<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo para South Atlantic Potash - Só Sergipe</title>
	<atom:link href="https://www.sosergipe.com.br/tag/south-atlantic-potash/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sosergipe.com.br/tag/south-atlantic-potash/</link>
	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Oct 2026 19:16:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>
	<item>
		<title>Potássio offshore em Sergipe: megaprojeto prevê investimento de R$ 11,5 bilhões</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/potassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes/</link>
					<comments>https://www.sosergipe.com.br/potassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 17:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões de dólares]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[megaprojeto]]></category>
		<category><![CDATA[offshore]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas]]></category>
		<category><![CDATA[potássio]]></category>
		<category><![CDATA[SAP]]></category>
		<category><![CDATA[Sondagem]]></category>
		<category><![CDATA[South Atlantic Potash]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=102275</guid>

					<description><![CDATA[<p>A South Atlantic Potash prevê produção equivalente a 14% do consumo brasileiro e identifica potencial de 3,5 bilhões de toneladas de silvinita no litoral de Aracaju &#160; Por Antônio Carlos Garcia (*) &#160; A South Atlantic Potash (SAP), empresa brasileira do setor de mineração com sede em Aracaju, prevê investir entre US$ 2,1 bilhões e &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/potassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes/">Potássio offshore em Sergipe: megaprojeto prevê investimento de R$ 11,5 bilhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&amp;linkname=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&amp;linkname=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&amp;linkname=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&amp;linkname=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&#038;title=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/potassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes/" data-a2a-title="Potássio offshore em Sergipe: megaprojeto prevê investimento de R$ 11,5 bilhões"></a></p><h4></h4>
<h4><span style="color: #008000;"><em>A South Atlantic Potash prevê produção equivalente a 14% do consumo brasileiro e identifica potencial de 3,5 bilhões de toneladas de silvinita no litoral de Aracaju</em></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Antônio Carlos Garcia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">A</span> South Atlantic Potash (SAP), empresa brasileira do setor de mineração com sede em Aracaju, prevê investir entre <strong>US$ 2,1 bilhões e US$ 2,3 bilhões</strong>, equivalentes a R$ 10,5 bilhões e R$ 11,5 bilhões, na exploração de potássio offshore no litoral da capital sergipana. O projeto tem potencial geológico estimado em <strong>3,5 bilhões de toneladas de silvinita</strong> e prevê produção inicial de 2 milhões de toneladas de cloreto de potássio por ano. Esse volume poderá atender aproximadamente <strong>14% do consumo brasileiro</strong> do fertilizante, reduzindo a dependência das importações.</p>
<p>Os números foram revelados pelo CEO da South Atlantic Potash, Bonzi Yokomizo, ao <strong>Só Sergipe</strong>. Segundo o executivo, o empreendimento poderá chegar à pré-operação ou operação em um prazo de 50 a 60 meses. Caso o cronograma seja cumprido, o início das atividades poderá ocorrer entre o fim de 2030 e 2031.</p>
<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>O projeto é escalonável. Embora a capacidade inicial prevista seja de 2 milhões de toneladas por ano, a produção poderá ser ampliada gradualmente e ultrapassar 10 milhões de toneladas anuais de cloreto de potássio.</strong></p>
