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	<title>Arquivo para multidimensional - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Brasil completa 1 ano fora do Mapa da Fome, mas desafios persistem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:41:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em julho de 2025, há um ano, o Brasil deixou o Mapa da Fome o que resultou em menos de 2,5% da população com risco de subnutrição ou falta de acesso à alimentação suficiente. Apesar da conquista, ainda há no país cerca de 6,5 milhões de brasileiros em situação de insegurança alimentar grave. Um ano após deixar o Mapa &#8230;</p>
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<p>Um ano após deixar o Mapa da Fome, o Brasil ainda tem cerca de 6,5 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar grave. Especialistas afirmam que a manutenção desse resultado depende de políticas públicas permanentes nas áreas de emprego, renda, saúde, educação e segurança alimentar.<strong> </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695770&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695770&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Esse é o menor patamar da série histórica, mas, segundo especialistas entrevistados pela Agência Brasil, ainda é preciso <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/mapa-da-fome" target="_blank" rel="noopener">combater a fome</a>.</span> </strong>Fora aqueles que estão em situação mais grave, a segurança alimentar, ou seja, o acesso regular, permanente e suficiente a alimentos saudáveis e de qualidade, é garantido a 77% da população brasileira.</p>
<p>Segundo o pesquisador Lucas de Almeida Moura, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Fome, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, é preciso encontrar mecanismos que tornem permanentes as estratégias que reduziram o índice de insegurança alimentar no Brasil.</p>
<blockquote><p>“Termos alcançado esse marco, pela segunda vez, de saída do Mapa da Fome, é resultado de uma intersetorialidade muito forte entre as políticas públicas. Isso precisa de fato ser mantido e, mais do que mantido, aprimorado.”</p></blockquote>
<p><strong>De acordo com o especialista, o combate à insegurança alimentar não está centrado somente na oferta de alimentos, mas na criação e na manutenção de toda uma estrutura complexa que vai garantir o acesso adequado à alimentação. Isso envolve a garantia de uma renda mínima, educação, acesso à água, esgotamento sanitário, segurança pública, emprego. </strong></p>
<p>Lucas Moura é autor do estudo que criou um ponto de medição multidimensional para a insegurança alimentar no Brasil, denominado Índice Multidimensional de Insegurança Alimentar, cujo primeiro número foi lançado em janeiro deste ano, abrangendo o período de 2018 a 2022.</p>
<p>Os resultados do MUFII (do nome em inglês) foram publicados na revista <em>Sustainability</em>. A pesquisa propõe avaliação da fome a partir de 12 indicadores de Desenvolvimento Sustentável, comparando ano a ano.</p>
<p>Os resultados mostraram piora no cenário nacional em 2022, revelando que os menores valores médios foram encontrados em Santa Catarina, enquanto os maiores foram registrados no Maranhão, Acre e Amazonas. Os dados apontam que a maior parte dos estados do Norte e Nordeste do Brasil está em um nível acima dos 50% de insegurança alimentar multidimensional. A ideia dos pesquisadores é atualizar o índice para os anos posteriores a 2022.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>De acordo com a secretária Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Valéria Burity, a meta é garantir que os brasileiros consigam se alimentar com qualidade e que isso seja um direito de todos.</p>
<blockquote><p>“Essa é uma meta de longo prazo de impacto: a gente garantir direito à alimentação adequada saudável como um direito para toda a população brasileira.”</p></blockquote>
<p>Uma das ações que mais impactaram nesta redução foi o Plano Brasil sem Fome, que articula medidas de política econômica e de proteção social. O plano fomentou a agricultura familiar, fez reajuste na alimentação escolar, apoiou as cozinhas comunitárias e determinou meios para garantir proteção social, trabalho, renda e acesso à alimentação adequada.</p>
