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	<title>Arquivo para poesia - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Paredes – poemas de Assuero Cardoso Barbosa para desanuviar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 12:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; “Minha mãe correu ferrolhos”. Este é o verso que inicia uma das estrofes mais belas e profundas do novo livro do poeta lagartense Assuero Cardoso Barbosa. E escolho este verso em especial pela carga de memória e afeto que me trouxe ao lê-lo. Imediatamente, o título do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fparedes-poemas-de-assuero-cardoso-barbosa-para-desanuviar%2F&amp;linkname=Paredes%20%E2%80%93%20poemas%20de%20Assuero%20Cardoso%20Barbosa%20para%20desanuviar" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fparedes-poemas-de-assuero-cardoso-barbosa-para-desanuviar%2F&amp;linkname=Paredes%20%E2%80%93%20poemas%20de%20Assuero%20Cardoso%20Barbosa%20para%20desanuviar" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fparedes-poemas-de-assuero-cardoso-barbosa-para-desanuviar%2F&amp;linkname=Paredes%20%E2%80%93%20poemas%20de%20Assuero%20Cardoso%20Barbosa%20para%20desanuviar" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fparedes-poemas-de-assuero-cardoso-barbosa-para-desanuviar%2F&amp;linkname=Paredes%20%E2%80%93%20poemas%20de%20Assuero%20Cardoso%20Barbosa%20para%20desanuviar" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fparedes-poemas-de-assuero-cardoso-barbosa-para-desanuviar%2F&#038;title=Paredes%20%E2%80%93%20poemas%20de%20Assuero%20Cardoso%20Barbosa%20para%20desanuviar" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/paredes-poemas-de-assuero-cardoso-barbosa-para-desanuviar/" data-a2a-title="Paredes – poemas de Assuero Cardoso Barbosa para desanuviar"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">“M</span>inha mãe correu ferrolhos”. Este é o verso que inicia uma das estrofes mais belas e profundas do novo livro do poeta lagartense Assuero Cardoso Barbosa. E escolho este verso em especial pela carga de memória e afeto que me trouxe ao lê-lo. Imediatamente, o título do poema “Desanuviar” (p. 29) me fez lembrar alguns dos dizeres de dona Claudemira (minha mãe). Aliás, um dos meus prediletos e do qual me valho em diversas situações da vida, sobretudo quando as coisas estão tensas ou quando estou sob pressão, pois sinto a necessidade, e busco, de me libertar um pouco, respirar, distensionar, enfim, desanuviar.  Como dizia dona Mira: “retirar aquela nuvem sombria que embaça a alegria da vida”.</p>
<figure id="attachment_98458" aria-describedby="caption-attachment-98458" style="width: 189px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-scaled.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-98458" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-225x300.jpg" alt="Assuero Cardoso Barbosa, autografando o livro &quot;Paredes&quot;" width="189" height="252" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-225x300.jpg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-769x1024.jpg 769w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-768x1023.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-1153x1536.jpg 1153w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-1538x2048.jpg 1538w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-scaled.jpg 1922w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98458" class="wp-caption-text">Assuero Cardoso Barbosa autografando o seu livro &#8220;Paredes&#8221; Fotos: Acervo pessoal</figcaption></figure>
<p>E foi com esse sentimento que li e mergulhei nos poemas do livro “Paredes”, lançado numa noite emocionante, leve e concorrida do dia 25 de abril, sábado último, no hall de entrada da Casa de Cultura Sílvio Romero (antigo Grupo Escolar, 1923), na cidade de Lagarto-SE. O livro com 131 poemas que revelam um poeta maduro e ainda mais sensível e criativo. Resultado da Política Nacional Aldir Blanc (MINC – Governo Federal), a produção do livro contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Lagarto, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, na pessoa do titular da pasta, o artista plástico José Antônio Prata Neto (Nenê), que tem feito, com sua equipe dedicada, um excelente trabalho de difusão, estímulo e valorização da cultura lagartense.</p>
<p>Nascido em Lagarto, no dia 13 de setembro de 1965, Assuero Cardoso Barbosa está entre os maiores poetas da história cultural de Sergipe. Despontou para a arte poética no início dos anos 1980, conquistando seu primeiro prêmio de destaque em 1984, com o terceiro lugar no II Concurso de Poesia Falada de Lagarto. Daí em diante foi uma ascendência meteórica, construindo uma carreira firme e sólida, inclusive na docência. As premiações se seguiram, seja em nível de Sergipe (Aracaju, Propriá, Estância, Tobias Barreto) seja em nível nacional, a exemplo de Penedo-AL, São Paulo-SP, Mococa-SP, Cachoeira- ES e Gramado-RS).</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Publicou seu primeiro livro de poesia, “Nu e Noturno”, em 1991. Até a presente data, além de “Paredes”, também publicou “Tribo” (1997), “Lua Lírica” (2001), “A cerca de vidros” (2009), “Lagarto em Verso e Trova” (2012), “Um quarto de hora” (2014), “A saga de Zefa Ninguém” (2016) e “Antologia Poética” (2021). Sem deixar de mencionar o livro “O espectro no espelho” (2005), de contos e crônicas, e “Das atrações às traições” (2024), que reúne contos e minicontos. Ao todo foram 10 livros lançados, afora inúmeras participações em antologias e outros livros.</p>

			</div></div>
<p>Com ele, tive a grata satisfação de dividir alguns projetos editoriais, a saber: “Limites Democráticos do Brasil, de Abelardo Romero Dantas” (2009); “Monsenhor João Batista de Carvalho Daltro” (2011); “Nos bailes da vida” (2013), em comemoração aos cinquenta anos da Banda Los Guaranys; na edição Centenária do livro “O Triunfo”, de autoria de Ranulfo Prata (2019); em “Letras em Movimento” (2019); e “Laudelino Freire – Ensaios, História e Memória” (2023).</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Por toda essa trajetória bem-sucedida, não faltaram reconhecimentos por seu trabalho, com participações em agremiações literárias e também honrarias, tais como: Auditório Assuero Cardoso Barbosa (Centro Cultural Adalberto Fonseca – Lagarto/SE) &#8211; 2000; Comenda Sílvio Romero (Câmara de Vereadores de Lagarto, 2001); membro correspondente da Academia Cachoeirense de Letras – ES, 2012; Comenda Monsenhor Daltro (Prefeitura Municipal de Lagarto, 2012); Destaque da Educação – EDUCAR-SE, 2012; Membro fundador da Academia Lagartense de Letras (2013); Dia Municipal da Poesia – Prefeitura Municipal de Lagarto, dia 13 de maio – Lei nº 756 de 2017; membro da Academia de Letras Brasil/Suíça (Núcleo Sergipe, 2020); Moção de Congratulação da Câmara de Vereadores de Lagarto, 2021; membro honorário e título de comendador pela Academia Tobiense de Letras, 2021; Prêmio REALCE 2022/2023; menção honrosa da Academia Riachãoense de Letras, Artes e Cultura, 2023; Medalha Mérito Educacional Manoel José Bomfim – Assembleia Legislativa de Sergipe, 2024; e Sócio Honorário da Academia Riachãoense de Letras, Artes e Cultura, 2025.</p>

			</div></div>
<figure id="attachment_98457" aria-describedby="caption-attachment-98457" style="width: 169px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio.webp"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-98457" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-169x300.webp" alt="Claudefranklin e esposa com o poeta Assueredo" width="169" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-169x300.webp 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-576x1024.webp 576w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-768x1365.webp 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-864x1536.webp 864w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio-1152x2048.webp 1152w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Acervo-Proprio.webp 1206w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /></a><figcaption id="caption-attachment-98457" class="wp-caption-text">CaudefranKlin e a esposa, Patrícia Monteiro</figcaption></figure>
<p>Conheço Assuero Cardoso Barbosa desde agosto de 1994, quando de nossa convivência professoral no Colégio Cenecista Laudelino Freire, em Lagarto, onde nasceu uma amizade fraterna que sobreviveu às vicissitudes do tempo e das relações humanas e a todas as suas mazelas, incluindo mexericos, ruídos de comunicação e malquereres, posto que foi um sentimento de afeto, amor recíproco e de gratidão que prevaleceu. Devo a ele e ao saudoso professor José Cláudio Monteiro Santos tudo que me tornei, sobretudo no campo das letras e da arte de escrever.</p>
