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	<title>Arquivo para corpo - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Projeto Prazer em Conhecer promove cura emocional e inteligência sexual</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/projeto-prazer-em-conhecer-promove-cura-emocional-e-inteligencia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Elpidio Prado Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 13:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Prazer em Conhecer]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Na noite do dia 27, a Spazio Valore foi o cenário de lançamento do Projeto Prazer em Conhecer, idealizado por Viviane Machado (fisioterapeuta e sexóloga) e Mima Souza (terapeuta integrativa). O encontro reuniu homens e mulheres interessados em ampliar o autoconhecimento e entender, com mais profundidade, a relação entre corpo, mente e bem-estar. A &#8230;</p>
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<span class="dropcap ">N</span>a noite do dia 27, a Spazio Valore foi o cenário de lançamento do Projeto Prazer em Conhecer, idealizado por Viviane Machado (fisioterapeuta e sexóloga) e Mima Souza (terapeuta integrativa). O encontro reuniu homens e mulheres interessados em ampliar o autoconhecimento e entender, com mais profundidade, a relação entre corpo, mente e bem-estar.</p>
<p>A proposta do projeto parte de um ponto simples, mas poderoso: quando a pessoa entende a própria história, reconhece suas dores e aprende a habitar o próprio corpo com mais presença, ela fortalece sua autoestima, seus relacionamentos e até sua performance no trabalho.</p>
<h2><strong>O que é o Projeto Prazer em Conhecer</strong></h2>
<p>Segundo as idealizadoras, o Prazer em Conhecer busca promover bem-estar a partir do conhecimento sobre o funcionamento do corpo e da mente humana. O projeto convida o participante a investigar causas — muitas vezes antigas e silenciosas — de feridas emocionais que acabam gerando travas e bloqueios em diferentes áreas da vida.</p>
<p>A abordagem une duas frentes que nem sempre caminham juntas: a cura de feridas emocionais e a inteligência sexual. A ideia é sair do “apagar incêndios” e trabalhar com mais consistência: compreender a origem, ressignificar experiências e reconstruir a relação com o próprio corpo.</p>
<h2><strong>Por que esse tema importa para a vida real</strong></h2>
<p>Mima Souza trouxe uma reflexão forte durante o evento: muitas pessoas vivem em um estado de “exaustão funcional” — produzem, cuidam, lideram, mas carregam feridas emocionais silenciosas e desconexão com o próprio corpo. O resultado costuma aparecer como estresse crônico, baixa autoestima e relações fragilizadas.</p>
<p>E aqui entra um ponto-chave: a vida não é compartimentada. Quando algo fica em desequilíbrio por dentro, cedo ou tarde isso aparece por fora — nas escolhas, no comportamento, no trabalho e na forma como a pessoa se relaciona.</p>
<h2><strong>A união entre cura emocional e inteligência sexual</strong></h2>
<p>Viviane Machado destacou que o projeto nasce da união de duas áreas essenciais que raramente dialogam, combinando conhecimento científico com sensibilidade e escuta ativa, a partir de um protocolo desenvolvido para acompanhar cada pessoa conforme sua história e queixas.</p>
<p>A proposta não é “tratar sintomas” de forma isolada. A intenção é reconstruir integridade, autonomia e vitalidade, com um caminho estruturado e humano.</p>
<h2><strong>Os 3 pilares do protocolo</strong></h2>
<p>O protocolo do Prazer em Conhecer se apoia em três pilares centrais, que serão desenvolvidos de acordo com a história individual:</p>
<ul>
<li><strong>Do Passado ao Presente – </strong>Aqui, o foco é compreender padrões e feridas que atravessam o tempo. Muitas dores ficam “normalizadas” e, por isso, passam anos sem receber atenção.</li>
<li><strong>Do Trauma ao Prazer – </strong>Esse pilar propõe um movimento de reconstrução: sair do lugar da dor e da culpa, eliminando tabus, para reencontrar consciência corporal, autonomia e prazer sexual.</li>
<li><strong>Do Silêncio à Voz – </strong>É o caminho de nomear o que antes era engolido. Quando a pessoa aprende a expressar limites, necessidades e sentimentos, ela se fortalece por dentro e se posiciona melhor por fora.</li>
</ul>
<h2><strong>A metáfora do “solo” e do “fruto”</strong></h2>
<p>Durante o encontro, Mima resumiu a lógica do projeto com uma metáfora muito didática: enquanto a terapia de feridas “limpa o solo” (removendo traumas, culpas e memórias de dor), a sexologia “cultiva o fruto” (devolvendo autonomia, vitalidade e prazer de habitar a própria pele).</p>
<p>Na prática, isso significa que o trabalho emocional cria base para a pessoa voltar a se sentir segura e inteira — e, então, reconstruir sua relação com o corpo, com o prazer e com a própria identidade.</p>
<h2><strong>O que os participantes levaram do encontro</strong></h2>
<p>O evento entregou conhecimento sobre saúde emocional e educação sexual, junto com uma mensagem muito importante: autorresponsabilidade. Ou seja, reconhecer que existe ajuda, existe método e existe acolhimento — mas a transformação começa quando a pessoa decide olhar para si com verdade e consistência.</p>
<h2><strong>Por que a Spazio Valore apoia encontros assim</strong></h2>
<p>Na Spazio Valore, a gente acredita em um empreendedorismo mais sustentável, humano e consciente. E isso passa por criar ambientes seguros, legais e confiáveis, onde <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://spaziovalore.com/eventos/cafe-com-so-sergipe-entrelacando-saberes-cultivando-conexoes/">projetos sérios</a></span> possam nascer, ganhar forma e gerar impacto real na comunidade — seja no campo dos negócios, seja no campo do desenvolvimento humano.</p>
<h2><strong>Como acompanhar e participar dos próximos encontros</strong></h2>
<p>Se você se interessou pelo conteúdo e quer saber mais, acompanhe as idealizadoras nas redes sociais: <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://instagram.com/vivikendera" target="_blank" rel="noopener">@vivikendera</a></span> e <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.instagram.com/mimasouzaterapeuta/">@mimasouzaterapeuta</a>.</span> Assim, você fica por dentro da programação e dos próximos encontros do projeto.</p>
<p>Quer realizar seu evento, treinamento ou encontro na Spazio Valore Coworking e Escritório Virtual? Fale com a nossa equipe e leve sua iniciativa para um ambiente preparado para receber pessoas com conforto, estrutura e acolhimento.</p>
<p>WhatsApp comercial: <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://web.whatsapp.com/send?phone=5579988487675">(79) 98848-7675</a></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Calistenia</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-calistenia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilton Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2025 08:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[calistenia]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
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		<category><![CDATA[músculo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Nilton Santana (*) &#160; Este texto procurará ser simples e profundo assim como a calistenia é simples e profunda. Irei fazer o esforço para ser o mais sucinto possível, embora tente conter o entusiasmo pela prática. A calistenia prepara o seu corpo com o peso do seu próprio corpo. É o desenvolver-se utilizando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-calistenia%2F&amp;linkname=A%20Calistenia" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-calistenia%2F&amp;linkname=A%20Calistenia" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-calistenia%2F&amp;linkname=A%20Calistenia" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-calistenia%2F&amp;linkname=A%20Calistenia" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-calistenia%2F&#038;title=A%20Calistenia" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/a-calistenia/" data-a2a-title="A Calistenia"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Nilton Santana (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este texto procurará ser simples e profundo assim como a <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/a-calistenia-mudou-minha-vida-garante-assistente-social/" target="_blank" rel="noopener">calistenia</a></span> é simples e profunda. Irei fazer o esforço para ser o mais sucinto possível, embora tente conter o entusiasmo pela prática.</p>
<p>A calistenia prepara o seu corpo com o peso do seu próprio corpo. É o desenvolver-se utilizando aquilo que você já possui. É acessível porque pode ser realizada em uma praça, em casa, em qualquer lugar.</p>
<p>Praticidade, acessibilidade e simplicidade são as palavras-chave da calistenia. Não existe a necessidade de equipamentos pesados de academia. Os equipamentos na calistenia são opcionais, poucos e tão leves que podem ser levados para qualquer ambiente. No atual momento, a minha pessoa utiliza uma barra, um banco, e só! Somente disso que eu preciso.</p>
<p>O iniciante poderá começar com exercícios simples e à medida que for evoluindo poderá crescer a complexidade das atividades. Geralmente, dividem a calistenia em três níveis de acordo com os exercícios: iniciante, intermediário e avançado. A esmagadora maioria dos calistênicos usam equipamentos leves para adicionar carga extra ao seu corpo ou para aumentar a dificuldade e o conforto de cada exercício de forma estratégica.</p>
<p>A calistenia e a consciência corporal estão intimamente entrelaçadas. O praticante deverá estudar o exercício, observar com atenção cada movimento e como está trabalhando cada músculo, tudo isso perdendo-se no bem-estar duradouro de modificar o próprio corpo enquanto cresce em saúde e beleza.</p>
<p>Confesso que apenas estou iniciando na calistenia, ainda tenho muito a evoluir, mas tenho visto em pouco tempo resultados tanto no corpo quanto na mente, pois a calistenia aumenta o bem-estar. Em outras palavras, acabamos abraçando agradáveis vivências.</p>
<p>A calistenia não é algo novo, a prática vem desde a antiguidade. Embora tenha se adaptado e se modificado com o passar do tempo, a calistenia possui sua origem na Grécia Antiga. Os gregos eram altamente focados no cuidado com o corpo e com a mente.</p>
<p>Penso que realmente devemos trabalhar o corpo e a mente. O corpo, porque prepara os músculos, inclusive para o avanço da idade, afinal todos queremos envelhecer com saúde. E a mente porque melhora a concentração, consciência corporal e autoconfiança. Podemos fazer da calistenia uma meditação. Na verdade, a nossa vida inteira deveria ser uma meditação e qualquer atividade pode ser o início disso, inclusive a atividade física desde que tenhamos prazer nela.</p>
<p>A calistenia é uma palavra de origem grega onde kallos significa “bonito”, e sthenos significa “força”, em tradução livre calistenia é “a beleza da força”. E essa beleza poderá ser destacada de várias formas, pois a força aprimorada é interior e exterior. Não existe oposição entre corpo e mente, o ser humano é holístico, o ser humano é integral. Por esse motivo, acredita-se que a calistenia tenha surgido na Grécia Antiga; é um treino voltado para o ser humano em sua completude.</p>
<p>Conquanto seja um entusiasta da calistenia ressalto que não sou o melhor exemplo de alguém com o corpo calistênico e nem o melhor exemplo de alguém que segue uma dieta para hipertrofiar o corpo. Sou apenas um iniciante que quer melhorar a saúde, aprimorar o corpo e a mente para poder aproveitar ao máximo os momentos que a vida concede, principalmente os momentos com a família. Em resumo, a intenção é ter um corpo atlético sem exageros e uma mente tranquila para poder realmente “viver”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bombeiros resgatam corpo da terceira vítima das chuvas em Capela</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/bombeiros-resgatam-corpo-da-terceira-vitima-das-chuvas-em-capela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 14:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[cratera]]></category>
