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	<title>Arquivo para historiadores - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>O Rito de Baldwyn: Uma viagem à maçonaria perdida de Bristol</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 09:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[acadêmica]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[antiguidade]]></category>
		<category><![CDATA[Baldwyn]]></category>
		<category><![CDATA[esquecido]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[historiadores]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[inglesa]]></category>
		<category><![CDATA[jurisdições]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[padronização]]></category>
		<category><![CDATA[portas]]></category>
		<category><![CDATA[rito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tácio Brito (*) Como uma cidade inglesa se tornou a guardiã de um sistema maçônico único, preservando rituais que o tempo quase esqueceu. &#160; No vasto e complexo mosaico da Maçonaria, cada rito é um universo em si, um caminho com sua própria história, filosofia e simbolismo. Como um mestre maçom iniciado e exaltado &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&amp;linkname=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&amp;linkname=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&amp;linkname=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&amp;linkname=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&#038;title=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol/" data-a2a-title="O Rito de Baldwyn: Uma viagem à maçonaria perdida de Bristol"></a></p><blockquote>
<p data-selectable-paragraph="">Por Tácio Brito (*)</p>
</blockquote>
<h3 id="e108" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn wo wp wq wr ws wt wu wv ww wx wy wz xa xb xc xd xe xf xg xh gg bl">Como uma cidade inglesa se tornou a guardiã de um sistema maçônico único, preservando rituais que o tempo quase esqueceu.</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p id="1ca6" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn wo wp wq wr ws wt wu wv ww wx wy wz xa xb xc xd xe xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph=""><span class="dropcap ">N</span>o vasto e complexo mosaico da Maçonaria, cada rito é um universo em si, um caminho com sua própria história, filosofia e simbolismo. Como um mestre maçom iniciado e exaltado ao Grau do Real Arco no Rito Americano (popularmente conhecido como Rito de York), sempre me fascinou a forma como nossas tradições se ramificaram e evoluíram. É com esse olhar, de quem conhece uma das grandes correntes do rio maçônico, que me volto para uma de suas anomalias mais fascinantes: o Rito de Baldwyn, um sistema de “tempo imemorial” que sobrevive como um fóssil vivo, confinado à cidade inglesa de Bristol.</p>
<p id="5663" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn wo wp wq wr ws wt wu wv ww wx wy wz xa xb xc xd xe xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">O que torna o Rito de Baldwyn tão singular não é apenas sua antiguidade, mas sua arquitetura. Ele integra, em uma única e coesa jornada, elementos que na maioria das outras jurisdições — incluindo a minha — permanecem rigorosamente segregados. É um vislumbre de como a Maçonaria poderia ter sido antes que as grandes unificações e padronizações traçassem as fronteiras que hoje conhecemos. Seu nome, uma homenagem aos reis cruzados de Jerusalém, como Balduíno II, já nos transportam para uma era de cavalaria e fé cristã, um caráter que o rito preserva com orgulho. Esta não é apenas uma análise acadêmica; é uma exploração de um primo distante e misterioso, guiada pelas obras de historiadores como Keith B. Jackson e, especialmente, David Harrison, cujas recentes pesquisas e traduções rituais nos abriram portas para este mundo esquecido.</p>
<h3 id="d27c" class="xj xk sg bg ow xl xm dy mf xn xo ea mj wv xp xq xr wz xs xt xu xd xv xw xx xy bl" data-selectable-paragraph="">A Fortaleza de Bristol: Uma História de Resistência</h3>
<p id="3743" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn xz wp wq wr ya wt wu wv yb wx wy wz yc xb xc xd yd xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">As origens do Rito de Baldwyn estão envoltas naquela bruma de tradição oral que o conecta aos Cavaleiros Templários medievais, mas é no século XVIII que sua história documentada emerge das sombras. O artefato pivotal é a <strong class="wm mb">Carta de Compacto de 1780</strong>, um documento que não apenas estabeleceu formalmente o “Supremo e Real Acampamento da Ordem dos Cavaleiros Templários”, mas que também deu ao rito sua espinha dorsal organizacional. A liderança de figuras proeminentes como Thomas Dunckerley, que se tornaria Grande Mestre dos Cavaleiros Templários da Inglaterra em 1791, cimentou a autonomia e o prestígio de Bristol.</p>
<p data-selectable-paragraph=""><div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<figure id="attachment_93531" aria-describedby="caption-attachment-93531" style="width: 286px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Design-sem-nome-2.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-93531" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Design-sem-nome-2-200x300.png" alt="By Henry Sadler" width="286" height="429" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Design-sem-nome-2-200x300.png 200w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Design-sem-nome-2.png 400w" sizes="(max-width: 286px) 100vw, 286px" /></a><figcaption id="caption-attachment-93531" class="wp-caption-text">By Henry Sadler — Frontispiece, Sadler’s “Thomas Dunckerley”, Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=27940094</figcaption></figure>
