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	<title>Arquivo para unificação - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova PEC da reforma tributária em dois turnos</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/camara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 11:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aprovada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta sexta-feira (7) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, que trata da reforma tributária. O texto-base foi aprovado em segundo turno pelo placar de 375 a 113 votos. Quatro destaques para alterar pontos do texto serão discutidos em sessão marcada para as 10h. Depois disso, a &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/camara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos/">Câmara dos Deputados aprova PEC da reforma tributária em dois turnos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fcamara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos%2F&amp;linkname=C%C3%A2mara%20dos%20Deputados%20aprova%20PEC%20da%20reforma%20tribut%C3%A1ria%20em%20dois%20turnos" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fcamara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos%2F&amp;linkname=C%C3%A2mara%20dos%20Deputados%20aprova%20PEC%20da%20reforma%20tribut%C3%A1ria%20em%20dois%20turnos" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fcamara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos%2F&amp;linkname=C%C3%A2mara%20dos%20Deputados%20aprova%20PEC%20da%20reforma%20tribut%C3%A1ria%20em%20dois%20turnos" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fcamara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos%2F&amp;linkname=C%C3%A2mara%20dos%20Deputados%20aprova%20PEC%20da%20reforma%20tribut%C3%A1ria%20em%20dois%20turnos" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fcamara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos%2F&#038;title=C%C3%A2mara%20dos%20Deputados%20aprova%20PEC%20da%20reforma%20tribut%C3%A1ria%20em%20dois%20turnos" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/camara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos/" data-a2a-title="Câmara dos Deputados aprova PEC da reforma tributária em dois turnos"></a></p><p><span class="sigijh_hlt">A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta sexta-feira (7) a <strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2196833">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019</a>,</span></strong> que trata da reforma tributária. </span>O texto-base foi aprovado em segundo turno pelo placar de 375 a 113 votos. Quatro destaques para alterar pontos do texto serão discutidos em sessão marcada para as 10h. Depois disso, a PEC segue para o Senado, onde será analisada a partir de agosto, após o recesso parlamentar.</p>
<p>A versão final do texto foi apresentada pelo relator, deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), algumas horas antes da votação — que foi encampada pelo governo Lula e pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). Mais cedo, os deputados federais rejeitaram um requerimento do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, que pedia o adiamento da votação da proposta. A oposição pedia mais tempo para discussão da matéria.</p>
<p>O texto unifica os cinco principais impostos sobre o consumo de bens e serviços em um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual. Na prática, dois impostos. De um lado, IPI, PIS e Cofins, da União, dão origem à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Do outro, ICMS (estadual) e ISS (municipal) formam o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</p>
<p><span class="sigijh_hlt">A PEC deixa para uma lei complementar qual será a alíquota do IVA. Ou seja, o percentual de imposto que incidirá sobre os produtos e serviços consumidos pelos brasileiros. Estima-se que o patamar seja de 25%.</span></p>
<p>Segundo a proposta, alguns bens e serviços específicos terão a alíquota do IVA reduzida em 60%, como é o caso dos serviços de educação, saúde, transporte coletivo e dos produtos agropecuários. Alvo de polêmica, a tributação de itens da cesta básica — que na proposta original seria de metade do IVA padrão  — foi zerada pelo relator.</p>
<p>No início do mês, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou um estudo que apontou que a reforma poderia provocar um aumento de quase 60% nos impostos que recaem sobre a cesta básica.</p>
