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	<title>Arquivo para Zuenir Ventura - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>1968 – Um ano que eu queria ter vivido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2023 15:20:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a diferença entre uma história escrita por alguém que realmente viveu a história que foi narrada em seu livro e uma história escrita por alguém que não viveu na pele a respectiva história que é narrada por suas mãos? Há quem diga que não há diferença alguma, que existem meios de o escritor desviar-se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2F1968-um-ano-que-eu-queria-ter-vivido%2F&amp;linkname=1968%20%E2%80%93%20Um%20ano%20que%20eu%20queria%20ter%20vivido" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2F1968-um-ano-que-eu-queria-ter-vivido%2F&amp;linkname=1968%20%E2%80%93%20Um%20ano%20que%20eu%20queria%20ter%20vivido" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2F1968-um-ano-que-eu-queria-ter-vivido%2F&amp;linkname=1968%20%E2%80%93%20Um%20ano%20que%20eu%20queria%20ter%20vivido" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2F1968-um-ano-que-eu-queria-ter-vivido%2F&amp;linkname=1968%20%E2%80%93%20Um%20ano%20que%20eu%20queria%20ter%20vivido" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2F1968-um-ano-que-eu-queria-ter-vivido%2F&#038;title=1968%20%E2%80%93%20Um%20ano%20que%20eu%20queria%20ter%20vivido" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/1968-um-ano-que-eu-queria-ter-vivido/" data-a2a-title="1968 – Um ano que eu queria ter vivido"></a></p><figure id="attachment_25901" aria-describedby="caption-attachment-25901" style="width: 181px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-25901" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg" alt="literatura" width="181" height="177" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg 409w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier-300x293.jpg 300w" sizes="(max-width: 181px) 100vw, 181px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25901" class="wp-caption-text">Germano Viana Xavier (*)</figcaption></figure>
<p><span class="sigijh_hlt">Qual a diferença entre uma história escrita por alguém que realmente viveu a história que foi narrada em seu livro e uma história escrita por alguém que não viveu na pele a respectiva história que é narrada por suas mãos? </span>Há quem diga que não há diferença alguma, que existem meios de o escritor desviar-se de possíveis entraves referentes a tal imbróglio, já outros argumentarão de mil formas diversas apoiando a ideia de que fazer parte literalmente do que é contado no enredo dá a obra um caráter mais denso e aumenta a sua credibilidade enquanto fonte de informação. Roberto Piva, poeta marginal paulista, tem uma frase que pode resumir o pensamento de muitos. Dizia ele que só acreditava “em poeta experimental que tenha vida experimental”. Apesar de não lhe cair bem a alcunha de poeta, o jornalista Zuenir Ventura, autor do clássico <strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/04/1968_-O-Ano-Que-Nao-Terminou.pdf">1968_ O Ano Que Não Terminou</a></span></strong>, viu-se impregnado de nódoas oriundas de sua própria realidade quando decidiu escrever o supracitado livro.</p>
<p><span class="sigijh_hlt"><em>1968 – O ano que não terminou </em>é um livro-reportagem, gênero que consagrou os fundadores do New Journalism norte-americano em meados do século XX </span>e que depois se espalharia pelo mundo revolucionando a maneira de se escrever para periódicos e afins. E por pertencer a este padrão, conseguiu dar conta de revelar, com uma sensação de veracidade muito amplificada, boa parte dos acontecimentos que marcariam de uma vez por todas o cenário político-social do Brasil pós-golpe militar até anos após o decreto do Ato Institucional Nº 5 (AI-5), que promoveu a censura no país, entre tantos outros desmandos de irracionalidade social-administrativa.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Design-sem-nome-2023-04-01T121615.266.png"><img decoding="async" class=" wp-image-64951 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Design-sem-nome-2023-04-01T121615.266.png" alt="" width="152" height="222" /></a>O autor, estudante e militante naquela época, narra com detalhes desde a festa de réveillon na casa de Heloísa Buarque de Hollanda, composta de muitos intelectuais brasileiros, até o fim do ano de 1968, marco de um sentimento de rebelião e desregramento não só nacional, mas mundial, haja vista o nunca esquecido Maio de 68 francês, esboçando também algumas consequências após algumas décadas vividas sob o regime ditatorial. Esta festa seria, como diz o título do capítulo, uma espécie de rito de passagem para o formigamento das expressões humanas e também para o surgimento de uma efervescente juventude disposta a lutar até as últimas consequências a favor de ideias que acreditavam ser relevantes para o progresso da nação.