<p>Com sua bondade, desprendimento, aversão à vaidade e generosidade, aliados ao talento singular e inconteste, Assuero Cardoso Barbosa é hoje o nosso “<strong>poeta-mor</strong>”, “mor”, como disse na noite do lançamento de “Paredes” no que a etimologia tem de melhor para além de “maior” <em>(maiorem – latim)</em>. Também o é “amor” (aférese). E a noite em que “Paredes” foi apresentada não poderia ter sido melhor, pois o céu, estrelado, pediu licença à chuva, desanuviou-se, e a lua lírica (como frisou o confrade José Uesele, cerimonialista na oportunidade) veio dar o ar da graça e saudar o nosso poeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A cor do canto</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-cor-do-canto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:54:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Incidental — Considerações Estéticas a Qualquer Momento]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[cor]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando de Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[O Quarto Azul]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; O escritor Fernando de Mendonça, tem já uma considerável estrada percorrida. Na caminhada, romances e produções críticas.  Há pouco tempo se decidiu por enveredar pela poesia: O Quarto Azul, Editora Urutau, 2024. Sim, há dois anos. Mas, quando digo “há pouco tempo”, é isso mesmo: dois anos, para um &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">O </span>escritor Fernando de Mendonça, tem já uma considerável estrada percorrida. Na caminhada, romances e produções críticas.  Há pouco tempo se decidiu por enveredar pela poesia: O Quarto Azul, Editora Urutau, 2024.</p>
<figure id="attachment_97583" aria-describedby="caption-attachment-97583" style="width: 1600px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/03/autor-fernando.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-97583 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/03/autor-fernando.jpeg" alt="O escritor Fernando Mendonça" width="1600" height="1066" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/03/autor-fernando.jpeg 1600w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/03/autor-fernando-300x200.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/03/autor-fernando-1024x682.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/03/autor-fernando-768x512.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/03/autor-fernando-1536x1023.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-97583" class="wp-caption-text">O escritor Fernando de Mendonça</figcaption></figure>
<p>Sim, há dois anos. Mas, quando digo “há pouco tempo”, é isso mesmo: dois anos, para um livro bem escrito, bem cuidado, é período de conquista dos espaços, ainda que de modo sereno, sem alarde.</p>
<p>Então, agora chega às minhas mãos “O Quarto Azul”, mediante gesto generoso do autor, a quem devoto admiração pelo alto nível intelectual, pela elegância com que trata o fenômeno Literatura, pela capacidade de transitar em campo diferente (não obstante, convergente), como o Cinema.</p>
<h3><strong>Sobre “O Quarto Azul”</strong></h3>
<p>Antes de seguir, aviso aos navegantes e retirantes, que não comentarei sobre todos os poemas. Após a leitura, selecionei quatro, poemas das seguintes páginas: 11, 25, 45, 65. E, dentro do possível, darei uma pincelada geral. Motivo? Preguiça mesmo.</p>
<p><strong><b>Observaçãozinha antipática</b></strong>: as epígrafes pesam sem carga útil, são absolutamente desnecessárias. Os poemas, os dois textos em prosa, bastam. Aliás, sobre os textos em prosa, caberiam, sim, mais dois.</p>
<p>Fernando compõe fascinante e comovente linha do tempo, de trajetória de vida: “Entrada”, “O Menino”, “O Homem”, “O Ancião”.</p>
<p>O autor incluiu, como já mencionei acima, no conjunto da obra, dois curtos textos de recepção em prosa em primorosa arquitetura. E, antes de comentar sobre os poemas, tecerei considerações sobre os textos, aos quais, por falta de denominação melhor, os classificarei “textos de reflexão”.</p>
<h4><strong><b>A porta: o limiar como experiência ontológica</b></strong></h4>
<p>O primeiro texto eleva a abertura, geralmente móvel, instalada em parede, destinada a permitir ou impedir a passagem entre dois espaços, à condição que ultrapassa em muito sua função utilitária.</p>
<p>O primeiro é referência à porta, à entrada guardada pelo objeto, elemento de transição, que permite ou impede o acesso entre dois ambientes distintos. Esta é uma definição um tanto técnica, talvez um tanto fria. É então que a pena do escritor reorganiza (ou desorganiza, reformula?) objeto, ambiente e contexto, incluindo densa percepção psicológica do entrar e sair, ou seja, passar por um estreito espaço, onde não é dentro e nem fora — terra de ninguém. Há uma porta, provavelmente de modelo simples. Apenas madeira, dobradiças reagentes e uma maçaneta discreta.</p>
<p>Contudo, não, não será desta maneira que a porta será abordada por Mendonça. O objeto deixa de ser tão somente objeto e se torna estrutura de mediação — A expressão “condição umbilical” sugere que entrar e sair do quarto não é um simples deslocamento físico, mas uma forma de nutrição existencial, uma dependência originária entre interior e exterior. Isso, no meu parco compreender, remete à tradição filosófica, a qual possui, como referência, Martin Heidegger e Merleau-Ponty. Em ambos os sistemas, resguardadas suas especificidades,  o ser está sempre em relação, jamais encerrado em si. A imagem do parafuso — “que jamais completa um giro inteiro” — introduz uma concepção particularmente sofisticada do movimento: não há conclusão, apenas aproximação contínua. O gesto de atravessar a porta nunca se resolve plenamente; ele é, por natureza, incompleto. A porta, assim, não é passagem neutra — é um operador de transformação. Ao atravessá-la, “todas as estações do universo se transformam”. Há aqui uma espécie de cosmologia do gesto mínimo: o ato cotidiano adquire dimensão quase cósmica. O limiar torna-se o ponto onde tempo e espaço se reconfiguram. E então, abruptamente, a ordem: “Feche a porta.” A ordem é seca, quase litúrgica. Depois de toda a expansão metafísica, o gesto final é de clausura. Isso sugere que o escritor está ciente de que o conhecimento do limiar não conduz à abertura infinita, mas à consciência do limite.</p>
<h4><strong><b>Memória, vigília e interioridade</b></strong></h4>
<p>O segundo texto põe-se a refletir, com certa angústia, sobre os assombros que se insinuam nas sombras. Não o medo pelo medo. Muito mais o lidar com as presenças, materiais ou não, formas anônimas pela falta de iluminação identificadora. O texto remeteu a mim aos exercícios mnemônicos do asmático e parisiense memorialista, bebedor de chás com madalenas. Se o primeiro texto trata do abandono da ideia da condição topológica para se tornar uma ontologia do movimento (não há ponto A nem ponto B, mas o &#8220;entre-lugares&#8221; onde a essência humana é testada e forjada), o segundo instala-se na condição de quem atravessa o tempo mantendo-se no mesmo estado e lugar — mais especificamente, na noite. Aqui, o quarto não é atravessado, mas habitado em sua obscuridade. O eixo desloca-se para a memória: “se não lembramos o quarto, em seu escuro, não o compreendemos quarto”. A compreensão não vem da presença imediata, mas da retenção — daquilo que persiste quando a luz se vai. Trata-se de uma epistemologia da penumbra. A lâmpada assume, então, um papel quase antropomórfico e anímico: “ela não dorme”, “ela vela”, “ela espera”. Não é apenas fonte de luz, mas figura de vigilância — uma guardiã simbólica contra a dissolução do espaço na noite. Mesmo apagada, ela permanece como promessa de visibilidade, como memória ativa da luz. A lâmpada torna-se objeto físico com alta carga simbólica — aquilo que assegura a continuidade do mundo enquanto dormimos. E então: “Apague a luz.” Se, no primeiro texto o imperativo encerrava o movimento, aqui ele suspende o estado de prontidão e atenção contínuas. Mas não sem ambiguidade: cessar com a iluminação é confiar na permanência do mundo, porém, sem garantia sensível. É, mediante minha interpretação da atitude, gesto de abandono controlado.</p>
<h4><strong>Dos Poemas (Trechos)</strong></h4>
<p>Entretanto, Mendonça, via seus versos sem ruídos, previne, no<strong><b> PRIMEIRO POEMA, PÁGINA 11</b></strong>, que ali é (res)guardado um universo: &#8220;Há neste quarto/um contrato/com o mistério do haver&#8221; O poema impressiona, antes de tudo, pela economia extrema (não é assinatura do autor, outros são bem mais longos). Em apenas três versos, constrói um campo de reflexão que é simultaneamente íntimo e metafísico. O primeiro verso — “Há neste quarto” — estabelece um espaço concreto, doméstico, quase banal. O segundo verso introduz uma inflexão decisiva: “um contrato”. A palavra é inesperada no registro lírico. Ela pertence ao vocabulário jurídico, racional, quase burocrático O terceiro verso abre a dimensão filosófica: “com o mistério do haver”. A expressão desloca o poema para um plano ontológico. Assim, o poema sugere que naquele quarto se estabelece uma espécie de pacto silencioso entre o homem e o enigma fundamental da existência.</p>
<h4><strong>Poema página 25</strong></h4>
<p>Quanto ao poema da página 25, este se alonga, porém na justa medida. Aborda objeto dos mais íntimos e curiosos: travesseiro. Vamos aos quatro primeiros versos:</p>