<p>Apesar da aprovação expressiva na Câmara, o texto não é consenso em meio ao setor produtivo e entre os representantes dos estados e municípios. O setor de serviços, que é aquele que mais emprega no país e é responsável por 70% das riquezas produzidas no Brasil, estima que a reforma tributária poderá elevar a carga tributária sobre o setor em até 260%, segundo cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).</p>
<p>A CNC argumenta que para absorver os impactos que uma possível alíquota de 25% do IVA causaria sobre o setor, os empresários teriam de cortar custos — o que pode levar ao desemprego de 3 em cada 10 trabalhadores, totalizando 3,8 milhões de demissões.</p>
<h2>Transição</h2>
<p>A transição do atual para o novo sistema tributário vai levar sete anos. Começa em 2026 e acaba em 2032. Em 2033, o novo modelo de tributação sobre o consumo passa a funcionar integralmente.</p>
<p>Outra transição que o texto prevê é aquela em que se muda a incidência do imposto da origem do produto ou serviço (como funciona atualmente) para onde há o consumo pelas pessoas. A mudança vai levar 50 anos, estendendo-se de 2029 a 2078.</p>
<h2>Cashback</h2>
<p>A proposta prevê a criação de um mecanismo de <em>cashback,</em> em que parte do imposto pago pelos consumidores é devolvida. O detalhamento também ficará para lei complementar, mas a tendência é que a novidade se restrinja às famílias de baixa renda.</p>
<h2>Conselho Federativo</h2>
<p>Um dos pontos de maior discussão nos últimos dias — a composição do Conselho Federativo —foi definida pelo relator Aguinaldo Ribeiro. Os governadores temem perder autonomia com o órgão que será responsável por arrecadar, gerir e distribuir o Imposto sobre Bens e Serviços.</p>
<p>Entre os receios está o de que a centralização das decisões dê poder ao governo federal para distribuir os recursos arrecadados com o IBS com base em critérios pouco objetivos, favorecendo aliados. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, articulou uma composição do Conselho Federativo que desse mais poder aos estados e municípios — em especial aqueles que ficam no Sul e Sudeste, responsáveis pela maior parte da arrecadação.</p>
<p>O relator cedeu. Segundo a PEC, o conselho será formado por 54 representantes, sendo um para cada estado e o Distrito Federal. Os municípios também terão 27 representantes. As decisões do colegiado só serão aprovadas se tiverem a maioria absoluta dos votos, além de terem que representar mais de 60% da população do país.</p>
<h2>FDR</h2>
<p>O texto cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FDR), cujo objetivo é diminuir as desigualdades entre os estados, municípios e Distrito Federal. O FDR será custeado pelo governo federal.</p>
<p>No modelo atual, como a arrecadação dos tributos fica com o estado que produziu o bem ou serviço e não com aquele onde houve o consumo, os governadores aproveitam para diminuir a carga tributária de modo a atrair investimentos, possibilidade esta que acaba com a reforma. O fundo é uma forma de compensar os entes subnacionais pela mudança da tributação da origem para o destino, o que dará fim à chamada guerra fiscal.</p>
<p>Os entes da federação poderão aplicar os recursos do FDR na realização de estudos, projetos e obras de infraestrutura, fomento a atividades produtivas com elevado potencial de geração de emprego, renda e promoção de ações com vistas ao desenvolvimento científico e tecnológico e à inovação.</p>
<p>A União terá que aportar R$ 8 bilhões em 2029. E esse montante crescerá gradativamente até chegar a R$ 40 bilhões em 2032. Os critérios para distribuição dos recursos ficarão para lei complementar, segundo a PEC.</p>
<h2>Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais</h2>
<p>Este outro fundo trazido pela proposta visa garantir que os estados não percam dinheiro devido aos benefícios fiscais que concederam ao setor produtivo, como forma de atrair empresas até 2032.</p>
<p>Segundo a PEC, o governo federal repassará cerca de R$ 160 bilhões aos entes subnacionais ao longo de oito anos. Confira os aportes ano a ano.</p>
<p>2025 &#8211; R$ 8 bilhões;<br />
2026 &#8211; R$ 16 bilhões;<br />
2027 &#8211; R$ 24 bilhões;<br />
2028 &#8211; R$ 32 bilhões;<br />
2029 &#8211; R$ 32 bilhões;<br />
2030 &#8211; R$ 24 bilhões;<br />
2031 &#8211; R$ 16 bilhões;<br />
2032 &#8211; R$ 8 bilhões.</p>
<h2>Imposto Seletivo</h2>
