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	<title>Arquivo para versos - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Traço, Espaço, Tensão na trama pictográfica dos versos — A propósito de &#8220;Arquitetura da Perda&#8221;, de Antônio Guedes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 15:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Incidental — Considerações Estéticas a Qualquer Momento]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Guedes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Fora dito, sobre a escritora Katherine Manisfield, levando-se em conta sua vida sofrida, não obstante rica em experiência estética e intelectual, que sua obra se apresentava como &#8220;um milagre nascido da dor&#8221;. Eu mesmo já me vali dessa frase e do artigo, na época publicado na Revista Seleções do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftraco-espaco-tensao-na-trama-pictografica-dos-versos-a-proposito-de-arquitetura-da-perda-de-antonio-guedes%2F&amp;linkname=Tra%C3%A7o%2C%20Espa%C3%A7o%2C%20Tens%C3%A3o%20na%20trama%20pictogr%C3%A1fica%20dos%20versos%20%E2%80%94%20A%20prop%C3%B3sito%20de%20%E2%80%9CArquitetura%20da%20Perda%E2%80%9D%2C%20de%C2%A0Ant%C3%B4nio%C2%A0Guedes" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftraco-espaco-tensao-na-trama-pictografica-dos-versos-a-proposito-de-arquitetura-da-perda-de-antonio-guedes%2F&amp;linkname=Tra%C3%A7o%2C%20Espa%C3%A7o%2C%20Tens%C3%A3o%20na%20trama%20pictogr%C3%A1fica%20dos%20versos%20%E2%80%94%20A%20prop%C3%B3sito%20de%20%E2%80%9CArquitetura%20da%20Perda%E2%80%9D%2C%20de%C2%A0Ant%C3%B4nio%C2%A0Guedes" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftraco-espaco-tensao-na-trama-pictografica-dos-versos-a-proposito-de-arquitetura-da-perda-de-antonio-guedes%2F&amp;linkname=Tra%C3%A7o%2C%20Espa%C3%A7o%2C%20Tens%C3%A3o%20na%20trama%20pictogr%C3%A1fica%20dos%20versos%20%E2%80%94%20A%20prop%C3%B3sito%20de%20%E2%80%9CArquitetura%20da%20Perda%E2%80%9D%2C%20de%C2%A0Ant%C3%B4nio%C2%A0Guedes" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftraco-espaco-tensao-na-trama-pictografica-dos-versos-a-proposito-de-arquitetura-da-perda-de-antonio-guedes%2F&amp;linkname=Tra%C3%A7o%2C%20Espa%C3%A7o%2C%20Tens%C3%A3o%20na%20trama%20pictogr%C3%A1fica%20dos%20versos%20%E2%80%94%20A%20prop%C3%B3sito%20de%20%E2%80%9CArquitetura%20da%20Perda%E2%80%9D%2C%20de%C2%A0Ant%C3%B4nio%C2%A0Guedes" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Ftraco-espaco-tensao-na-trama-pictografica-dos-versos-a-proposito-de-arquitetura-da-perda-de-antonio-guedes%2F&#038;title=Tra%C3%A7o%2C%20Espa%C3%A7o%2C%20Tens%C3%A3o%20na%20trama%20pictogr%C3%A1fica%20dos%20versos%20%E2%80%94%20A%20prop%C3%B3sito%20de%20%E2%80%9CArquitetura%20da%20Perda%E2%80%9D%2C%20de%C2%A0Ant%C3%B4nio%C2%A0Guedes" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/traco-espaco-tensao-na-trama-pictografica-dos-versos-a-proposito-de-arquitetura-da-perda-de-antonio-guedes/" data-a2a-title="Traço, Espaço, Tensão na trama pictográfica dos versos — A propósito de “Arquitetura da Perda”, de Antônio Guedes"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">F</span>ora dito, sobre a escritora Katherine Manisfield, levando-se em conta sua vida sofrida, não obstante rica em experiência estética e intelectual, que sua obra se apresentava como &#8220;um milagre nascido da dor&#8221;.</p>
<p>Eu mesmo já me vali dessa frase e do artigo, na época publicado na Revista Seleções do Reader’s Digest. Final dos anos 70, creio.</p>
<p>Ao ler o livro estreante do poeta Antônio Guedes — obra perpassada pela dor, numa perspectiva que pensa a falta da substância, de um ser querido, no espaço familiar, íntimo, pessoal e único — percebo o milagre.</p>
<p>Bem entendido: não estou a afirmar ser a obra fruto tão somente daquilo que rompe a ordem esperada das coisas, suspendendo por um instante a lógica do mundo. Não, não, nada disto.</p>
<p>Há labuta, há disciplina, há cuidado com a forma&#8230; O fato de ser o primeiro livro não o põe como mera obra dum neófito. Há madureza, vale dizer, há estado de plenitude no domínio da língua, do discurso, do objeto.</p>
<p>Há plena ciência da realidade operatória que rege a produção dum objeto de arte.</p>
<p>Há a certeza do ato de liberdade que fundamenta a interrelação entre autor, obra, leitor e, no meu caso, também transdutor.</p>
<p>Longe de alinhar-me aos temerários e levianos, apresento provas ao leitor. Arrepare no poema &#8220;A Fome da Água&#8221;. Eis um trecho:</p>
<blockquote><p>&#8220;A própria vibração dos seixos/pura música/no fio magro que o perpassava/Como as contas de um rosário.&#8221;</p></blockquote>