<blockquote><p>&#8220;A inauguração/de um travesseiro novo é/a inauguração/de uma intimidade&#8221;.</p></blockquote>
<p>Do modo como vejo a disposição das palavras, “inauguração” é, dentre as demais, decisiva. Mediante este termo, o objeto é retirado, por assim dizer, do plano do uso diário, comum. Travesseiro no plano das condutas arquetípicas, dando significado àquela ação pessoal, individual, permitindo a vivência do momento sagrado. Travesseiro que recebe o peso da cabeça, mas também recebe o que a mente deposita durante a noite: sonhos, pensamentos, cansaços, memórias. Há uma solenidade discreta nisso — algo que lembra os seus temas recorrentes: o quarto, o recolhimento, a solidão habitada. Eis percepção das mais elegantes: a intimidade não existe antes do contato repetido. Nasce do hábito, da proximidade silenciosa, da convivência do corpo com as coisas.</p>
<h4><strong>Poema página 45</strong></h4>
<blockquote><p>&#8220;Não há o princípio do mistério/no olhar do homem, não/há incertezas, não/há nuvens que lhe/atravessem a mente, nem/questões em aberto que angustiam/os grãos da tarde, as/horas de sol alto, o/esquecimento momentâneo de/que o crepúsculo virá&#8221;.</p></blockquote>
<p>Primeiros versos se apresentam a este velho e jurássico crítico, antes de tudo, com a representação da consciência exaurida do que eu conceituaria como inquietação metafísica. A estrofe descreve o homem cujo olhar não alberga o “princípio do mistério”. Nele não há mais, na minha compreensão, centelha inicial indagadora — aquela fresta por onde dúvida, imaginação, assombro costumam se infiltrar. A repetição enfática de “não há” constrói uma atmosfera de supressão. Cada negação elimina um elemento da experiência reflexiva: não há incertezas, não há nuvens mentais, não há questões em aberto. O poema parece sugerir que, pelo menos naquele momento, o pensamento desse homem não conhece turbulência, ambiguidade ou interrogação. Trata-se de uma mente lisa, sem zonas de sombra. Os versos não apresentam isso como uma virtude. Muito pelo contrário, a ausência de mistério adquire um tom quase inquietante. A metáfora “as questões em aberto que angustiam os grãos da tarde” é particularmente expressiva: ela sugere que o próprio tempo — a tarde, com sua luz intensa e suas partículas de poeira suspensas — costuma carregar um tipo de inquietação existencial. Nesse homem, porém, nem mesmo o peso silencioso das horas provoca reflexão.</p>
<h4><strong>Poema página 65</strong></h4>
<blockquote><p>&#8220;Mesmo sem espelhos, o quarto/ não deixa de refletir/os contornos daquilo que/se precisa enxergar, havendo/quase uma constituição/ vítrea em todas as/formas presentes”.</p></blockquote>
<p>Como preveni, não vou tratar de todo poema. Mas asseguro que, de todo o livro, é, na minha percepção, o mais complexo. O que direi, sobre este poema, com toda certeza, deixará a desejar ou, até mesmo, apontará leitura equivocada. Todavia, noblesse oblige. E eu, a arvorar-me crítico literário, devo emitir juízo. Prossigamos, então. O quarto funciona qual câmara de revelação, isto é, espaço físico isolado da luz externa, a operar a dupla interioridade — espaço-quarto e espaço-poeta. Isso indica que a reflexão não depende de superfícies físicas, mas da própria configuração do espaço íntimo. A expressão “constituição vítrea” atribui aos objetos uma qualidade quase transparente, como se tudo ali estivesse predisposto a devolver ao sujeito aquilo que ele precisa perceber. Nesse sentido, o quarto participa ativamente do processo de autoconhecimento. A imagem também dialoga com a ideia, presente nos versos anteriores, de que o quarto não é apenas um lugar de repouso, mas um instrumento silencioso de introspecção. O quarto funciona como um espelho difuso da consciência, onde as formas exteriores refletem discretamente a verdade interior do observador.</p>
<h4><strong>Quarto — trata-se de cenário mínimo, mas suficiente para oferecer espaço à experiência.</strong></h4>
<p>Pela proposta estética de Mendonça, o quarto se amplia, exponencialmente, em sua condição subjetiva e lírica. O escritor Fernando de Mendonça, mediante sua comprovada experiência literária, seu hábil domínio do discurso, elege o quarto a elemento-referência, e torna-se partícipe da tradição literária que compreende este espaço como campo possível para experiências poéticas, seja em verso ou em prosa. Proust, por exemplo, reconfigura o quarto de modo a este deixar de ser pura e simplesmente um lugar físico. Ele é um conjunto de elementos que interagem entre si de forma organizada para atingir um objetivo: lidar com recordações acumuladas. Em Memórias do Subsolo, Dostoiévski (autor muito bem conhecido por Fernando de Mendonça) coloca seu narrador em um quarto miserável, quase subterrâneo. A narrativa nasce de uma consciência isolada que se observa com crueldade. Já em Virginia Wolff, o quarto não é, como em Dostoiévski ou Kafka, claustrofóbico. Torna-se uma arquitetura mínima da liberdade intelectual representada por três condições, as quais considero essenciais para a criação: silêncio, possibilidade de continuidade de pensamento e independência material. Esta última nem sempre se dá num grau absoluto, mas, a partir de algumas garantias, a pena corre mais leve.</p>
<p>O escritor e estudioso da Literatura Fernando de Mendonça passa a fazer parte, pelos versos, pelo poema, desta realidade estética, do explorar pequenos espaços e, destes, colher os resultados, as soluções, as respostas funcionais e elegantes. O quarto como núcleo de um sistema de narrativa (em verso ou prosa): proposta não original, não nova.  Não tem de ser. Basta ser, como em &#8220;O Quarto Azul&#8221;, bem elaborada, competente, eficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A vida sem poesia é comida sem tempero</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-vida-sem-poesia-e-comida-sem-tempero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andre Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 09:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia Desses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; André Brito (*) &#160; Dia desses eu estava lembrando da importância que as manifestações artísticas têm na vida das pessoas. Literatura, música, dança, enfim, tudo que sobressalta uma visão de mundo em forma de arte dá sabor ao que nos rodeia. E que sabor! Aos meus alunos de Literatura, tenho sempre o cuidado de &#8230;</p>
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<blockquote><p>André Brito (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">D</span>ia desses eu estava lembrando da importância que as manifestações artísticas têm na vida das pessoas. Literatura, música, dança, enfim, tudo que sobressalta uma visão de mundo em forma de arte dá sabor ao que nos rodeia. E que sabor! Aos meus alunos de Literatura, tenho sempre o cuidado de dizer o quão é importante estar perto do fazer artístico. A poesia, por exemplo, tem o dom de encantar, “de adormecer as crianças e acordar os homens”, como bem cantou Carlos Drummond de Andrade.</p>
<p>E mais fundamental ainda é poder enxergar a poesia que a vida nos concede, gratuitamente, todos os dias, sob diversas formas:</p>
<blockquote><p>um sorriso de criança (que nos faz refletir sobre a pureza mais pura); um sorriso de adulto (atributo que está ficando cada vez mais escasso no rosto das pessoas); o canto e o voar dos pássaros (que nos remete à liberdade de que dispomos — ou não); o entardecer e suas cores únicas (mostrando que também somos únicos e especiais); as ondas do mar (que servem para nos dizer que não somos eternos, mas somos fortes quando queremos); a brisa no rosto (traduzida no cuidado de Deus conosco); a comida que preparam pra nós (que demonstra que existe doação de vida de uma pessoa para outra)&#8230; e mais uma infinidade de coisas que nos rodeiam.</p></blockquote>
<p>Mas quer saber? Quantas vezes conseguimos enxergar poesia diante de tanta obrigação, de tantos afazeres, de tantas necessidades que criamos e que são criadas, tornando-nos “escravos” de um devir (leia Parmênides) sem fim. Sem estarmos em torno da mesma volta. Ao entrarmos nesse fluxo contínuo de ter que ser, deixarmos de ser. Que paradoxo mais sem nexo, não é? Mas é assim.</p>
<p>Tomara que eu nunca esqueça que há poesia constante em tudo. E que meus alunos possam me escutar. Assim, entenderão que leveza é TUDO.</p>
<p>E já que falei em poesia, veja uma amostra do que estará no meu livro “Estrada de pedra e rosas”:</p>
<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: center;">se o tempo fora passagem inerte dos destinos</p>
<p style="text-align: center;">há que se desculpar quem passou despercebido</p>
<p style="text-align: center;">e se o mesmo tempo já fora um menino</p>
<p style="text-align: center;">eleva-se a estima em único sentido</p>
<p style="text-align: center;">mas se já não sobra tempo ao que já é ido</p>
<p style="text-align: center;">hão de se calar todos os alaridos</p>
<p style="text-align: center;">e ouvir calar o sopro dos que vêm</p>
