Bebida alcóolica e volante não combinam Foto: Ascom/Polícia Militar de Sergipe
Pelo segundo ano consecutivo, Sergipe lidera o ranking das maiores taxas de mortes por 100 mil habitantes, com índice de 39,3 mortes/100 mil habitantes, atribuídas ao consumo de álcool. Esse número fica acima da média nacional que é de 32,6/100 mil habitantes. Esse número é do estudo Álcool e a Saúde dos Brasileiros – Panorama 2021, divulgado hoje pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa).
Porém, vale o registro de que é o menor índice desde 2012. Entre as principais causas de óbitos estão: violência interpessoal (22%), transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de álcool (20%), cirrose hepática (15%) e acidente de trânsito (15%).
O estudo mostra, também, um aumento de internações de mulheres em Sergipe, com variação média anual de 2,5%, acima da nacional, que é de 1,9%. Uma das novidades desta terceira edição é a análise inédita dos principais indicadores relacionados ao uso de álcool entre 2010 e 2019.
Esses dados demonstram a preocupação com o consumo nocivo de álcool entre as mulheres, indicando a necessidade de campanhas preventivas específicas para a população feminina. Entre as principais causas de internação atribuível ao álcool entre as sergipanas, em 2019, estão acidente de trânsito (28,6%), queda (17,8%) e doenças respiratórias inferiores (12%).
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