<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo para romântico - Só Sergipe</title>
	<atom:link href="https://www.sosergipe.com.br/tag/romantico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sosergipe.com.br/tag/romantico/</link>
	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jan 2026 12:11:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>
	<item>
		<title>O último romântico do jornalismo</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-ultimo-romantico-do-jornalismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia, Cultura e Ebulições]]></category>
		<category><![CDATA[alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[distribuidora]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto Wolff]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[irrevernte]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[revistas]]></category>
		<category><![CDATA[romântico]]></category>
		<category><![CDATA[veículo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=96485</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luciano Correia (*) &#160; Não sei exatamente quando o jornalismo entrou na minha vida, pelo menos como leitor de revistas e jornais. Papai comprava revistas sem capa a um rapaz  chamado João de Holanda, que trabalhava na distribuidora de Zé Queiroz e as entregava semanalmente na Exatoria de Itabaiana as edições semanais de &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/o-ultimo-romantico-do-jornalismo/">O último romântico do jornalismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&amp;linkname=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&amp;linkname=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&amp;linkname=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&amp;linkname=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&#038;title=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-ultimo-romantico-do-jornalismo/" data-a2a-title="O último romântico do jornalismo"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Luciano Correia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">N</span>ão sei exatamente quando o jornalismo entrou na minha vida, pelo menos como leitor de revistas e jornais. Papai comprava revistas sem capa a um rapaz  chamado João de Holanda, que trabalhava na distribuidora de Zé Queiroz e as entregava semanalmente na Exatoria de Itabaiana as edições semanais de Manchete, Fatos e Fotos, Capricho, Amiga, Contigo e as famosas Seleções de Reader’s Digest. Antigamente, edições da semana anterior eram vendidas sem o frontispício da marca por um valor muito abaixo do exibido na capa. Foi na Fatos e Fotos que tive o privilégio de ler semanalmente as colunas de Nelson Rodrigues e de Carlos Castelo Branco. Pouco depois, já iniciado na juventude, me acostumei a ler jornais e, quando ingressei na UFS para estudar Engenharia Química, me tornei um fã do irreverente semanário Pasquim.</p>
<p>O Pasquim não foi o único, mas era o principal veículo da imprensa alternativa que desafiava a ditadura e, em termos de mídia impressa, um contumaz crítico da imprensa corporativa careta e covarde, os jornalões Folha, Globo, Estadão e outros. Aqui mesmo tivemos a inusitada experiência da Folha da Praia, liderada por Amaral Cavalcante, onde batuquei minhas primeiras mal traçadas linhas em letra impressa. Foi lendo dois dos muitos grandes jornalistas do Pasquim que aprendi a escrever, se é que aprendi.</p>
<p>Dos jornalistas que mais me influenciaram, destacam-se o brilhante Tarso de Castro e o touro indomável Fausto Wolff. O terceiro foi, sem dúvidas, o alagoano-sergipano Fernando Sávio. E um quarto, Charles Bukowski, este da literatura, mas uma literatura tão carregada de realismo que parecia saltar das páginas dos jornais.  As 569 páginas de “A mão esquerda de Deus” constituem um esboço de autobiografia de Fausto Wolff, gaúcho de Santo Ângelo, misto de brigão e playboy, um homenzarrão de quase dois metros, tão valente quanto propenso a se derramar em lágrimas diante do sofrimento de uma criança. Sempre ligado à esquerda, exilado durante a ditadura militar e brizolista quando voltou ao país após a anistia, Wolff carregava em si as dores do mundo.</p>
<figure id="attachment_96488" aria-describedby="caption-attachment-96488" style="width: 218px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/a-mao-esquerda.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-96488" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/a-mao-esquerda-210x300.jpeg" alt="Livro A mão esquerda, de Fausto Wolff" width="218" height="311" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/a-mao-esquerda-210x300.jpeg 210w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/01/a-mao-esquerda.jpeg 214w" sizes="(max-width: 218px) 100vw, 218px" /></a><figcaption id="caption-attachment-96488" class="wp-caption-text">Livro A mão esquerda, de Fausto Wolff</figcaption></figure>
