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	<title>Arquivo para questões - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Envelhecer é inevitável, ficar velho é opcional</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/envelhecer-e-inevitavel-ficar-velho-e-opcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 19:19:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes  (*) &#160; Houve um tempo, e não faz tanto tempo assim, que uma pessoa de 40, 50 anos era considerada velha. Uma de 60, então, era quase um Matusalém. Basta olhar fotografias antigas, amareladas pelo tempo, para ver nossas avós e identificá-las como muito velhas. Tudo mudou, e para melhor. &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fenvelhecer-e-inevitavel-ficar-velho-e-opcional%2F&amp;linkname=Envelhecer%20%C3%A9%20inevit%C3%A1vel%2C%20ficar%20velho%20%C3%A9%20opcional" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fenvelhecer-e-inevitavel-ficar-velho-e-opcional%2F&amp;linkname=Envelhecer%20%C3%A9%20inevit%C3%A1vel%2C%20ficar%20velho%20%C3%A9%20opcional" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fenvelhecer-e-inevitavel-ficar-velho-e-opcional%2F&amp;linkname=Envelhecer%20%C3%A9%20inevit%C3%A1vel%2C%20ficar%20velho%20%C3%A9%20opcional" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fenvelhecer-e-inevitavel-ficar-velho-e-opcional%2F&amp;linkname=Envelhecer%20%C3%A9%20inevit%C3%A1vel%2C%20ficar%20velho%20%C3%A9%20opcional" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fenvelhecer-e-inevitavel-ficar-velho-e-opcional%2F&#038;title=Envelhecer%20%C3%A9%20inevit%C3%A1vel%2C%20ficar%20velho%20%C3%A9%20opcional" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/envelhecer-e-inevitavel-ficar-velho-e-opcional/" data-a2a-title="Envelhecer é inevitável, ficar velho é opcional"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes  (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">H</span>ouve um tempo, e não faz tanto tempo assim, que uma pessoa de 40, 50 anos era considerada velha. Uma de 60, então, era quase um Matusalém. Basta olhar fotografias antigas, amareladas pelo tempo, para ver nossas avós e identificá-las como muito velhas.</p>
<p>Tudo mudou, e para melhor. Hoje, a idade não define ninguém. Pessoas de 60, 70, 80 anos estão vivas, ativas e bulindo. Os ingleses criaram o termo “ageless”, que significa “sem idade”, e passou a ser usado para definir pessoas que cultivam um estilo de vida com hábitos comuns a diversas faixas etárias.</p>
<p>Envelhecer atualmente é muito diferente de alguns anos atrás, e a forma como encaramos esse envelhecimento também.</p>
<p>O medo das mudanças impostas pela passagem do tempo, não faz parte do dia-a-dia dessas pessoas. Elas não estão presas à situações ou mesmo às pessoas que não as fazem felizes. São pessoas que têm metas e objetivos novos, e seguem em frente, sem tempo a perder com questiúnculas ou um passado que não volta. São pessoas que não se encaixam em padrões pela idade, mas, sim, pelo modo de vida. São maduras o suficiente para não se moldarem pela opinião dos outros. Estão cientes de sua idade, em muitas vezes de suas limitações, mas decidiram seguir em frente, e se reinventar, vivendo uma nova etapa da vida.</p>
<p>Conheço pessoas que aos 70 anos, por não estarem felizes, deram fim a casamentos longevos e desgastados, encontraram novo amor, para partilharem nova caminhada. Pessoas que não estavam satisfeitas com empregos ou atividades econômicas, mudaram radicalmente de trabalho. E até mesmo alguns que mudam de cidade, e foram atrás do desconhecido, do inusitado, do novo. Mulheres, que no outono da vida, descobriram os prazeres do sexo. São pessoas atemporais, que têm vida, e não anos, provando que nunca é tarde para novas descobertas.</p>
<p>Poucos percebem, mas a vida, em seu estado bruto, não traz em si um sentido dado, um desígnio inscrito nas entranhas do cosmos. Ela se oferece, como um campo aberto, como um silêncio primordial esperando ser nomeado, como uma tela em branco diante do artista que, ao hesitar entre o gesto e o traço, compreende que nada virá de fora. O universo, esse imenso e indiferente palco, gira em sua própria órbita de mistério, sem justificar a dor de um adulto ou o júbilo de uma criança. A vida, por si só, não explica nada, não promete nada, não deve nada a ninguém. Justamente por isso, exige tudo. E, isso só descobrimos com o passar dos anos, com o amadurecimento trazido com o tempo, no outono da vida.</p>