<figure id="attachment_102277" aria-describedby="caption-attachment-102277" style="width: 1600px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/46e1928344597c224eedf72cb91194e4.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-102277 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/46e1928344597c224eedf72cb91194e4.jpg" alt="O CEO da South Atlantic Potash, SAP, Bonzi Yokomizo" width="1600" height="1098" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/46e1928344597c224eedf72cb91194e4.jpg 1600w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/46e1928344597c224eedf72cb91194e4-300x206.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/46e1928344597c224eedf72cb91194e4-1024x703.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/46e1928344597c224eedf72cb91194e4-768x527.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/46e1928344597c224eedf72cb91194e4-1536x1054.jpg 1536w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/46e1928344597c224eedf72cb91194e4-110x75.jpg 110w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102277" class="wp-caption-text">O CEO da South Atlantic Potash, SAP, engenheiro de minas, Bonzi Yokomizo, diz que o começo da exploração deve começar em 60 meses</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>O empreendimento ainda depende de sondagens confirmatórias, licenciamento ambiental, estudos de viabilidade econômica e decisão final de investimento.</p>
<p>De acordo com Bonzi Yokomizo, engenheiro de minas, com mais de 40 anos de experiência internacional,  a empresa fundada em setembro de 2015, tem outros quatro sócios.</p>
<h2>Reduzir importações</h2>
<p>O Brasil importa mais de 96% do cloreto de potássio que consome, segundo dados apresentados pela South Atlantic Potash. O mineral é uma das principais matérias-primas utilizadas na fabricação de fertilizantes. Essa dependência expõe o agronegócio brasileiro às oscilações internacionais de preços e aos riscos de abastecimento.</p>
<p>De acordo com Yokomizo, a produção projetada para Sergipe poderá substituir importações equivalentes a US$ 600 milhões a US$ 800 milhões anuais, dependendo das cotações internacionais. “O ganho mais importante é a segurança de abastecimento, reduzindo a dependência do Brasil de importações do fertilizante em cenários de choques no mercado externo”, afirmou o executivo em informações divulgadas pela empresa.</p>
<p>O percentual de participação no consumo nacional considera uma demanda de aproximadamente 14 milhões de toneladas anuais. Entretanto, essa proporção poderá variar com o crescimento do mercado brasileiro.</p>
<h2>Condições favoráveis</h2>
<p>A South Atlantic Potash analisou dados geológicos de toda a costa brasileira antes de selecionar quatro alvos de interesse. Entre eles, a região do Baixo Mosqueiro, em Aracaju, apresentou condições favoráveis à exploração mineral. A empresa adquiriu um banco de dados da Petrobras, com informações de levantamentos sísmicos e perfurações realizadas ao longo de décadas.</p>
<p>Segundo Yokomizo, a área escolhida fica a aproximadamente 20 quilômetros da costa. Nesse trecho, a lâmina d&#8217;água tem profundidade média de apenas 30 metros. Os depósitos minerais, porém, estão localizados cerca de 2,5 quilômetros abaixo do leito marinho.</p>
<p>Além das características geológicas, a proximidade com a infraestrutura portuária, rodoviária e energética contribuiu para a escolha. O executivo explicou que essas condições poderão reduzir a complexidade tecnológica e os custos de implantação e operação.</p>
<h2>Consultoria canadense</h2>
<p>A South Atlantic Potash contratou a <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.woodgroup.com/company/our-business" target="_blank" rel="noopener"><strong>Wood Engineering Canada</strong>,</a></span> consultoria canadense de engenharia, para desenvolver estudos conceituais do empreendimento. O trabalho contempla avaliações geológicas, técnicas, logísticas, ambientais e econômicas. A empresa também realizou estudos internos para modelar os recursos minerais identificados.</p>
<p>A SAP delimitou nove alvos exploratórios de silvinita no Baixo Mosqueiro. Segundo informações da companhia, mais de 200 poços perfurados para exploração de petróleo e gás contribuíram para ampliar o conhecimento geológico da região.</p>
<p>Quatro desses poços atravessaram o Membro Ibura, da Formação Muribeca, e confirmaram a presença do minério. Em um deles, identificado como 1-SES-003-SE, foi encontrada uma camada de 27,5 metros de silvinita.</p>
<p>A companhia possui cerca de 189 mil hectares autorizados para pesquisa mineral, segundo informações atribuídas à Agência Nacional de Mineração (ANM). Entretanto, novas sondagens serão necessárias para confirmar a extensão, a qualidade e a quantidade economicamente recuperável dos depósitos.</p>