<p>Em <em>A mão esquerda</em>&#8230; ele, como é típico nesses casos, se refugia em nomes fictícios para proteger pessoas reais, ele próprio escondido na alcunha de Percival von Traurigzeit, o Pérsio, um paralelo claro com seu nome de batismo, Faustin von Wolffenbüttel, transformado no polêmico e explosivo Fausto. O livro é um vai e vem no tempo e na história de uma família que, garante Fausto, tem origem em príncipes aristocráticos da Alemanha do século XIV. Conhecendo o personagem autor, é possível que aí esteja um dos momentos em que o texto é pura ficção. Ou não. Das remotas origens em guerras sangrentas entre povos bárbaros, chega-se aos imigrantes que aportaram no Rio Grande do Sul no século XIX, onde a família que um dia foi nobre e rica inicia uma saga de muito trabalho e luta contra a pobreza.</p>
<p>No Rio do Pasquim e dos jornais e revistas por onde passou, Wolff passeia pelas dezenas, quiçá centenas de lindas mulheres que foram parar em sua cama, algumas socialites ricas fascinadas por um jornalista romântico e sem tostão. Em certo momento ele proclama: “tudo que tenho são um punhado de livros e algumas roupas”. E certamente foi assim durante toda a sua vida, desde os trepidantes anos na Dinamarca, onde teve mulheres e fez uma filha, até os últimos dias, quando morreu no Rio de Janeiro, em 2008, aos 68 anos, vítima de uma hemorragia digestiva, não por acaso relacionada com os anos de muito uísque, chope e cigarros. Além do excelente jornalista que foi, crítico mordaz dos colegas mais apaixonados pelos patrões do que pela causa do jornalismo, foi também um escritor de peças teatrais e vários romances, dentre eles <em>Sandra na terra do antes</em>, escrito para resgatar as saudades da infância da primeira filha, nascida no Brasil.</p>
<p>Como jornalista, ele tem outro livro bastante lido nos anos de 1980: <em>Os palestinos: judeus da 3ª Guerra Mundial</em>, onde traça um paralelo entre a perseguição e exílio sofridos historicamente pelo povo judeu e a condição dos palestinos, vítimas do Estado sionista desde que este foi criado, em 1948, passando pela Guerra dos Seis Dias, em 1967, pela nova guerra do Yon Kippur, 1973, o massacre dos assentamentos de Sabra e Chatila, em 1982, até chegar aos horripilantes dias que correm em Gaza.</p>
<p>As farras, amores e a bebida em fartura talvez tenham sido o modo encontrado por um gigante de olhos azuis que nunca suportou as injustiças, fazendo daqueles expedientes sua válvula de escape. Como seu colega Tarso de Castro, também gaúcho e de texto ainda mais cáustico, Fausto Wolff encarnava um jornalismo cujo autor misturava-se com sua obra, o chamado jornalismo gonzo, assumidamente subjetivo e livre dessa bobagem chamada objetividade. Depois de Fausto, não houve mais ninguém que encarnasse esse personagem no jornalismo brasileiro.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Trecho</p>
<blockquote><p>“O mulherio adorava o John, o mais moço da turma, uma espécie de Babe Face Nelson, que quando não estava conosco, andava com um pessoal mais barra pesada. Ele achava que amava Isla pela simples razão de ela não ligar para ele, e ela, certamente, não ligava para ele porque ela a amava. Para os filósofos estoicos, a dialética era uma disciplina de lógica formal, Kant complicou mais as coisas quando expôs a dialética como uma tentativa de entender o que não se pode experimentar, Hegel identificou a dialética como um resultado de dois aspectos negativos de uma mesma questão, Marx e Engels adaptaram a dialética ao materialismo histórico, mas nunca, jamais, em tempo ou dimensão alguma, alguém poderá entender o conflito dialético entre a buceta e o coração de uma mulher”.</p></blockquote>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&amp;linkname=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&amp;linkname=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&amp;linkname=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&amp;linkname=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-ultimo-romantico-do-jornalismo%2F&#038;title=O%20%C3%BAltimo%20rom%C3%A2ntico%20do%20jornalismo" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-ultimo-romantico-do-jornalismo/" data-a2a-title="O último romântico do jornalismo"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/o-ultimo-romantico-do-jornalismo/">O último romântico do jornalismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esse cara é ele &#8211; falando sério com Roberto Carlos</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/esse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 12:48:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[cantor]]></category>
		<category><![CDATA[CDs]]></category>
		<category><![CDATA[DVDs]]></category>
		<category><![CDATA[Erasmo Carlos]]></category>
		<category><![CDATA[jovem guarda]]></category>
		<category><![CDATA[LPs]]></category>
		<category><![CDATA[manias]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[religiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Carlos]]></category>