<p>Eis domínio tal da palavra, da percepção de nuances em movimento, ao mesmo tempo em que grava na lousa da memória um instante. Ainda que se repita, ainda que o córrego esteja lá (ou ali), no outro dia, o senso heracliteano está consciente de que não é a mesma água.</p>
<p>A composição pictórica, paralela, em que se dispõe seixos e contas é de uma rara felicidade exitosa em termos de solução poética.</p>
<p>A doçura fresca da lépida e festiva água, torna-se pranto, perda de raiz, frieza a firmar silêncio e distância. Água como princípio e fim: traz e leva.</p>
<p>Há, cumpre declarar, nos poemas finamente elaborados por Guedes, os vestígios, os gestos, os vínculos&#8230;</p>
<p>É assim que interpreto o poema &#8220;A Broa&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;As coisas que o sol ama/trazem o gosto claro do milho, mas o sol mesmo, o que sangra no intimamente, é doce como goiabada — aprendi contigo.&#8221;</p></blockquote>
<p>Só mesmo quem foi iniciado no delicioso ato de tomar café com broa, entenderá, de imediato, o rubro centro, solar, em torno do qual orbitam os satélites da sabórica expectativa&#8230; E o que a transcende.</p>
<p>Momento de sabor e carinho entregue, ao menino, qual revelação. E, de repente, o é, de fato. O poema tem cheiro e atmosfera de padaria, na manhã ou no entardecer. Rememora-se, ativa-se o percursor do deflagrado projétil denominado saudade.</p>
<p>Em mãos incapazes, o tom e a forma descritivos, relatoriais, presentes nos poemas de Guedes, resvalariam para o entulho da insossa pieguice, do saudosismo sem a incontestável vivacidade de espírito, o claro brilho espontâneo, a bem direcionada energia inventiva. Mas estas qualidades estão, sim, presentes numa obra em que o poeta estreante ensaia passos de veterano.</p>
<p>&#8220;Arquitetura da Perda&#8221;, impõe-se ao testemunhar o pleno êxito da proposta estética e discursiva do autor: erguer sólidas estruturas sobre o alicerce fundado na falta.</p>
<p>É o sentimento opressivo, a recordar, aqui, homérida carpidura, da insustentável leveza manifesta por nuvem de dor a cobrir a alma já combalida.</p>
<p>Perda edificada, alçando altura, assomando com densidade, física e metafísicamente, transfiguração do poeta pleno de consciência trágica.</p>
<p>A vida nos cobra a morte, sim, porém, o poeta, este poeta, compreende que a palavra salva, redime, revive, na memória daquele que se foi.</p>
<p>Afirmo, sem hesitar, que Antônio Guedes nos entrega, em &#8220;Arquitetura da Perda&#8221;, uma leitura intensa, da qual não há como sair impune.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vinhos e Versos – Báquica bebida em Baudelaire</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/vinhos-e-versos-baquica-bebida-em-baudelaire/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 10:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Se comes, tu bebes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Constantin Guys tem um mérito profundo que lhe é peculiar; desempenhou voluntariamente uma função que outros artistas desdenharam e que cabia  sobretudo a um homem do mundo preencher. Ele buscou por toda a parte a beleza passageira e fugaz da vida presente, o caráter daquilo que o leitor nos &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Constantin Guys tem um mérito profundo que lhe é peculiar; desempenhou voluntariamente uma função que outros artistas desdenharam e que cabia  sobretudo a um homem do mundo preencher. Ele buscou por toda a parte a beleza passageira e fugaz da vida presente, o caráter daquilo que o leitor nos permitiu chamar de Modernidade. Frequentemente estranho, violento e excessivo, mas sempre poético, ele soube concentrar em seus desenhos o sabor amargo ou capitoso do VINHO DA VIDA.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Charles Baudelaire</strong>, artigo incluído no volume <strong>L’Art Romantique</strong>, coletânea de artigos de crítica de arte, publicados postumamente em 1869.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">V</span>aler-me-ei, para a composição destas páginas, as quais, talvez, mereçam mais a cesta de lixo do que a publicação neste conspícuo veículo de comunicação, de, basicamente, três obras: “As Flores do Mal”, de Charles Baudelaire; “Baudelaire por Gautier &amp; Gautier por Baudelaire – Dos biografías românticas” (versão em espanhol do original em francês) e “Baudelaire”, de Théophile Gautier.</p>
<p>Prumodequê? Bem, vinhos e poemas (equivale a “encher a cara e ler” – ambos em demasia) são, se não a minha praia, ao menos uma pequena e modesta enseada duma ilha ignota aos demais. Quanto à primeira, preferira que fora outro o tradutor/transversor. Mas – c&#8217;est la vie, c&#8217;est le vin –, quem não tem Oswaldino Marques caça com Ivan Junqueira.</p>
