Os três delegados da Polícia Civil de Sergipe buscam a Prefeitura de Aracaju
Os eleitores aracajuanos irão escolher – no dia 15 ou 29 de novembro, no caso de segundo turno – um dos 11 candidatos para dirigir a capital a partir de 1º de janeiro de 2021. Esse número é maior que em 2016, quando sete nomes disputaram a prefeitura de Aracaju.
Entre os candidatos, o atual Edvaldo Nogueira (PDT), tenta a reeleição, enquanto Almeida Lima (PRTB) quer, mais uma vez, ser prefeito. Este ano, três delegados da Polícia Civil tentam ser prefeitos da capital: Danielle Garcia, do Cidadania; Paulo Márcio, DC, e Georlize Teles, DEM. Os demais candidatos são Alexis Pedrão, PSOL; Gilvani Santos, PSTU; Juraci Nunes, PMB; Lúcio Flávio, Avante; Márcio Macedo, PT; e Rodrigo Valadares, PRTB.
Há um detalhe: Edvaldo Nogueira escolheu como vice, uma delegada da Polícia Civil, Katarina Feitosa, PSD.
As convenções partidárias encerraram no dia 16 e os partidos têm até hoje, 18, para enviar à Justiça Eleitoral, via internet, o arquivo da ata gerado pelo CANDex. As candidaturas terão que ser registradas até o dia 26 de setembro.
Desde ontem (17) até o dia 29 de novembro, emissoras de rádio e televisão deverão observar uma série de restrições ao conteúdo que transmitem sobre candidatos, partidos políticos e coligações ou que revele a posição política de eleitores. As restrições estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e fazem parte do calendário eleitoral 2020. O não cumprimento das regras pode acarretar a cassação do registro da candidatura, ou do diploma de eleito, por uso indevido dos meios de comunicação.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, durante a vigência do período eleitoral, as emissoras estão livres para organizar debates políticos ou citar candidatos, partidos ou coligações em programas jornalísticos. Mas a exibição de qualquer conteúdo que os mencione ou favoreça – como peças de propaganda política ou novelas, filmes e séries, por exemplo – não é permitida.
Os programas de rádio ou TV que tenham o nome de um candidato ou façam menção a ele não poderão mais ser transmitidos até depois do segundo turno das eleições. Desde o dia 11 de agosto os próprios candidatos que atuavam como apresentadores já estão afastados dos programas. Até a data do segundo turno de votação, as emissoras de rádio e televisão também não podem exibir imagens de realização de pesquisa ou consulta eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado, ou que haja algum tipo de manipulação de dados.
Com informações da Agência Brasil
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