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<p>Coisa que só aprendemos com o tempo: é falsa a ideia de felicidade instantânea, ao glorificar a obtenção imediata do prazer, ao estimular respostas emocionais rápidas e ostensivamente positivas, revelando-se, na verdade, como a mais perversa negação da densidade humana. Pois a existência autêntica, como bem sabiam os antigos, é atravessada pelo trágico, pela ambivalência, pela dor que, longe de ser mero acidente, é constitutiva do próprio ser. Aristóteles, filósofo grego, já ensinava que a verdadeira felicidade, a eudaimonia, é o fruto maduro de uma vida inteira bem vivida, impregnada de virtude, de esforço, de deliberação ponderada, jamais de satisfações instantâneas. Permanecer aprisionado ao que já foi é recusar as novas possibilidades que estão por vir. O passado não é um altar para adoração melancólica, nem uma cela de onde se observa o mundo pela fresta das culpas, ou dos arrependimentos. Ele é, antes, um script inicial que pode, e deve, ser reescrito à luz da consciência. Na vida, a liberdade dos que envelheceram, não consiste em esquecer, mas em reler, reler com olhos amadurecidos pelo tempo, pelas quedas e pela vontade de superação.</p>

			</div></div>
<p>Para envelhecer em paz, não precisa de muito. Já temos a aurora e o pôr-do-sol, as estrelas, os pássaros, a companhia dos amigos, a família.</p>
<p>Se antes a velhice, a derradeira fase da vida, era sinônimo de finitude dela, uma quase sentença de morte, atualmente não é mais. Hoje, é a colheita de plantios anteriores. Bem-aventurados os que se reinventaram no outono da vida, com alegria e motivação. Felizes os que com a percepção da finitude, descobriram os deleites de uma vida plena, conscientes de quando a libertina chegar, encontre-os cheio de vida.</p>
<p>Gratidão a Deus, pelo dom da vida. Por ter o dia sempre começando, ter força e determinação em continuar a caminhada. O resto é construção continua e permanente.</p>
<p>Estou feliz em envelhecer, com planos e metas: estudando, escrevendo, viajando, enfim, produzindo. Aos 66 anos, sou “ageless”, com fome e sede de aprendizado. A vida começa a cada novo amanhecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E se a morte fosse o Brad Pitt?</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/e-se-a-morte-fosse-o-brad-pitt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 13:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[“Encontro Marcado”]]></category>
		<category><![CDATA[Brad Pitt]]></category>
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		<category><![CDATA[filme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Para São Francisco de Assis (1126-1230) ela foi uma irmã. Em sua análise histórico-cultural sobre as sociedades antigas do Ocidente (Roma e Grécia), na obra “Cidade Antiga” (1864), sobretudo no que diz respeito aos dois tipos de morte (natural e a do esquecimento), o historiador francês Fustel &#8230;</p>
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<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">P</span>ara São Francisco de Assis (1126-1230) ela foi uma irmã. Em sua análise histórico-cultural sobre as sociedades antigas do Ocidente (Roma e Grécia), na obra “Cidade Antiga” (1864), sobretudo no que diz respeito aos dois tipos de morte (natural e a do esquecimento), o historiador francês Fustel de Coulanges (1830-1889), assim se expressa: “<em>Às almas humanas divinizadas pela morte</em>”. Ele se referia ao culto aos mortos na celebração da memória.</p>
<p>Em Raul Seixas, ela se apresenta surda, caminha ao nosso lado, sem que saibamos em que esquina ela vai nos beijar. E, acrescenta, ainda, o roqueiro baiano: “<em>Vou te encontrar vestida de cetim / Pois em qualquer lugar esperas só por mim / E no teu beijo provar o gosto estranho que eu quero e não desejo, / mas tenho que encontrar</em>” (Canto para a minha morte, 1976). O encontro de Raul com a morte se deu no dia no dia 21 de agosto de 1989.</p>
<p>Em algumas passagens dos Evangelhos, a certeza, mediante a Ressurreição de Jesus Cristo, de que a morte foi por Ele vencida. Por exemplo: “<em>Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guardar a minha palavra, não verá jamais a morte</em>” (João 8,51). Ao responder à Marta sobre a possibilidade de seu irmão ainda estar vivo, caso Jesus estivesse por perto, Ele afirma: “<em>Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim jamais morrerá eternamente</em>” (João 11, 25-26)</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Fato é que a morte é mais do que certa.</span> Inevitável para todo ser vivo.  Algumas vezes, como dizia minha saudosa mãe (Clademira), “ela ataia”. Noutras vezes, erra o alvo ou de endereço, mas chega. Vejamos o caso de uma senhora judia, Mayya Gil (95 anos) que, esta semana, após sobreviver ao nazismo, ao desastre de Chernobyl e à pandemia de COVID-19, encontrou-se com a morte, atropelada, atravessando uma rua, em frente à própria casa, em Nova York.</p>
<p>Sobre a representação da morte, ainda em São Francisco, é muito comum em algumas de suas imagens ou pinturas aparecer a caveira em uma de suas mãos. A depender do contexto histórico, a exemplo do Medievo, é um anjo ceifador. Em linhas, gerais, no imaginário popular, é um espectro com uma foice na mão. Nessa perspectiva, gosto muito da representação utilizada por Maurício de Souza, na Turma da Mônica, sobretudo da Turma do Penadinho, que além da Morte, traz o Cranicola, uma caveira assentada sobre um pedra que lembra muito aquela parábola macedônica que diz: “Caveira, caveira. Quem te matou? E ela responde: a língua”.</p>
