Capag A, um importante selo de confiança Foto: Arthuro Paganini
Sergipe conquistou novamente a nota máxima na avaliação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) sobre a Capacidade de Pagamento (Capag) dos estados. Essa classificação é um importante selo de confiança, pois mostra que o Governo de Sergipe tem as contas organizadas e consegue cumprir os compromissos financeiros. Além disso, a Capag A permite que o Estado tenha acesso facilitado a financiamentos em bancos nacionais e internacionais, com o respaldo da União.
Para alcançar a nota máxima, o Tesouro analisa três pontos principais: o nível de endividamento, a relação entre receitas e despesas, e a liquidez, que é a capacidade do Estado de pagar o que deve com o que tem em caixa. Em todos esses critérios, Sergipe obteve o melhor desempenho. Isso significa que o Estado está gastando de forma responsável, guardando recursos e administrando bem sua dívida.
Manter a Capag A não é apenas uma conquista técnica, mas algo que se reflete no dia a dia da população. Com mais credibilidade, o governo consegue contratar empréstimos com juros menores e prazos melhores. Isso se traduz em mais investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura. É como se uma família tivesse o nome limpo e pudesse financiar a casa própria em condições muito mais vantajosas: sobra mais dinheiro para investir em outras necessidades.
Entre as medidas que ajudaram a consolidar essa posição está a aprovação do Marco Fiscal Estadual, que garante equilíbrio entre receitas e despesas. Também entram nesse esforço iniciativas como programas de conformidade tributária, que estimulam empresas a regularizar sua situação de forma espontânea, aumentando a arrecadação sem precisar recorrer a medidas punitivas. Essas ações fortalecem o caixa do Estado e permitem planejar o futuro com mais segurança.
Outro ponto importante foi a reestruturação da dívida pública. Sergipe renegociou empréstimos antigos que tinham juros mais altos e prazos mais curtos, substituindo-os por uma operação mais vantajosa junto ao Banco Mundial. Essa decisão vai gerar uma economia significativa para os cofres estaduais, liberando recursos para novas ações e projetos.
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