		<category><![CDATA[marido]]></category>
		<category><![CDATA[resgate]]></category>
		<category><![CDATA[rodovia]]></category>
		<category><![CDATA[veículos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=84788</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Corpo de Bombeiros encontrou, hoje pela manhã, a terceira vítima, identificada como Bruno, que estava desaparecida desde o domingo, quando o carro em que viajava caiu numa cratera na rodovia SE-438, em Capela. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). No domingo, outros dois corpos foram encontrados: os de Adriana Vieira &#8230;</p>
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]]></description>
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<figure id="attachment_84791" aria-describedby="caption-attachment-84791" style="width: 201px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/bruno-vitima-capela.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-84791 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/bruno-vitima-capela-201x300.png" alt="" width="201" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/bruno-vitima-capela-201x300.png 201w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/bruno-vitima-capela.png 397w" sizes="(max-width: 201px) 100vw, 201px" /></a><figcaption id="caption-attachment-84791" class="wp-caption-text">Corpo de Bruno foi encontrado Foto: Redes Sociais</figcaption></figure>
<p><span class="sigijh_hlt">Os trabalhos do Corpo de Bombeiros foram iniciados na manhã do de hoje. O corpo de Bruno, que era marido de Adriana, foi encontrado a 500 metros do local onde houve o rompimento da estrada.</span></p>
<p>Três equipes atuaram no resgate do corpo de Bruno: o 4° Grupamento de Bombeiros Militar (4°GBM), equipes de resgate com cães e apoio de drones para varredura aérea. Devido à significativa redução do nível da água, não foi necessária a atuação de mergulhadores, permitindo que o trabalho se concentrasse na varredura terrestre e aérea com o suporte dessas equipes especializadas.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">A ocorrência foi registrada por volta das 6h30 de domingo, pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp)</span>, quando o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender ao rompimento de um trecho da rodovia causado pelas fortes chuvas dos últimos dias.</p>
<p>Dois veículos caíram na cratera formada, e as equipes de resgate localizaram, ao longo das operações, três corpos – dois do sexo feminino e um do sexo masculino – todos em óbito. Uma vítima conseguiu sair do veículo  e esperar pelo resgate segurando numa árvore.</p>
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		<title>O Axioma da Apoteose</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-axioma-da-apoteose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tacio Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2025 09:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Domingo em Desbaste]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[apoteose]]></category>
		<category><![CDATA[axioma]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[equação]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[movimento]]></category>
		<category><![CDATA[narrativa]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[viver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Tácio Brito (*) Certa vez me questionaram sobre qual era o meu propósito de vida. Naquele tempo, eu, que ainda vivia debaixo do véu das coisas possíveis, respondi que não sabia e que não sentia que chegaria a ter um, pois eu entendia que propósitos estavam ligados a fatores puramente externos ou que eram &#8230;</p>
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<p data-selectable-paragraph="">Por Tácio Brito (*)</p>
</blockquote>
<p id="b810" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk nl" data-selectable-paragraph=""><span class="dropcap ">C</span>erta vez me questionaram sobre qual era o meu propósito de vida. Naquele tempo, eu, que ainda vivia debaixo do véu das coisas possíveis, respondi que não sabia e que não sentia que chegaria a ter um, pois eu entendia que propósitos estavam ligados a fatores puramente externos ou que eram apenas maquinações de finalidade religiosa para confortar as almas daqueles que se deparavam com a natureza áspera que o existir nos traz. Aquele Tácio vivia cercado de medos, inseguranças, pesos, cobranças mentais e coisas que tantos jovens na minha mesma idade carregavam em seus corações e mentes. O medo de fracassar; o medo de não saber que profissão seguir; o medo de não ser capaz de ter um bom emprego; de não ter uma gorda conta bancária; de desperdiçar meu tempo com coisas inúteis que poderiam me levar a uma vida fora do que é entendido como a “vida perfeita”, eram-me tormentos de tirar o sono.</p>
<p id="b2c2" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">Não considero aquele jovem um tolo, de maneira alguma, pois não teria como pensar diferente diante da perspectiva limitada (ou falta dela) que eu possuía sobre a vida, afinal se você está em uma perspectiva baixa, dificilmente será capaz de olhar acima do arbusto e fitar o firmamento, tocar o horizonte.</p>
<p id="8955" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">Ter uma perspectiva é crucial na vida, pois é nela que fundamentamos o sentido de estarmos vivos, daquilo que buscamos, de como reproduzimos e interpretamos os acontecimentos durante o tempo. Na física, ela nos mostra de maneira bastante objetiva o seu valor, aqui encarado como o referencial de uma equação que transforma natureza do movimento e efeito físico dependendo de onde é visto. Na fotografia, no desenho e nas artes, a perspectiva altera a percepção da imagem, atribuindo ou retirando elementos, criando significação ou a alterando. Na vida, a perspectiva é como uma caneta que permite criar narrativa.</p>
<figure class="nx ny nz oa ob me nu nv paragraph-image">
<div class="oc od fj oe bh of" tabindex="0" role="button">
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</div><figcaption class="oi ff oj nu nv ok ol bf b bg z du" data-selectable-paragraph="">M. C. Escher era conhecido pela manipulação da perspectiva em suas obras</figcaption></figure>
<p id="81fa" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">A narrativa é a maneira como nos colocamos dentro dos acontecimentos da vida, é a aplicação da ferramenta da perspectiva sobre a maneira de ver e se ver na vida. Se você enxerga-se como inimigo da sua vida, você assim pensará ser e viverá em função desta narrativa, assim você interpretará as coisas que lhe acontecem de bom e de ruim. Enxergue-se perfeito demais e você viverá relativamente bem e provavelmente terá muito mais felicidades. Entretanto, cometerá abusos e vai ferir os que estão ao seu redor, além de conseguir olhar demais pra cima, mas não enxergar a lama que te afoga. Viva pela narrativa dos outros e você será escravo da vontade alheia. Assim, está claro que não basta ter uma perspectiva, mas que é necessário ter controle sobre sua narrativa e estar sempre aberto para alterar e corrigi-la conforme a vivência.</p>
<p id="4d9f" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">Até aqui falei sobre ter perspectiva e com ela ser o escritor de sua narrativa de vida, mas, e meu propósito? Onde surge? O fato é que meu propósito surgiu através de um momento singular, de um curto espaço de tempo, uma sensação que me avassalou. A descoberta de um sentimento poderoso o bastante para me fazer apaixonar por ele: a compreensão de um conhecimento enquanto lia um livro.</p>
<p id="8889" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">Sempre fui atraído pelo estudo relacionado ao aprendizado humano e o funcionamento do cérebro, e certa vez estava lendo um livro chamado <em class="mo">“Como Criar uma Mente”</em> do autor Ray Kurzweil, que é diretor de engenharia do Google. No livro ele fala sobre como é o processo de criação de inteligências artificiais e sobre como elas são fundamentadas em aspectos do próprio cérebro humano. Nesse livro, ele começa fundamentando em como o cérebro humano de fato aprende. Sobre como os axônios trabalham repetindo os padrões de dados e como os neurônios conectam uns aos outros para criar os conhecimentos que temos e alguns que surgem de forma ainda inexplicada pela ciência. <em class="mo">E foi nesse ponto que eu tive um estalo.</em></p>
<p data-selectable-paragraph=""><div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<figure class="nx ny nz oa ob me nu nv paragraph-image">
<div class="nu nv om"><picture><source srcset="https://miro.medium.com/v2/resize:fit:640/format:webp/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 640w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:720/format:webp/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 720w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:750/format:webp/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 750w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:786/format:webp/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 786w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:828/format:webp/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 828w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:1100/format:webp/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 1100w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:632/format:webp/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 632w" type="image/webp" sizes="(min-resolution: 4dppx) and (max-width: 700px) 50vw, (-webkit-min-device-pixel-ratio: 4) and (max-width: 700px) 50vw, (min-resolution: 3dppx) and (max-width: 700px) 67vw, (-webkit-min-device-pixel-ratio: 3) and (max-width: 700px) 65vw, (min-resolution: 2.5dppx) and (max-width: 700px) 80vw, (-webkit-min-device-pixel-ratio: 2.5) and (max-width: 700px) 80vw, (min-resolution: 2dppx) and (max-width: 700px) 100vw, (-webkit-min-device-pixel-ratio: 2) and (max-width: 700px) 100vw, 316px" /><source srcset="https://miro.medium.com/v2/resize:fit:640/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 640w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:720/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 720w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:750/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 750w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:786/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 786w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:828/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 828w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:1100/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 1100w, https://miro.medium.com/v2/resize:fit:632/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif 632w" sizes="(min-resolution: 4dppx) and (max-width: 700px) 50vw, (-webkit-min-device-pixel-ratio: 4) and (max-width: 700px) 50vw, (min-resolution: 3dppx) and (max-width: 700px) 67vw, (-webkit-min-device-pixel-ratio: 3) and (max-width: 700px) 65vw, (min-resolution: 2.5dppx) and (max-width: 700px) 80vw, (-webkit-min-device-pixel-ratio: 2.5) and (max-width: 700px) 80vw, (min-resolution: 2dppx) and (max-width: 700px) 100vw, (-webkit-min-device-pixel-ratio: 2) and (max-width: 700px) 100vw, 316px" data-testid="og" /><img loading="lazy" decoding="async" class="bh og oh c aligncenter" role="presentation" src="https://miro.medium.com/v2/resize:fit:395/1*_c_APoYSdFfiwLppyIU2ZA.gif" alt="" width="316" height="251" /></picture></div><figcaption class="oi ff oj nu nv ok ol bf b bg z du" data-selectable-paragraph="">A capacidade de conexão neuronal durante um aprendizado.
