Romances que começam aleatoriamente são os melhores da nossa vida né? Quando você menos espera, esbarra em uma pessoa e ela passa a fazer parte da sua vida de alguma forma e assim acaba virando um relacionamento, um bom e precioso relacionamento. É assim que eu vejo o início desse clássico moderno do grande Nicholas Sparks, Querido John.
Quem nunca chorou assistindo ao filme? Nicholas é mestre nisso. Mas o livro,puxa!! Sem condições. A intensidade do amor e do caminho do casal é algo que é quase palpável. Você se sente no lugar dos personagens, o difícil caso de manter um relacionamento à distância por conta da guerra; a comunicação por cartas, o peso de lidar com os problemas que ficam com você enquanto seu parceiro está na guerra; a preocupação com quem você deixou, é algo de arrasar.
Mas, para mim, o final é a pior parte. Não contarei obviamente, mas junto ao “Diário de uma paixão”, esse foi o livro dele que mais me fez chorar e mais me indignou também. É uma leitura que vale tanto a pena para aqueles que acreditam no amor puro, no amor pela família e pelos amigos. Amores que, em algumas circunstâncias podem machucar uns aos outros, mas que selam um destino. Querido John, você é para mim, um dos melhores livros.
Obrigada Nicholas.
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