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Parece, ao ler o texto, que o mundo para o povo brasileiro havia sido descoberto justamente naquele ano</span>. O consumo de drogas explodiria em diversos setores da sociedade. As pessoas mudariam quase que totalmente o jeito de se vestir, de concatenar com ideologias reformuladas acerca das relações interpessoais, o mundo, i.e., o povo brasileiro arregimentaria uma condição nunca vista no tocante ao tema liberdade. A música viria a se tornar uma arma contra os mandos e desmandos das autoridades e das máquinas abstratas do poder, com o começo do movimento Tropicalista.</p>
<p>Tudo era ou podia ser ferramenta para construção, instrução e formação humana. O Cinema Novo vingava, fortalecido pelo sucesso dos filmes de Glauber Rocha &amp; Cia, os partidos políticos de esquerda e as organizações clandestinas pintavam os muros com cores de discussões intermináveis, as organizações estudantis eclodiam em congressos e mais congressos, lideranças políticas e artísticas entravam em ebulição e o debate massivo acerca do Brasil militar não arrefecia fácil. Tempos de paixão, pressa, afobamentos e verdades que, senão outra coisa, revelavam ao povo que, unido, ele tinha vez e voz.</p>
<p>Entre as passagens mais marcantes do livro, estão a organização sem organização do movimento que viria a ser conhecido como Passeata dos Cem Mil e a preparação para a votação do AI-5. Lições que Zuenir Ventura nos presenteia com maestria típica de quem fez da própria vida um caderno rabiscado de pautas jornalísticas.</p>
<p>Tomando o assunto para os nossos tempos, o livro ganha ainda mais relevância, apesar de há muito já não ser uma novidade nos meios livrescos, pois constantemente nos deparamos com situações de embate político-ideológico entre diferentes camadas das sociedades, a citar o exemplo do último choque entre estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e o Estado, na figura da polícia.</p>
<p>Livros como este ajudam a entendermos melhor o porquê da mecânica humano-social do agora, pois serve de manual para sabermos o que houve de bom e de ruim num passado próximo, ou seja, o que pode ser imitado ou melhorado e aquilo que jamais pode voltar a acontecer. <em>1968 – O ano que não terminou</em> é uma aula de jornalismo para eternos estudantes do jornalismo que, como eu, interessam-se em aprimorar todas as suas técnicas e, também, um registro de civilidade e respeito ao próximo (neste caso, o próximo somos nós, geração esta e outras do porvir), por nos abrir os olhos da história de um país que incrivelmente e quase que inexplicavelmente existiu um dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>_________</p>
<p>(*) <strong>Germano Xavier</strong> nasceu em Iraquara, Chapada Diamantina-Bahia, em 1984. É jornalista pela UNEB e mestre em Letras pela UPE. Publicou o livro Clube de Carteado (Franciscana, 2006). Seu livro de contos intitulado Sombras Adentro (ainda não publicado) foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura (2016). Em 2021, publicou o livro O Homem Encurralado (Penalux); e em 2022 , Esplanada do Tempo, que compreende a segunda parte da Trilogia do Centauro. Escreve para encontrar o equador de todas as coisas.</p>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_46365" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Últimas do Literatura & Afins</span><div id="wplp_widget_46365" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="46365" style="" data-max-elts="10" data-per-page="3"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_46365" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_46365_77884" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-660x330.png 660w" alt="Nivaldo Tenório e as camadas do conto" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="title">Nivaldo Tenório e as camadas do conto</a></div></div><div id="wplp_box_left_46365_77884" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_46365_77884" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_46365_77884" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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