<p>Inquirirá o leitor, com justeza e de direito: “Mas, oh, então, mandrião, porque tu mesmo não traduzes/transvertes?”. Responderei eu: “Mon noble monsieur, « mon » français est insignifiant et horrible face à une entreprise aussi immense”.</p>
<p>Entre os cultos e os que, o sejam ou não, assim se julgam, é voz corrente que o opiáceo (ou nem tanto) poeta consolidou-se como um dos autores mais influentes do século XIX.</p>
<p>Acrescento, com segurança, que continuou a sê-lo por alguns decênios do século 20, pelo menos até a década de 80. Após o que, como tudo que tange ao conhecimento fundamentado e decente das Artes, inclusa a Literatura, sofreu o milenial abalo, sendo eclipsado pela estupidez e pela superficialidade.</p>
<p>Nostalgia e ressentimento da minha parte? Claro que sim! Tenho no espírito algo de lagosta, atraem-me os mistérios das profundezas.</p>
<p>Charles Baudelaire foi lançado, em grande parte por ele mesmo, ao centro das atenções, ao escrever e publicar suas perspectivas sobre sexo, morte, homossexualidade, depressão, revolução, violência, solidão e vício. Quanto à vida doméstica, se assim posso denominá-la, esta foi marcada pela espontânea e caprichosa acrimônia, por problemas de saúde e infortúnio financeiro. <span class="sigijh_hlt">Apesar desses obstáculos, ele conseguiu deixar sua marca indelével em três campos sobrepostos: crítica de arte, poesia e tradução literária.</span> É em relação ao primeiro que ele pode ser creditado por fornecer a conexão filosófica entre as eras do Romantismo Francês, Impressionismo e o nascimento do que hoje é considerado Arte Moderna.</p>
<p>Creio que, aqui, no sentido de comentar de forma mais geral, antes de me concentrar nos viníferos aspectos específicos, possa afirmar que a produção poética de Baudelaire representa a condenação de outra proposta literária que tenha como objeto a uma pieguice, a um moralismo ignorante. Mas, cuidemo-nos de, por isso, &#8220;entender&#8221; o discurso do poeta como uma exortação ao cultivo da &#8220;inutilidade&#8221; da arte. Como bem observa o emérito crítico e historiador da literatura, Vitor Manuel de Aguiar e Silva, para Baudelaire &#8220;a obra de literária autêntica, que procura realizar a beleza e que não mutila nem deforma preconcebidamente a realidade da vida, não colide com a moral, antes se encontra com ela num sentido mais elevado&#8221;.</p>
<figure id="attachment_79925" aria-describedby="caption-attachment-79925" style="width: 339px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.59.jpeg"><img decoding="async" class=" wp-image-79925" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.59-300x270.jpeg" alt="" width="339" height="305" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.59-300x270.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.59-1024x921.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.59-768x690.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.59.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 339px) 100vw, 339px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79925" class="wp-caption-text">Edgar Allan Poe, escritor e crítico literário que exerceu forte influência sobre Baudelaire</figcaption></figure>
<p>Ora, sim, sei que, ao leitor mais experiente, e que lê Baudelaire, algo, evidentemente, se apresenta muito mais interessante e produtivo do que ler estas linhas. O parágrafo acima, ainda que não deva ser contestado in toto, requer a observação de que o poeta natural de Paris, admirador de Edgar Allan Poe, parece se contradizer ao afirmar ser necessário ao poeta substituir a natureza pelo homem e protestar contra a primeira.</p>
<p>Bem, quiçá desejasse nos convencer de que devemos ceder à embriaguez, não só a provocada pelo vinho (nosso objeto de interesse, por ora), como a induzida pelo ópio, pelos fortíssimos perfumes e licores. E que assim nos disponhamos a adentrarmos nos paraísos artificiais.</p>
<p>Mas para adicionar mais uma mão de tempero a esta sopa de letrinhas que lhes sirvo, ressalto, novamente, o sedutor contraditório em Baudelaire, quando este confessa dever a Poe a consciência de que, em meio ao processo criativo, é necessário raciocinar. Reconhece que depende da inteligência e que o labor poético é atividade cotidiana.</p>
<p>Ah, claro que não posso prosseguir, de forma coerente, caso esqueça de tecer comentários a Gautier. Sobre este&#8230; bem, vale repetir que escreveu sobre Charles Baudelaire. Para que não houvesse dúvidas sobre o objeto da obra, intitulou a mesma &#8220;Baudelaire&#8221;.</p>
<p>Théophile Gautier é legítimo e extremoso filho do Romantismo. Adversário declarado dos utilitaristas. Contudo, não tendo confundido beijo de jegue com arroz doce, nem rabo de jegue com corneta, jamais negou a utilidade maravilhosa detida pelo vinho.</p>