<p>Segundo a secretária, a prioridade atual é a inclusão das pessoas que ainda estão em risco de insegurança alimentar em políticas públicas, apoiando estados e municípios para que também consigam fazer o mesmo movimento.</p>
<h2>Três pilares</h2>
<p><strong>A professora Semíramis Domene, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretora do Instituto Fome Zero (IFZ), destacou que três grandes movimentos levaram a fome a patamares tão baixos novamente. </strong></p>
<p>Em primeiro lugar, foram mecanismos de diminuição dessa desigualdade. “Se o acúmulo de riqueza e desigualdade estão na raiz da fome, combater a desigualdade está na raiz do caminho para sair dela.”</p>
<p>As políticas de emprego e renda foram fundamentais para isso. “A gente tem hoje o menor índice de desemprego em 13 anos; temos uma elevação do salário mínimo que alcançou reajustes superiores a 6% a partir de 2022. Então, nessa primeira dimensão de combater a desigualdade, a gente tem sido muito bem-sucedido.”</p>
<p>Uma segunda frente foi o fortalecimento das políticas públicas de proteção social. Não se trata apenas da diminuição da desigualdade por meio do emprego mas, sim, a criação de mais emprego, de mais renda, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>No âmbito do Bolsa Família, os resultados são positivos e mostram que as famílias atendidas conseguem evoluir para uma condição de emprego, conseguem melhorar a escolarização das suas crianças “e muitas das famílias deixam o Bolsa Família, justamente porque melhora a sua condição familiar”. Citou também ganhos com o Cadastro Único, que foi modernizado recentemente em 2025 e o Programa Nacional de Alimentação Escolar.</p>
<p>A terceira frente muito importante, que também explica a saída do Mapa da Fome, são as ações relativas à produção de alimentos, com o fortalecimento das políticas de abastecimento, sobretudo com incentivo à produção de alimentos da agricultura familiar, que está mais próxima da comida que vai à mesa do povo.</p>
<p>Para a diretora do Instituto Fome Zero, o fortalecimento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que estava praticamente extinto, sem financiamento, tem sido fundamental para a agricultura familiar. “Pode-se discutir abastecimento na perspectiva do alimento como função social e da terra não como um bem que favorece o mercado internacional de commodities.”</p>
<h2>Insegurança alimentar</h2>
<p><strong>O economista e pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) Daniel Duque também destaca o protagonismo do Bolsa Família na redução da fome no país. Segundo ele, o aumento da assistência à renda permitiu que milhões de famílias voltassem a ter poder de compra.</strong></p>
<p>Além disso, ele ressalta que os preços dos alimentos tiveram desaceleração em relação à inflação geral a partir de 2023 e também nos anos subsequentes de 2024 e 2025, com o país apresentando boas safras, o que ajudou a controlar os preços dos alimentos. Do mesmo modo, o mercado de trabalho melhorou bastante nesse período, contribuindo de forma significativa para a situação brasileira avançar.</p>
<p>Para que o Brasil se mantenha fora do Mapa da Fome e reduza os índices de insegurança alimentar, o país precisa manter uma situação do mercado de trabalho favorável. “Até agora, não parece haver nenhum indicativo de reversão do emprego”, afirmou Duque.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Neutralidade sem ação é irrelevância</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/neutralidade-sem-acao-e-irrelevancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Juliano César Faria Souto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2025 08:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A urgência de resgatar à diplomacia profissional diante de um mundo em transformação &#160; Por Juliano César Faria Souto (*) Em tempos de guerras visíveis e invisíveis, o Brasil não pode continuar em silêncio técnico e institucional. O mundo está se reconfigurando em torno de dois grandes blocos de poder — EUA e China &#8230;</p>
