Cédula com um líquido ultravioleta: contaminação visível Foto: Ascom\Setransp
Dentre as maneiras de combater o vírus da Covid-19 no dia a dia, o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros de Aracaju (Setransp) direciona o não uso de dinheiro no transporte público coletivo. Foi comprovado que cédulas ou moedas são capazes de contaminar rapidamente uma pessoa, afinal o dinheiro roda de mãos em mãos, e concentra o vírus em sua superfície por até cinco dias, segundo infectologistas.
Com o intuito de demonstrar meios de prevenção, o Setransp traz para a capital um experimento com um líquido ultravioleta. Imperceptível ao olho nu, o líquido se colocado nas cédulas de dinheiro simula como funciona o contágio de vírus e bactérias com o repasse de moedas e notas dentro dos ônibus ou no comércio em geral.
No vídeo apresentado com o experimento feito em Maceió (AL), é possível ver um passageiro, que ao entregar uma nota de dinheiro ao cobrador poucos minutos depois a mesma é repassada a outro, demonstrando, com isso, a fácil circulação do vírus entre as pessoas que tiveram acesso à nota contaminada.
Em Aracaju, apesar do sistema transporte público coletivo dispor da bilhetagem eletrônica há mais de dez anos, ainda é notório a quantidade de cédulas dentro dos veículos. Quase 30% do número de passageiros utilizam dinheiro no ônibus.
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