Surpresos ficaram os brasileiros com a fala da ministra de que agora menino tem que “vestir azul e menina rosa”. Brasileira, divorciada, pastora da igreja Quadrangular, ex-assessora de Magno Malta, defensora da “escola sem partido” assumiu o ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos no governo Jair Bolsonaro.
A repercussão foi geral pela inconveniência da declaração, pelo individualismo, como pelo despreparo no exercício da função pública. Nada a opor à cor da roupa dos eventuais filhos dela, mas tudo contra ao triste pronunciamento ante a diversidade brasileira. Ela não será ministra somente de quem professa tal forma de pensar. Ela tem que posicionar-se como ministra de todos(as) brasileiras(os).
Ainda é tempo de correção. Evitar que tal equívoco seja disseminado entre os radicais conversadores, com certeza seria uma boa atitude. Mantê-la, vai estimular que a individualidade seja violentada, que provocações sejam estimulações de prática de maldade e desrespeito ao sentimento e desejos de cada pessoa. Qualquer governo sério não permitirá. Esta é nossa esperança no momento atual, antes que seja tarde, porque podemos e devemos escolher na infinitude das cores e opções sexuais universais.
(*) Valtênio Paes de Oliveira é professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.
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