<p data-selectable-paragraph="">
			</div></div>
<p class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn xz wp wq wr ya wt wu wv yb wx wy wz yc xb xc xd yd xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">Contudo, o verdadeiro teste de fogo veio no início do século XIX. A <strong class="wm mb">União de 1813</strong>, um evento monumental que unificou as Grandes Lojas rivais dos “Antigos” e dos “Modernos”, trouxe consigo uma onda de padronização que ameaçava apagar as tradições locais. Diante de uma tendência que muitos viam como uma secularização e simplificação dos rituais, Bristol assumiu uma postura de guardiã. O Rito de Baldwyn tornou-se um santuário para graus e práticas que corriam o risco de extinção, como o Cavaleiro da Espada e da Águia e a Ordem de Kilwinning. Essa resistência foi tão feroz que, em 1856, o Acampamento de Baldwyn chegou a declarar independência do corpo nacional dos Templários, o Grande Conclave, alcançando uma reconciliação em 1862 que, crucialmente, reafirmou sua soberania sobre seus graus de cavalaria. Décadas depois, um tratado com o Supremo Conselho 33° garantiria sua independência também sobre o grau de Rosa-Cruz.</p>
<p id="506b" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn wo wp wq wr ws wt wu wv ww wx wy wz xa xb xc xd xe xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">A expansão do rito foi mínima e deliberada. Algumas Cartas Constitutivas foram emitidas, notavelmente para Adelaide, na Austrália, onde os rituais de Baldwyn persistem até hoje. Mas, em essência, ele permaneceu como o tesouro de Bristol, um bastião contra a uniformização, uma amálgama viva de práticas que a maioria da Maçonaria inglesa havia deixado para trás.</p>
<h3 id="8366" class="xj xk sg bg ow xl xm dy mf xn xo ea mj wv xp xq xr wz xs xt xu xd xv xw xx xy bl" data-selectable-paragraph="">Os Sete Degraus da Jornada</h3>
<p id="4457" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn xz wp wq wr ya wt wu wv yb wx wy wz yc xb xc xd yd xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">O Rito de Baldwyn compreende sete graus, que guiam o maçom por uma jornada integrada através da Maçonaria Simbólica, do Real Arco e das Ordens de Cavalaria. O acesso é exclusivo, por convite, para Mestres Maçons que já foram exaltados ao Real Arco em um Capítulo de Bristol. A progressão é a seguinte:</p>
<ol class="">
<li id="0742" class="wk wl sg wm b wn wo wp wq wr ws wt wu wv ww wx wy wz xa xb xc xd xe xf xg xh yt yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">I°: Os Três Graus Simbólicos</strong> (Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom) — Estes são o alicerce, praticados segundo o antigo Ritual de Bristol, notório por elementos dramáticos como um surpreendente “estrondo” durante a iluminação do candidato.</li>
<li id="aac6" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh yt yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">II°: Suprema Ordem do Sagrado Arco Real</strong> — Um dos tesouros do rito, por preservar a antiga e complexa cerimônia da “Passagem dos Véus”, rara após 1813.</li>
<li id="13d2" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh yt yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">III°: Cavaleiros dos Nove Mestres Eleitos</strong></li>
<li id="641a" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh yt yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">IV°: Antiga Ordem dos Cavaleiros Escoceses Grandes Arquitetos</strong></li>
<li id="b62c" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh yt yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">V°: Cavaleiros do Oriente, da Espada e da Águia</strong></li>
<li id="59e1" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh yt yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">VI°: Cavaleiros de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta</strong></li>
<li id="c997" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh yt yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">VII°: Cavaleiros da Rosa-Cruz do Monte Carmelo</strong> — O ápice da jornada.</li>
</ol>
<figure class="yh yi yj yk yl ym ye yf paragraph-image">
<div class="ye yf zb">
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<figure style="width: 314px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="bi yn yo c" role="presentation" src="https://miro.medium.com/v2/resize:fit:393/1*ubt1W9ugs000ykEr4mjJKA.png" alt="" width="314" height="442" /><figcaption class="wp-caption-text">Comenda do Rito de Baldwyn (Fonte: Revista Freemasonry Today — Summer Autumn 2011)</figcaption></figure>
</div><figcaption class="yp fd yq ye yf yr ys bg b bh ab dv" data-selectable-paragraph="">
			</div></div></figcaption></figure>
<p id="8ff5" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn wo wp wq wr ws wt wu wv ww wx wy wz xa xb xc xd xe xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">Mesmo a regalia, como o antigo avental com o pelicano usado no sétimo grau, ecoa uma prática que, em outros lugares, se tornou obsoleta, servindo como um testemunho visual da idade e da singularidade do rito.</p>
<h3 id="7c26" class="xj xk sg bg ow xl xm dy mf xn xo ea mj wv xp xq xr wz xs xt xu xd xv xw xx xy bl" data-selectable-paragraph="">A Ponte Transatlântica: A Cerimônia dos Véus e a Conexão com o Rito de York</h3>
