A mansão onde Bruno estava escondido, em Camaçari Foto: Divulgação
O recado dado pelo delegado André Davi, coordenador operacional do Complexo de Operações Policiais da Polícia Civil (Cope), de que se o segundo suspeito de ter matado o sargento da Polícia Militar, Ronaldo Bispo Santos, “estiver na terra a gente pega”, foi cumprido na manhã desta quinta-feira, 24. Bruno Bispo Aragão, 21, foi morto após reagir à prisão, durante uma operação feita por policiais civis sergipanos e baianos, em uma mansão em Barra do Jacuípe, município de Camaçari (BA).
Bruno era a segunda pessoa que faltava ser presa, acusada de ter matado o sargento Ronaldo, no dia 9 de janeiro, em Itaporanga D’Ajuda. O primeiro a tombar, depois de, também, ter reagido à prisão, foi Walisson Teixeira Rodrigues, 24 anos, no último domingo, em Laranjeiras.
O sargento Ronaldo Bispo Santos foi morto durante assalto praticado por Walisson Teixeira Rodrigues e Bruno Bispo Aragão, a uma mercearia no povoado Nova Descoberta.
Por Luiz Thadeu Nunes (*) De volta ao Brasil após dez dias de…
Atendendo solicitações da mídia sergipana para comentar temas de interesse público, a advogada Luciana Déda…
Forró e futebol estarão lado a lado no maior arraiá à beira-mar do Brasil.…
Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) mbora eu tenha nascido em 1974, a…
Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza…
A Copa do Mundo da FIFA 2026 começa nesta quinta-feira (11), em uma edição histórica…