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<h3>A urgência de resgatar à diplomacia profissional diante de um mundo em transformação</h3>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Juliano César Faria Souto (*)</p></blockquote>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem3.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-91617 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem3-200x300.png" alt="" width="200" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem3-200x300.png 200w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem3.png 234w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a></p>
<span class="dropcap ">E</span>m tempos de guerras visíveis e invisíveis, o Brasil não pode continuar em silêncio técnico e institucional. O mundo está se reconfigurando em torno de dois grandes blocos de poder — EUA e China —, e conflitos como Ucrânia e Oriente Médio são peças estratégicas desse jogo.</p>
<h3>1. O que está em jogo no tabuleiro global</h3>
<h5>Temos dois grandes blocos:</h5>
<p><strong>Ocidental (EUA + <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_do_Tratado_do_Atl%C3%A2ntico_Norte" target="_blank" rel="noopener">OTAN</a></span> + <span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/G7" target="_blank" rel="noopener">G7</a></span>):</strong> que tenta preservar sua hegemonia.</p>
<p><strong>Emergente (China + Rússias + Irã + Sul Global):</strong> que busca reconfigurar as regras do jogo.</p>
<p>Esse tabuleiro é multidimensional: Tecnológico (IA, chips, redes 5G); Energético (rotas e fontes); Financeiro (desdolarização e novas moedas digitais); Narrativo (liberalismo x soberania, unipolaridade x multipolaridade).</p>
<h3>2. E o Brasil? De Aranha à omissão atual</h3>
<p>Inspirado nas lições de Osvaldo Aranha que sempre foi altivo, visionário, corajoso. Assumiu protagonismo na ONU, não se escondeu atrás de discursos vazios, tomou posição com altivez e pensou estrategicamente, sendo reconhecido por frases como:</p>
<p><strong>“O Brasil não pode permanecer imóvel quando o mundo se move.”</strong></p>
<p>— Discurso na ONU, 1947 (paráfrase de ideias contidas)</p>
<p><strong>“A imparcialidade não é sinônimo de indiferença.”</strong></p>
<p>— Trecho do posicionamento brasileiro durante o voto de partilha da Palestina.</p>
<div class="box shadow  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p>Hoje, vivemos o oposto:</p>
<p>A diplomacia profissional foi substituída por assessores políticos e ideológicos.</p>
<p>O Itamaraty virou porta-voz cerimonial, sem papel de formulação.</p>
<p><strong>A “neutralidade” transformou-se em inação institucional.</strong></p>

			</div></div>
<p>Hoje, na prática, a diplomacia brasileira é conduzida majoritariamente por figuras sem cargo formal na estrutura do Itamaraty. O ex-chanceler Celso Amorim, atual assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, atua como principal articulador das posições externas do Brasil, ofuscando o protagonismo institucional do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>O atual chanceler, embaixador Mauro Vieira, tem presença discreta no debate internacional. Apesar de representar o país formalmente em cúpulas e fóruns, não há iniciativas consistentes de mediação ou liderança regional que marquem a posição do Brasil em temas como a guerra da Ucrânia, o conflito Israel X Irã ou as reformas dos organismos multilaterais.</p>
<p>Além disso, nas recentes participações em eventos como o G20 e a Assembleia Geral da ONU, o Brasil adotou discursos genéricos e posições ambíguas, sem apresentar propostas estruturadas de solução ou cooperação. Não se trata de ideologia, mas de ausência de um projeto diplomático de Estado, capaz de dialogar com múltiplos polos e propor alternativas viáveis aos impasses globais.</p>
<h3>3. Linha do Tempo – Diplomacia Brasileira: Do Protagonismo à Irrelevância Estratégica (1900–2024)</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/julho-3-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-91611 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/julho-3-1.jpg" alt="" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/julho-3-1.jpg 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/julho-3-1-300x149.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/julho-3-1-1024x510.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/julho-3-1-768x382.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/07/julho-3-1-660x330.jpg 660w" sizes="auto, (max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a></p>
<p><strong>1900–1945 | Diplomacia do Prestígio e da Construção Nacional</strong></p>