<p style="text-align: center;">nas vozes dos que já são partidos</p>
<p style="text-align: center;">DIAS</p>
<p style="text-align: center;">por que pedes que eu me cale</p>
<p style="text-align: center;">se nem voz mais tenho para alarde</p>
<p style="text-align: center;">apenas em meu peito vil se arde</p>
<p style="text-align: center;">a dor do meu amor que me invade?</p>
<p style="text-align: center;">por que queres que me deite</p>
<p style="text-align: center;">se teu cheiro insano me impede</p>
<p style="text-align: center;">de negar o que quero que se negue</p>
<p style="text-align: center;">neste dia tão atroz que não se perde?</p>
<p style="text-align: center;">por que ris de meu amor tão pueril</p>
<p style="text-align: center;">se dele recebeste todo um rio</p>
<p style="text-align: center;">de água pura, de vento frio</p>
<p style="text-align: center;">tornando-o, portanto, um poço vil?</p>
<p style="text-align: center;">por que me matas desta forma enfurecida</p>
<p style="text-align: center;">sem ao menos dar um pouco de guarida,</p>
<p style="text-align: center;">abrindo em mim tão cálidas feridas</p>
<p style="text-align: center;">cujo tempo de curar é toda uma vida?</p>
<blockquote>
			</div></div>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
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			</item>
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		<title>“Vim, vi e venci”: a estreia vitoriosa de Luis Osete no Prêmio Jabuti 2025</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/vim-vi-e-venci-a-estreia-vitoriosa-de-luis-osete-no-premio-jabuti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 13:47:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cardeal da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
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		<category><![CDATA[Luis Osete]]></category>
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		<category><![CDATA[Prêmio Jabuti]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=94509</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Antônio Carlos Garcia (*) &#160; “Vim, vi e venci.” A famosa frase do imperador romano Júlio César resume com precisão a jornada do jornalista, psicólogo e escritor Luis Osete, natural de Cardeal da Silva (BA), no 67º Prêmio Jabuti, o mais tradicional reconhecimento da literatura brasileira. Em sua primeira participação, Osete chegou, concorreu &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fvim-vi-e-venci-a-estreia-vitoriosa-de-luis-osete-no-premio-jabuti%2F&amp;linkname=%E2%80%9CVim%2C%20vi%20e%20venci%E2%80%9D%3A%20a%20estreia%20vitoriosa%20de%20Luis%20Osete%20no%20Pr%C3%AAmio%20Jabuti%202025" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fvim-vi-e-venci-a-estreia-vitoriosa-de-luis-osete-no-premio-jabuti%2F&amp;linkname=%E2%80%9CVim%2C%20vi%20e%20venci%E2%80%9D%3A%20a%20estreia%20vitoriosa%20de%20Luis%20Osete%20no%20Pr%C3%AAmio%20Jabuti%202025" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fvim-vi-e-venci-a-estreia-vitoriosa-de-luis-osete-no-premio-jabuti%2F&amp;linkname=%E2%80%9CVim%2C%20vi%20e%20venci%E2%80%9D%3A%20a%20estreia%20vitoriosa%20de%20Luis%20Osete%20no%20Pr%C3%AAmio%20Jabuti%202025" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fvim-vi-e-venci-a-estreia-vitoriosa-de-luis-osete-no-premio-jabuti%2F&amp;linkname=%E2%80%9CVim%2C%20vi%20e%20venci%E2%80%9D%3A%20a%20estreia%20vitoriosa%20de%20Luis%20Osete%20no%20Pr%C3%AAmio%20Jabuti%202025" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fvim-vi-e-venci-a-estreia-vitoriosa-de-luis-osete-no-premio-jabuti%2F&#038;title=%E2%80%9CVim%2C%20vi%20e%20venci%E2%80%9D%3A%20a%20estreia%20vitoriosa%20de%20Luis%20Osete%20no%20Pr%C3%AAmio%20Jabuti%202025" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/vim-vi-e-venci-a-estreia-vitoriosa-de-luis-osete-no-premio-jabuti/" data-a2a-title="“Vim, vi e venci”: a estreia vitoriosa de Luis Osete no Prêmio Jabuti 2025"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Antônio Carlos Garcia (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">“V</span>im, vi e venci.” A famosa frase do imperador romano Júlio César resume com precisão a jornada do jornalista, psicólogo e escritor <strong>Luis Osete</strong>, natural de <strong>Cardeal da Silva (BA)</strong>, no <strong>67º Prêmio Jabuti</strong>, o mais tradicional reconhecimento da literatura brasileira. Em sua primeira participação, Osete chegou, concorreu e venceu na categoria <strong>Escritor Estreante – Poesia</strong> com o livro <em>Maracujá Interrompida</em>, publicado pela <strong>Cepe Editora</strong>. A cerimônia de premiação aconteceu nesta <strong>segunda-feira (27)</strong>, no <strong>Theatro Municipal do Rio de Janeiro</strong>, com apresentação de <strong>Marisa Orth</strong> e <strong>Silvio Guindane</strong>.</p>
<p>Luis Osete  explicou o sentido e a origem de sua obra vencedora:</p>
<blockquote><p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/maracuja-livro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-94518 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/maracuja-livro-197x300.jpg" alt="" width="131" height="199" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/maracuja-livro-197x300.jpg 197w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/maracuja-livro.jpg 262w" sizes="auto, (max-width: 131px) 100vw, 131px" /></a>“Para compor o livro, criei uma família fictícia, com base nas histórias de mulheres vítimas de violência que escutei durante o estágio em Psicologia numa unidade de saúde de Petrolina. Usei, por exemplo, a metáfora do corte do pé de maracujá para simbolizar a perda da mãe, por isso o nome <em>Maracujá Interrompida</em>. Esclareço isso com tanto cuidado porque acho importante estarem cientes. Não é uma história agradável de se ler, como não foi agradável escutar e muito menos escrever. É que, às vezes, precisamos colocar pra fora realidades que nos sufocam e que, embora pareçam distantes e chocantes, fazem parte da nossa sociedade”.</p></blockquote>
<figure id="attachment_94516" aria-describedby="caption-attachment-94516" style="width: 161px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-jabuti-selo.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-94516" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-jabuti-selo-300x300.png" alt="" width="161" height="161" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-jabuti-selo-300x300.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-jabuti-selo-1024x1024.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-jabuti-selo-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-jabuti-selo-768x768.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-jabuti-selo-1536x1536.png 1536w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-jabuti-selo-2048x2048.png 2048w" sizes="auto, (max-width: 161px) 100vw, 161px" /></a><figcaption id="caption-attachment-94516" class="wp-caption-text">Selo do Prêmio Jabuti</figcaption></figure>
<p>De acordo com a curadoria do Jabuti, <em>Maracujá Interrompida</em> é “um longo poema sobre a suspensão e a elaboração do luto materno, em que o eu lírico observa a grande perda refletida na paisagem, travando um diálogo com a ausência presente”. O livro, que marcou a estreia literária de Osete, já havia sido <strong>premiado</strong> com o <strong>8º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</strong>, promovido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, a <strong>Fundarpe</strong> e a própria <strong>Cepe Editora</strong>, antes de conquistar o Jabuti.</p>
<p>Na categoria <strong>Escritor Estreante – Poesia</strong>, Osete venceu concorrendo com as obras <em>“Ninguém morreu naquele outono”</em>, de <strong>Manoella Valadares</strong> (Editora Telaranha); <em>“O sal e a sede”</em>, de <strong>Guilherme Amorim</strong> (Editora Urutau); <em>“Refinaria”</em>, de <strong>Rodrigo Cabral</strong> (Editora Sophia); e <em>“Touros e lagartos”</em>, de <strong>Luana Bruno</strong> (Editora Urutau).</p>
<h3>Voz sensível e inovadora</h3>
<p>Radicado desde 2005 entre <strong>Juazeiro (BA)</strong> e <strong>Petrolina (PE)</strong>, Osete é uma das vozes mais sensíveis e inovadoras da nova geração literária do <strong>Sertão do São Francisco</strong>. Ele transita entre o <strong>Rio de Janeiro</strong>, onde cursa doutorado em Educação na <strong>UERJ</strong> e integra o grupo de pesquisa <strong>Kékeré</strong>, e as margens do <strong>Rio São Francisco</strong>, cenário e campo de suas investigações com crianças. Formado em <strong>Jornalismo pela UNEB</strong> e com estudos em <strong>Psicologia pela Univasf</strong>, o autor une o olhar do repórter e a escuta do pesquisador para compor uma escrita profundamente humana e social.</p>
<p>Com a conquista, Luis Osete reafirma o potencial literário do Vale do São Francisco, levando a poesia sertaneja e o olhar do interior nordestino para o centro da literatura brasileira contemporânea. Sua vitória traduz a essência da célebre sentença de César: ele chegou, viu e venceu — não com espadas, mas com versos que transformam em arte as vozes silenciadas do sertão.</p>
