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Crédito pode amenizar crise no setor da construção

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Para tentar mudar um pouco o cenário de retração na construção civil, a Caixa Econômica Federal  anunciou ontem, 8, a disponibilização de R$ 7 bilhões para financiar a compra de material de construção, visando alimentar o combalido setor. Para a Federação das Indústrias de Sergipe (FIES), propostas como essa do incremento da concessão de crédito e outras que possam garantir o empurrão necessário para que o país volte a crescer e, por consequência, são importantes para que  a indústria da construção civil viva dias melhores e possibilite o retorno ao mercado de trabalho de milhares de profissionais da área.

Esse montante anunciado pela Caixa será destinado para a utilização tanto na compra de material para construção, reforma ou ampliação de imóveis quanto na aquisição de móveis planejados e equipamentos para aquecimento solar. O banco oferece uma taxa de juros de 1,95% ao mês – até a próxima sexta-feira, 12 –  para clientes com mais de 6 meses de relacionamento com o banco. Esse crédito estará disponível até o fim de 2017 e há possibilidade de aumentá-lo durante o período, de acordo com a Caixa.  Além desse crédito, parcerias com lojistas para ofertas de descontos e premiações para os clientes.

Essa medida é, mais uma, do Governo Federal para ampliar a oferta de concessão de crédito para a área da construção civil, um dos mais atingidos pela crise econômica que ainda assola o país. Em Sergipe, o Boletim Econômico da FIES em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS) divulgou recentemente que em junho foram reduzidos 632 postos de trabalho no setor, aumentando ainda mais o déficit de empregos no segmento acumulado em 2016.

De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT), no primeiro semestre de 2016 houve uma queda de 14% no faturamento deflacionado desse tipo de produto, em comparação ao mesmo período do ano passado.  Já o O Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) indicou a queda de 9% no mês de julho no setor, frente aos resultados do mesmo mês de 2015, e uma previsão de 8% para o ano de 2016.

 

 

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