<p>E como o son of a bitch escrevia bem! A maneira pela qual descreve física e intelectualmente Baudelaire é de, após se ler, aplaudir de pé. Verdadeira sinfonia de palavras muito bem aplicadas. Não admira que, ao lê-las, me veja como um moleque iniciante mal saído dos cueiros.</p>
<p>Well&#8230; Ditas as coisas acima, um estilizado enchimento de linguiça, é bem verdade, tratemos doravante, de maneira mais cuidadosa e comprometida, da relação do poeta com o vinho.</p>
<p>Em mais de uma composição a bebida se faz presente.</p>
<p>No poema XXI, “Hino à Beleza”, na primeira estrofe, diz o poeta: “Vens tu do céu profundo ou sais do precipício/Beleza? Teu olhar, divino, mas daninho/Confusamente verte o bem e o malefício/E pode-se por isso comparar-te ao vinho”.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.10.jpeg"><img decoding="async" class=" wp-image-79926 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.10-263x300.jpeg" alt="" width="301" height="343" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.10-263x300.jpeg 263w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.10-768x877.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-16-at-19.00.10.jpeg 800w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /></a>Repare, leitor, na última estrofe do poema XXVIII, “A Serpente que Dança”: “Bebo de um vinho que me infunde/Amargura e calma/Um líquido céu que difunde/Astros em minha alma!”.</p>
<p>E mais estes versos em que o vinho tem o seu lugar, no poema XLIX, “O Veneno”: “Sabe o vinho vestir o ambiente mais espúrio/Com seu luxo prodigioso/E engendra mais de um pórtico miraculoso/No ouro de um vapor purpúreo/Como um sol que se põe no ocaso nebuloso”.</p>
<p>Entre os estudiosos, da vida e da obra de Charles Baudelaire, há os que afirmam que ele não era dado a excesso algum. Buscava, na verdade, manter-se sóbrio, preservar a inteligência e o talento.</p>
<p>Comum se ler em resenhas, artigos e ensaios que, longe de abusar do álcool, Baudelaire fala do vinho como “um potenciador da vida”, um apelo à viagem e à fuga, para escapar à posição social. Foi um dos raros poetas da época a destacar o vinho mantendo-se sóbrio.</p>
<figure id="attachment_79894" aria-describedby="caption-attachment-79894" style="width: 252px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-15-at-08.22.35.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-79894" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-15-at-08.22.35.jpeg" alt="" width="252" height="314" /></a><figcaption id="caption-attachment-79894" class="wp-caption-text">Retrato de Théophile Gautier, em 1856, por Félix Nadar</figcaption></figure>
<p>Eis relato de Théophile Gautier: “Como todos los laboriosos, Baudelaire era sobrio por temperamento. Aun admitiendo el afán de crearse un «paraíso artificial» mediante cualquier narcótico, opio, «haschisch», vino, alcohol o tabaco, tendencia que podemos observar en todos los tiempos y en todos los pueblos salvajes o civilizados, él advertía en este prurito una prueba del pecado original, um sacrílego anhelo de escapar al dolor necesario, una pura maña satánica para robarnos la felicidad posterior que tenemos reservada como recompensa a las virtudes cardinales y al impulso persistente hacia la belleza y el bien” (Théophile Gautier &amp; Charles Baudelaire: <strong>Baudelaire por Gautier &amp; Gautier por Baudelaire – Dos biografías românticas</strong>)</p>
<p>O vinho, seja a bebida em si ou sua forte referência simbólica, até mesmo mística, foi por Baudelaire evocado, no construir duma lógica de fuga. O vinho representará para os pobres, sejam eles “pessoas honestas” como em “A Alma do Vinho” “catadores de trapos”, marginais da noite ou um “assassino”, a única possibilidade de criar a ilusão do viver plenamente, escapando à dor, à solidão, à violência, enfim à pobreza durante certo tempo.</p>
<p>O que fez, para convencer ao meio de que era um dândi cerebral (como diria Gustav R. Hocke, em “Maneirismo – O Mundo Como Labirinto), que era um pervertido e um satanista, foi esconder suas virtudes, fato ressaltado por Gautier.</p>
<p>Segundo Gautier, &#8220;Baudelaire era de uma natureza sutil, complicada, arrazoadora, paradoxal e mais filosófica do que é, em geral, a dos poetas&#8221;.</p>
<p>Século dezenove. Nas palavras de Gautier, um novo mundo a nascer. Neste contexto, devemos considerar que uma alma monstruosa (ou que simulasse sê-lo) atrairia atenções.</p>
<p>Portanto há aqueles que não hesitam em afirmar que Baudelaire era famoso por sua propensão ao vinho (junto com drogas, sexo e outros excessos).</p>