<p>Mas, e o que tem a ver Brad Pitt (ator norte-americano, 61 anos) com toda esta história e reflexões sobre a morte? Na verdade, um dos personagens por ele interpretado, no cinema, foi o mote do presente artigo. Refiro-me ao jovem Joe Black, no filme “Meet Joe Black” (Encontro Marcado), de Martin Brest, 1989, uma adaptação original do romance “Uma sombra que passa” (1934), de autoria de Alberto Casella (escritor italiano / 1891-1957).</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FILME-ENCONTRO-MARCADO.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-85437 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FILME-ENCONTRO-MARCADO-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FILME-ENCONTRO-MARCADO-300x300.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FILME-ENCONTRO-MARCADO-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/FILME-ENCONTRO-MARCADO.png 702w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Em “Encontro Marcado”, Brad Pitt, com 26 anos de idade, fenótipo típico de homem bonito, padrão de beleza masculina norte-americana daquele final dos anos 90, na condição de Anjo da Morte, vai aos EUA com a missão de cumprir a chamada sentença definitiva de tempo de vida, para o megaempresário e milionário, William &#8220;Bill&#8221; Parrish, interpretado por Anthony Hopinks (hoje com 87 anos). Prestes a completar 65 anos, realizado, de boa índole, pai de suas lindas filhas, Bill recebe a visita da morte lhe informando de que seus dias estavam por findar. Mas, que antes, gostaria de conhecer um pouco de seu mundo e hábitos. Para tanto, a morte valeu-se do corpo de um jovem desconhecido (Brad Pitt), que conhece casualmente numa lanchonete a sua segunda filha, a enfermeira Susan (Claire Forlani), por quem se apaixona. O jovem desconhecido fora atropelado e morto, após atravessar uma rua. Ironia do destino: também a morte, passando a conviver com a família de Bill, se apaixona por Susan. O resto é spoiler.</p>
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<figure id="attachment_85435" aria-describedby="caption-attachment-85435" style="width: 148px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-1.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-85435" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-1-300x300.jpg" alt="Serenidade" width="148" height="148" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-1-300x300.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-1-1024x1024.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-1-150x150.jpg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-1-768x768.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Design-sem-nome-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 148px) 100vw, 148px" /></a><figcaption id="caption-attachment-85435" class="wp-caption-text">Imagem: Pixabay</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Moral da história:</span> e se a morte fosse um encontro marcado? E se nessa possibilidade, tivéssemos a chance de mudarmos em mais alguns dias de vida? E se nesse ínterim, eu pudesse escolher como morrer? E se esse encontro fosse, realmente possível, como gostaria que ele se apresentasse: sereno, calmo, sem medo? E se fosse a cara do Brad Pitt com 26 anos? Ou ainda, de alguém que amamos muito e que já tenha partido? Ou, e se a morte não fosse tão feia quanto se pinta?</p>
<p>&nbsp;</p>

			</div></div>
<p>Respostas para todas essas questões, nenhuma, evidentemente. Somente quem se encontrou com ela, a morte, saberia nos dizer. Ela não mudou ao longo de tantos e tantos anos da existência da vida, pois, chega sem avisar, sorrateira, tem hora (para alguns), mas chega. Ao nascer, em tenra idade, na infância, na adolescência, na fase adulta ou adolescente. Numa parada cardíaca, num acidente fatal, às vezes serena, às vezes violenta. Mas chega!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O  nascimento da urbe sergipana por Magno Francisco</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-nascimento-da-urbe-sergipana-por-magno-francisco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 18:15:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) Mesmo estando radicado desde 2016 na cidade de Natal, atuando como docente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o historiador sergipano Magno Francisco de Jesus Santos, em seu fazer historiográfico, recorrentemente, revisita a seara da História de Sergipe e nos brinda com importantes, bem escritos, originais e &#8230;</p>
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<span class="dropcap ">M</span>esmo estando radicado desde 2016 na cidade de Natal, atuando como docente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o historiador sergipano Magno Francisco de Jesus Santos, em seu fazer historiográfico, recorrentemente, revisita a seara da História de Sergipe e nos brinda com importantes, bem escritos, originais e fundamentos estudos.</p>
