Sorrisos em meio à crise financeira da União e dos Estados
A presidente Dilma Rousseff se reuniu com governadores do Nordeste, no Palácio da Abolição em Fortaleza (CE), na noite de sexta-feira, 28, para pedir apoio à proposta de ressuscitar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). O governador em exercício de Sergipe, Belivaldo Chagas, disse que Dilma não acenou com nenhuma proposta que venha a melhorar as finanças dos Estados. Em Sergipe, a situação financeira é tão crítica que este mês as pessoas que ganham acima de R$ 2 mil receberão até o dia 11 de setembro. Ou seja, tiveram os salários parcelados mais uma vez.
“O assunto foi novos recursos para a saúde. De que forma, isso vai levar melhorias para os estados e municípios. Vamos levar essas questões de volta para Sergipe, apresentar ao governador Jackson Barreto o que foi discutido e, mais na frente, levar as contribuições de Sergipe para esse debate”, disse Belivaldo Chagas.
Durante o jantar, que foi a portas fechadas, Dilma Rousseff fez uma análise da conjuntura econômica e das dificuldades que o país vem passando devido a desaceleração das atividades produtivas, que tem gerado forte impacto nas finanças das empresas, da União, dos estados e municípios.
Ela explanou sobre a cobrança de estados e municípios em relação a novos recursos para a saúde, disponibilizando sua equipe técnica para a realização de estudos sobre qual seria uma fórmula mais adequada de levantar esses investimentos.
Na ocasião, Belivaldo Chagas questionou a possibilidade de utilizar esses recursos também em áreas como segurança, habitação e previdência. A presidente Dilma Rousseff disse que o foco neste momento é a saúde e que caso essa nova fonte de recursos seja criada, ela deve ser exclusiva para a saúde.
“Não houve definições, apenas um diálogo franco sobre as dificuldades da União, estados e municípios e a análise de algumas possibilidades para se criar uma nova fonte de financiamento para a saúde pública. Esse é um tema que ainda vai ser debatido com mais profundidade para que, mais na frente, decida-se o que pode e o que deve ser feito”, disse Belivaldo.
O reajuste do salário mínimo para R$ 1.621, a partir de 1º de janeiro de…
Por Claudefranklin Monteiro (*) Eu o conheci em Lagarto, numa das apresentações do Trio…
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou ontem, 23, que o ano de…
A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) intensificou neste final de ano o trabalho…
O cuidado diário no controle da glicemia ganhou um novo aliado para usuários da…
Por Valtênio Paes de Oliveira (*) ualquer argumentador legislativo sabe que norma legal…