<p id="c231" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn xz wp wq wr ya wt wu wv yb wx wy wz yc xb xc xd yd xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">Para mim, como um maçom do Rito de York, a persistência da cerimônia da “Passagem dos Véus” é o ponto de ressonância mais poderoso. Este ritual, que representa a jornada da alma através de barreiras simbólicas em busca da Verdade Divina, foi removido da prática padrão do Real Arco inglês em 1835. No entanto, ele sobreviveu não apenas em Bristol, mas também na Escócia, na Irlanda e, de forma proeminente, nos Capítulos do Real Arco do Rito de York americano. Esta é uma ponte viva, uma prova de nossa ancestralidade comum, anterior à União de 1813.</p>
<div class="zc ky zd gp ac r fw">
<div class="gl m">
<div id="g-recaptcha">As semelhanças, no entanto, apenas ressaltam as diferenças. O Rito de Baldwyn se apresenta como um sistema unificado e amalgamado, um ecossistema fechado e de acesso exclusivo. O Rito de York, por outro lado, evoluiu de forma expansiva e democrática, estruturado em corpos separados e sequenciais (o Capítulo para o Real Arco, o Conselho para os Graus Crípticos e a Comendadoria para as Ordens de Cavalaria). Baldwyn é um guardião isolado de uma antiga forma unificada; York é a evolução popular e amplamente difundida dessa mesma tradição.</div>
</div>
</div>
<h3 id="60d8" class="xj xk sg bg ow xl xm dy mf xn xo ea mj wv xp xq xr wz xs xt xu xd xv xw xx xy bl" data-selectable-paragraph="">Um Legado Vivo</h3>
<p id="b8f8" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn xz wp wq wr ya wt wu wv yb wx wy wz yc xb xc xd yd xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">O Rito de Baldwyn é mais do que uma curiosidade histórica; é um exemplo eloquente da natureza adaptativa e, paradoxalmente, conservadora da Maçonaria. Ele nos ensina que a força de uma tradição não reside apenas em sua capacidade de se modernizar, mas também em sua coragem de preservar. As pesquisas de acadêmicos como Harrison e Jackson nos permitem hoje apreciar a profundidade deste rito, conectando-o não apenas à história inglesa, mas a um período de intenso sincretismo esotérico em toda a Europa.</p>
<p id="b649" class="pw-post-body-paragraph wk wl sg wm b wn wo wp wq wr ws wt wu wv ww wx wy wz xa xb xc xd xe xf xg xh gg bl" data-selectable-paragraph="">Estudar o Rito de Baldwyn é, em última análise, um convite para celebrar o pluralismo maçônico. É um lembrete de que, sob a bandeira da Fraternidade, existem muitos caminhos, e alguns dos mais belos são aqueles que foram zelosamente guardados, esperando para compartilhar sua luz com as novas gerações de estudiosos e maçons.</p>
<p data-selectable-paragraph="">____________________</p>
<h4 id="8bd9" class="xj xk sg bg ow xl xm dy mf xn xo ea mj wv xp xq xr wz xs xt xu xd xv xw xx xy bl">Fontes e Referências</h4>
<ul class="">
<li id="2cbb" class="wk wl sg wm b wn xz wp wq wr ya wt wu wv yb wx wy wz yc xb xc xd yd xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Cohoughlyn-Burroughs, C. E. (1911).</strong> <em class="xi">Bristol Masonic Ritual: The Oldest and Most Unique Craft Ritual Used in England</em>.</li>
<li id="9539" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Harrison, D. (2021).</strong> <em class="xi">The Rite of Seven Degrees</em>. Lewis Masonic.</li>
<li id="26a8" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Harrison, D. (2023).</strong> <em class="xi">The Rite of Seven Degrees Ritual Book: A New English Translation with Descriptions of the Grades</em>. Publicado de forma independente.</li>
<li id="a311" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Harrison, D. (2017).</strong> <em class="xi">The Lost Rites and Rituals of Freemasonry</em>. Lewis Masonic.</li>
<li id="2e48" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Harrison, D. (2020).</strong> <em class="xi">Rediscovered Rituals of Freemasonry</em>. Lewis Masonic.</li>
<li id="1281" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Harrison, D. (2009).</strong> <em class="xi">Genesis of Freemasonry</em>. Lewis Masonic.</li>
<li id="e76d" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Jackson, K. B. (2020).</strong> <em class="xi">Beyond the Craft</em> (6ª ed.). Lewis Masonic.</li>
<li id="d672" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">“Rite of Baldwyn.” (s.d.).</strong> Wikipedia. Recuperado de <span style="color: #008000;"><a class="ah pj" style="color: #008000;" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Rite_of_Baldwyn" target="_blank" rel="noopener ugc nofollow">https://en.wikipedia.org/wiki/Rite_of_Baldwyn</a></span></li>
<li id="737e" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Traveling Templar. (2022, 23 de junho).</strong> “The Rite of Baldwyn.” Recuperado de<span style="color: #008000;"> <a class="ah pj" style="color: #008000;" href="https://www.travelingtemplar.com/2022/06/the-rite-of-baldwyn.html" target="_blank" rel="noopener ugc nofollow">https://www.travelingtemplar.com/2022/06/the-rite-of-baldwyn.html</a></span></li>
<li id="ef4a" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">The Square Magazine. (2021, dezembro).</strong> “Book Review — The Rite of Seven Degrees.”</li>
<li id="f0b5" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Lewis Masonic. (s.d.).</strong> “The Rite of Seven Degrees.” e “Beyond the Craft — 6th Edition.”</li>
<li id="fac9" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Dr. David Harrison. (2024, 21 de fevereiro).</strong> “A new short paper on the engravings of Pierre Lambert de Lintot.” Recuperado do site do autor e de seu perfil no Academia.edu.</li>