<p>“Limites e redes urbanas em Sergipe oitocentista (1802-1855)”, de sua autoria, é um dos 19 capítulos que compõem o livro “Urbanizações brasileiras (1800-1850)”, organizado por Fania Fridman e Carlos H. C. Ferreira, publicado pela editora Letra Capital (RJ), em 2023. A obra é um desdobramento de um projeto, intitulado “Urbanizações brasileiras no século XIX”, iniciado com 12 docentes e pesquisadores e chegando ao seu final com cerca de 30 deles. Todos eles imbuídos da missão de recuperar e entender a formação e desenvolvimento do quadro urbano das províncias brasileiras, tendo como fonte principal o “Dicionário Geográfico, Histórico e Descritivo do Império do Brasil” (1845), de J.C.R. Milliet de Saint-Adolphe.</p>
<p>Em “Urbanizações brasileiras (1800-1850)”, além de Sergipe, são objeto da pesquisa lugares como Grão-Pará, Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso e a antiga região da Cisplatina, hoje Uruguai. Textos que visaram “(&#8230;) estabelecer as bases da urbanização como um processo inerente à concentração de população, à organização interna e à repartição no território dos centros de atividades econômicas, políticas e culturais” (p. 7).</p>
<p>No caso específico de Sergipe, Magno Francisco, Licenciado e Bacharel em História pela Universidade Federal de Sergipe, com Mestrado em Educação pela mesma instituição, apresenta o que ele chama de escopo do processo de urbanização em Sergipe, tendo como ponto de partida a primeira metade do século XIX, à luz do processo de fragmentação dos municípios e da criação de novas vilas, que a exemplo do que ocorreu no Brasil não foi homogêneo.</p>
<p>Entre as primeiras questões postas pelo Prof. Dr. Magno Francisco, a escassez de estudos referentes ao assunto, em que pesem trabalhos importantes como os de autoria de José Silvério Leite Fontes (1974), Beatriz Góis Dantas (1975), Maria Thétis Nunes (1978), Maria Nele dos Santos (1984) e Ibarê Dantas (2009). Com relação à contribuição de Thétis, ressalta o autor: “(&#8230;) o mais completo quando da vida urbana sergipana no século XIX” (p. 149).</p>
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<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CAPA_Urbanizacoes-brasileiras-1800-1850-scaled-1.webp"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-75030 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CAPA_Urbanizacoes-brasileiras-1800-1850-scaled-1-225x300.webp" alt="" width="225" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CAPA_Urbanizacoes-brasileiras-1800-1850-scaled-1-225x300.webp 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/02/CAPA_Urbanizacoes-brasileiras-1800-1850-scaled-1.webp 555w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>Tendo como marco temporal o período que vai de 1802 a 1855, Magno Francisco estabelece sua análise a partir de três situações históricas de Sergipe, a saber: dependente da Bahia (1802-1820), capitania independente (1820-1822) e província (1822-1855). Afora o fato de o fazer nas seguintes instâncias e circunscrições: judiciária, administrativa ou civil e eclesiástica. Elementos que colaboraram sobremaneira para definir o tipo de movimento e características que determinaram o nascimento da urbe sergipana, em lugares como (toponímia e nomenclatura de época): São Cristóvão, Itabaiana, Lagarto, Santa Luzia do Rio Real, Santo Amaro das Brotas, Vila Nova do Rio São Francisco, Tomar do Gerú, Propriá, Capela, Campos do Rio Real, Itabaianinha, Nossa Senhora do Socorro, Divina Pastora, Rosário, Espírito Santo, Estância, Laranjeiras, Simão Dias, Itaporanga, Porto da Folha, Vila Nova e Maruim.</p>

			</div></div>
<p>Entre as assertivas apresentadas pelo autor, destaco: a importância da Emancipação Política de Sergipe no reordenamento e maturação do processo de urbanização da Província nascente  e a importância e influência do clero secular e regular, neste último caso, das ordens franciscana, capuchinha e carmelitas. No que diz respeito a Lagarto, meu torrão amado, o trabalho de Magno fundamenta ainda mais a tese de que o lugar nunca fora dependente de outro, tendo feições emancipadas desde o seu nascedouro em 1669, enquanto Freguesia, e em 1679, como paróquia. Sem falar em seus condicionantes históricos de ordem jurídica, administrativa e econômica.</p>
<p>Obrigado, professor Magno Francisco por mais uma pérola historiográfica que não deixa a desejar aos melhores historiadores sergipanos de ontem e do tempo presente. Em tempo, quero dizer que sentimos inveja dos potiguares, que certamente estão lhe tratando bem, não somente a você, mas também `a sua esposa, à professora e historiadora Ane Luíse Silva Mecenas Santos.</p>
<p>Saudações sergipanas!</p>
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