Ilustração: Rildo Bezerra
A vida profissional do novo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, está marcada para sempre por causa de uma frase dita no dia 20 de novembro, quando foi empossado no cargo: “uma única mala talvez não desse toda a materialidade para apontar se houve ou não crime, e quais os partícipes”. Ele se referia à mala que o então deputado Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente do Michel Temer, com R$ 500 mil carregava. Loures foi flagrado pela PF e ficou preso por uns tempos.
Deve ser muito complicado viver num país assim com tanto surrealismo: o presidente é investigado pela PF, responde a processos no Supremo Tribunal Federal (STF), seus principais assessores podem ser presos a qualquer momento, e um diretor geral da PF minimiza os crimes que seu chefe pode estar envolvido.
Uma semana depois da posse – completada na segunda, 27, ninguém sabe quem Segovia quis agradar.
Será que foi o presidente, ao ponto de entupir seu coração de emoções?
O LinkedIn se tornou uma das principais vitrines profissionais do Brasil. Todos os dias, milhares…
O senador Rogério Carvalho (PT/SE) afirmou que votará, nesta quarta-feira, contra o projeto que trata…
Uma nova iniciativa da gestão municipal irá modernizar e facilitar a rotina aos microempreendedores…
As médias são grandes para as pequenas empresas devem declarar mais incentivos tributários ao Fisco…
Por Léo Mittaraquis (*) “A cachaça é um sol líquido: queima rápido, ilumina…
Moradores de Aracaju já convivem com a falta de água em diferentes pontos da cidade…