<p>Barão do Rio Branco: consolida a política externa técnica e respeitada.</p>
<p>Primeira Guerra: Brasil participa simbolicamente.</p>
<p>Segunda Guerra: Osvaldo Aranha lidera diálogo com EUA e preside a 1ª Assembleia da ONU (1947), com papel decisivo na criação do Estado de Israel.</p>
<p><strong>1945–1989 | Guerra Fria e Alinhamento Flexível</strong></p>
<p>Alternância entre alinhamento ocidental e política externa independente.</p>
<p>Reconhecimento da China, aproximação com África e Oriente Médio.</p>
<p><strong>1990–2010 | Inserção Global e Multilateralismo Ativo</strong></p>
<p>FHC: integração econômica e abertura.</p>
<p>Lula: BRICS, G20, Sul-Sul, protagonismo internacional com chanceleria forte.</p>
<p><strong>2011–2018 | Estagnação e Perda de Protagonismo</strong></p>
<p>Dilma: retração diplomática.</p>
<p>Temer: retomada tímida do pragmatismo.</p>
<p><strong>2019–2022 | Ideologização e Isolamento</strong></p>
<p>Diplomacia antiglobalista, ataques a organismos multilaterais.</p>
<p>Esvaziamento técnico do Itamaraty, decisões concentradas no Planalto.</p>
<p><strong>2023–2024 | Retórica multilateral sem protagonismo real</strong></p>
<p>Celso Amorim ocupa papel oficioso.</p>
<p>Participações em fóruns sem propostas concretas.</p>
<p>Brasil se diz neutro, mas não media nem propõe.</p>
<p><strong>Tendência atual: a diplomacia brasileira é omissão ou apenas cerimonial.</strong></p>
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<h3>4. Conclusão</h3>
<p>O Brasil precisa reprofissionalizar o Itamaraty, devolver a ele sua missão de Estado, acima de governos.</p>
<p>Não é hora de omissão. É hora de reconstrução institucional.</p>
<p>A falta que nos faz, como nação, termos um projeto nacional apartidário, com visão de longo prazo, conduzido por lideranças altruístas, que pensem no futuro e não em eleições ou ganhos imediatos.</p>
<p>O Brasil ainda pode ser ponte entre os mundos – mas só se recuperar sua coragem estratégica e o respeito que já teve. Que a voz de Aranha  sempre  defensor  uma diplomacia ativa, pautada por valores e ação estratégica, ecoe em nossos dias :</p>
<p>“  Neutralidade sem ação é irrelevância”</p>

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<p>EPÍLOGO — <strong>Que papel o Brasil quer ter no século XXI?</strong></p>
<p>Um mundo em guerra fria tecnológica, energética e narrativa.</p>
<p>O Brasil, ainda na plateia, tem potencial de ponte estratégica.</p>
<p>Nossa diplomacia precisa de Estado, não de cerimonial.</p>
<p>O Sul Global busca lideranças com voz e projetos.</p>
<p>Neutralidade não é silêncio: é ação com propósito.</p>
<p>E você, leitor? Como cidadão e parte integrante desta nação, o que pensa sobre o papel do Brasil nesse novo cenário mundial? Que voz queremos ter nos debates globais, que legado queremos deixar?</p>
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<p>Aristóteles já dizia, no século IV a.C.:</p>
<p>&#8220;O homem é um animal político. Ou seja, tem que participar efetivamente da cidade — da nação — onde vive.&#8221;</p>

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<p>Sua reflexão, sua participação e sua ação importam. Que este epílogo seja o começo de um novo diálogo nacional. O Brasil precisa de cada um de nós.</p>
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<p><strong><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-29-at-10.56.46.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-91193 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-29-at-10.56.46-300x298.jpeg" alt="Brasil: geopolítica e diplomacia" width="151" height="150" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-29-at-10.56.46-300x298.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-29-at-10.56.46-150x150.jpeg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-29-at-10.56.46.jpeg 320w" sizes="auto, (max-width: 151px) 100vw, 151px" /></a>Artigos anteriores desta série:</strong></p>
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<li><strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.sosergipe.com.br/brasil-no-novo-tabuleiro-riscos-oportunidades-e-o-preco-da-omissao/" target="_blank" rel="noopener">Brasil no novo tabuleiro: riscos, oportunidades e o preço da omissão</a></span></strong></li>
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