Ilustração: Rildo Bezerra
Mesmo sendo considerado pelos petistas como um golpista e com a popularidade abaixo de zero, o presidente Michel Temer anunciou que está disposto a disputar a reeleição. E pasmem: com a capacidade de “defender seu legado e sua própria honra”, disse. E como pôde Temer conceber tal esperança?
Temer assumiu o cargo em agosto de 2016, logo após o impeachment da presidente Dilma Roussef comprometendo-se com aliados a não tentar a reeleição. Em diversas entrevistas que concedeu sempre cantava a mesma ladainha, dizendo que não seria candidato e o Brasil estava em primeiro lugar.
Quem, a essa altura e em sã consciência tem capacidade de acreditar em tais palavras? Uma ilusão. E isso não vale somente para Temer, mas qualquer um que venha arrotar tamanhas tolices. Ao longo da história do Brasil, de dom João VI, que voltou para Portugal, sem antes dilapidar o Banco do Brasil, fundado por ele, até os nossos dias, é temerário acreditar que alguém tenha lá suas boas intenções para com o país.
Mas, em outubro os brasileiros terão que eleger alguém. Fora Temer, outros pré-candidatos já se anunciaram, até mesmo o ex-presidente quase preso Luís Inácio Lula da Silva colocou seu bloco na rua.
Que as escolhas dos brasileiros – para presidente e governadores – não reservem tempos mais sombrios do que o que vivem atualmente. Um País com valores invertidos, violência banalizada, a vida por um fio e com a baixa estima em alta.
Ainda há tempo de recuperar a palavra que foi perdida.
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