<p>Conhecido como &#8220;imposto do pecado&#8221;, o Imposto Seletivo (IS) incidirá sobre bens e serviços considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Esta é outra questão que fica para uma lei complementar.</p>
<h2>Tramitação</h2>
<p>Para ser aprovada de forma definitiva, a PEC precisa passar pelo crivo de 49 dos 81 senadores, também em dois turnos de votação.</p>
<p><img decoding="async" title="Arte: Brasil 61" src="//s3-sa-east-1.amazonaws.com/agencia-radio-arb/5460/content_WhatsApp_Image_2023-07-06_at_19.06.04.jpeg" alt="Arte: Brasil 61" /></p>
<p>Fonte: <strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://brasil61.com/n/camara-dos-deputados-aprova-pec-da-reforma-tributaria-em-dois-turnos-bras238842" target="_blank" rel="noopener">Brasil 61</a></span></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda o relatório da reforma tributária a ser votado na Câmara</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/entenda-o-relatorio-da-reforma-tributaria-a-ser-votado-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jun 2023 18:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de quase quatro meses de discussões e debates, o relator da reforma tributária na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou na íultima quinta-feira (22) o relatório da proposta de emenda à Constituição (PEC) que dará início à reforma tributária. Prevista para ser votada na primeira semana de julho, a proposta simplificará e unificará os &#8230;</p>
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<div class="post-item-wrap">
<p>Depois de quase quatro meses de discussões e debates, o relator da reforma tributária na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou na íultima quinta-feira (22) o relatório da proposta de emenda à Constituição (PEC) que dará início à reforma tributária. <span class="sigijh_hlt">Prevista para ser votada na primeira semana de julho, a proposta simplificará e unificará os tributos sobre o consumo e representa apenas a primeira etapa da reforma.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1540079&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1540079&amp;o=node" /></span></p>
<p>A proposta unifica duas PECs que tramitaram pelo Congresso nos últimos anos, uma na Câmara e outra no Senado. Esta é uma versão preliminar do texto, que poderá ser alterada pela Câmara durante as negociações prévias à votação.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">A principal mudança prevista no relatório será a extinção de cinco tributos: três federais; o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados; e o Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios.</span> Em troca, será criado um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, dividido em duas partes. O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) unificará o ICMS e o ISS. A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) será arrecadada pela União.</p>
<p>Em troca de mudanças que trarão o fim da guerra fiscal entre os estados, o governo criará um Fundo de Desenvolvimento Regional para financiar projetos de desenvolvimento em estados mais pobres. Inicialmente orçado em R$ 40 bilhões a partir de 2033, o fundo é o principal ponto de polêmica na reforma tributária. Diversos governadores pedem a ampliação do valor para R$ 75 bilhões e poderão mobilizar as bancadas estaduais para aumentar o valor.</p>
<p>A proposta prevê alíquotas reduzidas para alguns setores da economia e abre margem para a criação de um sistema de <em>cashback</em> (devolução de parte do tributo pago), que será regulamentada por lei complementar. O texto também prevê mudanças na tributação sobre patrimônio, com cobrança de imposto sobre meios de transporte de luxo e heranças.</p>
<p><u><div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			</u></p>
<p><u>Entenda as mudanças da reforma tributária</u></p>
<p><u>Extinção de tributos</u></p>
<p>•   Somem os seguintes tributos federais: Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);</p>
<p>•   Extinção do ICMS (estadual) e do ISS (municipal).</p>
<p><u>Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual</u></p>
<p>No lugar desses tributos, serão criados dois tributos</p>
<p>•   Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS): unificará o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);</p>
<p>•   Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): unificará o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (IBS);</p>