			</div></div></figcaption></figure>
<p id="da6f" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">Era uma sensação. Um sentimento. Uma energia que percorreu meu corpo. Eu senti o rearranjo dos meus neurônios. A epifania da criação de uma nova ideia. Senti minha pulsação aumentar e eu ofegava. Um arrepio percorria meu corpo e meus olhos quase lacrimejaram diante daquela froça incontrolável de compreensão. Aquela sensação singular de compreender um conhecimento novo foi a coisa mais incrível que eu já tinha sentido na vida. Era como se minha mente não tivesse fim, nem começo, como se naquele espaço de tempo não existissem medos, receios, julgamentos, nem mesmo eu. Tudo era a sensação, o arrebatamento da minha mente. A esta sensação, como me é bastante comum narrativamente, dei o nome de <em class="mo">Apoteose</em>, não pelo significado puro da palavra no grego, mas pela dimensão da sensação.</p>
<blockquote>
<p id="fb84" class="oo op gu bf oq or os ot ou ov ow nk du" style="text-align: left;" data-selectable-paragraph="">Apoteose (do grego Apotheosis) — ato ou evento de elevação de alguém ao status de divindade; No teatro refere-se ao ponto final de uma cena espetacular.</p>
</blockquote>
<p class="oo op gu bf oq or os ot ou ov ow nk du" data-selectable-paragraph=""><em class="ox">Q</em>uando tracei a visão perspectiva mais abrangente que havia tomado em minha vida, tempos depois, consegui entender que naquele dia meu propósito se floresceu. Veja que eu o senti diante de mim, senti as emoções, mas não as compreendi de cara, já que me faltava perspectiva. E então, desde a compreensão desse momento, entendi e passei a escrever a narrativa da minha vida baseada na minha busca por essa sensação, a minha busca pelo sentimento arrebatador de compreender as coisas.</p>
<blockquote class="on">
<p id="25d9" class="oo op gu bf oq or os ot ou ov ow nk du" style="text-align: left;" data-selectable-paragraph="">“A apoteose é a expansão da consciência de que o herói terá experiência após derrotar o seu inimigo.” — Joseph Campbell em O Herói de Mil Faces</p>
</blockquote>
<p id="8d88" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq pe ms mt mu pf mw mx my pg na nb nc ph ne nf ng pi ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">Diante dessa narrativa, ora com um propósito poderoso, acabei desenvolvendo um senso voltado a buscar sapiência, pois sabia que apenas acumular conhecimento não me seria bastante e nem positivo. Porque limitaria a perspectiva. Na sapiência, comecei a ver as futilidades dos títulos, dos termos vazios e pomposos, da busca insensata e ansiosa por encontrar uma posição alta na sociedade, dos papéis coloridos (dinheiro e diplomas) que achamos que podem nos permitir ser felizes, mas que na verdade nos mata de doenças psicológicas, envenenando nosso corpo e saúde.</p>
<p id="3504" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">A perspectiva me permitiu na narrativa da minha vida traçar o axioma da minha vida. No axioma da apoteose que tive e que busco, a descoberta de uma sensação me fez ser maior que eu mesmo, de ser maior do que as coisas que estão debaixo da abóbada celeste. <span class="sigijh_hlt">Vivo para viver a alegria de aprender, de ser além de um corpo humano.</span></p>
<p id="2f9e" class="pw-post-body-paragraph mm mn gu mp b mq mr ms mt mu mv mw mx my mz na nb nc nd ne nf ng nh ni nj nk gn bk" data-selectable-paragraph="">Seu propósito pode estar se manifestando diante de você o tempo todo. Ele pode ser uma ação, pode ser uma emoção ou apenas uma sensação. Permita-se ampliar sua perspectiva. Veja além do arbusto!</p>
<p data-selectable-paragraph="">
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		<title>Ativista da causa animal, Nazaré Moraes, morre aos 62  anos</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/ativista-da-causa-animal-nazare-moraes-morre-aos-62-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 14:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[ativista]]></category>
		<category><![CDATA[Barra dos Coqueiros]]></category>
		<category><![CDATA[causa animal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morreu a ativista da causa animal, Nazaré Moraes, aos 62 anos, na Barra dos Coqueiros. A informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (20), pelo Instituto Sergipano de Direito Animal. As informações são de que na noite da terça-feira (19), amigos a procuraram e encontraram seu corpo em um galpão da associação, em estado avançado &#8230;</p>
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<p>As informações são de que na noite da terça-feira (19), amigos a procuraram e encontraram seu corpo em um galpão da associação, em estado avançado de decomposição. A causa da morte ainda não foi divulgada.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Em nota, o Instituto Sergipano de Direito Animal, diz que  “é com profundo pesar que lamentamos o falecimento da ativista da causa animal Nazaré Moraes.</span> Nossas sinceras condolências à família e amigos neste momento difícil. Que encontrem conforto nas lembranças e no amor que ela deixou como legado”.</p>
<p>A Associação Defensora dos Animais São Francisco de Assis (Adasfa) lamentou a morte da ativista. “A causa animal acorda triste no dia de hoje, perdemos uma companheira de luta”.</p>
<p>Nazaré se notabilizou pela luta constante em defesa dos direitos dos animais em Sergipe. Ela fundou a organização não governamental (ONG) Educação e Legislação (Elan) no dia 28 de setembro de 2012. Ela também fundou há mais de vinte anos a ONG Educação e Legislação Animal (Elan).</p>
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		<title>Marcelo Ribeiro em Dois Tempos</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/marcelo-ribeiro-em-dois-tempos/</link>
					<comments>https://www.sosergipe.com.br/marcelo-ribeiro-em-dois-tempos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2024 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*)                                                                        “Quando escrevo,                                                                         respiro a solidão                                                                         dos que ainda se calam                                                                         por dever de ofício”                                                                 &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-em-dois-tempos%2F&amp;linkname=Marcelo%20Ribeiro%20em%20Dois%20Tempos" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-em-dois-tempos%2F&amp;linkname=Marcelo%20Ribeiro%20em%20Dois%20Tempos" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-em-dois-tempos%2F&amp;linkname=Marcelo%20Ribeiro%20em%20Dois%20Tempos" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-em-dois-tempos%2F&amp;linkname=Marcelo%20Ribeiro%20em%20Dois%20Tempos" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fmarcelo-ribeiro-em-dois-tempos%2F&#038;title=Marcelo%20Ribeiro%20em%20Dois%20Tempos" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/marcelo-ribeiro-em-dois-tempos/" data-a2a-title="Marcelo Ribeiro em Dois Tempos"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">                                                                       “Quando escrevo,</p>
<p style="text-align: right;">                                                                        respiro a solidão</p>
<p style="text-align: right;">                                                                        dos que ainda se calam</p>
<p style="text-align: right;">                                                                        por dever de ofício”</p>
<p>                                                                                                                                                            Marcelo Ribeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">M</span>arcelo Ribeiro é médico, nasceu em Aracaju, Sergipe, em 1949. É membro da Academia Sergipana de Medicina e da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, dentre outras instituições. Escritor prolífico, firmou-se um dos nomes mais importantes da literatura em Sergipe e no Nordeste. Meu artigo crítico desta semana revisita duas de suas obras.</p>
<p>O título nada traz de original. Eu o sei e folgo por isso. Tenho horror à pretensão à originalidade. Pouca coisa, muito pouca coisa no mundo, pode ser considerada original. E, creio, estou em uníssono ao autor, nestas mal traçadas letras, a ser criticado: Marcelo Ribeiro – poeta, cronista, novelista. Sua lavra é única em muitos sentidos, mas bebe em águas diversas. Não esconde, por exemplo, sua grande admiração por Manoel de Barros, poeta pantaneiro. Há de se notar algumas aproximações, porém, não é assunto para agora.</p>
<p>Num acesso de preguiça extrema, decidi por reproduzir, aqui, em dois tempos, considerações sobre dois livros de Marcelo Ribeiro: “Quem não sabe ler, leva carta pra morrer” e “Nem que seja só – Torquato Neto &amp; Tropicália”.</p>
<p>Não só por preguiça, confesso. Também porque minha opinião não mudou quanto aos dois livros desde que os li.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PRIMEIRO TEMPO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LUÍZA, UMA EPOPEIA DO CABRUNCO – A PROPÓSITO DE “QUEM NÃO SABE LER, LEVA CARTA PRA MORRER”</strong></p>
<p>Eleger, como personagem principal da obra literária, como alma em torno da qual translada o mundo do autor, alguém dentre os tantos e únicos em si, que compõem o universo de gente humilde, não é, decerto, algo incomum.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-07-at-10.55.58.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-74959 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-07-at-10.55.58-221x300.jpeg" alt="" width="221" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-07-at-10.55.58-221x300.jpeg 221w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-07-at-10.55.58.jpeg 552w" sizes="auto, (max-width: 221px) 100vw, 221px" /></a>Porém, mesmo às mãos de um escritor e poeta calejado, como Marcelo Ribeiro, constitui-se, a meu ver, notável tour de force. Exige-se a maestria do bem aplicar às devidas proporções, na qual o pitoresco deve escapar, com elegância, ao caricato. Tranquilizo, nesse sentido, o leitor: Marcelo logra pleno êxito.</p>