<p>Leia também: <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/o-escritor-baiano-luis-osete-e-finalista-do-premio-jabuti-com-maracuja-interrompida/" target="_blank" rel="noopener">O escritor baiano Luis Osete é finalista do Prêmio Jabuti com Maracujá Interrompida</a></span></p>
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<div class="box success  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h3>Registro do momento em que Luis Osete recebe o Prêmio Jabuti</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Prêmio Luis Osete" width="618" height="464" src="https://www.youtube.com/embed/vqegH08yiXo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>

			</div></div>
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		<title>O escritor baiano Luis Osete é finalista do Prêmio Jabuti com Maracujá Interrompida</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/o-escritor-baiano-luis-osete-e-finalista-do-premio-jabuti-com-maracuja-interrompida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 13:17:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Cepe]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[finalista]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Osete]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Jabuti]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor Luis Osete, natural de Cardeal da Silva (BA) e radicado em Petrolina (PE), figura entre os finalistas do 67.º Prêmio Jabuti, o mais tradicional prêmio literário do Brasil, com o livro Maracujá interrompida, publicado pela Cepe Editora. A obra concorre na categoria Escritor Estreante – Poesia, e a cerimônia de entrega ocorrerá em &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/o-escritor-baiano-luis-osete-e-finalista-do-premio-jabuti-com-maracuja-interrompida/">O escritor baiano Luis Osete é finalista do Prêmio Jabuti com Maracujá Interrompida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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<p data-start="401" data-end="965">O escritor <strong data-start="412" data-end="426">Luis Osete</strong>, natural de <strong data-start="439" data-end="464">Cardeal da Silva (BA)</strong> e radicado em <strong data-start="479" data-end="497">Petrolina (PE)</strong>, figura entre os finalistas do <strong data-start="529" data-end="551">67.º Prêmio Jabuti</strong>, o mais tradicional prêmio literário do Brasil, com o livro <em data-start="612" data-end="635">Maracujá interrompida</em>, publicado pela <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.cepe.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Cepe Editora</a></span>. A obra concorre na categoria <strong data-start="695" data-end="726">Escritor Estreante – Poesia</strong>, e a cerimônia de entrega ocorrerá em <strong data-start="765" data-end="790">27 de outubro de 2025</strong>, às <strong data-start="795" data-end="802">19h</strong>, no <strong data-start="807" data-end="846">Theatro Municipal do Rio de Janeiro</strong> (Praça Floriano, Cinelândia), com transmissão ao vivo pelo canal da <strong data-start="915" data-end="951">Câmara Brasileira do Livro (CBL)</strong> no YouTube.</p>
<p data-start="967" data-end="1486">Luis Osete é jornalista e psicólogo, doutorando pela <strong data-start="1020" data-end="1071">Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).</strong> <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/germano-xavier-lanca-seu-terceiro-livro/" target="_blank" rel="noopener">E também ex-colaborador do Portal Só Sergipe.</a></span>  Em <em data-start="1149" data-end="1172">Maracujá interrompida</em>, sua estreia na poesia, o autor apresenta um longo poema sobre o <strong data-start="1238" data-end="1264">luto da figura materna</strong>, inspirado em histórias ouvidas durante seu estágio em Psicologia, em Petrolina. O livro venceu o <strong data-start="1363" data-end="1411">8.º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</strong>, promovido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e pela Cepe Editora.</p>
<p data-start="1488" data-end="1938">A <strong data-start="1490" data-end="1506">Cepe Editora</strong> marca presença dupla na final do Prêmio Jabuti, com dois títulos entre os cinco finalistas. Além de <em data-start="1607" data-end="1630">Maracujá interrompida</em>, que disputa em Escritor Estreante (Poesia), a obra <em data-start="1683" data-end="1727">Fotobiografia Naná: do Recife para o mundo</em>, organizada por <strong data-start="1744" data-end="1767">Augusto Lins Soares</strong>, concorre na categoria <strong data-start="1791" data-end="1800">Artes</strong>. Para o editor <strong data-start="1816" data-end="1832">Diogo Guedes</strong>, as indicações reafirmam o compromisso da Cepe com a valorização da literatura e da cultura brasileira.</p>
<p data-start="1488" data-end="1938">“A fotobiografia de Naná é uma homenagem visual ao grande músico pernambucano, enquanto <em data-start="2030" data-end="2053">Maracujá interrompida</em> é um belíssimo poema sobre o luto e o nascimento de uma nova voz poética”, afirmou Guedes.</p>
<p data-start="1488" data-end="1938"><span style="font-size: 22px; font-weight: bold;">Livro do Ano</span></p>
<p data-start="2917" data-end="3399">A <strong data-start="2919" data-end="2955">Câmara Brasileira do Livro (CBL)</strong> divulgou a lista de finalistas na última terça-feira (7), com <strong data-start="3018" data-end="3043">4.530 obras inscritas</strong> nas <strong data-start="3048" data-end="3065">23 categorias</strong> distribuídas em quatro eixos — Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação. Os vencedores receberão a tradicional <strong data-start="3190" data-end="3213">estatueta do Jabuti</strong> e <strong data-start="3216" data-end="3228">R$ 5 mil</strong>. Já o <strong data-start="3235" data-end="3251">Livro do Ano</strong> será contemplado com <strong data-start="3273" data-end="3286">R$ 70 mil</strong> e uma <strong data-start="3293" data-end="3331">viagem à Feira do Livro de Londres</strong>, dentro das celebrações do <strong data-start="3359" data-end="3396">Ano da Cultura Brasil–Reino Unido</strong>.</p>
<p data-start="3401" data-end="3702">Entre as novidades da edição de 2025 está a categoria especial <strong data-start="3464" data-end="3516">Fomento à Leitura – Rio Capital Mundial do Livro</strong>, dedicada a projetos de incentivo à leitura realizados na capital fluminense. A cerimônia será <strong data-start="3612" data-end="3641">exclusiva para convidados</strong>, mas contará com <strong data-start="3659" data-end="3682">transmissão ao vivo</strong> para todo o país.</p>
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		<title>Lançamento da 5ª edição de A Maçonaria Para Todos reúne cultura, história e fraternidade</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/lancamento-da-5a-edicao-de-a-maconaria-para-todos-reune-cultura-historia-e-fraternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 11:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[autores]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Maçonaria]]></category>
		<category><![CDATA[maçons]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[quinta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; No próximo 29 de agosto de 2025, às 19 horas, o templo da Grande Loja Maçônica do Estado de Sergipe (GLMESE) será palco do lançamento da quinta edição comemorativa do livro A Maçonaria Para Todos. A obra chega em capa dura, com 334 páginas, reunindo um rico conjunto de reflexões sobre a Ordem. Nesta &#8230;</p>
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<span class="dropcap ">N</span>o próximo 29 de agosto de 2025, às 19 horas, o templo da Grande Loja Maçônica do Estado de Sergipe (GLMESE) será palco do<strong> lançamento da quinta edição comemorativa do livro <em>A Maçonaria Para Todos</em></strong>. A obra chega em capa dura, com 334 páginas, reunindo um rico conjunto de reflexões sobre a Ordem.</p>
<p>Nesta quinta edição, a obra reúne 52 artigos distribuídos em seis capítulos (História, Filosofia, Simbolismo, Biografia, Atualidade e Poesia), escritos por 40 autores de diferentes formações, que compartilham suas visões sobre temas que vão da origem da Royal Society e da ciência moderna até os desafios da Maçonaria na era digital.4 Mais do que um registro histórico, a obra busca estimular a escrita, valorizar a beneficência, promover o aprimoramento pessoal e fortalecer a confraternização entre irmãos.</p>
<p>A apresentação do livro é assinada por Jorge Antônio Vieira Gonçalves, que ressalta o caráter coletivo e fraterno da obra: “Este esforço reúne irmãos de diferentes vivências e experiências, todos unidos por um mesmo propósito: o precioso laço que nos une como verdadeiros irmãos”.</p>
<p>O lançamento em Aracaju marca um momento especial: o projeto atinge sua quinta edição, reafirmando-se como um espaço plural de reflexão e produção intelectual na Maçonaria brasileira.</p>
