O período de chuvas vai recomeçar Foto: Arquivo/ASN
A época de chuvas mais intensa em Sergipe teve início no mês de março e nesse período, pode haver ocorrências por conta de fortes ventos, que lançam objetos e galhos de árvore sobre a rede elétrica e pela alta concentração de descargas atmosféricas, por exemplo.
As descargas atmosféricas, popularmente chamadas de raios, podem causar prejuízos, como por exemplo, iniciar incêndios, danificar equipamentos ou até mesmo provocar a morte de pessoas e animais. Normalmente as descargas são atraídas por objetos metálicos, sistema de telefonia, antenas externas, redes de TV e internet. Vale alertar, que além dos raios, as chuvas desta época do ano são acompanhadas de fortes rajadas de ventos, o que traz um risco adicional a toda população. Os ventos podem lançar objetos sobre as redes de energia e provocar a queda de árvores e galhos sobre carros e casas. Diante desse cenário é preciso ficar atento.
Para enfrentar as emergências deste período do ano, a Energisa conta com um plano de contingência e treinamento das suas equipes. Este planejamento define as responsabilidades, de forma a orientar, facilitar, agilizar e uniformizar as ações necessárias para que a empresa atue com agilidade diante das situações adversas como tempestades, queda de árvores, erosões, dentre outras situações que causam impactos ao sistema elétrico.
“A empresa conta com equipes treinadas e mobilizadas para atender a população em casos de interrupções de energia, além de recursos e equipamentos necessários para o enfrentamento dessas situações, garantindo o restabelecimento de energia o mais rápido possível com segurança e eficiência”, destaca Allyson Figueredo, Coordenador do Centro de Operação da Energisa.
O Grupo Energisa conta com uma ferramenta de Alerta de Situação Climática, denominada NetClima, que está presente em todas as unidades da empresa. Ela realiza o monitoramento em tempo real de tempestades severas como chuvas intensas, rajadas de vento muito fortes, com abrangência nacional, o que possibilita às distribuidoras mobilizar suas equipes com antecedência para atender à população com mais agilidade.
Além do sistema de monitoramento, desenvolvido pelo Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o sistema elétrico conta também com equipamentos automatizados, que permitem manobras a distância, diretamente do Centro de Operação, garantindo mais agilidade na recomposição do sistema.
Para amenizar os transtornos que o período chuvoso traz para os clientes, a Energisa investe constantemente em tecnologias que têm a capacidade de recompor o sistema elétrico de forma automática, ou seja, com mais agilidade e segurança. “Com essas tecnologias, quando temos ocorrências durante chuvas, em algumas situações conseguimos manobrar de forma automática as cargas e realizar o restabelecimento do fornecimento de maneira mais ágil. Para isso, isolamos o defeito e reduzimos o número de clientes impactados. Ele lembra ainda que, nos casos de defeitos na rede elétrica provocados por postes derrubados, árvores caídas e cabos rompidos, o tempo de atendimento pode aumentar, por conta da complexidade da ocorrência”, explica o Coordenador.
Outra frente que minimiza os impactos da chuva é a manutenção constante das redes de distribuição. “Associado a essas ações, estamos sempre com as equipes em campo, fazendo o trabalho de manutenção com base no levantamento realizado durante a inspeção. Fazemos podas em árvores que estão em contato com os fios, limpeza de faixa, obras de ampliação, substituição de equipamentos, enfim, é um trabalho minucioso que prepara o sistema para o período de chuvas”, explica Allyson.
Durante as tempestades, a Energisa preparou algumas dicas:
Orientações de segurança
Caso falte energia é recomendável que o consumidor entre em contato com a Energisa através do call center 0800 079 0196 ou canais digitais da concessionária, whatsApp (Gisa): (79) 98101-0715 e aplicativo Energisa On (disponível no Google Play ou App Store do celular). Importante ressaltar que são priorizados os atendimentos a hospitais e unidades de saúde e acidentes graves que provoquem maiores impactos na rede.
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