		<category><![CDATA[rock in rol]]></category>
		<category><![CDATA[romântico]]></category>
		<category><![CDATA[romantismo]]></category>
		<category><![CDATA[talento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=91331</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Em que pesem as suas esquisitices, manias e polêmicas, como a de se calar e ter sido omisso durante a Ditadura Militar no Brasil ou bater boca com fã em show, passados tantos anos de vida e de carreira, seu legado segue tendo uma especial atenção e &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/esse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos/">Esse cara é ele &#8211; falando sério com Roberto Carlos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&amp;linkname=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&amp;linkname=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&amp;linkname=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&amp;linkname=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&#038;title=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/esse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos/" data-a2a-title="Esse cara é ele – falando sério com Roberto Carlos"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">E</span>m que pesem as suas esquisitices, manias e polêmicas, como a de se calar e ter sido omisso durante a Ditadura Militar no Brasil ou bater boca com fã em show, passados tantos anos de vida e de carreira, seu legado segue tendo uma especial atenção e importância. Com 84 anos de idade, ainda em plena atividade artística, Roberto Carlos Braga (Cachoeiro do Itapemirim-ES, 1941) está entre os maiores cantores do país, atravessando o tempo com um talento singular e um repertório que ainda inspira e diz muito ao nosso tempo.</p>
<p>Sem a pretensão de esgotar o assunto, o que seria uma tarefa árdua, hercúlea e impossível, o presente artigo quer revisitar a obra de Roberto Carlos a partir de cinco eixos temáticos: Rock and roll; romantismo; mulher(es); religiosidade Católica; pessoa, lugares e outros temas. Em cada um deles, há canções-símbolos que marcaram épocas e se tornaram atemporais. Há, também, um esforço do artista em resistir e, ao mesmo tempo, dialogar com as demandas dinâmicas da existência humana e do mercado fonográfico brasileiro. Seja na produção anual de novos LPs, CDs, DVDs, seja através de seus especiais realizados na TV Globo, e a disponibilização de seu vasto e rico repertório nas plataformas digitais.</p>
<p>Um dos grandes nomes do movimento Jovem Guarda, anos 60, na onda dos Beatles, Roberto Carlos, ao lado de Erasmo Carlos (seu principal parceiro) e Wanderléa, sacudiram a juventude brasileira com hits como &#8220;<em>Splish Splash</em>&#8220;, “<em>É proibido fumar</em>” e “<em>O calhambeque</em>”. Nesse embalo, também fez sucesso com o filme “<em>Roberto Carlos em Ritmo de Aventura</em>” (1968), com canções como “<em>Eu sou terrível</em>”, “<em>De que vale tudo isso</em>” e “<em>Quando</em>”. Ainda na toada do rock nacional, destaque para “<em>As curvas da estrada de Santos</em>” (1969) e a minha predileta “<em>120&#8230; 150&#8230; 200 km por hora</em>” (1970), famosa também na voz do cantor sertanejo, Leonardo. Amante de carros e da velocidade, Roberto Carlos, em 1971, protagonizou o filme “<em>Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora”.</em></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rose-9198491_1280.png"><img decoding="async" class="wp-image-91343 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rose-9198491_1280-225x300.png" alt="rosa, flor" width="161" height="215" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rose-9198491_1280-225x300.png 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rose-9198491_1280-768x1024.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/rose-9198491_1280.png 960w" sizes="(max-width: 161px) 100vw, 161px" /></a>Quando o assunto é romantismo, Roberto Carlos, ao lado de Erasmo Carlos, é um dos maiores e consegue imprimir em suas canções sentimentos não somente de décadas anteriores à nossa, mas também de todos os tempos. Um romantismo clássico, mas também algo que lembra muito o que chamamos hoje de “sofrência”. Nessa pegada, poderia aqui enumerar diversas delas, mas, darei destaque a algumas que eu considero modelares ou até mesmo icônicas, algumas delas regravadas por vários outros artistas brasileiros. Nesse sentido, para além de “<em>Amada Amante</em>” (1971), “<em>Detalhes</em>” (1971), “<em>Outra vez</em>” (1977) e “<em>Café da Manhã</em>” (1978), destaco “<em>Evidências</em>”, composta por José Augusto e Paulo Sérgio Valle em 1989, sucesso também, no ano seguinte, com Chitãozinho e Xororó. Sem falar em “<em>Esse cara sou eu</em>”, de 2012. Para mim, a síntese do tipo ideal de homem que ama uma mulher.</p>
