identifica potencial…
Presidente da ABRAS destaca avanço nas compras de alimentos e importância da feira realizada em…