Luiz Thadeu com o termo de posse, ao lado de integrantes da Abrasci
O escritor e jornalista Luiz Thadeu Nunes e Silva é o mais novo imortal do Colegiado Acadêmico de Ciência Humana, durante solenidade ocorrida, ontem, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Luiz Thadeu assumiu a cadeira de número 15, que tem como patrono Luís Vicente de Souza Queiroz. “Quis Deus, que me trouxe de tão longe, dos rincões do Maranhão, que chegasse até aqui”, disse após fazer o juramento naquele soldalício.
No seu discurso, Luiz Thadeu, que integra a equipe de colunistas do Portal Só Sergipe, agradeceu às pessoas que foram prestigiar a sua posse na capital carioca e citou gratidão, “acima e antes de tudo, à literatura, às artes, às ciências, à história, que me alicerçaram ao longo do caminho”. Luiz Thadeu, que é autor do livro “Das muletas fiz asas”, parafraseou o seu conterrâneo Ferreira Gullar, que disse: “a arte existe porque a vida não basta”.
Luiz Thadeu lembra que a sua posse como imortal da Abrasci começou, na verdade, em dezembro de 2023, quando foi de Guarulhos (SP) para Nova Jersey, nos Estados Unidos. Na poltrona, ao lado da sua, conheceu o viajante e rotariano Saulo Trevisan. Ambos convesaram durante as longas 11 horas de vôo. Depois se despediram, trocaram os números de telefone e quatro meses depois, um cidadão de nome Jansen Lage, amigo de Saulo, entra em contato com ele, convidando-o para fazer parte da Abrasaci, e assim aconteceu.
Luiz Thadeu é considerado o homem mais viajado do mundo com mobilidade reduzida, visitou 151 países em todos os continentes da terra. Ele também é membro do IHGM, Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão; ABLAC, Academia Barreirinhense de Letras, Artes e Ciências; ATHEAR, Academia Atheniense de Letras; e da AVL, Academia Vianense de Letras.
Fundada em 1910, a Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (Abrasci) consolidou-se ao longo dos anos como uma entidade cultural proeminente no Brasil, inicialmente surgida como Academia Brasileira de História. Desde seus primórdios, sob a liderança de figuras como Afrânio de Mello Franco, Alberto Rangel, Basílio de Magalhães e Ramalho Ortigão, a academia enfrentou desafios inerentes à sua criação, porém estabeleceu uma base sólida para o desenvolvimento de suas atividades.
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