<p>A imagem arquetípica de Baudelaire, isto é, como um “dândi decadente” tem como consequência, principalmente para os leitores desavisados, velar a elegante e complexa estética das suas linguagem e mensagem.</p>
<p>Seu modo de ver e viver o mundo sustentou tal complexidade. Nas décadas de 1840 e 1850, Charles Baudelaire cultivou extensas conexões com artistas contemporâneos. No mesmo período, Charles participou das Revoluções de 1848, tentou suicídio e foi processado por ofender a religião e a moralidade pública com seu livro Les Fleurs du mal . O clamor público resultou na retirada de Les Fleurs du Mal das vendas (embora tenha sido reintroduzido mais tarde com algumas alterações). No geral, o poeta lutou contra problemas de saúde e dívidas, ainda que mantivesse produção literária intermitente.</p>
<p>Vinho&#8230; Esta báquica bebida se fez presente, todo o tempo, em meio aos acontecimentos descritos acima. Com alguns o poeta se envolveu, outros por ele foram provocados.</p>
<p>O vinho, reapresentado por Baudelaire, mediante seu teor metafísico, sua musicalidade, seu poder de induzir à alienação social, seu caráter sinestésico, deve ser compreendido como elemento inseparável da produção lírica do visionário, idealista, extravagante parisiense.</p>
<p>Com vinho e versos Baudelaire fundamentou, com maestria, boa parte de sua literatura.</p>
<p>Santé <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os versos grávidos de Maíra Ferreira</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/os-versos-gravidos-de-maira-ferreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Sep 2023 14:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
		<category><![CDATA[A Primeira Morte]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Maíra Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poetisa]]></category>
		<category><![CDATA[versos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Germano Xavier(*) &#160; “os velhos que um dia seremos estão pedindo perdão” Excerto do poema face a face, de Maíra Ferreira &#160; Maíra Ferreira é o nome da poetisa que estreia sua inaugural fatalidade no mundo das palavras impressas. A PRIMEIRA MORTE é o nome do livro da poetisa e é também o nome do &#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><strong>“os velhos que um dia</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>seremos estão pedindo</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>perdão”</strong></p>
<p style="text-align: right;">Excerto do poema <em><strong>face a face</strong></em>, de Maíra Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/09/A-primeira-morte-livro-de-Maira-Ferreira.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-70435 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/09/A-primeira-morte-livro-de-Maira-Ferreira-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/09/A-primeira-morte-livro-de-Maira-Ferreira-198x300.jpg 198w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/09/A-primeira-morte-livro-de-Maira-Ferreira-675x1024.jpg 675w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/09/A-primeira-morte-livro-de-Maira-Ferreira-768x1165.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/09/A-primeira-morte-livro-de-Maira-Ferreira-1013x1536.jpg 1013w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/09/A-primeira-morte-livro-de-Maira-Ferreira-1350x2048.jpg 1350w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2023/09/A-primeira-morte-livro-de-Maira-Ferreira.jpg 1688w" sizes="auto, (max-width: 198px) 100vw, 198px" /></a>Maíra Ferreira é o nome da poetisa que estreia sua inaugural fatalidade no mundo das palavras impressas. A PRIMEIRA MORTE é o nome do livro da poetisa e é também o nome do poema que abre seu livro de poemas: “quando era criança tinha um medo/de borboletas como quem não suporta/tamanha delicadeza desde sempre”. Poema-fala de uma grandiosidade perigosa gerada a partir do que é sutil e mantido entre ternuras.</p>
<p>Figuras infantis brincando de ofuscar nossas fatigadas vistas são encontradas nas ladeiras que as estrofes não ousam subir nem descer, como em “entre os instantes e eu vejo pensando que é tudo/na verdade simples e o mundo é no fundo/isso mesmo só isso tudo isso”. Melhor deixar tudo intacto no meio do percurso. Esplendores alheios fazem o papel dos arruaceiros derrotadores de silêncios e iconoclastas.</p>
<p>Cantos de erros em datas importantes que maculam as imensidões, tal qual no trote “e logo é tarde e já se perdeu tudo/o que nunca se teve”. Parece poesia feita em rota marginal, apesar da nítida presença dos saberes universais de ordem. A veia de Maíra discute a pressa das horas sem construção, a vida gasta sem ter motivo real. E pede autorização para romper cada vez mais.</p>