<p>Criado em 2019, no auge da pandemia, o projeto literário nasceu para tornar acessível o pensamento maçônico sob várias perspectivas — história, filosofia, simbolismo, ética e experiências de vida — sem revelar segredos da Ordem. Desde então, a coletânea vem se fortalecendo e se consolidando como referência no debate e registro do pensamento maçônico.</p>
<div class="box note  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>A edição comemorativa conta com o apoio da Academia Maçônica Sergipana de Artes, Ciências e Letras, do Grande Oriente do Brasil – Sergipe (GOB-SE), da Confederação Maçônica do Brasil (COMAB) e da própria Grande Loja Maçônica do Estado de Sergipe (GLMESE).</p>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A poesia necessária de Jeová Santana</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-poesia-necessaria-de-jeova-santana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luciano Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 12:22:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia, Cultura e Ebulições]]></category>
		<category><![CDATA[bolorados]]></category>
		<category><![CDATA[boteco]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[imbecis]]></category>
		<category><![CDATA[inútil]]></category>
		<category><![CDATA[jabás]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[mídias]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luciano Correia (*) &#160; Para que serve a poesia e a arte de forma geral? Essa é uma questão que acompanha a vida desde sempre, com correntes de todo tipo, dos que defendem uma arte engajada, revolucionária, aos que consideram que a arte basta em si, sem a necessidade de cumprir funções sociais. Longe de &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap "><strong><em>P</span>ara que serve a poesia e a arte de forma geral?</em></strong> Essa é uma questão que acompanha a vida desde sempre, com correntes de todo tipo, dos que defendem uma arte engajada, revolucionária, aos que consideram que a arte basta em si, sem a necessidade de cumprir funções sociais. Longe de mim querer entrar nessa discussão que, ademais, não é terreno seguro para pisar. E por ser assim, me reservo o direito de exercer meu gosto sob o prisma mais simplório do mundo, o do meu gosto. Desconfio que admiro alguns dos grandes mestres da pintura, mas a coincidência com os critérios que os tornaram grandes é puramente casual, afinal, não gosto de outros tantos considerados vacas sagradas das artes plásticas e visuais.</p>
<p>Assim é para mim com a poesia: gosto ou não gosto, me toca ou não. Quer dizer, também não vamos depreciar minha capacidade de ver a boa poesia. É que este é um campo das artes dos mais delicados, verdadeiro pântano onde o joio se mistura ao trigo sem vergonha nem cerimônia, de maneira que os incautos compram gato por lebre. É por excelência também o campo em que lobistas com amplo acesso às mídias ou distribuidores de jabás contrabandeiam seus falsos talentos como se houvesse mérito em sonoras porcarias pretensiosas.</p>
<p>E há os chatos, estes em número maior, a todo momento nos importunando com uma baixa poesia, geralmente cifrada por imagens muito particulares, que só dizem respeito aos devaneios do dono do poema. São os hermetismos que, por serem herméticos, autorizam imbecis batizados trafegarem impunemente por melecosas academias disso e daquilo que de uma hora pra outra infestaram as cidades brasileiras. A produção “artística” que pulula nessas casas emboloradas de cultura e costumes é, ela mesma, a pior inimiga das artes e das letras, pelo embuste que embutem.</p>
<p>Saindo da frescura da cultura inútil para as delícias da poesia que nos toca os calcanhares, eis que chegamos aos <strong>“Poemas Passageiros” de Jeová Santana</strong>, um sergipano de Maruim, professor de literatura aposentado da rede estadual e em atividade na Universidade Estadual de Alagoas, onde vive atualmente, entre os sertões graciliânicos e aquele mar de doer a vista em Maceió. Jeová também apresentou durante alguns anos um programa sobre literatura na Aperipê FM, nos anos em que presidi aquela Fundação.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-15.50.55.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-92698 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-15.50.55-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-15.50.55-225x300.jpeg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-15.50.55-768x1024.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-15.50.55-1152x1536.jpeg 1152w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-15.50.55.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>Os poemas de Jeová não são feitos pra virar livro, ele derrama poesia em cada boteco de esquina, ao perguntar as horas a uma moça bonita ou feia que vende amendoins nas calçadas ou nas mensagens por e-mail e WhatsApp. Sempre que troco dois ou três dedos de prosa (ou poesia?) com esse sarcástico leitor de poesia e prosa, penso que cada chiste, cada trocadilho barato, cada ironia fina caberiam nas páginas de livros, para empurrar deles, os livros, a cafonice piegas que geralmente impregnam de chatice suas páginas. Não têm esses artistas que se veem mudando o mundo? Pois vejam o que ele diz no poema A Galera:</p>
<blockquote><p>“Depois de quatro horas detonando o sistema/ os meninos do rap foram céleres/ receber o cachê da prefeitura”.</p></blockquote>
<p>Jeová tanto brinca quanto faz chorar. Em Oração dos Meninos do Brasil, curta e triste, ele clama:</p>
<blockquote><p>“Bala perdida/ não ache meu pai./ Deixa ele vir pra casa/ uma vez mais”.</p></blockquote>
<p>Da preocupação com os dramas sociais ao amor, o velho e bom amor nesses tempos de cólera, bálsamo de salvação dele e quem mergulha nos seus delírios, como em Ode ao Umbigo:</p>
<blockquote><p>“Traço uma linha imaginária/ entre duas montanhas/ e um vale fosco./ Faço, da língua, periscópio/ e vasculho a fresta/ Por onde brotou a vida./ Desejo um córtex/ Que fosse ao cóccix/ Para desvendá-lo./ Ainda bem/ que ele anda ao sol. / Soubesse sua dona/ Do perigo que emana/ desse olho do cão/ tapava-lhe a visão./ Isso deixaria mais opacos/ os dias do poeta/ nesse mundo vão.”</p></blockquote>
<p>Jeová já é calejado de ofício. Tem outros livros de poesia e de prosa, sobretudo no conto, onde navega com a mansidão de quem arrebatou muitos prêmios. Este seu Poemas Passageiros foi um lançamento bilingue, com tradução para o espanhol da professora Raquel La Corte, da UFS, numa noitinha simpática no complexo O Paiol, um oásis incrustado numa Atalaia que já não guarda nada de velha, senão as boas lembranças, em meio a essa modernização horrorosa da nossa tara por orlas. Foi também uma noite em que os gatos pingados da literatura da árida Aracaju puderam tomar uma cerveja e, entre um gole e outro, saborear poesia, como a que Jeová pregou na contracapa do livro:</p>
<blockquote><p>“Um gatinho espatifado no asfalto/ Um cachorro dentro de uma bolsa plástica/ Um velório ao dobrar a esquina/ Ah, esse mundo.”</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A poesia do circo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Acacia Rios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 15:33:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Acácia Rios (*) &#160; O circo chegou. Na verdade, a qualquer momento vai desfazer a sua grande lona azul, o picadeiro, o trapézio, a arquibancada, o globo da morte, a caixa mágica, já tendo cumprido a sua função de reviver no nosso imaginário a sua beleza lúdica e transitória. É impossível sair dele &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Acácia Rios (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-ceu-e-pouco-o-sonho-e-pouco-–-mesmo-o-doce-de-banana-da-terra-com-cravinho-a-bola-de-gude-amarela-e-negra-feito-um-planeta-–-e-pouca-a-vida-que-a-cidade-oferece-ate-que-chega-o-circo.-Ferrei-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-80760 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-ceu-e-pouco-o-sonho-e-pouco-–-mesmo-o-doce-de-banana-da-terra-com-cravinho-a-bola-de-gude-amarela-e-negra-feito-um-planeta-–-e-pouca-a-vida-que-a-cidade-oferece-ate-que-chega-o-circo.-Ferrei-2.png" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-ceu-e-pouco-o-sonho-e-pouco-–-mesmo-o-doce-de-banana-da-terra-com-cravinho-a-bola-de-gude-amarela-e-negra-feito-um-planeta-–-e-pouca-a-vida-que-a-cidade-oferece-ate-que-chega-o-circo.-Ferrei-2.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-ceu-e-pouco-o-sonho-e-pouco-–-mesmo-o-doce-de-banana-da-terra-com-cravinho-a-bola-de-gude-amarela-e-negra-feito-um-planeta-–-e-pouca-a-vida-que-a-cidade-oferece-ate-que-chega-o-circo.-Ferrei-2-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-ceu-e-pouco-o-sonho-e-pouco-–-mesmo-o-doce-de-banana-da-terra-com-cravinho-a-bola-de-gude-amarela-e-negra-feito-um-planeta-–-e-pouca-a-vida-que-a-cidade-oferece-ate-que-chega-o-circo.-Ferrei-2-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-ceu-e-pouco-o-sonho-e-pouco-–-mesmo-o-doce-de-banana-da-terra-com-cravinho-a-bola-de-gude-amarela-e-negra-feito-um-planeta-–-e-pouca-a-vida-que-a-cidade-oferece-ate-que-chega-o-circo.