<p>E por falar em mulheres, Roberto Carlos está entre os artistas que melhor a traduziram, com o respeito e a atenção que elas merecem. Tendo sido casado com três delas (Cleonice Rossi, Myriam Rios e Maria Rita), esta última o grande amor de sua vida (falecida em 19 de dezembro de 1999, aos 38 anos, em razão de um câncer de útero), Roberto imprime em suas canções, além de muito romantismo, como já vimos, a essência da mulher brasileira. Em 2009, lançou um projeto em homenagens a algumas mulheres, cantando, ao vivo, com algumas delas, a saber: Hebe Camargo, Alcione, Daniela Mercury, Luiz e Sisi Possi, Fafá de Belém, Wanderléa, Fernanda Abreu, Marina Lima, Adriana Calcanhoto, Ivete Sangalo, Marília Pêra, Sandy, Rosemary, Paula Toler, Mart´nália e Nana Caymmi. Entre seus sucessos, tendo a mulher ou mulheres como tema, destaco: “<em>Pra ser só minha mulher</em>” (1977), “<em>Lady Laura</em>” (1978), em homenagem à sua mãe, Laura Moreira Braga, “<em>Mulher (sexo frágil</em>) grande sucesso com Erasmo Carlos &#8211; 1981”; além de uma sequência de tipos diferentes, fora do padrão, como “Mulher pequena” (1992), “O charme dos seus óculos” (1995) e “Mulher de 40” (1996) e, a mais recente, “A mulher que eu amo” (2012), da qual ressalto o trecho “<em>A mulher que eu amo é o ar que eu respiro e nela eu me inspiro pra falar de amor&#8230;</em>&#8220;.</p>
<p>Mariano incondicional e apaixonado, A Virgem Maria é a grande inspiração de Roberto Carlos para a sua seara de sucessos católicos. Nesse sentido, “<em>Nossa Senhora</em>” e o “<em>Terço</em>” são hits primorosos. Sem falar em sucessos outros como “<em>Força Estranha</em>”, “<em>Fé</em>”, “<em>Estou aqui</em>”, “<em>Ele está para chegar</em>”, “<em>Aleluia</em>”, “<em>Jesus Salvador</em>”, “<em>O Homem</em>” e o clássico “<em>Jesus Cristo</em>”, de 1970. Afora “<em>Todos Estão Surdos</em>”, de 1971, que embora possa ser inserida na categoria rock in roll, é uma canção religiosa, uma das minhas favoritas de seu repertório, da qual ressalto o seguinte verso que diz: “<em>Meu Amigo volte logo / Vem olhar pelo meu povo / O amor é importante / Vem dizer tudo de novo</em>”, numa clara referência a Jesus Cristo, sobretudo quando ele diz “um cabeludo falou’.</p>
<p>Por fim, do eixo temático pessoas, lugares e outros temas, dou especial atenção à música “O portão”, de 1974. A letra é uma tradução perfeita de um retorno, de uma volta para casa. Poderia ser atribuída à volta do filho pródigo, mas também de alguém que retorna de viagem com saudades de casa e por aí vai. Mas nada se assemelha ao verso “<em>meu cachorro me sorriu latindo</em>”, expressão esta que volta a ter novo sentido em “<em>Nível de carência</em>”, de Pablo, 2015, no trecho “<em>É que eu estou, num nível de carência /Que se meu cachorro late, eu escuto eu te amo</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&amp;linkname=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&amp;linkname=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&amp;linkname=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&amp;linkname=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fesse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos%2F&#038;title=Esse%20cara%20%C3%A9%20ele%20%E2%80%93%20falando%20s%C3%A9rio%20com%20Roberto%20Carlos" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/esse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos/" data-a2a-title="Esse cara é ele – falando sério com Roberto Carlos"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/esse-cara-e-ele-falando-serio-com-roberto-carlos/">Esse cara é ele &#8211; falando sério com Roberto Carlos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Deixe-me outro dia</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/deixe-me-outro-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 14:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[acidente doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[cafona]]></category>
		<category><![CDATA[canções]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[empobrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[melodia]]></category>
		<category><![CDATA[midiático]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[poética]]></category>
		<category><![CDATA[romântico]]></category>
		<category><![CDATA[tenor]]></category>