<li id="8a43" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Amazon. (s.d.).</strong> “The Rite of Seven Degrees Ritual Book.” Página do produto.</li>
<li id="32b6" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph=""><strong class="wm mb">Reddit. (2016, 13 de abril).</strong> “Rite of Baldwyn.” Fio de discussão no subreddit r/freemasonry.</li>
<li id="1f72" class="wk wl sg wm b wn yw wp wq wr yx wt wu wv yy wx wy wz yz xb xc xd za xf xg xh aby yu yv bl" data-selectable-paragraph="">Fontes adicionais de periódicos maçônicos e fóruns acadêmicos online, incluindo discussões sobre as origens da Maçonaria.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&amp;linkname=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&amp;linkname=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&amp;linkname=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&amp;linkname=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol%2F&#038;title=O%20Rito%20de%20Baldwyn%3A%20Uma%20viagem%20%C3%A0%20ma%C3%A7onaria%20perdida%20de%20Bristol" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol/" data-a2a-title="O Rito de Baldwyn: Uma viagem à maçonaria perdida de Bristol"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/o-rito-de-baldwyn-uma-viagem-a-maconaria-perdida-de-bristol/">O Rito de Baldwyn: Uma viagem à maçonaria perdida de Bristol</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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		<title>Nadir da Mussuca: História e Ciências Sociais em tempos de resistência</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/nadir-da-mussuca-historia-e-ciencias-sociais-em-tempos-de-resistencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 18:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Para além de ser uma forma de fazer o registro de mais um momento significativo da vida acadêmica da Universidade Federal de Sergipe, o presente texto quer também ressaltar a necessidade de pensar o tempo presente, com suas inúmeras turbulências políticas e sociais, a partir de dois &#8230;</p>
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<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">P</span>ara além de ser uma forma de fazer o registro de mais um momento significativo da vida acadêmica da Universidade Federal de Sergipe, o presente texto quer também ressaltar a necessidade de pensar o tempo presente, com suas inúmeras turbulências políticas e sociais, a partir de dois exercícios muito caros: lembrar e problematizar. Ofícios, <em>sine qua non</em>, daqueles que militam e ainda ousam formar-se no e a partir dos cursos de Licenciatura em História e de Ciências Sociais.</p>
<p>E o porquê da referência à dona <strong>Nadir da Mussuca</strong>? Foi o nome dado à Turma de História de 2024.1 (da qual tive a honra de ser paraninfo), composta pelos novos professores e historiadores de Sergipe, a saber: Alef Mateus Tavares Souza, Alerrandro Saimon Passos de Santana, Danilo Roberto dos Santos, Felipe Santiago de Melo, Fernando Santos, Hellen Ketcia Batista Santos, Igor Evangelista dos Santos, Ingridy Gabrielle de Sousa Roque, Jerfesson Barreto dos Santos, João Ofrides de Oliveira Neto, Laura Regina Martins Oliveira, Michel Felipe Silva Lima dos Santos, Rayssa Samara Santos Valença de Sá, Rita Mirrayne Santos de Oliveira, Rodrigo Santos Correia, Rodrigo Santos Passos, Sérgio Guilherme de Almeida Silva, Stefany Pimenta Gadelha, Suelen Santos Costa, Thales Silva Conde, Vanessa Souza Angélico, Vitor Gabriel Gonçalves Nunes e Ygor Fernando Dias Melo. O Prof. Dr. Petrônio Domingues foi o patrono e entres os professores doutores homenageados presentes: Augusto dos Santos, Carlos Malaquias e Célia Cardoso. Atualmente, o curso é coordenado pela Profª. Drª. Edna Matos Antônio.</p>
<figure id="attachment_83160" aria-describedby="caption-attachment-83160" style="width: 353px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/A-aluna-de-Historia-Rita-Mirrayne-Santos-de-Oliveira-recebendo-a-concessao-de-titulo-em-nome-da-turmas-de-Historia-e-Ciencias-Sociais-scaled.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-83160" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/A-aluna-de-Historia-Rita-Mirrayne-Santos-de-Oliveira-recebendo-a-concessao-de-titulo-em-nome-da-turmas-de-Historia-e-Ciencias-Sociais-300x225.jpg" alt="" width="353" height="265" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/A-aluna-de-Historia-Rita-Mirrayne-Santos-de-Oliveira-recebendo-a-concessao-de-titulo-em-nome-da-turmas-de-Historia-e-Ciencias-Sociais-300x225.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/A-aluna-de-Historia-Rita-Mirrayne-Santos-de-Oliveira-recebendo-a-concessao-de-titulo-em-nome-da-turmas-de-Historia-e-Ciencias-Sociais-1024x769.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/A-aluna-de-Historia-Rita-Mirrayne-Santos-de-Oliveira-recebendo-a-concessao-de-titulo-em-nome-da-turmas-de-Historia-e-Ciencias-Sociais-768x577.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/A-aluna-de-Historia-Rita-Mirrayne-Santos-de-Oliveira-recebendo-a-concessao-de-titulo-em-nome-da-turmas-de-Historia-e-Ciencias-Sociais-1536x1154.jpg 1536w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/11/A-aluna-de-Historia-Rita-Mirrayne-Santos-de-Oliveira-recebendo-a-concessao-de-titulo-em-nome-da-turmas-de-Historia-e-Ciencias-Sociais-2048x1538.jpg 2048w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /></a><figcaption id="caption-attachment-83160" class="wp-caption-text">A aluna de História, Rita Mirrayne Santos de Oliveira, recebendo a concessão de título em nome da turma de História e Ciências Sociais</figcaption></figure>