<h2>Petrobras e Eneva</h2>
<p>A experiência de Sergipe na exploração de petróleo e gás poderá favorecer a implantação do projeto. A South Atlantic Potash mantém um memorando de entendimento com a Petrobras para intercâmbio de conhecimentos e avaliação do possível aproveitamento de plataformas offshore em processo de descomissionamento.</p>
<p>Segundo Yokomizo, essas estruturas poderão receber equipamentos de injeção de água e bombeamento da solução mineral. Outra possibilidade é utilizá-las como bases de apoio operacional. O projeto também considera uma possível integração energética com a Eneva, que opera uma usina termelétrica na Barra dos Coqueiros.</p>
<figure id="attachment_102281" aria-describedby="caption-attachment-102281" style="width: 1605px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Plataforma-Offshore-e-Fluxo-Subterraneo-1.png"><img decoding="async" class="wp-image-102281 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Plataforma-Offshore-e-Fluxo-Subterraneo-1.png" alt="Plataforma Offshore e Fluxo Subterrâneo " width="1605" height="980" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Plataforma-Offshore-e-Fluxo-Subterraneo-1.png 1605w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Plataforma-Offshore-e-Fluxo-Subterraneo-1-300x183.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Plataforma-Offshore-e-Fluxo-Subterraneo-1-1024x625.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Plataforma-Offshore-e-Fluxo-Subterraneo-1-768x469.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Plataforma-Offshore-e-Fluxo-Subterraneo-1-1536x938.png 1536w" sizes="(max-width: 1605px) 100vw, 1605px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102281" class="wp-caption-text">Mineração usará técnica de lavra por dissolução  Imagem: IA</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mineração utilizará a técnica de lavra por dissolução. Nesse processo, água do mar aquecida será injetada nas camadas minerais para dissolver os sais. A solução resultante retornará à superfície e seguirá para uma unidade industrial em terra.</p>
<p>Depois, processos de evaporação e cristalização permitirão obter o cloreto de potássio. O cloreto de sódio separado também poderá ser comercializado. Yokomizo explicou que existe uma possível complementaridade energética entre as atividades. Enquanto a termelétrica necessita de sistemas de resfriamento, a mineração precisa aquecer a água utilizada na dissolução. As duas possibilidades ainda estão em avaliação e não representam acordos definitivos de implantação.</p>
<h2>Sergipe já produz potássio</h2>
<p>O novo empreendimento poderá ampliar uma atividade mineral que Sergipe desenvolve há décadas. O estado abriga o Complexo Mineroquímico de Taquari-Vassouras, em Rosário do Catete, onde funciona a única mina de potássio em operação no Brasil.</p>
<p>Desde novembro de 2025, a unidade pertence à <strong>VL Mineração Ltda., ligada ao grupo que opera sob a marca Stratos</strong>. A empresa adquiriu a operação da Mosaic em uma transação anunciada por até US$ 27 milhões.</p>
<figure id="attachment_102283" aria-describedby="caption-attachment-102283" style="width: 1100px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mina-rosario-do-Catete-Sergipe.webp"><img decoding="async" class="wp-image-102283 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mina-rosario-do-Catete-Sergipe.webp" alt="mina Rosário do Catete" width="1100" height="825" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mina-rosario-do-Catete-Sergipe.webp 1100w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mina-rosario-do-Catete-Sergipe-300x225.webp 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mina-rosario-do-Catete-Sergipe-1024x768.webp 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/10/mina-rosario-do-Catete-Sergipe-768x576.webp 768w" sizes="(max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></a><figcaption id="caption-attachment-102283" class="wp-caption-text">Mina subterrânea em Rosário do Catete &#8211; Foto: Mosaic/Adema Arquivo</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2024, a mina produziu aproximadamente <strong>398 mil toneladas de cloreto de potássio</strong>, conforme dados divulgados sobre a operação. A nova controladora anunciou planos de ampliar a capacidade produtiva e prolongar a vida útil do empreendimento.</p>
