Mulheres da Mongólia com trajes típicos Foto: Wikipédia
Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*)
Domingo, 01 de fevereiro. Vejo na TV especialistas dizendo que o mês de fevereiro de 2026 é um mês perfeito, porque começa em um domingo e terminará em um sábado, com quatro semanas iguais. 02/02, segunda; 03/02; terça; 04/02, quarta; 05, quinta; 06, sexta. Outro fevereiro assim somente daqui a onze anos. E, para reforçar, nos céus é tempo de lua cheia.
Manhã de sol intenso, céu azul, toca o telefone; é o amigo Salgado Maranhão, caxiense, residente no Rio de Janeiro. Desde que recebi, em meu gabinete na Setur, a visita de Salgado e seu fiel escudeiro, Carlos Dimuro, que não os conhecia, ficamos próximos. Após aquela visita, entrelaçamos as camisas. Dois homens das artes, dois poetas; privar de suas companhias é garantia de boas e animadas conversas.
No domingo, Salgado me ligou para saber da viagem que fiz no final do ano passado. Viagem corrida, em 33 dias, visitei 15 países na Europa e Ásia. Dos 15 países visitados, 11 países eram novos, ou seja, visitados pela primeira vez. Salgado começou perguntando como havia sido a viagem. Disse-lhe que foi tranquila, que havia pisado em lugares exóticos, fascinantes e surpreendentes.
Ele queria saber sobre a visita a Ulan Batour, a capital da Mongólia. Falei da surpresa em conhecer a distante cidade, conhecida como a capital mais fria do mundo. Na minha estadia de três dias, peguei temperaturas próximas a 20 graus negativos. Andar pela cidade era um exercício de paciência e atenção triplicada. Especialmente para quem se locomove com muletas.
Ulaanbaatar, a capital da Mongólia, situa-se no vale do rio Tuul e é delimitada pelo parque Bogd Khan Uul National Park. Originalmente, era um centro budista nómada, mas tornou-se um local permanente no século XVIII. O controle soviético no século XX levou a uma expulsão religiosa. A cidade moderna caracteriza-se pelos edifícios da era soviética, os museus no interior de mosteiros que restaram e uma conjugação vibrante dos estilos de vida tradicionais e do século XXI.
A Mongólia, uma nação que faz fronteira com a China e a Rússia, é conhecida pelas áreas escarpadas e pela cultura nômade. O ponto central da capital, Ulan Bator, é a praça Chinggis Khaan (Gengis Khan), que ganhou esse nome em homenagem ao notório fundador do Império Mongol dos séculos XIII e XIV. Também em Ulan Bator, ficam o Museu Nacional da Mongólia, que exibe artefatos históricos e etnográficos, e o restaurado Mosteiro de Gandantegchinlen, de 1830. Caminhei pela praça Gengis Khaan coberta de neve e visitei o Museu Nacional, onde comprei um souvenir.
Mongólia é o 18º maior país do mundo e o país com a menor densidade populacional, com uma população de 3,6 milhões de pessoas.
Salgado lembrou que 20% dos chineses são originários da Mongólia. Falamos de Gengis Khan, líder mongol que transformou tribos nômades em um império que se estendeu da Ásia à Europa. Fundador do maior império contíguo da história, com exércitos conhecidos pela ferocidade e conquistas brutais, matando milhões de pessoas.
Após muitas perguntas, encerramos a conversa, e eu disse ao poeta: “Quando você tiver um cofo de perguntas, pode ligar, é sempre um prazer conversar com você“.
Lembrei de um antigo professor, ainda quando cursava o ginásio, que dizia; “A pior pergunta que existe é aquela que não é feita”. Gosto de ser indagado.
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