<p><span class="sigijh_hlt">A solenidade de formatura ocorreu no último dia 26 de novembro, às 16h, nas dependências do auditório da Didática VII da UFS (Campos São Cristóvão). </span>Os alunos de História dividiram o momento com os alunos de Ciências Sociais, representados por seu paraninfo, o Prof. Dr. Rogério Proença Leite, que em seu discurso destacou a importância dos dois saberes na contemporaneidade. Leite frisou que pode até se comprar um diploma, mas o conhecimento não. Este segue sendo algo que, como dizem os mais antigos e a sabedoria popular, a única coisa que levamos conosco, depois de morto, e que ninguém rouba.</p>
<p>Também fez uso da palavra, a Profª. Drª. Silvana Aparecida Bretas, diretora do Centro de Ciências Humanas (CECH), no ato, representando o magnífico reitor, o Prof. Dr. Valter Joviniano de Santa Filho. Bretas, como de costume neste tipo de solenidade, fez um discurso que levou os presentes a refletirem pelo chamado estado da arte da vida universitária no Brasil e todos os seus contratempos e desafios a serem encarados, com luta, e superados com resistência e coragem.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Representando os formandos, a aluna de História, Ingridy Gabrielle de Sousa Roque fez uma fala leve, vibrante e emocionante, como assim foi todo o evento.</span> A seguir, um trecho que dá a tônica daquele final de tarde inesquecível:</p>
<p style="text-align: right;"><em>O mundo que nos espera lá fora é, sem dúvidas, cheio de incertezas. Vivemos, ainda e infelizmente, tempos difíceis para educadores e pesquisadores. Mas é mantendo os olhos adiante e a cabeça erguida que agarraremos nossas oportunidades. Que sigamos em frente com a mesma determinação que nos trouxe até aqui, com coragem para fazer a diferença, para desafiar o comum e para transformar o nosso mundo em algo melhor. Lembrem-se sempre de que o que conquistamos hoje é muito mais que um papel; é um símbolo da nossa persistência e da nossa capacidade de fazer.</em></p>
<p>“E com relação à dona Nadir, professor?” – deve estar me indagando o leitor mais ansioso do que eu. Pois bem. Em síntese, trata-se de <strong><em>Maria Nadir dos Santos</em></strong>, mulher preta nascida e criada num povoado quilombola de Laranjeiras. Ali, tornou-se mestre e guardiã de tradições populares que sobreviveram e resistiram aos últimos séculos da História de Sergipe: o <em>samba de pareia</em> e a <em>dança de São Gonçalo. </em>Graças às modernas técnicas audiovisuais, seu legado está imortalizado no curta-metragem “Nadir” (2029) e no EP “Nadir da Mussuca e o Samba de Pareia”, lançado em agosto do ano em curso.</p>
<p>Para meus alunos e afilhados do Curso de História e também para os formandos do Curso de Ciências Sociais da UFS, dedico um trecho de uma das canções de dona Nadir (Estrela D´Alva), que diz: “<em>Quem imagina cria medo / Quem tem medo não vai lá</em>”. E vocês venceram! Sem medo, cabeça erguida, ao som e ritmo do <em>Samba de Pareia</em>, doravante sigam resistindo em suas jornadas, cantando e encantando, sem sombra de dúvidas, pois a vida também é baile!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que devemos esperar da maçonaria?</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-que-devemos-esperar-da-maconaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2023 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[diabo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a minha mulher, Fernanda Flores. Alguns esperam que minhas palavras espelhem o ofício do historiador, o ávido leitor, o voraz estudioso. Embora busque conhecer profundamente teorias, ideologias, religiões, filosofias e quaisquer formas do pensamento humano, pretendo aqui retirar todos os rótulos e erudições para falar da forma mais direta possível para aqueles que almejam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-que-devemos-esperar-da-maconaria%2F&amp;linkname=O%20que%20devemos%20esperar%20da%20ma%C3%A7onaria%3F" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-que-devemos-esperar-da-maconaria%2F&amp;linkname=O%20que%20devemos%20esperar%20da%20ma%C3%A7onaria%3F" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-que-devemos-esperar-da-maconaria%2F&amp;linkname=O%20que%20devemos%20esperar%20da%20ma%C3%A7onaria%3F" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-que-devemos-esperar-da-maconaria%2F&amp;linkname=O%20que%20devemos%20esperar%20da%20ma%C3%A7onaria%3F" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-que-devemos-esperar-da-maconaria%2F&#038;title=O%20que%20devemos%20esperar%20da%20ma%C3%A7onaria%3F" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-que-devemos-esperar-da-maconaria/" data-a2a-title="O que devemos esperar da maçonaria?"></a></p><p style="text-align: right;"><em>Para a minha mulher,</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Fernanda Flores.</em></p>