<p>Contudo, é também considerável esforço, ainda que em menor magnitude, quando comparado ao ato mesmo da criação, o pôr-se a ler pelo viés crítico – impulso temerário, desavergonhadamente disfarçado de abordagem analítica racional.</p>
<p>Tanto mais quando o título da obra é, também, um alerta técnico e moral, devidamente recoberto pelo doce verniz da ironia: “Quem não sabe ler, leva carta pra morrer”.</p>
<p>Mais ainda pela dimensão epopeica da obra, vale dizer, pela capacidade do autor em nos envolver numa sucessão de eventos extraordinários, de ações gloriosas, retumbantes, provocando a admiração, a surpresa, o maravilhar-se.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Nesta cria recente de Marcelo Ribeiro, o rebuliçoso núcleo, a promover deliciosos abalos sísmicos nas searas gramatical e moral [e há uma sem outra?], a fornecer linguajar muito bem aproveitado pelo escritor, é Luíza, personagem no qual, já de batismo, pespegaram-lhe, mediante nome, a sina. Em sua origem nórdica, renascida nordestina, Luíza é nome a carregar honrosos significados: “combatente gloriosa”, “ilustre guerreira”&#8230;</span></p>
<p>Não por acaso, creio, que, já a primeira narrativa, transcorra por longa e insone jornada noite adentro. Falta de sono? Oh, sim, batalha das batalhas. Insônia, impiedosa deidade que, nos corações e mentes, cultiva o pesadelo das noites em claro. É na cama, campo de disputa, que Luíza luta.</p>
<p>Bate-se, plena de ira, de desejo carnal, de impaciência. E a trilha sonora, tão essencial à estruturação dessa peça matizada de incidentes, é constituída pelo descontínuo e tonitruante tráfego caminhoneiro. E deitada insone que se preza, tem de ser agourada pela presença, real ou imaginária, duma coruja a piar, “a furar o escuro da noite”.</p>
<p>É de primeira que Marcelo Ribeiro demonstra, mais uma vez, saber lavrar sob o signo da pertinência. A valer-se de inconveniente vigília a acossar Luíza, Marcelo a apresenta. As duas sentenças entrelinhadas, «Esta é Luíza» e «Eu sou Luíza», evitam a descrição antropológica, distanciada, bem ao gosto dum François Laplatine, mas, que, neste caso, resvalaria para o maçante.</p>
<p>O leitor [posso afirmar, pelo menos, por mim], torna-se sabedor íntimo sobre quem é Luiza. Corpo e alma radiografados com raras habilidade e delicadeza. Sem excesso de mística e nem de gordura.</p>
<p>A segunda narrativa, de nome “Luíza”, não apresenta a mulher mais uma vez. Desnecessário. Nos vemos, isso sim, diante do evento, a título de ponto de partida, que provocará as ondas espaciotemporais subsequentes. Estas que trarão, nas águas da existência, a significação maior, humana, diária, por vezes espantosas do contagiante ‘thauma luizaniano’. Luíza, imersa em sua vida, e a perscrutar as demais sem pretensão ao profundo. O conhecer Luíza, o conviver com Luíza, o [re]conhecer o mundo mediante aqueles olhos livres.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Luíza também rebatiza: antigas culturas nos proporcionaram meios de compreendermos, inclusive numa perspectiva transcendental, o alto valor de dois significados: do nome e do ato de nomear. A recordar Foucault, em “As Palavras e as Coisas”, Luíza é hábil na arte da linguagem, em “fazer signo e de significar, ou seja, de nomear”.</span></p>
<p>Luíza nomeia as pessoas com as quais, em diferentes situações, se defronta. Na verdade, renomeia, subsume nomes de batismo e registro numa identificação mais ampla, mais instrumental, denominando aquele e aquela de acordo com as características, a seu ver, inerentes e intransferíveis. E o faz pelo assuntar do jeito e do falar das pessoas. Não pretende ultrapassar o aparente. O logos, como diria Heráclito, fala a Luíza. O discurso diz, por ela, o que coisas e pessoas são.</p>
<p>Com o título “Frustração”, a terceira narrativa é mais uma armadilha de visgo para arisco pássaro ledor como eu. Às primeiras linhas, deparo-me com “Segunda Guerra Mundial” e “Lupicínio Rodrigues”. Seria de bastar para manter este velho leitor, aqui, docemente emaranhado nos fios da bem urdida trama prosadora de Marcelo Ribeiro. Linhas abaixo, dou de cara com um nome muito querido: Ezequiel Monteiro. Devo sustar as lágrimas que lentamente assomam? Não, não&#8230; Sou tomado pela melancolia. Lembro do semblante grave do autor de “Contos de Jornal”, livro meio que de contos, meio que de crônicas. Entre os maravilhosos escritos de Ezequiel, neste livro, nutro predileção por “Menino Regressivo”, refinada alusão a “Ulisses”, de Joyce.</p>
<p>Marcelo Ribeiro, o poeta, o escritor, o memorialista&#8230; Patentes que se confundem.</p>
<p>Por falar em memória, Marcelo registra, no cartório poético e literário, o nascimento de Luíza, a anti-amélia: “Sua vida seca, dura e áspera hipertrofiou a independência e altivez inatas, embora circunstancialmente sufocadas pelo meio em que foi jogada no mundo”.</p>
<p>Os acontecimentos que, em seguida, nos são passados, legitimam à larga o título “Frustração”, esse sentimento de insatisfação, de contrariedade, causados pela não concretização dos desejos. E se manifesta mediante várias situações: cuidar de crianças e da roça, por isso não estudar; encher a cara e, bêbeda, apalavrar venda da própria casinha por mixaria&#8230;</p>
<p>Mas, a Vênus Luíza não se deixa derrotar. Volta por cima, emerge, boticcelliana, sobre as ondas do tempestuoso, escuro como o vinho, oceano das doloridas memórias, merecedora das mais altas honrarias.</p>
<p>E então chego, feliz com leitura tão da boa, à quarta narrativa, “Três por quatro”.</p>
<p>Os dois primeiros parágrafos compõem seu retrato falado. Calete,</p>
<p>indumentária, ritual de maquiagem, vazões oníricas&#8230;</p>
<p>Luíza, a convite dos patrões, vai a Recife, até Nova Jerusalém, assiste à Paixão de Cristo. Dá-se a catarse, fenômeno tão bem explorado pela clássica cultura grega: Luíza sofre ao lado do Filho do Homem, durante a tragédia encenada.</p>
<p>Ao voltar para Sergipe, ainda sob efeito do “explícito” sofrimento pelo qual passou o Nosso Senhor, cai de cama, purificada e enferma.</p>
<p>“Casamento”, a quinta narrativa, é um renascimento existencial. Contudo, o vir à luz pela segunda vez não se dá de maneira fácil, menos dolorida. Pelo contrário, é à torquês, rediviva pela extração de si por si do insalubre contexto em que se afundava. A venusiana Luíza torna-se seletiva, tática e estratégica. Mediante a própria experiência, habilita-se, devidamente certificada pelas agruras e suavidades física e mentalmente processadas, a traçar, com perícia, perfis femininos.</p>
<p>Tão hábil quanto, além de cavalheiro, põe-se Marcelo a permitir, como diria Steinbeck, que a história apenas escorra.</p>
<p>A sexta narrativa, “Liberdade e desejo”, ao contrário do que poder-se-ia especular, não é uma apologia ao comportamento tipo “banda voou”. O escritor concede palavra a uma Luíza [embora fogosa, sequiosa, no que concerne ao namoro, ao sexo] equalizadora. A buscar equilíbrio, dentro do possível, entre a atávica pulsão pagã e a razão de fé. A apaixonada e devota ao filho de Afrodite, soube, ainda assim, honrar a si, a administrar impulso, trabalho e reflexão.</p>
<p>“Treta”, sétima narrativa. A eficiência bem recebida, com simpatia, pelo leitor, do híbrido relatar, tão bem explorado por Marcelo, é forte aspecto notado nas sete páginas componentes. Um complexo mundo feminino, representado por ajuntado de conversaria, expõe dramas humanos dos mais diversos, todos a girar em torno dum eixo tragicômico. Mas a massa presencial das falantes não fermenta de súbito animada por aparecer gratuito. Se sabemos dessas vidas, é porque Luíza conta, relembra, revela. E o faz em louvor à satisfação à qual sente-se obrigada a dar à doutora que lhe deu emprego. É divertido e interessante a confissão enquanto ardil usado para conseguir o trabalho.</p>
<p>“Intuição”, a oitava narrativa em torno da mulher de batom. Douta, por ser ciente da sua ignorância, no tocante às letras, principalmente, afina cordas e lâminas da percepção instintiva dos dados imediatos, elabora sua posição no mundo e, sendo a fêmea pegadora de “rato” que é, estabelece “leis naturais”, no ato permanente de responder aos anseios do corpo e às obrigações para com sua fé.</p>
<p>Como se fosse pouco, defende a ativa vida sexual como fator salutar em todos os aspectos. Prescreve, à sua maneira, boticária do amor e do prazer, recorrência sistemática ao “divirtimento”. Para tanto, é necessário, evidentemente, a parceria bem combinada entre mulher e homem [o “rato”]. Nesse sentido, prossegue num hilário discurso classificatório. A mim coube o rir e rir: o escritor, pela boca de Luíza, exercita uma taxiologia dos homens a partir das suas condições e características sexuais.</p>
<p>“Jovina”, assim intitulada a nona narrativa, traz o nome da irmã querida de Luíza. Marcelo recria personagem e universo. Jovina, mana querida da analfabeta Luíza, é gente letrada, humanizada pela poesia. Sabedora de que a “beleza salvará o mundo”. Se não todo o mundo, ao menos o dela e o da irmã Luíza. Por isso leva ao conhecimento da impetuosa e excitada morena, com delicada paciência, a mínima ilustração: “Oferecia-se como instrumento para lhe arejar o espírito, ampliar a visão do mundo, não a deixar restrita ao lavor e à cama”.</p>
<p>Um quê de Weltanschauung joviniana. Instrumento para tanto? Ora, os poetas! Com predileção pelo matuto, que nem elas duas, Manoel de Barros e suas “ignoranças”.</p>