<p>Yokomizo citou a experiência de Taquari-Vassouras como uma vantagem para a futura mineração offshore. Embora os métodos de extração sejam diferentes, Sergipe já dispõe de profissionais com experiência em mineração, processamento de potássio e operações de petróleo e gás.</p>
<p>A exploração offshore poderá, portanto, criar uma nova frente produtiva e ampliar a participação do estado no abastecimento nacional de fertilizantes.</p>
<h2>Mercado de trabalho</h2>
<p>A South Atlantic Potash mantém um escritório em Aracaju, com profissionais dedicados principalmente às atividades de geologia e geotecnia. Segundo o CEO, a companhia negocia a contratação de serviços para a campanha de sondagem offshore. Com o avanço do empreendimento, novas equipes deverão ser incorporadas.</p>
<p data-pm-slice="1 1 []"><strong>De acordo com as projeções apresentadas por Bonzi Yokomizo, o empreendimento poderá gerar cerca de 5 mil empregos diretos no pico da construção, durante a fase de implantação. Quando entrar em operação, a estimativa é de 1.200 a 1.500 empregos diretos.</strong></p>
<p>A intenção é priorizar trabalhadores da região, tanto em funções especializadas quanto em atividades operacionais. Entretanto, a empresa ainda não divulgou uma estimativa consolidada de empregos diretos e indiretos.</p>
<p>O projeto conta com apoio institucional da Agência Sergipe de Desenvolvimento (<span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://desenvolve.se.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Desenvolve-SE</a></span>), que atua na articulação de oportunidades de investimento. Para o diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior da agência, Ademario Alves, a exploração offshore poderá ampliar a importância de Sergipe na cadeia nacional de fertilizantes.</p>
<p>“O apoio a projetos estruturantes na área de mineração e fertilizantes reforça o compromisso de Sergipe em atrair investimentos de alto impacto, consolidando o estado como um polo estratégico para o agronegócio nacional e gerando novas oportunidades de emprego e renda para os sergipanos”, afirmou.</p>
<h2>Sondagens e licenciamento</h2>
<p>A próxima etapa será a realização de sondagens offshore com recuperação de testemunhos das rochas. Os resultados permitirão confirmar as características dos depósitos e avaliar seu potencial econômico. Em paralelo, a companhia deverá avançar nos estudos ambientais e nos pedidos de licenciamento.</p>
<p>Depois, serão desenvolvidas as etapas de engenharia, pré-viabilidade e viabilidade econômica. Somente após essas avaliações poderá ocorrer a decisão definitiva sobre a construção. Segundo Yokomizo, a implantação das instalações industriais poderá exigir aproximadamente dois anos.</p>
<p>A tecnologia de lavra por dissolução dispensa barragens de rejeitos sólidos, conforme a empresa. Entretanto, exigirá controle ambiental da salmoura residual e avaliação dos possíveis impactos sobre o ambiente marinho.</p>
<p>Se as etapas técnicas, ambientais e financeiras forem concluídas, Sergipe poderá reunir duas frentes de produção de potássio: a mineração subterrânea de Taquari-Vassouras e a futura exploração offshore no litoral de Aracaju.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&amp;linkname=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&amp;linkname=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&amp;linkname=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&amp;linkname=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fpotassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes%2F&#038;title=Pot%C3%A1ssio%20offshore%20em%20Sergipe%3A%20megaprojeto%20prev%C3%AA%20investimento%20de%20R%24%2011%2C5%20bilh%C3%B5es" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/potassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes/" data-a2a-title="Potássio offshore em Sergipe: megaprojeto prevê investimento de R$ 11,5 bilhões"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/potassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes/">Potássio offshore em Sergipe: megaprojeto prevê investimento de R$ 11,5 bilhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sosergipe.com.br/potassio-offshore-em-sergipe-megaprojeto-preve-investimento-de-r-115-bilhoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