<figure id="attachment_66962" aria-describedby="caption-attachment-66962" style="width: 161px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Design-sem-nome-50.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-66962" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Design-sem-nome-50.png" alt="" width="161" height="161" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Design-sem-nome-50.png 1080w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Design-sem-nome-50-300x300.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Design-sem-nome-50-1024x1024.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Design-sem-nome-50-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Design-sem-nome-50-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 161px) 100vw, 161px" /></a><figcaption id="caption-attachment-66962" class="wp-caption-text">Nilton Santana <a href="#_ftnref1" name="_ftn1"><sup>[1]</sup></a></figcaption></figure>Alguns esperam que minhas palavras espelhem o ofício do historiador, o ávido leitor, o voraz estudioso. Embora busque conhecer profundamente teorias, ideologias, religiões, filosofias e quaisquer formas do pensamento humano, pretendo aqui retirar todos os rótulos e erudições para falar da forma mais direta possível para aqueles que almejam entrar algum dia na maçonaria.</p>
<p>Pretendo falar sobre o que deve ser cultivado no âmago de todo aspirante a maçom. Para isto, serei o mais informal possível em minhas palavras.</p>
<p>Deixo claro que estou longe de ser um bom maçom, ainda estou desbastando a minha pedra bruta. Mas creio que na vida a direção importa mais que a velocidade. Por isso, digo ao aspirante que caso não esteja na direção certa é hora de reavaliar e considerar se a maçonaria realmente deve fazer parte da sua jornada.</p>
<figure id="attachment_66930" aria-describedby="caption-attachment-66930" style="width: 412px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/o-pequeno-principe.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-66930" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/o-pequeno-principe.jpg" alt="" width="412" height="236" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/o-pequeno-principe.jpg 960w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/o-pequeno-principe-300x172.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/o-pequeno-principe-768x439.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 412px) 100vw, 412px" /></a><figcaption id="caption-attachment-66930" class="wp-caption-text">O Pequeno Príncipe Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Os motivos que levam uma pessoa a se interessar pela maçonaria são vários: alguns pensam que a maçonaria os tornará ricos, que os “contatos” o levarão para uma vida recheada de poder financeiro<em>. </em>Aquele que adentrar à Ordem com este pensamento, logo se decepcionará. Ficará desapontado porque o poder aquisitivo material não irá aumentar com o passar dos meses ou anos. Não irá demorar muito tempo para abandonar a Ordem. <span class="sigijh_hlt">A riqueza proporcionada pela maçonaria é outra. Não é material, não é palpável, é uma fortuna mais elementar, mais essencial em nossas vidas e relembrando O Pequeno Príncipe: “O essencial é invisível aos olhos.”<a href="#_ftn2" name="_ftnref2"><sup>[2]</sup></a></span></p>
<p>É verdade que há maçons ricos na sociedade, porém, isto está longe de ser uma regra. Na maçonaria há pessoas das mais variadas classes sociais, das mais diversas religiões, e que possuem baixo, médio e alto poder financeiro. O maçom rico não adquiriu riqueza por causa da maçonaria, mas por aproveitar por meio de seus esforços as oportunidades que lhes surgiram (assim como toda e qualquer pessoa rica pertencente à maçonaria ou não). Podemos concluir que a maçonaria não te deixará mais rico.</p>
<p>E também não te dará prestígio social, aliás, visto o grande preconceito que muitos nutrem em relação à maçonaria, imagino que em alguns ambientes sociais o seu prestígio social até diminua ao saberem que você é um maçom. O preconceito aflora até mesmo em pessoas diplomadas, aliás como deixa claro o livro Sidarta de Hermann Hesse<a href="#_ftn3" name="_ftnref3"><sup>[3]</sup></a>: possuir conhecimento não é o mesmo que possuir sabedoria.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Então, se a maçonaria não me trará mais dinheiro, o que ela poderá me proporcionar?</span> Para responder isto, quero observar a mensagem bíblica nas tentações de Jesus. Mensagem bíblica já conhecida, porém, farei aqui uso de uma leitura simbólica do trecho. Uma leitura que alguns historiadores, antropólogos e mitólogos fazem de escrituras sagradas não importando a tradição. Farei isto procurando não me alongar, sendo o mais sucinto possível sobre as narrativas de textos sagrados.</p>
<p>Saliento que toda narrativa sagrada se refere ao íntimo do ser humano. Campbell deixa claro que toda narrativa dirige-se primeiro ao nosso interior<a href="#_ftn4" name="_ftnref4"><sup>[4]</sup></a>. Longe de somente ter narrativas curiosas, a mitologia serve a algo prático: orientar a nossa experiência.</p>
<p>No Baghavad Gita<a href="#_ftn5" name="_ftnref5"><sup>[5]</sup></a>, vemos a batalha entre Pandavas e Kauravas, uma alusão entre duas forças distintas e antagônicas que habitam o nosso interior (a boa inclinação e a má inclinação). Da mesma forma podemos citar no Gênesis<a href="#_ftn6" name="_ftnref6"><sup>[6]</sup></a> o nascimento de Esaú e Jacó (que mais tarde tornar-se-ia Israel) onde vemos ali a mesma disputa que acontece em cada ser humano. No Êxodo<a href="#_ftn7" name="_ftnref7"><sup>[7]</sup></a> temos representadas duas maneiras de agir: o Faraó com sua arrogância e Moisés com sua humildade. São ambos também duas forças. Toda narrativa sagrada visa falar do que acontece no ser humano, e não fora. O mito remete sempre a algo que experimentamos.</p>
<p>A narrativa da tentação de Jesus no deserto guarda algumas lições valiosas para quem quer adentrar a maçonaria. Em Mateus vemos que Jesus é tentado por quarenta dias e quarenta noites pelo diabo.</p>