<p>Luíza, por vezes, ela tão pulsional, resiste às líricas licenças e racionaliza, recusando-se a aceitar situações impossíveis descritas em versos. E, sem que se desse conta, Jovina caiu nas boas graças de Suzy, a cadelinha. Ao ouvir, declamadas e explicadas, palavras tão a si familiares, Suzy passou a acompanhar tais conversas com grato interesse.</p>
<p>A cachorra apreciando poesia? Oh, sim. É o universo pessoal, porém compartilhado, finamente elaborado por Marcelo. Nesse campo, tudo o quanto existe toca e canta sob regência do escritor demiurgo. Cenários pautados pela cotidiana banalidade mesclam-se com outros em que algo de realismo mágico descentraliza o foco, às vezes, excessivamente racional do leitor, numa inconsciente tentativa de reorganização não autorizada do andar das coisas.</p>
<p>“Um mundo de quintal” [“Eu tenho um ermo enorme dentro do olho”, Manoel de Barros]. Se o escritor brilha no comando do seu universo, por ele criado, logra êxito, também, ao demonstrar sensível competência de interpretar o alheio, tão complexo quanto, construído por outro poeta: Marcelo nos oferece, em boa embalagem e excelente conteúdo, o mundo do Manoel de Barros. É quando percebemos que a nona narrativa, “Jovina”, opera como nota introdutória, como uma síntese ritualística de iniciação.</p>
<p>Quintalesca nomenclatura é coisa dos dois competentes “emes”: Manoel e Marcelo. Este último não dana a explicar o primeiro. Não é menino bobo, não há de meter mãos pelos pés. “Um mundo de quintal” é hábil exercício de metaverbalização. Nós que nos viremos para tornarmo-nos dignos do poder de ver, ouvir, apreender e compreender. A chave é a compaixão. Esse sentimento benévolo e solidário manifesta-se pleno em Marcelo Ribeiro. Vale dizer, no caso aqui, sua lavra abraça, convida, senta-se à mesa conosco, compartilha a mesma garrafa de vinho&#8230; E mais uma.</p>
<p>Ou uma cachacinha. É uma poética da paciência, do compreender, do pragmático ao abstrato, o que seu leitor é e o que pode passar a ser após comer e beber das palavras, das [im]possibilidades da língua, da escrita. Marcelo faz-se digno de transitar pelo quintal do sinhô Manuel. Tem a permissão do amigo poeta, de desimperaltada infância, de sentar-se no mesmo banco, de saber dos mistérios&#8230;</p>
<p>Ora, sim, certo, tudo muito bonito, como diria Erza Pound, mas, e quanto à Luíza? Hum&#8230; Embora não citada por explícito, la donna libidinosa paira sobre as linhas. Seu suor, seu batom, seu dizer, estão ali, bem ali. Deidade merece pompas e circunstâncias. A ela, a música, a recitação encomiástica.</p>
<p>Na décima primeira narrativa, “Secura de Vidas”, a incandescente luzivenusiana é homenageada por menestrel de altitude. Resumo biográfico muito bem deitado em versos. Marcelo, com muito jeito, dá o alerta: se há vidas severinas, há, no conversor transmutante do escritor, igualmente, um viver graciliano. À Luíza é apresentada obra de primeira linha, o cordelista convidado fala-lhe, pondo-a, em certa medida, mais elevada que Fabiano: mais mulher, por ser mulher; bem mais homem do que ele.</p>
<p>As duas narrativas seguintes, “Suzy” e “A vida que poderia ter sido”, tratam da vida e da morte da cadela Suzy. Quanto a estas não me alongarei. É frouxidão, confesso. Basta a imensa e profunda dor que os eventos me fizeram sentir no coração e na alma. Já me debulhei em lágrimas. Me doeram e dilaceraram porque são muito bem elaboradas. Construção cortante e delicada. Diante dessas duas histórias, não sou tão forte como Luíza e sou ainda menos homem que Fabiano. Exumaram, em mim, remorsos nem tão mortos, nem tão esquecidos. Sei, contudo, que mais adiante, as lerei, e o farei mais de uma vez.</p>
<p>Poder, como reconhecimento da autoridade e da moral com as quais alguém é investido, é coisa bem entendida, até pela mente mais simples. E eis que, de repente, Luíza é promovida: funcionária do consultório médico. Na décima quarta narrativa, “A funcionária”, não obstante atuar, então, num lugar de ciência, onde predomina o ato de interpretar a linguagem da biologia em cada corpo feminino examinado, não abre mão do procedimento ritualístico, do convocar das forças espirituais positivas contra as negativas, manifestadas mediante ação nefasta dos “vizinho cu de chumbo que bota oio”. Enverga uniforme, doravante. Leva a sério a diferenciação, a simbologia, a concessão de posto. Ante tal responsabilidade, não fez feio, reafirmando sua natureza de ser grata, zelosa e fiel.</p>
<p>Em mãos inábeis, o preâmbulo da décima quinta narrativa, “Religião e Sexo”, tornar-se-ia, para minha decepção, mero panfleto. O que, felizmente, não acontece. Marcelo, também dotado de lastro clínico, sabe dosar bem o grau de indignação no que toca a situação trágica do sertanejo “diante das agruras”. Realidade climática inclemente, fator ideal para o cultivo concomitante do desespero infernal e da fé inabalável na proteção divina, a conjuntura descrita leva em consideração a injustiça, a pobreza, a violenta imposição dos interesses dos abastados sobre os humildes desprovidos de quase tudo.</p>
<p>Dada ciência ao leitor, cumpre narrar o papel de Luíza nesse contexto, levando em consideração ser ela também uma sertaneja acossada por dissabores semelhantes. Todavia, é indiscutível que, nela, o místico e o visceral atuam com força redobrada. Um esforço sincero em contemplar ambas as possibilidades. Diz respeito ao sentimento religioso, que prevê, no caso, a purificação mediante a sublimação dos desejos carnais e, também, o natural, atávico clamor do sexo.</p>
<p>Luíza, fogo e paixão, também é crente, é devota, “apegada a Deus”. Mas não reconhece a instituição religiosa, a Igreja. Respeita as “leis divinas e as leis dos homens”. Porém traçou seu próprio caminho, numa perspectiva sincrética, a qual lhe permite incluir cultuar a rainha das águas.</p>
<p>Como já assinalei mais acima, o sexo, a “lambada”, na concepção de vida de Luíza é, lembrando, aqui, Jean-Pierre Vernant, “restauradora e curandeira” no que concerne às necessidades do corpo e, em certa medida, do espírito. Quando em falta, “o sofrer é grande. Fica impaciente. Um maltrato”.</p>
<p>Lampião e Maria Bonita, emblemática dupla, inseparável do imaginário popular sertanejo, são os notáveis coadjuvantes da décima sexta narrativa. Luíza, à cata de nome para um casal de cágados que adotara, resolve-se por aqueles. Coerente, entendendo o sexo como motor central dos eventos pelo mundo, atenta para esse aspecto da quelônia convivência.</p>
<p>Impressiona-se e brinca ao comentar o jeito do «divirtimento” dos retráteis animais. Enxerga, ao mesmo tempo, vantagens em criar bichos que ficam quietos na maior parte do tempo. Nesses tímidos representantes de um passado habitado por gigantes monstruosos, Luíza, talvez, veja um jeito de vida boa e simples, condições pelas quais já se revelou radicalmente afeita. Em tempo: a história dos cágados traz um quê de incidental cômico e curioso ao longo da composição que dá corpo ao livro. Mas não fica deslocada. Na minha opinião, atua quase como uma pausa. Um vagar, um desocupar-se, por instantes.</p>
<p>Em tom de reflexão socioantropológica, mas, preservando o lirismo, a firmar divisas entre campo de ciência humana e a literatura, a penúltima narrativa, “Boa Noite, Cinderela” traz o melhor das possibilidades oferecidas pelos gêneros crônica e ficção. Mais uma vez, o traquejo memorialista, documental, de Marcelo Ribeiro nos contempla de forma generosa. O périplo cobre, numa síntese abrangente, nossa formação nacional [o que implica na cultural] sob a ótica da música e da religião; da crítica social, da distorção intelectual da realidade a descambar em preconceito.</p>
<p>Para, mais uma vez, deixar claro sobre o quê e quem se trata “Quem não sabe ler, leva carta pra morrer”, coisa de oito páginas mais adiante, ressurge Luíza. Tudo o que fora dito antes revela-se como pano de fundo para o evento memorável que irá coroar uma fase da vida dessa incomum personagem criada a partir do meio mais comum.</p>
<p>Todo escritor sabe que é ao final da exposição de um acontecimento ou de uma série de acontecimentos mais ou menos encadeados, reais ou imaginários, que dar-se-á o veredito do leitor. Recordo de Borges revelando que iniciava seus contos pelo começo e pelo fim. Depois resolveria o meio. O bardo argentino sabia bem das armadilhas. Uma má conclusão pode ser o fim do reconhecimento ao escritor como escritor. Morre-se na praia, como dizem.</p>
<p>Marcelo Ribeiro conclui seu livro de maneira feliz. A última narrativa, “Cupim 19” aborda o fenômeno da pandemia. Luíza, como sempre, nomeará a coisa como a coisa merece: cupim.</p>
<p>Metáfora das mais acertadas. Comendo de dentro para fora, invisível, por vezes letal, o coronavírus solapou grande parte das instituições, remodelou comportamentos, aterrorizou os espíritos mais serenos, desafiou a ciência ao extremo, inspirou discursos apocalípticos e populistas. Impôs distâncias.</p>
<p>Sim, Luíza, mais uma vez, exibe perícia semântica. Entre o que é ficção e o que é realidade, Marcelo retrata a mulher que decide “tomar as rédeas do destino”. Nela, ainda que haja a batalhadora, a insubmissa, há, também, a pessoa boa e generosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEGUNDO TEMPO</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>NUNCA SERÁ SÓ&#8230; — A PROPÓSITO DE &#8220;NEM QUE SEJA SÓ&#8221;</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-07-at-10.57.43.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-74960 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-07-at-10.57.43-226x300.jpeg" alt="" width="274" height="364" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-07-at-10.57.43-226x300.jpeg 226w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-07-at-10.57.43.jpeg 559w" sizes="auto, (max-width: 274px) 100vw, 274px" /></a></strong>Exumar terríveis dores de consciência. Mediante leitura atenta, eis minha percepção de &#8220;Nem que seja só&#8221;, do poeta, cronista, pesquisador e memorialista Marcelo Ribeiro — Os &#8220;títulos&#8221; são mais que justos e legítimos. E Marcelo os traz, sem ostentação, heráldicos sob o signo da verdade e da honra.</p>
