Reajuste para os consumidores de 15 municípios sergipanos Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A partir de quinta-feira (22), os consumidores atendidos pela Companhia Sul Sergipana de Eletricidade (Sulgipe) passarão a pagar mais caro pela energia elétrica. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (20) o resultado da Revisão Tarifária Periódica de 2025 da concessionária. A Sulgipe atende cerca de 172 mil unidades consumidoras em 14 municípios do sul de Sergipe. O reajuste médio será de 9,19%, com 3,90% para alta tensão e 10,99% para baixa tensão.
Além da Sulgipe, a Cercos, permissionária que atua no Centro-Sul de Sergipe, também teve novos índices aprovados pela Aneel. As tarifas reajustadas passarão a valer a partir do dia 29 de maio. Os aumentos são os seguintes: alta tensão: 4,4%; baixa tensão: 2,00%; efeito médio geral: 2,03%; consumidores residenciais: 2,73% Essa concessionária tem cerca de 5 mil unidades consumidoras atendidas no município de Lagarto.
O reajuste da Cercos foi influenciado por custos relacionados à distribuição de energia, encargos setoriais e aquisição de energia, fatores que variam conforme o perfil da distribuidora e a dinâmica do mercado local.
Já para os clientes da Energisa Sergipe, o aumento tarifário está em vigor desde o dia 22 de abril, com base em decisão da Aneel tomada em 15 de abril. A Energisa é responsável pelo fornecimento de energia para aproximadamente 895 mil unidades consumidoras em todo o estado. Veja os índices aplicados: consumidores residenciais (classe B1): 6,57%; baixa tensão (média): 6,69%; alta tensão (média): 8,10%; efeito médio para o consumidor: 7%.
Esses percentuais refletem repasses de encargos setoriais, custos com compra e transmissão de energia e componentes financeiros previstos nos contratos de concessão.
A Revisão Tarifária Periódica (RTP), como a aplicada à Sulgipe, é um processo mais amplo e ocorre em intervalos determinados, quando são revistas metas de qualidade, perdas e custos eficientes da distribuidora. Já o Reajuste Tarifário Anual (RTA), que abrange casos como o da Energisa e da Cercos, é mais simples e visa atualizar os valores com base na inflação, ajustando a chamada “Parcela B” dos contratos, além de repassar custos setoriais e de aquisição de energia.
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