<p>Sem ignorar a leitura literal do texto gostaria de propor uma leitura simbólica, na qual Jesus simboliza o bem que há no íntimo humano e o diabo a má inclinação. Entenda-os aqui como duas forças opositoras que há em nosso íntimo. A tentação no deserto se refere a toda tentação que encaramos no nosso dia a dia e que precisa ser vencida. O próprio diabo pode ser interpretado como a nossa má inclinação, a vaidade, o ego que a todo momento está nos tentando. O diabo seria a ideia de que temos um “eu” separado de todo o restante da realidade. O diabo tenta fazer com que Jesus torne-se egoísta e vaidoso, e este recusa tais investidas. Jesus vence a má inclinação.</p>
<p>Quando o apóstolo Paulo<a href="#_ftn8" name="_ftnref8"><sup>[8]</sup></a> diz que não era ele quem vivia, mas que Cristo vivia nele, isto mostra que a batalha travada em seu interior havia sido vencida por Cristo. Não há espaços para convívio entre Cristo e o nosso “eu separado”. Quando possuímos a concepção de que somos separados do restante do mundo, damos vazão ao nosso orgulho. E este pequeno “eu” pode se manifestar de diferentes formas e ressalto que o problema não é “aquilo que fazemos”, mas a “intenção por trás daquilo que fazemos”.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Permita-me esmiuçar essa breve mensagem: uma pessoa dominada pelo “eu” poderá comprar um carro para “ostentar” (termo usado em nossos tempos para se referir ao crescente prestígio social ao adquirir algo). Possui o carro para se diferenciar e se sentir superior às demais. O problema não é o carro, mas a sua intenção. Uma pessoa tomada pelo deus interior seria alguém que compraria o carro pela necessidade de ter que se deslocar. O mesmo podemos ver com a escolha do ofício: algumas pessoas escolhem determinados empregos por conta da distinção social que este possui, e outras porque percebem a sua verdadeira vocação. Poderia aqui conceder vários exemplos entre atitudes tomadas para alimentar o “pequeno eu” e atitudes tomadas para alimentar o deus que habita em nós.</p>

			</div></div>
<p>Na tradição hindu a centelha divina que habita em nosso interior é chamada de Átman. Na Bíblia lemos no livro de Salmos<a href="#_ftn9" name="_ftnref9"><sup>[9]</sup></a> o “vós sois deuses”. Essa centelha divina que alguns chamam de Eu Maior, consciência de Cristo ou Consciência de Buda. Seria o acesso a um estado onde integramos todo nosso ser. Mas antes disso temos que passar por uma guerra interna.</p>
<p>O maçom é aquele que percebe a sua guerra interna, almejando se tornar uma pessoa mais virtuosa. A sua luta é para desbastar a sua própria pessoa da mesma forma que o artista desbasta uma pedra para fazer uma escultura. O artista retira os excessos (vícios) para que a escultura esteja bem desenhada com suas formas (virtudes) bem definidas. É alguém que olha primeiro para o seu mundo interior que é, na verdade, a sua primeira casa. O maçom reconhece seus vícios, luta contra estes e busca a virtude. Portanto, por meios simbólicos nota-se que a maçonaria visa melhorar a pessoa que já possui essa disposição. E como possuir essa disposição?</p>
<p>Por meio da sabedoria. Para adentrar na maçonaria, o aspirante deve ter em mente as palavras de Provérbios<a href="#_ftn10" name="_ftnref10"><sup>[10]</sup></a>, onde amiúde diz que a sabedoria é mais valiosa que o ouro e a prata. E posso citar aqui que tais admoestações para buscar cada vez mais sabedoria é também presente no Nahjul Ballaghah<a href="#_ftn11" name="_ftnref11"><sup>[11]</sup></a> (Livro importante do islamismo xiita) e no Alcorão (Livro presente tanto no sunismo quanto no xiismo)<a href="#_ftn12" name="_ftnref12"><sup>[12]</sup></a>. A sabedoria é louvada em diferentes tradições religiosas e filosóficas. No meio romano temos os estoicos: Epicteto, Sêneca e Marco Aurélio. Ressalto aqui O manual para a vida<a href="#_ftn13" name="_ftnref13"><sup>[13]</sup></a> de Epicteto. Todos esses livros nos fazem trabalhar o interior e são leituras prazerosas. <span class="sigijh_hlt">Ler os grandes clássicos é atravessar o tempo e aprender com os escritos eternos dos antigos.</span></p>
<p>O aspirante a maçom deve antes de tudo aprender com os antigos e buscar a sabedoria. E mesmo aquele que não seja maçom deve fazer o mesmo. Porque é o dever primordial de todo ser humano possuir tal intento. É a nossa principal busca. A sabedoria é tão importante que até mesmo o amor é definido pela sabedoria. O nosso amor possui a profundidade da nossa sabedoria. Basta lembrar que quando crianças muitas vezes não entendemos a advertência de nossos pais como “amor”, hoje, já adultos possuímos uma visão totalmente diferente, porque a nossa sabedoria aumentou (ou deveria aumentar). Para perceber e definir o amor necessitamos da maturidade e maturidade somente advém com a sabedoria.</p>
<p>Talvez o vosso caminho não seja o de adentrar na maçonaria, mas, se caso venha um dia a receber o convite tenha em mente que aquilo que você deve esperar da maçonaria é o aprendizado que lhes será passado por meio dos símbolos. A riqueza que a maçonaria irá lhes proporcionar é a sabedoria. O verdadeiro maçom é um filósofo, ou seja, um amante da sabedoria.</p>
