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	Comentários sobre: YHVH &#8211; Razão, transcendência e redenção na poesia de Mateus Ma&#8217;ch&#8217;adö	</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		Por: MARCUS ÉVERSON		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCUS ÉVERSON]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 18:50:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Assim como de forma privada já havia externado ao caro amigo Mittaraquis minha alegria por sua chegada ao Portal Só Sergipe, quero registrar de forma pública a satisfação em ter lido sua primeira coluna YHVH – Razão, transcendência e redenção na poesia de Mateus Ma’ch’adö. É chover no molhado falar da qualidade técnica e crítica de Mittaraquis. Dentre tantas observações que podemos fazer sobre o escopo da crítica uma, em especial, chamou minha atenção. A identificação da poesia do Mateus com o cânone da literatura judaica, cristã e neoplatonica, resgata, em certa medida um entendimento  sobre a interseção entre o Logos da cultura grega e o Logos judaico e cristão. Dos textos apologéticos passando pelas parábolas, cartas, cantos, provérbios e cosmogoinias, a Bíblia revela-se como um Grande Código. A recepção desse entendimento como plataforma crítica contribui sobremaneira para uma discussão não apenas de âmbito metafísico e espiritual, mas, também, para relacionarmos o valor cultural dos diversos gêneros literários. Exceto a Súmula, gênero que surgirá ao tempo da Escolástica , os demais generos já marcavam presença no Grande Código. Embora o ensaio critico de Léo, sem desmerecer a agudeza de suas observações, não tenha chamado a atenção para a importância poética e literária da Bíblia no tocante à Educação, como bem fez o critico americano Northrop Frye, seu Ensaio acerca da obra de Mateus Ma’ch’adö supre uma lacuna discursiva que precisamos reanimar. Confesso que não conheço com tanta intimidade quanto o Léo a obra de Mateus Ma’ch’adö. A leitura desse Ensaio de tamanha monta intelectual serviu como um poderoso aperitivo. Aguardemos os demais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como de forma privada já havia externado ao caro amigo Mittaraquis minha alegria por sua chegada ao Portal Só Sergipe, quero registrar de forma pública a satisfação em ter lido sua primeira coluna YHVH – Razão, transcendência e redenção na poesia de Mateus Ma’ch’adö. É chover no molhado falar da qualidade técnica e crítica de Mittaraquis. Dentre tantas observações que podemos fazer sobre o escopo da crítica uma, em especial, chamou minha atenção. A identificação da poesia do Mateus com o cânone da literatura judaica, cristã e neoplatonica, resgata, em certa medida um entendimento  sobre a interseção entre o Logos da cultura grega e o Logos judaico e cristão. Dos textos apologéticos passando pelas parábolas, cartas, cantos, provérbios e cosmogoinias, a Bíblia revela-se como um Grande Código. A recepção desse entendimento como plataforma crítica contribui sobremaneira para uma discussão não apenas de âmbito metafísico e espiritual, mas, também, para relacionarmos o valor cultural dos diversos gêneros literários. Exceto a Súmula, gênero que surgirá ao tempo da Escolástica , os demais generos já marcavam presença no Grande Código. Embora o ensaio critico de Léo, sem desmerecer a agudeza de suas observações, não tenha chamado a atenção para a importância poética e literária da Bíblia no tocante à Educação, como bem fez o critico americano Northrop Frye, seu Ensaio acerca da obra de Mateus Ma’ch’adö supre uma lacuna discursiva que precisamos reanimar. Confesso que não conheço com tanta intimidade quanto o Léo a obra de Mateus Ma’ch’adö. A leitura desse Ensaio de tamanha monta intelectual serviu como um poderoso aperitivo. Aguardemos os demais.</p>
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