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Banese faz treinamento com servidores

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Os principais conceitos e teorias que regem os cálculos em Previdência Complementaras avaliações e equações de equilíbrio atuarial e o metabolismo dos planos de Benefício Definido (BD), Contribuição Definida (CD) e Contribuição Variável (CV), foram alguns dos assuntos debatidos durante o treinamento denominado “Atuária sem Mistérios”, realizado esta semana pelo Instituto Banese de Seguridade Social (Sergus), em Aracaju. O Sergus, entidade fechada de previdência complementar do Banco do Estado de Sergipe (Banese), vem realizando uma série de capacitações destinadas aos membros da Diretoria do Instituto, integrantes dos conselhos Fiscal e Deliberativo e demais gestores da instituição.

As capacitações serão dadas em cinco módulos, por consultores da empresa Mirador Assessoria Atuarial Ltda., sediada em Porto Alegre (RS). Dentro dessa programação, os dois primeiros módulos do treinamento trataram dos temas “Psicologia Econômica e Educação Previdenciária” e “Controladoria”. “Atuária sem Mistérios”, ministrado pelo consultor da Mirador, Sérgio Rangel, atuário e professor de Ciência Atuarial e Estatística da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi o tema do terceiro módulo do treinamento, que realizará ainda o quarto e o quinto módulos, a respeito dos temas “Governança Corporativa” e “Gestão de Investimentos”.

Um dos participantes do treinamento, o funcionário do Sergus José Carlos Pereira da Silva, da área de Controladoria do Instituto, afirma que os ensinamentos têm sido proveitosos. “No meu ponto de vista esse treinamento tem trazido bons ensinamentos e vai contribuir para que os dirigentes e funcionários do Sergus possam gerir o Instituto tendo todo o conhecimento necessário da legislação e de todo o processo de governança que rege as entidades de previdência complementar”, disse José Carlos.

Também o diretor de Seguridade do Sergus, Augusto Cezar Barboza Santos, falou sobre a importância do treinamento. “Acontece que os sistemas de previdência se tornam cada vez mais complexos, em função da legislação e das exigências que são feitas pelos órgãos fiscalizadores, e por isso é importante que os funcionários e o quadro diretivo do Instituto se aprimorem e fiquem atualizados, para enfrentar os desafios que estão presentes e virão no futuro”, acentuou.

 

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Antônio Carlos Garcia

CEO do Só Sergipe

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