<p>Voltando à obra: creio que, do que li, até agora, da produção de Marcelo, esta é a que ele mais se dedicou a compor cuidadosas construções frasais, às quais agrega-se, de imediato, um bem aplicado verniz filosófico, emprestando ao livro, de forma elegante, leveza estética e densidade de exposição dos dados e dos argumentos. E, então, sim, Marcelo exuma, vale dizer, retira das insuspeitas galerias subterrâneas da história, o que se encontrava guardado, desfigurado, maquiado, escondido.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Marcelo Ribeiro não nos relata um acontecido de forma distante, com imparcialidade pedante, num &#8220;toma aí, e veja o que acha&#8221;. O autor se compromete, se envolve, toma partido, mas, de maneira honesta, contando o que foi do jeito que foi.</span></p>
<p>Isso quer dizer que não interpreta? Maneira alguma afirmo tal disparate. Marcelo o faz e, como bem orienta a Crítica da Razão Literária, se interpreta o faz contra alguém ou contra alguns. O sentido do que se ouve, do que se lê ou vê [ou todas essas possibilidades ao mesmo tempo], de acordo com cada um, do modo como se vê as coisas do e no mundo, seja sempre contraposto a outros sentidos. É uma tomada de posição.</p>
<p>Em todo o livro, duma forma equilibrada, manifesta-se as atitudes, as opiniões do escritor diante das situações descritas. E o que poder-se-ia considerar, numa desavisada percepção, como mera digressão é, em verdade, composição de contextos que bem fundamentam, como de certa forma este crítico aqui já observou mais acima, o que é mencionado, denunciado, revelado.</p>
<p>Destacara eu, às primeiras linhas, o cuidado formal com o qual Marcelo Ribeiro produziu o texto. O autor é notório conhecedor da língua portuguesa. Transita bem pelo linguajar popular e pelo tecido complexo do discurso adloquial, aqui e ali, sem, contudo, incorrer no rebuscamento gratuito.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Marcelo também é poeta, não nos esqueçamos. Domina, como poucos, aos estados metálicos, físico-químicos de rigidez, de maleabilidade, de inércia, sabendo, muitíssimo bem, aplicar a força motriz sob medida exata. É de conhecimento de todos nós que tivemos e temos algum contato proveitoso com os clássicos: quem bem domina a palavra, domina os fatos – sejam os pertencentes à mais comum realidade operatória, sejam os revisitados pelo escritor.</span></p>
<p>O núcleo duro de &#8220;Nem que seja só&#8221; é a breve, todavia marcante, existência de Torquato Neto no cenário político-cultural dos anos 50 e 60. Décadas emblemáticas, queiramos ou não.</p>
<p>As coisas ocorrem entre o Rock&#8217;n&#8217;roll da Poesia, a Poesia Concreta e o movimento Tropicália. Ou seja: pós-guerra da Coreia, bipolarização ideológica e consequentemente guerra fria; guerra do Vietnam e revolução cubana.</p>
<p>O Brasil contribui com a inauguração de Brasília e com os &#8220;anos de chumbo&#8221;. Há muito mais, evidentemente. Cito, em retalhos, pequenas partes de imenso cenário.</p>
<p>Marcelo Ribeiro o sabe muito melhor do que eu. Ele viveu, diretamente, o que eu soube pelos livros e pelas pessoas.</p>
<p>Portanto, é a composição narrativa do autor que é interessante, acima de tudo, nestas pobres linhas que traço. Sua veia de pesquisador, investigador, desentranhador de coisas olvidadas, enfiadas, varridas para baixo do tapete, recontadas, reescritas, o leva a percorrer e desenredar labirintos.</p>
<p>Na leva de tantas e tantas quase perdidas ocorrências — pois, ignorar, esquecer, também é perder —, velados pontos ao longo da trama do tempo e do espaço, é provável que emane, dos acontecimentos, &#8220;uma estranha energia das coisas quando elas precisam acontecer, mas não é incomum fazer-se raridade a ela apor o mérito devido&#8221;.</p>
<p>Marcelo cuida de que o fenômeno ocorra livremente. E tudo o que pode ser e foi observado por Marcelo recebeu, deste, o valor ao qual fez jus. <span class="sigijh_hlt">A Tropicália é descrita numa fascinante dinâmica: “No longo e sinuoso caminho, não se mostraria firme o amor como começara. Tisnou-se o mar de água clara, alva, muito clara. Por outros mares de loucura, foi”. Pois é: a cambraia viu-se em trapos e manchada, o vermelho não mais era apenas do cravo, senão, da mágoa, do inferno interior e do ressentimento.</span></p>
<p>Marcelo Ribeiro deita e rola dentre paráfrases competentes, oportunas, bem encaixadas. Fez o dever de casa: ouviu e leu as letras; ouviu e leu depoimentos&#8230; Enxergou entre as linhas e entre os acordes. Soube compreender quando o compositor e cantor baiano disse sim ao sim e não ao não. Caetano não bebeu, sem refletir, o anarquismo-cocacólatra. Tipo: derrubem prateleiras, sim; porém, não as minhas. &#8220;Auto exigente, perfeccionista e imodesto, não admitia ser mais um; buscava trabalho forte, singular, qualidade internacional&#8221;.</p>
<p>Página a página, o livro de Marcelo Ribeiro é exposição de capas de vinis no sebo da memória. Pelo menos na dos que ainda a detêm. E, neste sentido, o exumar/recordar/recolocar Torquato começa no capítulo quatro. Experiente, sagaz, Marcelo, apesar de assumidamente &#8220;agoniado&#8221;, não se deixa levar pela pressa, não atropela o andar duma carruagem que já andou, já percorreu o caminho da História. Aquele poeta e compositor e, em breve, suicida, entra em cena aos poucos. A figura que se fará presente sem saber o que fazer da própria presença no mundo, o deixará, sem planejamento, traços indeléveis.</p>
<p>Enquanto isso, à sombra da dupla superbacana Cae &amp; Gil, outras figurinhas se movimentavam com maior ou menor timidez: Nara, Tom Zé, Capinan, Gal&#8230; Betânia tratava de si.</p>
<p>Mas, as brincadeiras trópico-anarco-antropofágicas são levadas muito a sério pelos governantes militares. E o tempo fechou.</p>
<p>Marcelo soube aproveitar muito bem o &#8220;tudo ao mesmo tempo e agora&#8221;. A realidade política da época é retratada num estilo tragicômico sem carregar nas tintas.</p>
<p>Em &#8220;Nem que seja só&#8221;, o fenômeno Tropicália/Tropicalismo, o buscar dum sentido existencial pela juventude politizada, o efeito devastador das constantes ondas de choque cultural — contra ou a favor, a depender dos valores e perspectivas —, os processos criativos, os conceitos de família, nação, identidade, liberdade, são coisas descritas e avaliadas não com pretensões à imparcialidade, mas, sim, com a condução segura do leme da nave na qual o capitão é o autor, dando um chega prá lá crítico, embora não violento, valendo-se dum remanso bem calculado, naquela, a outra, a Navilouca.</p>
<p>Torquato Neto, autor da letra da qual Marcelo Ribeiro, de forma perspicaz, extraiu o título do livro [&#8220;Pra Dizer Adeus&#8221;], ganha mais destaque no epílogo, página 69. Nada mais adequado, com o toque, sem exageros, de melancolia. Ele, Torquato, que, mal chegando ao Rio de Janeiro, já é acordado com a notícia da tomada de poder pelos militares.</p>
<p>Marcelo Ribeiro traça com economia e riqueza a trajetória do poeta e compositor piauiense. Sua personalidade sanguínea, sua capacidade reconhecida de compor com maestria, mesmo não sendo músico.</p>
<p>Alcoólatra, por vezes dotado de simplicidade extrema, a manifestar falta de senso prático, Torquato ergue bandeiras contra a corrupção, a canalhice, em nome da liberdade, contra o regime militar, mergulhando nas experiências alucinógenas.</p>
<p>Imolou-se rompido com o mundo.</p>
<p>Querem saber como, por que e quando? Leiam &#8220;Nem que seja só&#8221;, do escritor e memorialista de altíssimo calibre, Marcelo Ribeiro. Por enquanto é &#8220;apenas&#8221; um livro. Desconfio de que, para todos os que o lerem com atenção, não permanecerá somente isso.</p>
<p>Sou leitor da lavra de Marcelo Ribeiro, e não é d’oje. Aprendi a admirar o escritor polivalente, na linha dos que sabem fazer bem seja em qual for o gênero no qual decidem por produzir sua literatura.</p>
<p>E o homem, irrequieto, “agoniado” ainda teima em nos oferecer novos e deliciosos títulos. Aguardemos.</p>
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		<title>Tudo começa com o primeiro passo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 19:53:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Por Luiz Thadeu Nunes (*) &#160; Em uma mensagem matinal, de bom dia, destas que inundam nossos smartphones logo cedo, recebi de uma amiga, uma que dizia: “Neste Ano Novo, resolva expulsar do templo da mente todos os demônios dos maus hábitos; planeje sua vida, para que consiga fazer tudo que deseja. Se é &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftudo-comeca-com-o-primeiro-passo%2F&amp;linkname=Tudo%20come%C3%A7a%20com%20o%20primeiro%20passo" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftudo-comeca-com-o-primeiro-passo%2F&amp;linkname=Tudo%20come%C3%A7a%20com%20o%20primeiro%20passo" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftudo-comeca-com-o-primeiro-passo%2F&amp;linkname=Tudo%20come%C3%A7a%20com%20o%20primeiro%20passo" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftudo-comeca-com-o-primeiro-passo%2F&amp;linkname=Tudo%20come%C3%A7a%20com%20o%20primeiro%20passo" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftudo-comeca-com-o-primeiro-passo%2F&#038;title=Tudo%20come%C3%A7a%20com%20o%20primeiro%20passo" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/tudo-comeca-com-o-primeiro-passo/" data-a2a-title="Tudo começa com o primeiro passo"></a></p><blockquote><p>Por Por Luiz Thadeu Nunes (*)</p></blockquote>
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<span class="dropcap ">E</span>m uma mensagem matinal, de bom dia, destas que inundam nossos smartphones logo cedo, recebi de uma amiga, uma que dizia: “Neste Ano Novo, resolva expulsar do templo da mente todos os demônios dos maus hábitos; planeje sua vida, para que consiga fazer tudo que deseja. Se é felicidade que você quer, que a tenha! Nada pode impedi-lo”.</p>