<p>Poema lindo é “pequena princesa”, versos com sal. Referências depostas e provadas no abrir das rimas inexistentes, o livro de Maíra é um exemplo de paraíso caótico. Cada poema é uma viagem, cada um é uma chegada e cada qual uma partida. Somos atingidos. A poesia vence no final da escaramuça, eis a única certeza que o desavisado leitor tem logo no passeio das páginas primeiras.</p>
<p>A palavra como artefato. Arma para dizer, mesmo que nada se compreenda ou mesmo que nada sofra incorporações. A PRIMEIRA MORTE dá vida a uma voz nova que tem vez no singular mundinho das frases quebradas com sanha que todos os poetas inventam de inventar. Outra coisa: poesia que debocha e quem ri não é o leitor. O leitor antes sofre sabendo-se infame e partícipe de todas as peripécias devotadas. O leitor dessas primeiras mortes de Maíra é parte do cortejo. O funeral é de espantos.</p>
<p>Assim: “quando me perguntarem vou ser/completamente aberta/horrivelmente honesta/e por isso aviso/nenhuma verdade vai sair/de mim”. Maíra Ferreira, pois, é o nome da poesia que tem autoridade para ser inaugural, não decepcionar e, ainda mais, para ser horizonte no universo das palavras que mancham papéis de preto em tipos misturados. Falseia tudo cobrindo os equadores (centro) das coisas com o limão das bocas em ira. Palavras grávidas: logo nascerão outras de seu ventre. Favor, não duvidar. Favor, desejar.</p>
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		<item>
		<title>A poesia do ascensorista</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-poesia-do-ascensorista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 14:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
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		<category><![CDATA[versos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=63722</guid>

					<description><![CDATA[<p>Literatura é um engajar-se, Sartre vociferava. Convenhamos: há algo de verdadeiro nisso. Mas até quando seria possível manter o punho da voz firme ao sentir que “o fracasso é que a língua perde/ritmo”, como escreve o Gabriel Resende Santos, nascido num Rio de Janeiro em maio de 1994. E se o ritmo está alquebrado, a &#8230;</p>
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<p>Literatura é um engajar-se, Sartre vociferava. Convenhamos: há algo de verdadeiro nisso. Mas até quando seria possível manter o punho da voz firme ao sentir que “o fracasso é que a língua perde/ritmo”, como escreve o Gabriel Resende Santos, nascido num Rio de Janeiro em maio de 1994. E se o ritmo está alquebrado, a vida inteira se desmonta. Destarte, acreditar em Rimbaud e Whitman pode ser mesmo uma solução. O menino que questiona “quantos minutos tem a pétala”, é o mesmo que não conta segredos para nenhuma fúria e que sabe que todo “entendimento é um jogo de morte”.</p>
<p>A poesia presente em “Elevador” tem o corpo sem acomodação, a alma sem afetações e gasta seu tempo e seu espaço tentando gritar alguma coisa no meio deste mundo de inaudíveis &#8211; habitado por um gentio estranho, muito estranho. Por tentar tal feito, já deixa a simplicidade de ser mera anotação em papel barato e ganha o status daquelas decididas palavras que nos emocionam por ou em determinado momento de nossas vidas. A poesia do garoto sobe e desce, eleva-se e se revela, releva e desvela a pessoa entrada no cubículo dos sentidos.</p>
<p>O efeito poético que se vê na respectiva obra brota de um ritmo aparentemente sólido e por demais amarrado. O autor trabalha o poema, não parece ser um amontoado de versos sem passado. Há sim um dito com elementos simples e modificações de forma um tanto já corriqueiras neste universo, mas talhada como escultura por mãos de quem realmente emprestou sofrimento à palavra. Como pregavam os gregos, o texto poético é aquele que cria alguma coisa, indefinida, mas alguma coisa. Eis a mais simplória definição da poiesis, conceito ao qual Gabriel se enamora em “Elevador”.</p>
<p>Como não existe uma definição perfeita para a boa ou para a má poesia, os aspectos essenciais de uma obra ficam mesmo nas garras dos olhos-tempo do leitor, ser quase sempre ensimesmado que irá confrontar as estrofes lidas enquanto complementa o vago possível dos eixos em verbo com a ideia mais precisa do instante. A poesia de “Elevador” acredita na grande beleza plástica que a palavra pode exprimir, mas não se deixa morrer neste detalhe.</p>
<p>Fala-se muito em mistério quando o ser enunciado é a poesia. Dá-se margem a rios de águas que correm por este mundo. Emoção demais, dizem, pode nublar a vista real das notáveis importâncias. Todavia, escrever é um passo para se sair dos labirintos – ou para se adentrar ainda mais por eles. E escrever poesia num mundo tão surdo-mudo quanto este em que vivemos soa como uma necessidade digna de aplausos. Portanto, uma salva de palmas para o ascensorista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>_________</p>