-Ferrei-2-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-ceu-e-pouco-o-sonho-e-pouco-–-mesmo-o-doce-de-banana-da-terra-com-cravinho-a-bola-de-gude-amarela-e-negra-feito-um-planeta-–-e-pouca-a-vida-que-a-cidade-oferece-ate-que-chega-o-circo.-Ferrei-2-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<span class="dropcap ">O</span> circo chegou. Na verdade, a qualquer momento vai desfazer a sua grande lona azul, o picadeiro, o trapézio, a arquibancada, o globo da morte, a caixa mágica, já tendo cumprido a sua função de reviver no nosso imaginário a sua beleza lúdica e transitória. É impossível sair dele imune. O espetáculo termina, mas imagens continuam pululando na minha cabeça e adentram o sonho, em que me aparece, com sua roupa branca colada ao corpo, aquele menino de família circense que conheci na escola. Mas só soube disso quando, levada pelo meu pai, reconheci-o como um dos jovens acrobatas.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-19-at-10.17.37-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-80719 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-19-at-10.17.37-1-204x300.jpeg" alt="" width="204" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-19-at-10.17.37-1-204x300.jpeg 204w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-19-at-10.17.37-1-697x1024.jpeg 697w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-19-at-10.17.37-1-768x1128.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-19-at-10.17.37-1-1045x1536.jpeg 1045w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-19-at-10.17.37-1.jpeg 1089w" sizes="auto, (max-width: 204px) 100vw, 204px" /></a>Dos circos da infância, lembro bem de alguns pobres leões de escassa e opaca juba (talvez até sem dentes) que me comoviam mais do que me divertiam. Não havia um ao qual meu pai não me levasse. Mas com o passar do tempo, as idas ao circo foram rareando e esse hiato passou a ser preenchido pela poética em torno do tema, como por exemplo, O <em>grande circo místico</em> de Edu Lobo e Chico Buarque, inspirado no poema homônimo de Jorge de Lima (1938); pela música &#8220;O circo chegou&#8221;, do outro Jorge, o Ben; pelo poema &#8216;O circo o menino e a vida&#8217;, de Mário Quintana e também pelo &#8216;Improviso para a moça do circo&#8217;, de Ferreira Gullar, cuja estrofe norteia esta crônica. Atenho-me aqui sobretudo a essas referências.</p>
<p>Chico Buarque, grande leitor de poesia, estabelece uma relação de intertextualidade com o poema de Lima e &#8211; com a mesma maestria de &#8220;Geni e o Zepelin&#8221; em relação ao conto &#8220;Bola de sebo&#8221;, de Guy de Maupassant &#8211; vai além do texto original e constrói um universo a partir dos personagens apenas citados pelo poeta alagoano. Os 46 versos de &#8216;O grande circo místico&#8217;, parte de <em>A túnica inconsútil </em>(1938), contam a história de vários personagens da dinastia do circo austríaco Knieps. A beleza místico-espiritual do poema levou Chico a desenvolver algumas das trajetórias pessoais e atemporais, das quais se destaca &#8216;A história de Lily Braun&#8217;, contada na voz de Gal Costa, uma das faixas mais bonitas, na minha opinião.</p>
<p>As referências poéticas continuam em minha cabeça e vão saltando de uma melodia a outra. Começo a solfejar &#8216;O circo chegou&#8221;, de Benjor, especificamente a estrofe em que o palhaço anuncia &#8220;<span class="sigijh_hlt">Uma grande vidente/ que tudo sabe, que tudo vê / Que tudo sente / E agora com vocês/ a grande atração/ a internacional Deise/ a mulher do homem que come raio-laser</span>.&#8221; Refiro-me a esse trecho em particular porque gosto muito do efeito da palavra final cuja licença poética retira o &#8220;r&#8221; de &#8216;laser&#8217; para que possa rimar com &#8216;Deise&#8217;, uma supressão que o aproxima, e muito, da oralidade.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ombra.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-80749 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ombra-300x300.png" alt="" width="176" height="176" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ombra-300x300.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ombra-1024x1024.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ombra-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ombra-768x768.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ombra.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 176px) 100vw, 176px" /></a>O circo de Benjor tem de tudo e um pouco mais, desde animais com habilidades humanas e homens com habilidades animais, passando pelo &#8220;mágico que engole espada e come fogo&#8221;, até chegar a Deise. A dimensão metamórfica faz parte da atração circense desde sempre. Uma delas é a Monga, a mulher que se transforma em gorila, número que particularmente me encanta. Trata-se, se não me engano, de uma ilusão cuja técnica consiste na sobreposição de imagens. Mas na hora em que a metamorfose ocorre e a jaula é aberta, a plateia foge de medo e eu, coração acelerado, faço parte desse grupo.</p>
<p>Voltando à poesia, o olhar do menino sobre as moças do circo aparece tanto no poema de Mario Quintana como no de Ferreira Gullar. Em &#8216;O circo o menino e a vida&#8217; (<em>Nariz de vidro,</em> 1984), o poeta gaúcho debruça-se sobre a equilibrista: &#8220;<span class="sigijh_hlt">A moça do arame/ equilibrando a sombrinha/ era de uma beleza instantânea e fulgurante!/ (&#8230;) ia equilibrando-se e despindo-se/ só para judiar</span>&#8220;. De forma semelhante, nos versos de Gullar (<em>Na vertigem do dia</em>, 1991), o menino se apaixona por Sonia, a mulher acrobata, &#8220;<span class="sigijh_hlt">estrela de quatro pontas/ braços brancos pernas brancas/ girando no ar (&#8230;)/ Mas eis que, sã e salva/ cais em pé no picadeiro/ e o público aplaude/ Agradeces/ já convertida em mulher.</span>&#8221; Ambos retratam com muita beleza o encanto do circo e a sensualidade das artistas, que deixavam entrever algumas partes do corpo. A esse assombro do eu lírico de ambos com a visão das partes desnudas, Manuel Bandeira chamaria de alumbramento.</p>
<p>Penso outra vez no meu colega da escola que, da mesma forma que chegou, foi embora, assim como o circo, esse ente transitório. Nunca mais tinha pensado nele até então, nem em seu corpo, que era ao mesmo tempo infantil e musculoso devido ao trapézio, mas também às responsabilidades precoces da vida itinerante.</p>
<p>Dou-me conta de que essas referências poéticas, das quais usufruí espaçadamente ao longo da vida, vieram todas de supetão, como uma overdose de beleza estética. O espetáculo termina. Saio do circo, mas o circo não sai de mim.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A alegria em ser membro da AVL</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-alegria-em-ser-membro-da-avl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 21:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Vianense de Letras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*) &#160; Sábado, 06/07, em uma noite quente, tomei posse na Academia Vianense de Letras, AVL, quarto sodalício que faço parte. Tenho memórias afetivas com a cidade de Viana. Meus avós maternos, Agripino João Nunes e Maria do Carmo Aragão Nunes, assim como minha saudosa mãe, Maria da &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/a-alegria-em-ser-membro-da-avl/">A alegria em ser membro da AVL</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-alegria-em-ser-membro-da-avl%2F&amp;linkname=A%20alegria%20em%20ser%20membro%20da%20AVL" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-alegria-em-ser-membro-da-avl%2F&amp;linkname=A%20alegria%20em%20ser%20membro%20da%20AVL" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-alegria-em-ser-membro-da-avl%2F&amp;linkname=A%20alegria%20em%20ser%20membro%20da%20AVL" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-alegria-em-ser-membro-da-avl%2F&amp;linkname=A%20alegria%20em%20ser%20membro%20da%20AVL" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fa-alegria-em-ser-membro-da-avl%2F&#038;title=A%20alegria%20em%20ser%20membro%20da%20AVL" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/a-alegria-em-ser-membro-da-avl/" data-a2a-title="A alegria em ser membro da AVL"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">S</span>ábado, 06/07, em uma noite quente, tomei posse na Academia Vianense de Letras, AVL, quarto sodalício que faço parte.</p>
<p>Tenho memórias afetivas com a cidade de Viana. Meus avós maternos, Agripino João Nunes e Maria do Carmo Aragão Nunes, assim como minha saudosa mãe, Maria da Conceição Aragão Nunes, são filhos de Viana.</p>
<p>Faço parte do IHGM, Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, uma casa de notáveis. Além da ABLAC, Academia Barreirinhense de Letras, Artes e Ciências; e ATHEAR, Academia Ateniense de Letras e Artes, confrarias que reúnem amantes da literatura, poesia, artes em geral.</p>
<p>Estou feliz em participar deste movimento cultural que ressurge no Maranhão, terra de encantos, cultura, artes, e de um povo festeiro e de notáveis.</p>