<p>Agradeci a mensagem, e lhe desejei um 2024 pleno de realizações e conquistas.</p>
<p>Faz tempo que não faço lista de promessas de ano novo. Já fiz algumas, mas desorganizado e procrastinador, dificilmente as cumpria. Abandonei-as.</p>
<p>Acomodado, sem me mexer, e necessitado de fazer pequenos exercícios físicos, ou mesmo caminhadas, li uma matéria de jornal que me animou bastante.</p>
<p>A matéria era sobre um homem de 93 anos que apresentava idade biológica de 30.</p>
<p>O irlandês Richard Morgan, de 93 anos, se tornou objetivo de estudo de cientista por apresentar idade biológica de 30 anos.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/gymnastics-151825_1280.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-74739 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/gymnastics-151825_1280-150x300.png" alt="" width="150" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/gymnastics-151825_1280-150x300.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/gymnastics-151825_1280-512x1024.png 512w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/gymnastics-151825_1280.png 640w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>O melhor vem agora. Tendo começado a se exercitar aos 73 anos de idade, Morgan possui um motor aeróbico de um jovem saudável de 30 ou 40 anos, além do percentual de gordura corporal tão baixo quanto de um Whippet (raça de cães atléticos).</p>
<p>Para os cientistas, a descoberta reflete que ele é um exemplo de envelhecimento saudável, já que tem coração e músculos de um jovem com menos da metade da idade que realmente tem. Apesar da rotina de exercícios dele ter começado tarde, Morgan já remou o equivalente a dez voltas ao mundo.</p>
<p>Entre as questões que os cientistas tentam entender são os efeitos dos exercícios físicos na velhice. Os estudiosos passaram a afirmar que se algumas pessoas continuam fortes e se adaptam bem à velhice dessa forma, muitas outras pessoas também deverão conseguir.</p>
<p>Com 73 quilos, Morgan possui 80% do seu peso em músculos e 15% de gordura. Ele também apresenta uma frequência cardíaca de 153 batimentos por minuto, algo bem acima do esperado para alguém com mais de 90 anos. Treinando cerca de 40 minutos por dia, começando com uma remada de 30 quilômetros, treino de musculação com pesos para melhorar sua força e outros treinos misturando alta e baixa intensidade.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Limerick, Irlanda, registraram a atividade cardíaca, pulmonar e muscular de Morgan enquanto remava. Os detalhes foram descritos em um estudo de caso publicado no Journal of Applied Physiology.</p>
<p>Os especialistas recomendaram manter o corpo ativo. Isso porque estudos mostram que o exercício reduz o risco de morte prematura.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/stretching-154607_1280.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-74737 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/stretching-154607_1280-300x204.png" alt="" width="300" height="204" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/stretching-154607_1280-300x204.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/stretching-154607_1280-1024x696.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/stretching-154607_1280-768x522.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/stretching-154607_1280-110x75.png 110w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/01/stretching-154607_1280.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A atividade física mantém o coração e o sistema circulatório saudáveis e oferece proteção contra inúmeras doenças crônicas que afetam o corpo e a mente. Também fortalece os músculos, o que pode reduzir o risco de quedas em pessoas mais velhas.</p>
<p>Se passarmos parte de nossos anos adultos construindo nossa massa muscular, nossa força, nosso equilíbrio, nossa resistência cardiovascular, então, à medida que o corpo envelhece, estaremos partindo de um lugar mais fortes para o que está por vir.</p>
<p>Nem tudo está perdido. O exemplo de Richard Morgan renova em mim esperanças de que ainda posso reverter meu sedentarismo; que aos 65 anos possa voltar para a academia, fazer caminhadas diárias. Tudo começa com o primeiro passo, literalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Isso é sistema nervoso!</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/isso-e-sistema-nervoso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Charles Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 13:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[À Flor da Pele]]></category>
		<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O paciente tem tanta convicção da presença dos parasitas que chega a tentar retirá-los com a unha ou instrumentos cortantes e, muitas vezes, chega à  certeza de enxergá-los nos fragmentos de pele arrancados do próprio corpo, embora eles não existam. &#160;   Se tem uma coisa que “dá nos nervos” de qualquer pessoa é estar &#8230;</p>
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<blockquote><p>O paciente tem tanta convicção da presença dos parasitas que chega a tentar retirá-los com a unha ou instrumentos cortantes e, muitas vezes, chega à  certeza de enxergá-los nos fragmentos de pele arrancados do próprio corpo, embora eles não existam.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se tem uma coisa que “dá nos nervos” de qualquer pessoa é estar sentindo uma dor ou uma coceira insuportável e ouvir, do médico, uma destas frases: “Isso é o sistema nervoso!”, “Você precisa relaxar!”, “É estresse!”, “Você precisa trabalhar menos!”</p>
<blockquote><p>Psicossomática!</p></blockquote>
<p>É isto que os médicos estão tentando dizer: que seu corpo fala, quando sua boca cala!</p>
<figure id="attachment_65801" aria-describedby="caption-attachment-65801" style="width: 270px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Design-sem-nome-35.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-65801" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Design-sem-nome-35.png" alt="" width="270" height="366" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Design-sem-nome-35.png 480w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Design-sem-nome-35-222x300.png 222w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></a><figcaption id="caption-attachment-65801" class="wp-caption-text">Delírio de parasitose: fragmentos de pele retirados pela paciente com alicate de unha e levados à consulta para provar a existência de parasitas.</figcaption></figure>
<p>Essa última frase ilustra bem o que a medicina entende por doenças psicossomáticas. É qualquer distúrbio no funcionamento ou sintomas de doenças ocorridos nos órgãos internos ou na pele que sejam causados ou agravados por distúrbios emocionais.</p>
<p>Todo pensamento ou sentimento que passa por nossa cabeça gera uma cascata de substâncias, endorfinas e hormônios, que se espalham pelo corpo interferindo negativa ou positivamente no metabolismo.</p>
<p>Sentimentos como raiva, angústia, ansiedade, medo ou desejo de vingança liberam imediatamente mediadores químicos que podem interferir negativamente no metabolismo do corpo, causando ou piorando doenças reais como gastrites, hipertensão arterial, psoríase, vitiligo, doenças autoimunes, surtos de coceiras pelo corpo, urticárias  etc.</p>
<p>Não é infrequente as pessoas sofrerem dores, sensação de mal estar, crises de pânico ou dermatoses crônicas e andarem de médico em médico sem encontrarem uma resposta clínica nem laboratorial para seus problemas.</p>
<p>Há muito tempo, a medicina já tem evidências suficientes para dizer que guardar sentimentos negativos ou mal elaborados pode levar a transtornos de somatização (quando problemas emocionais, oriundos de sentimentos ou vivências negativas e mal elaboradas, materializam-se em doenças físicas).</p>
<p>Atualmente, esses distúrbios estão sendo melhor estudados pela Psiconeuroendocrinoimunologia. Esse nome estranho descreve uma área do conhecimento que se dedica a estudar a relação íntima existente entre pensamentos e sentimentos e os efeitos dos mesmos sobre nossos sistemas imunológico e endocrinológico.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Hoje, há clareza de que pensamentos e sentimentos interferem na produção de hormônios e na ativação ou bloqueio das células de defesa, enfim, modulam a resposta fisiológica do corpo.</span></p>
<p>Noutras palavras, quando estamos tristes, deprimidos e angustiados assim também está o nosso corpo. Nosso sistema de defesa angustia-se e se deprime; torna-se menos eficiente na autodefesa nas situações de estresse emocional.</p>
<div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Partindo-se dessas novas premissas, para evitar que esses transtornos aconteçam, você precisa conhecer-se com mais clareza; desenvolver consciência situacional (pergunte-se: a vida que eu vivo está me fazendo bem?) e resolver seus problemas com quem lhe causa problemas; não desconte na parte mais fraca, nem protele pendengas, mais cedo ou mais tarde suas células vão reclamar por paz e harmonia, nem que seja parando de trabalhar e levando à falência de órgãos, como uma tal greve celular.</p>

			</div></div>
<p>Em resumo, busque viver em harmonia com seu corpo físico, emocional e espiritual. Para isso, você precisa perdoar sempre, compreender ao máximo e desculpar sem cansaço&#8230; mas não se esqueça de trabalhar para afastar-se das pessoas e situações que, reiteradamente, fazem-lhe mal. Afinal, a máxima “mente sã, corpo são” não tem a ver apenas com a qualidade dos pensamentos, mas com a qualidade dos sentimentos que nutrimos pelo mundo que nos cerca.</p>
<p>Espero que você goste e tire o melhor proveito dessas informações. Afinal, viver à flor da pele não é uma opção, é uma condição.</p>
<p>Se o próximo vive bem e feliz, isso também é bom para mim!</p>
<p>Um grande abraço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>__________</p>
<p>(*) Médico, expert em feridas.</p>