<p>Em <strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Sidarta.pdf" target="_blank" rel="noopener">Sidarta, de Herman Hesse</a><a style="color: #008000;" href="#_ftn14" name="_ftnref14"><sup>[14]</sup></a></span></strong>, percebemos que nem todos buscam a sabedoria. Alguns seres humanos estão realmente interessados em outras coisas: riquezas e prestígio social são exemplos. O dinheiro e o prestígio não são ruins, apenas a colocação deles como centro da vida que é prejudicial. Para aqueles que colocam a riqueza e o prestígio social como centro da sua vida, a maçonaria não é o seu lugar. Mas para aqueles que possuem como centro a busca da sabedoria, posso afirmar que terá grandes aprimoramentos na maçonaria.</p>
<p>A sabedoria possui uma natureza diferente segundo Hesse<a href="#_ftn15" name="_ftnref15"><sup>[15]</sup></a>, ela não pode ser ensinada, é somente aprendida. Algumas lições apenas aprendemos vivendo, e a maçonaria pode proporcionar esta vivência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>___________</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"><sup>[1]</sup></a> Professor de História. Membro da Loja Estrela de Davi. Amante dos estudos sobre religiosidades e mitologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Referências:</h3>
<p>ALCORÃO. <strong>O significado dos versículos do Alcorão Sagrado.</strong> Tradução: Samir El Hayek. São Paulo: Marsam Editora Jornalística, 2016.</p>
<p><strong> </strong><strong>BÍBLIA – Bíblia de Jerusalém. </strong>São Paulo: Paulus, 2002.</p>
<p><strong> </strong>CAMPBELL, Joseph. <strong>O Poder do Mito</strong> &#8211; Entrevistas com Bill Moyers. São Paulo:Editora</p>
<p>Palas Athena, 1990.</p>
<p><strong>Canção do Venerável</strong> (Baghavad Gita) / tradução do sânscrito, prefácio e notas Carlos Alberto Fonseca. São Paulo: Globo, 2009.</p>
<p>Epicteto. <strong>O Manual para a Vida (Enchiridion)</strong>. Trad. e comentários de Rafael Arrais. eBook para eReaders v1.1. São Paulo: Rafael Arrais; 2013.</p>
<p>HESSE, Hermann. <strong>SIDARTA</strong>. Rio de Janeiro: Record, 2019.</p>
<p>SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. <strong>O Pequeno Príncipe</strong>. Rio de Janeiro: Agir, 2006.</p>
<p>TALEB, Iman Ali ibn abi. <strong>Nahjul Balaghah, o método da eloquência</strong>. O Príncipe dos Fiéis Iman Ali ibn abi Taleb. Tradução: Samir El-Hayek. 2ª Ed. São Paulo: Centro Islâmico no Brasil, 2010.</p>
<p>___________________________</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2"><sup>[2]</sup></a> SAINT-EXUPÉRY, Antoine de.<strong> O Pequeno Príncipe.</strong> Rio de Janeiro: Agir, 2006. P. 72.</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3"><sup>[3]</sup></a> HESSE, Hermann. <strong>SIDARTA</strong>. Rio de Janeiro: Record, 2019.</p>
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4"><sup>[4]</sup></a> CAMPBELL, Joseph. <strong>O Poder do Mito</strong> &#8211; Entrevistas com Bill Moyers. São Paulo:Editora</p>
<p>Palas Athena, 1990.</p>
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5"><sup>[5]</sup></a> <strong>Canção do Venerável</strong> (Baghavad Gita) / tradução do sânscrito, prefácio e notas Carlos Alberto Fonseca. São Paulo: Globo, 2009.</p>
<p><a href="#_ftnref6" name="_ftn6"><sup>[6]</sup></a> <strong>BÍBLIA – Bíblia de Jerusalém.</strong> São Paulo: Paulus, 2002.</p>
<p><a href="#_ftnref7" name="_ftn7"><sup>[7]</sup></a> Ibidem</p>
<p><a href="#_ftnref8" name="_ftn8"><sup>[8]</sup></a> Ibidem.</p>
<p><a href="#_ftnref9" name="_ftn9"><sup>[9]</sup></a> Ibidem.</p>
<p><a href="#_ftnref10" name="_ftn10"><sup>[10]</sup></a> Ibidem.</p>
<p><a href="#_ftnref11" name="_ftn11"><sup>[11]</sup></a> TALEB, Iman Ali ibn abi. <strong>Nahjul Balaghah, o método da eloquência</strong>. O Príncipe dos Fiéis Iman Ali ibn abi Taleb. Tradução: Samir El-Hayek. 2ª Ed. São Paulo: Centro Islâmico no Brasil, 2010.</p>
<p><a href="#_ftnref12" name="_ftn12"><sup>[12]</sup></a> ALCORÃO. <strong>O significado dos versículos do Alcorão Sagrado.</strong> Tradução: Samir El Hayek. São Paulo: Marsam Editora Jornalística, 2016.</p>
<p><a href="#_ftnref13" name="_ftn13"><sup>[13]</sup></a> Epicteto. <strong>O Manual para a Vida (Enchiridion)</strong>. Trad. e comentários de Rafael Arrais. eBook para eReaders v1.1. São Paulo: Rafael Arrais; 2013.</p>
<p><a href="#_ftnref14" name="_ftn14"><sup>[14]</sup></a> HESSE, Hermann. <strong>SIDARTA</strong>. Rio de Janeiro: Record, 2019.</p>
<p><a href="#_ftnref15" name="_ftn15"><sup>[15]</sup></a> Ibidem.</p>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_55014" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Domingo em desbaste</span><div id="wplp_widget_55014" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="55014" style="" data-max-elts="10" data-per-page="10"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_55014" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_55014_99372" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/a-armadilha-de-tucidides/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/i.jpg" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/i.jpg 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/i-300x149.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/i-1024x510.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/i-768x382.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/i-660x330.jpg 660w" alt="A Armadilha de Tucídides" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/a-armadilha-de-tucidides/"  class="title">A Armadilha de Tucídides</a></div></div><div id="wplp_box_left_55014_99372" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_55014_99372" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_55014_99372" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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