<figure id="attachment_79355" aria-describedby="caption-attachment-79355" style="width: 194px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-07-at-18.58.39-scaled.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-79355" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-07-at-18.58.39-169x300.jpeg" alt="Luiz Thadeu e Fátima Travassos" width="194" height="344" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-07-at-18.58.39-169x300.jpeg 169w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-07-at-18.58.39-577x1024.jpeg 577w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-07-at-18.58.39-768x1364.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-07-at-18.58.39-865x1536.jpeg 865w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-07-at-18.58.39-1153x2048.jpeg 1153w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-07-at-18.58.39-scaled.jpeg 1441w" sizes="auto, (max-width: 194px) 100vw, 194px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79355" class="wp-caption-text">Luiz Thadeu e Fátima Travassos, Presidente da AVL</figcaption></figure>
<p>A convite da presidente Fátima Travassos, mulher altiva, dinâmica e que faz acontecer, cujo trabalho como Procuradora de Justiça e Corregedora-Geral do Ministério Público do Estado do Maranhão é reconhecido por seus pares — me desloquei até a cidade de Viana, distante 220 km de São Luís, para a solenidade de posse como Membro correspondente da AVL.</p>
<p>A Academia Vianense de Letras é exemplar. Com sede própria, auditório climatizado, fica em um bonito casarão, no centro histórico da cidade, que no último dia 08/07 completou 267 anos de fundação. Com o nome oriundo de Viana do Castelo, Portugal; nossa Viana é terra de muita história/estórias.</p>
<p>Quando lá estive pela primeira vez, nos anos 90, ainda no século passado, me hospedei na casa de João Trindade e Jacineiva, pais do querido amigo dos bancos da faculdade de Agronomia, Wellington Pereira Trindade. Quantas histórias boas ouvi naquela época. João Trindade era parente de minha avó, Maria do Carmo Aragão. Anos depois, através de Paulo Henrique Perna Cordeiro, conheci sua mãe, Cecé, figura ímpar, garantia de bom papo e muitas risadas. Cecé era parente da família Aragão.</p>
<p>A vida me presenteou com a amizade de uma vianense ilustre, a querida Milaid Gomes Licolau, estreitando ainda mais os laços com a terra de minha mãe e meus avós.</p>
<p>Quando vou a Viana, tenho a sensação de que se o escritor baiano Jorge Amado tivesse passado uma temporada por lá, sua obra seria mais fecunda, tamanha a riqueza cultural e originalidade de seu povo. Todo vianense, com seu sotaque único, é um personagem especial, que enriquece qualquer literatura.</p>
<p>As crônicas que publico nos jornais de várias cidades brasileiras, chegam até Viana, através da professora Teresa Perna, que gentilmente apresentou-as em sala de aula na Escola Professor Antônio Lopes. Sempre elas. Tendo as mulheres à frente, a diretora da escola, prof. Izaura Santos é grande incentivadora e guardiã da cultura e das artes locais.</p>
<p>A professora Teresa gravou um vídeo mostrando os alunos lendo as crônicas e discutindo os temas abordados e me enviou. Quanta alegria senti! Um dos alunos, Pedro Paulo Corrêa, juntamente com sua mãe Márcia, fizeram-me uma surpresa, quando inaugurei a exposição de fotografias “Andanças pelo mundo” no Mirante da Cidade. Vieram de Viana, e Pedro Paulo surpreendeu-me com seu carisma e sua poesia.</p>
<figure id="attachment_79356" aria-describedby="caption-attachment-79356" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-23T174831.906.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-79356 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-23T174831.906.png" alt="Posse de Luiz Thadeu na AVL" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-23T174831.906.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-23T174831.906-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-23T174831.906-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-23T174831.906-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-23T174831.906-660x330.png 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79356" class="wp-caption-text">Luiz Thadeu: &#8220;Fazer parte deste sodalício é conectar-me com minha história&#8221;</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Minha entrada na AVL é um resgate, uma aproximação com a minha mãe, com meus avós. Somos feitos de memórias, fazer parte deste sodalício é conectar-me com minha história.</p>
<p>&#8220;Trago dentro do meu coração, como num cofre que não se pode fechar de cheio, todos os lugares onde estive, todos os portos a que cheguei, todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias. Ou de tombadilhos, sonhando, e tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero”. Cito Álvaro de Campos, heterônimos de Fernando Pessoa, meu poeta preferido, para falar de minha alegria em juntar-me aos novos confrades na Academia Vianense de Letras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Jornalista Acácia Rios estreia, na quinta, no Só Sergipe, a coluna &#8220;Literatura e Lugares&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 14:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A jornalista e professora, Acácia Rios, estreia na quinta-feira, 18, no Portal Só Sergipe, a coluna Literatura e Lugares,  com a ideia de criar um espaço no qual ela possa compartilhar com os leitores as suas impressões sobre literatura e “representação do espaço nas narrativas ficcionais &#8211; sobretudo o sergipano &#8211; memórias, viagens, pessoas”. &#8230;</p>
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<span class="dropcap ">A</span> jornalista e professora, Acácia Rios, estreia na quinta-feira, 18, no Portal <strong>Só Sergipe</strong>, a <strong>coluna Literatura e Lugares</strong>,  com a ideia de criar um espaço no qual ela possa compartilhar com os leitores as suas impressões sobre literatura e “representação do espaço nas narrativas ficcionais &#8211; sobretudo o sergipano &#8211; memórias, viagens, pessoas”. E por falar em viagens, o seu primeiro texto fará um périplo sobre o livro “Viagens pelas províncias da Bahia, Alagoas e Sergipe (1859), do médico alemão Robert Avé-Lallemant.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Acácia Rios, que é mestra em Memória Social e Documental pela  Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e doutora em Ciências da Documentação pela Universidade Complutense de Madri</span>,  afirma que as suas experiências “são atravessadas pela leitura. Assim, vamos construindo uma memória coletiva acerca dos temas que a ficção provoca objetiva e subjetivamente.</p>
<p>A jornalista também é escritora. Desde os anos 90 vem publicando poemas em antologias sergipanas e cariocas, como por exemplo, Poemas de Oficina (1992), Aperitivo Poético (1995), a Mostra de Poesia Carioca (1998), entre outros. É colaboradora do blog de poesia Zona da Palavra desde 2015.</p>
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<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/amor-alien.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-79187 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/amor-alien-190x300.png" alt="" width="120" height="190" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/amor-alien-190x300.png 190w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/amor-alien.png 342w" sizes="auto, (max-width: 120px) 100vw, 120px" /></a>Acácia é autora dos romances Rolé de quarta-feira (2021), pela Criação Editora/EditorAju, que obteve o 1º lugar no Certame de Literatura Juvenil Literarte, promovido pela Funcaju, Prefeitura de Aracaju e Secretaria de Governo, por meio da Lei Aldir Blanc (Ministério da Cultura). E Amor alien em Paris (com o pseudônimo de Hessie Rivers), publicado em janeiro de 2021 pela plataforma Kindle, da Amazon, primeiro livro da trilogia de gênero gótico que inclui também Amor alien em Bruxelas e Amor alien em Londres, estes dois em fase de edição.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.amazon.com.br/Amor-alien-Paris-Livro-ebook/dp/B08V8JM788" target="_blank" rel="noopener">(https://www.amazon.com.br/Amor-alien-Paris-Livro-ebook/dp/B08V8JM788)</a></span></strong></p>

			</div></div>
<p><span class="sigijh_hlt">O próximo livro de Acácia Rios se chama O menino caranguejo</span>, que conta a estória de um jovem de família de catadores de uma comunidade de São Cristóvão que, ao defender o ecossistema onde cresceu da degradação ambiental e do descaso político, acaba se integrando ao mangue de tal forma que sofre uma metamorfose, transformando-se em um caranguejo.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Atualmente, Acácia é professora de Escrita Criativa e Criação Literária na Escola Oficina de Artes Valdice Teles (Fundação Cultural de Aracaju)</span>, pesquisadora do grupo de pesquisa em Informação, Documentação e Sociedade da Faculdade de Ciências da Documentação da Universidade Complutense de Madri e Conselheira da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).</p>
<p>&nbsp;</p>
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