<p>(*) <strong>Germano Xavier</strong> nasceu em Iraquara, Chapada Diamantina-Bahia, em 1984. É jornalista pela UNEB e mestre em Letras pela UPE. Publicou o livro Clube de Carteado (Franciscana, 2006). Seu livro de contos intitulado Sombras Adentro (ainda não publicado) foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura (2016). Em 2021, publicou o livro O Homem Encurralado (Penalux); e em 2022 , Esplanada do Tempo, que compreende a segunda parte da Trilogia do Centauro. Escreve para encontrar o equador de todas as coisas.</p>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_46365" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Últimas do Literatura & Afins</span><div id="wplp_widget_46365" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="46365" style="" data-max-elts="10" data-per-page="3"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_46365" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_46365_77884" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-660x330.png 660w" alt="Nivaldo Tenório e as camadas do conto" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="title">Nivaldo Tenório e as camadas do conto</a></div></div><div id="wplp_box_left_46365_77884" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_46365_77884" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_46365_77884" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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		<title>Sobre o Martín Fierro, de José Hernández</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/sobre-o-martin-fierro-de-jose-hernandez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 15:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
		<category><![CDATA[Borges]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A ovelha não bale quando é morta; revira os olhos.” BORGES, Jorge Luís; GUERRERO, Margarita. O “Martin Fierro”. Porto Alegre: L&#38;PM, 2005. Em parceria com Margarita Guerrero, o escritor Jorge Luís Borges escreveu o seu parecer crítico acerca da obra Martín Fierro, de José Hernández. Num primeiro momento, os autores supracitados investem em um olhar sobre a &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/sobre-o-martin-fierro-de-jose-hernandez/">Sobre o Martín Fierro, de José Hernández</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-o-martin-fierro-de-jose-hernandez%2F&amp;linkname=Sobre%20o%20Mart%C3%ADn%20Fierro%2C%20de%20Jos%C3%A9%20Hern%C3%A1ndez" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-o-martin-fierro-de-jose-hernandez%2F&amp;linkname=Sobre%20o%20Mart%C3%ADn%20Fierro%2C%20de%20Jos%C3%A9%20Hern%C3%A1ndez" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-o-martin-fierro-de-jose-hernandez%2F&amp;linkname=Sobre%20o%20Mart%C3%ADn%20Fierro%2C%20de%20Jos%C3%A9%20Hern%C3%A1ndez" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-o-martin-fierro-de-jose-hernandez%2F&amp;linkname=Sobre%20o%20Mart%C3%ADn%20Fierro%2C%20de%20Jos%C3%A9%20Hern%C3%A1ndez" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsobre-o-martin-fierro-de-jose-hernandez%2F&#038;title=Sobre%20o%20Mart%C3%ADn%20Fierro%2C%20de%20Jos%C3%A9%20Hern%C3%A1ndez" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/sobre-o-martin-fierro-de-jose-hernandez/" data-a2a-title="Sobre o Martín Fierro, de José Hernández"></a></p><p style="text-align: right;">“A ovelha não bale quando é morta; revira os olhos.”</p>
<p style="text-align: right;">BORGES, Jorge Luís; GUERRERO, Margarita. O “Martin Fierro”. Porto Alegre: L&amp;PM, 2005.</p>
<figure id="attachment_25901" aria-describedby="caption-attachment-25901" style="width: 195px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-25901" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier-300x293.jpg" alt="literatura" width="195" height="190" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier-300x293.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg 409w" sizes="auto, (max-width: 195px) 100vw, 195px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25901" class="wp-caption-text">Germano Viana Xavier (*)</figcaption></figure>
<p><span class="sigijh_hlt">Em parceria com Margarita Guerrero, o escritor Jorge Luís Borges escreveu o seu parecer crítico acerca da obra Martín Fierro, de José Hernández</span>. Num primeiro momento, os autores supracitados investem em um olhar sobre a dita poesia gauchesca, que para eles tanto reflete a vida dos gaúchos quanto escancara a existência de muitos “homens da cidade” identificados com os hábitos e com a linguagem dos pampas. Este laço está descrito na presença de inúmeras batalhas e guerras regionais, que colocaram lado a lado homens citadinos e homens da campanha, porventura nos papéis de aliados ou de inimigos. E não sendo a arte coisa vã, uma nova forma de sonho se deu nas tintas de Hernández, haja posto.</p>