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		<title>À flor da pela; a culpa é do ectoderma!</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-flor-da-pela-a-culpa-e-do-ectoderma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Charles Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 11:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[À Flor da Pele]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou com os nervos à flor da pele! Quantas vezes você já se sentiu assim, com os nervos à flor da pele? Falou mais alto, explodiu! Olhou desconfiado, outra explosão! Levou um pequeno susto, solta um grande grito! Sempre que alguém está assim, costuma dizer que “está com os nervos à flor da pele”. O &#8230;</p>
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<p>Estou com os nervos à flor da pele!</p>
<p>Quantas vezes você já se sentiu assim, com os nervos à flor da pele?</p>
<p>Falou mais alto, explodiu!</p>
<p>Olhou desconfiado, outra explosão!</p>
<p>Levou um pequeno susto, solta um grande grito!</p>
<p>Sempre que alguém está assim, costuma dizer que “está com os nervos à flor da pele”.</p>
<p>O que pouca gente sabe é que todos nós temos os nervos à flor da pele. Nossos nervos estão sempre ali, porque nossa pele é, em última análise, uma extensão do sistema nervoso.</p>
<p>Durante a fase embrionária, entre a terceira e oitava semana de gestação, surgem os folhetos embrionários ou folhetos germinativos que são três camadas de agrupamentos de células (ectoderma, endoderma e mesoderma) que vão dar origem a todos os órgãos e tecidos do nosso corpo.</p>
<p>Por isso, a culpa é do ectoderma! Ele é a camada de células mais externa do folheto embrionário. É o responsável pela formação da epiderme (a flor da pele, uma fina camada de no máximo 0,6mm de espessura que está em contato com o mundo exterior). Além de formar a epiderme, o ectoderma também dá origem a unhas e pelos (chamados de anexos da epiderme), cavidades do corpo (boca, nariz, ânus) e, por fim, ao sistema nervoso.</p>
<p>Ou seja, nossa pele está, embriologicamente, ligada ao sistema nervoso, tornando-se uma extensão deste, capaz de fazer a conexão do mundo externo com o nosso mundo interior.</p>
<p>É nossa pele que faz essa interface de contato e fala ao nosso íntimo as fofocas sensitivas que nos cercam: “está quente”, “está frio”, “venta”, “está seco”, “arde”, “dói”, “alivia”, “tem um toque macio”, “acalma a alma”&#8230; não importa qual o estímulo, a pele, o maior órgão do corpo, vai falar para você aquilo que é essencial, consequentemente, invisível aos olhos&#8230; como diria Antoine de Saint-Exupéry.</p>
<p>Não se engane, toda essa sensibilidade esconde uma verdadeira fortaleza de proteção. Nossa pele não apenas fala com os nossos órgãos internos, mas os protege contra os milhares de ataques e agressões do dia a dia. Sem a pele, vírus, fungos, protozoários e bactérias poderiam nos matar em poucas horas&#8230; nossa flor de sensibilidade é também nossa fortaleza.</p>
<p>À FLOR DA PELE será nossa nova coluna no SÓ SERGIPE e trará para você informações importantes do mundo da saúde. Será sua interface de contato com temas que possam te deixar mais forte e sensível às questões relacionadas à sua saúde, à saúde da nossa cidade e da população em geral.</p>
<p>Espero que você goste e tire o melhor proveito dessas informações. Afinal, viver À FLOR DA PELE não é uma opção, é uma condição de todo ser vivo.</p>
<p>Um grande abraço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>______________</p>
<p>(*) Médico, expert em feridas.</p>
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		<title>O &#8220;bichinho&#8221; da ansiedade</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-bichinho-da-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Petruska Menezes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2021 15:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Reinvente-se]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma sociedade voltada para a produção e o trabalho, não existe tempo para o desenvolvimento do sentir. Os sentimentos são colocados de lado, como se sentir fosse algo para pessoas fracas ou incapazes de controlar seus impulsos. Pessoas afetivas logo são vistas como problemáticas, inconstantes e não-aptas para fazer parte de organizações e, consequentemente, &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Em uma sociedade voltada para a produção e o trabalho, não existe tempo para o desenvolvimento do sentir. Os sentimentos são colocados de lado, como se sentir fosse algo para pessoas fracas ou incapazes de controlar seus impulsos. Pessoas afetivas logo são vistas como problemáticas, inconstantes e não-aptas para fazer parte de organizações e, consequentemente,  excluídas dos ambientes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei o quão adoecidos estamos, para acreditar que o afeto é algo primitivo e precisa ser eliminado. Os afetos e os sentimentos são respostas adaptativas à vida e possuem uma função primordial de nos dar sentido, direção e promoção da melhor adaptação ao meio.  Ouso dizer que foram as primeiras formas de interação e comunicação partindo dos estímulos corporais, que transmitiam sensações e percepções, dando-lhes uma avaliação sentida como <em>boa</em>, quando favorecia a vida e <em>ruim, </em>quando a dificultava.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste processo, a angústia ou a ansiedade (aqui considero as duas palavras como sinônimas) são importantes mecanismos de alerta de que algo não vai bem. Freud, nas duas teorias da libido, afirma que a angústia aparece quando as tensões ou energias corporais não são devidamente descarregadas. Ou seja, a angústia é consequência do excesso de pressão energética. Num segundo momento, ele acrescenta que a angústia também pode ser gerada, quando se acredita que algo de ruim está para acontecer (chamada de angústia-sinal) e mostra uma antecipação do sujeito para um futuro incerto, e de que algo de perigoso pode chegar.</p>
<p style="text-align: justify;">Melanie Klein, outra estudiosa da angústia, diz que existem, principalmente, dois tipos de angústia e que oscilamos entre as duas. Uma angústia é voltada para a desconstrução e segmentação das coisas, sendo o agente impulsionador desse modelo de funcionamento; e o segundo modelo é de uma angústia que busca reparar e integrar. Para Klein, vivemos oscilando entre um estado de angústia e o outro, em busca do equilíbrio.</p>
<p style="text-align: justify;">O que estes dois estudiosos têm em comum é falarem da angústia como algo sinalizador e até benéfico para o ser humano. Seria como a febre em uma pessoa doente. O problema aparece quando tentamos silenciá-la com ansiolíticos e antidepressivos por um aumento significativo, em vez de nos cuidarmos e buscarmos entender o que nos ocorre de desequilíbrio para gerar uma ansiedade (angústia) de proporção maior.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box warning  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<figure id="attachment_36658" aria-describedby="caption-attachment-36658" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/anxiety-1157435_640.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36658 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/anxiety-1157435_640-300x100.jpg" alt="" width="300" height="100" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/anxiety-1157435_640-300x100.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/anxiety-1157435_640.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-36658" class="wp-caption-text">A ansiedade não pode ser ignorada</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Em um mundo sem tempo para o sentir, a ansiedade é o “termômetro” de que nada vai bem e, ao invés de nos ouvirmos para reestabelecer o equilíbrio, buscamos ignorá-la (ignorando-nos). É como se adoecêssemos de uma infecção bacteriana e no lugar de investigarmos e entrarmos com um antibiótico adequado para a resolução do que gerou a ausência de saúde, usamos um antitérmico, tentando inibir a febre, achando que, com isso, a doença está curada.</p>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade é vista como uma representação à parte de nós, como se ela não fosse algo em nós, pertencente a nós. É vista como um “bichinho” que precisa ser extraído a qualquer preço. E que preço se paga! Uma dependência infinita às medicações, diminuição dos momentos de felicidade e alegria ou sua pseudovivência, mediante muletas sociais delegadas.</p>

			</div></div>
<p style="text-align: justify;">Se considera sua ansiedade como um “bichinho”, que tal adotá-la como um bichinho de estimação? Transforme essa sensação desconfortável em sua bússola, nos processos de autoconhecimento, e se permita ter uma vida plena, com o desenvolvimento de recursos pessoais, para lidar com o que seu corpo e sua mente sentem e te explicitam. Não é uma apologia ao sofrimento. É uma dica de autocuidado para, justamente, viver em paz consigo e em harmonia. Ao contrário desta sociedade da anestesia, permita-se sentir suas ansiedades, para que possa encontrar os demais sentimentos. Aí, sim, sentimentos vividos passam a dar sentido à vida e proporcionam os tão sonhados amadurecimento e crescimento mental. Os problemas podem se tornar menores ou perderem a importância, porque você aumentou seus recursos para lidar consigo, com o meio e com as adversidades da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> Profa. Esp. <span class="il">Petruska</span> Passos Menezes é psicóloga e psicanalista, integrante do Círculo Psicanalítico de Sergipe, tem MBA em Gestão e Políticas Públicas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Gestão Estratégica de Pessoas (pela Fanese), Neuropsicologia (pela Unit) e <b>em curso</b> Gestão Empresarial pela FGV.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva da autora.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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