Dia desses estava com alguns minutos de folga. Cabeça vazia, pensamentos viajantes e comecei a fazer uma coisa que não tenho feito frequentemente ultimamente incessantemente (haja mente): fui ver televisão. Cara, só tem miséria. Tem mais coisa ruim acontecendo do que a palavra miséria na boca de um soteropolitano durante uma conversa de quinze minutos.
Assassinatos, roubos, assassinatos, corrupção, assassinatos… Mas uma coisa que me chamou a atenção e sobre a qual venho refletindo já há muito tempo é a procura da razão de tanta coisa ruim acontecer assim neste Brasil ladronil. Evidentemente a análise profunda da conjuntura requer um laboratório vasto com equipe multidisciplinar e entregue beneditinamente a fim de descobrir o cerne mais introspecto disso tudo.
Porém, em uma visão um pouco mais restrita e certeira, o tráfico de drogas está quase que sempiternamente entremeando os meandros da violência urbana. Além do maconheiro, do cocaineiro, do crackeiro e do trafiqueiro, a quem interessa o tráfico? Essa pergunta é perspicaz. Mas não tenho resposta.
Uma coisa eu sei: qualquer negócio só sobrevive porque existe o cliente. Se acabar com o cliente, acaba o negócio. No caso do tráfico, o que se droga deveria ser tratado como traficante, afinal de contas, é este indivíduo que mantém a p%#@ do negócio funcionando.
Milhões de pessoas no Brasil estão jogando suas vidas no abismo dos barbitúricos, alucinógenos e ‘fazedores de mente’. Maior rigor na lei e na sua aplicação é, dentro dessa análise restrita e certeira sobre a qual falei, a única opção que existe hoje para dar uma freada na matriz da maioria dos problemas de violência.
Ou então liberem essa p#%@, arrecadem-se impostos e deixem o circo pegar fogo. Quero ver para quem o palhaço vai dar sinal. Quero ver quem vai acudir a bandeira nacional.
Sem ter segurança sobre os votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC)…
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (2), por votação…
CNC defende que votação fique para depois das eleições, enquanto proposta avança na CCJ e…
"O que sei eu?" Michel de Montaigne uma vez por todas,…
As micro e pequenas empresas devem estar atentas. Começa nesta terça-feira (1º) o prazo de adesão…
Por Valtênio Paes de Oliveira (*) m textos anteriores, nesta coluna, tratamos da…