<p>Passeando por diversas fontes que analisaram, de uma ou outra maneira, tal obra e tal personagem, Borges e Margarita sugerem que o mito de Hernández fora “criado” num tempo anterior por Lussich, mas que o próprio Martín Fierro também o ajudou a se tornar no que é/foi desde a sua publicação. Cabe aqui salientar que José Hernández foi um homem sem grandes achaques, com atributos e convicções aparentemente normais para um escritor territorialmente instalado em tais paragens espaço-temporais, nascido a 10 de novembro de 1834 no distrito de San Martín.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Borges e Margarita &#8220;retiram&#8221; a pecha de caracterização épica dada por muitos ao livro de Hernández</span>, apesar da obra se aproximar bastante das formalidades de uma epopeia. O personagem Martín Fierro é um gaúcho bravio, que é levado para os fortins das fronteiras e por lá passa três sofridos anos. Quando regressa, aturdido e revoltado por motivos até justificáveis, percebe que perdeu a mulher para outro homem e que seus filhos se perderam pelas vastidões mundanas. Fierro, daí em diante, transforma-se da água para o vinho e se revela um touro-homem quase que indomável. A sociedade, então, logo o rotula de marginal, de delinquente.</p>
<p>Os críticos pontuam, também, a existência do sobrenatural na obra de José Hernández, e acrescentam ainda que é por esse e outros fatores que Martín Fierro faz parte da literatura tida como duradoura, que é capaz de vencer o tempo a todo custo. O personagem se atira num frenesi tresloucado, misto de violência e vingança, e termina por escancarar a besta, a fera, a fúria humana. Sobra, pois, até para a figura do índio, colocado em postura de malfeitor dentro do texto. As coisas do coração, o sentimento, a paixão, por sua vez, são colocadas numa dimensão de escanteamento no trotar dos versos de José Hernández.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Martin Fierro é tido por muitos, intelectuais ou não, literatos ou não, como o livro máximo da Argentina</span>, o livro que resume a figura emblemática do gaúcho ao pé da letra, o livro de um povo do sul. Parece ser o que Dom Quixote é para os espanhóis e o que a Chanson de Roland se tornou para os franceses, ou o que a Ilíada é para os gregos. Decerto que se transformou num exemplar privilegiado do cânone local. Para Borges e Margarita, mesmo com ressalvas várias, Martín Fierro é talvez o único livro que pode ser apontado como tal. Um poema-romance, épico, que exige perfeição das personagens, mas que também sabe conviver com e potencializar suas imperfeições. O personagem Martín Fierro, assaz-assim, será sempre uma entidade contraditória, pois muito além das ações que cometeu em sua jornada está a sua ética e a sua estética da coragem, que, muitas das vezes, nem pensa em pedir perdão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>__________</p>
<p>(*) <strong>Germano Xavier</strong> nasceu em Iraquara, Chapada Diamantina-Bahia, em 1984. É jornalista pela UNEB e mestre em Letras pela UPE. Publicou o livro Clube de Carteado (Franciscana, 2006). Seu livro de contos intitulado Sombras Adentro (ainda não publicado) foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura (2016). Em 2021, publicou o livro O Homem Encurralado (Penalux); e em 2022 , Esplanada do Tempo, que compreende a segunda parte da Trilogia do Centauro. Escreve para encontrar o equador de todas as coisas.</p>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_46365" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Últimas do Literatura & Afins</span><div id="wplp_widget_46365" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="46365" style="" data-max-elts="10" data-per-page="3"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_46365" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_46365_77884" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-660x330.png 660w" alt="Nivaldo Tenório e as camadas do conto" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="title">Nivaldo Tenório e as camadas do conto</a></div></div><div id="wplp_box_left_46365_77884" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_46365_77884" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_46365_77884" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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