		<category><![CDATA[tropicália]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=82472</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; O tema do presente artigo foi inspirado na canção de Erasmo Carlos/Roberto Carlos (1968), sucesso na voz de Agnaldo Timóteo (1936-2021). Aquele ano, incrivelmente o de acirramento da linha dura do regime militar no Brasil, também foi um dos mais prósperos, com “Última canção”, “Sabiá”, “Para não &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/deixe-me-outro-dia/">Deixe-me outro dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&amp;linkname=Deixe-me%20outro%20dia" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&amp;linkname=Deixe-me%20outro%20dia" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&amp;linkname=Deixe-me%20outro%20dia" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&amp;linkname=Deixe-me%20outro%20dia" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&#038;title=Deixe-me%20outro%20dia" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/deixe-me-outro-dia/" data-a2a-title="Deixe-me outro dia"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O</span> tema do presente artigo foi inspirado na canção de Erasmo Carlos/Roberto Carlos (1968), sucesso na voz de Agnaldo Timóteo (1936-2021). Aquele ano, incrivelmente o de acirramento da linha dura do regime militar no Brasil, também foi um dos mais prósperos, com “Última canção”, “Sabiá”, “Para não dizer que não falei das flores”, “É proibido proibir”. Surgimento da “Tropicália” e intensificação dos Festivais de Música da TV.</p>
<p>Para o advogado e radialista, André Luiz da Silva (2019), “Deixe-me outro dia, menos hoje”: “<em>É uma canção de amor que fala da tentati­va de evitar uma partida, que pode ser definitiva</em>”. Essa era a tônica de boa parte das canções até aquela virada dos anos 60 para os anos 70. Até então, e por algum tempo ainda, vozes masculinas, com impostação, cadência, ritmo poético e romântico, de melodia tristonha, vão dando espaço a outras mais agitadas, frenéticas, rebeldes (de fato), mas não mais, necessariamente, vozes do tipo tenor. O rádio dá espaço para a TV. A produção musical pedia de seus artistas que fossem cada vez mais midiáticos, que respondessem, por exemplo, às demandas da juventude, daí novos sucessos como os da “Jovem Guarda”.</p>
<p>Com o falecimento de um outro Agnaldo, o Rayol (86 anos), no último dia 4 de novembro, vítima de complicações de um acidente doméstico (queda no banheiro), me pus a pensar que, certamente, estamos vivendo o fim de uma era. A era das grandes vozes masculinas do Brasil. É bem verdade que ainda temos grandes intérpretes, compositores e músicos, a exemplo do próprio Roberto Carlos ou mesmo Ney Matogrosso, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, todos eles, ainda, vivos, longevos e na ativa; e Milton Nascimento, claro (curtindo sua aposentadoria dos palcos). Mas estes, em que pesem as suas importâncias históricas e musicais, não estão no patamar que eu aqui entendo como grandes vozes masculinas, tal qual foram Agnaldo Timóteo, Agnaldo Rayol, Antônio Marcos, Altemar Dutra, Paulo Sérgio, Noite Ilustrada, Nelson Gonçalves, Cauby Peixoto, Nelson Ned, Vicente Celestino&#8230; e tantos outros que já partiram para a eternidade que a minha memória consegue alcançar no momento.</p>
<p>Veja bem. Não estou tratando de empobrecimento da música brasileira. Mas de mudança de gênero e de formas de produzir a música nacional. É bem verdade que, com o tempo, essa última turma foi relegada à categoria pejorativa de brega ou mesmo de cafona, antigo, ultrapassado. Os arranjos mais bem elaborados, com orquestras, e a voz impostada e firme já não mais foram encontrando espaço nas décadas seguintes, embora seguissem sendo ouvidas e executadas, em menor escala.</p>
<p>Não se trata aqui, pois, de saudosismo e se o fosse, penso que não estaria cometendo uma heresia. Mas de uma reflexão em torno daquilo que constitui o rico repertório da música produzida no Brasil no século XX, tendo vozes masculinas como mote. Se eu fosse escrever sobre as vozes femininas, essa análise iria ainda mais longe, sobretudo se eu principiasse por nomes como Núbia Lafayette, Elis Regina, Maria Betânia e Alcione.</p>
<p>Ainda bem que suas vozes [grandes vozes da música brasileira] não morrem, sobretudo com os registros fonográficos de outrora e atuais, pelo menos enquanto forem lembradas, executadas, estudadas e revisitadas, sejam em regravações ou mesmo em novas interpretações, e até mesmo compondo trilhas sonoras de novelas de época, por exemplo. Tornar a ouvi-las ou fazê-lo numa primeira oportunidade faz bem ao coração e à alma, nesses tempos apressados e de pouca criatividade e novidade musicais. Nesse sentido, peço que não nos deixem agora em que tanto precisamos de sentimento e de poesia. “Deixe-me [nos] outro dia sim, porém hoje não”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&amp;linkname=Deixe-me%20outro%20dia" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&amp;linkname=Deixe-me%20outro%20dia" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&amp;linkname=Deixe-me%20outro%20dia" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&amp;linkname=Deixe-me%20outro%20dia" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fdeixe-me-outro-dia%2F&#038;title=Deixe-me%20outro%20dia" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/deixe-me-outro-dia/" data-a2a-title="Deixe-me outro dia"></a></p><p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/deixe-me-outro-dia/">Deixe-me outro dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