<p>•   No modelo dual, a União define a alíquota da CBS; e os estados e municípios, do IBS. Em relação aos tributos locais, a diferença será que os governos estaduais e as prefeituras terão de concordar com uma alíquota única, em vez de cada ente público reduzir tributos para estimular a guerra fiscal;</p>
<p>•   Não cumulatividade plena: a CBS e o IBS não incidirão em cascata em nenhuma fase da cadeia produtiva. Hoje, o modelo brasileiro é de cumulatividade parcial. Alguns setores da economia continuam pagando em cascata. Outros pagam por valor adicionado em cada etapa da cadeia (pagam sobre o valor acrescentado sobre o preço anterior), mas contam com isenções ao longo das etapas que resultam em maior tributação ao fim da cadeia;</p>
<p>•   Cobrança no destino: mercadoria e serviço serão tributados no local do consumo, em vez da origem, como ocorre atualmente. Mudança acaba com guerra fiscal;</p>
<p>•   Desoneração de exportações e investimentos.</p>
<p><u>Imposto Seletivo</u></p>
<p>•   Sobretaxa sobre produção, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente;</p>
<p>•   Incidirá sobre cigarros e bebidas alcoólicas, com possibilidade de ser estendido para alimentos e bebidas ricos em açúcar;</p>
<p>•   Originalmente, substituiria o IPI, mas será um imposto à parte;</p>
<p>•   Parte da arrecadação será usada para manter Zona Franca de Manaus.</p>
<p><u>Alíquotas</u></p>
<p>•  Alíquota única padrão: valerá como regra geral;</p>
<p>•   Alíquota reduzida em 50% para os seguintes grupos, com cadeia produtiva curta e que seriam prejudicados pelo IVA não cumulativo:</p>
<p>–   Serviços de transporte público coletivo urbano, semiurbano ou metropolitano;</p>
<p>–   Parte dos medicamentos (alíquota de IBS);</p>
<p>–   Dispositivos médicos;</p>
<p>–   Serviços de saúde;</p>
<p>–   Serviços de educação;</p>
<p>–   Produtos agropecuários, pesqueiros, florestais e extrativistas vegetais in natura (para beneficiar a cesta básica);</p>
<p>–   Insumos agropecuários, alimentos destinados ao consumo humano e produtos de higiene pessoal (para beneficiar a cesta básica);</p>
<p>–   Atividades artísticas e culturais nacionais.</p>
<p>•   Se modificações na tributação do consumo aumentarem arrecadação geral, dispositivo no texto prevê a redução das alíquotas do IBS e da CBS.</p>
<p><u>Alíquota zero de CBS:</u></p>
<p>–   Medicamentos;</p>
<p>–   Serviços de educação de ensino superior: Prouni;</p>
<p><u>Alíquota zero de IBS e CBS</u></p>
<p>•   Pessoas físicas que desempenhem atividades agropecuárias, pesqueiras, florestais e extrativistas vegetais in natura;</p>
<p>•   No caso de produtor rural pessoa física, isenção de IBS e CBS vale para quem tem receita anual de até R$ 2 milhões. O produtor que recebe menos que esse valor por ano poderá repassar crédito presumido (tipo de compensação tributária) aos compradores de seus produtos.</p>
<p><u>Livros</u></p>
<p>•   Livros continuarão com imunidade tributária.</p>
<p><u>Cashback</u></p>
<p>•   Possibilidade de devolução ampla de parte do IBS e da CBS a pessoas físicas;</p>
<p>•   Ideia inicial era incluir na PEC mecanismo de devolução a famílias de baixa renda, semelhante ao existente em alguns estados, mas sistema será definido em lei complementar.</p>
<p><u>Regimes tributários favorecidos</u></p>
<p>•   Manutenção da Zona Franca de Manaus e do Simples Nacional, regime especial para micro e pequenas empresas.</p>
<p><u>Regimes tributários específicos</u></p>
<p>•   Combustíveis e lubrificantes: cobrança monofásica (em uma única etapa da cadeia), alíquotas uniformes e possibilidade de concessão de crédito para contribuinte;</p>
<p>•   Serviços financeiros, seguros, operações com bens imóveis, cooperativas, planos de assistência à saúde e apostas: alíquotas específicas, tratamento diferenciado nas regras de creditamento (aproveitamento de créditos tributários) e na base de cálculo; e tributação com base na receita ou no faturamento (em vez do valor adicionado na cadeia);</p>
<p>•   Compras governamentais: isenção de IBS e CBS, caso seja admitida a manutenção de créditos tributários de operações anteriores; repasse integral da arrecadação do IBS e da CBS recolhida ao ente público contratante (União, Estado ou município).</p>
<p><u>Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FDR)</u></p>
<p>•   Criado para reduzir desigualdades regionais e sociais;</p>
<p>•   Aportes feitos pela União;</p>
<p>•   União aporta R$ 8 bilhões em 2029 e R$ 40 bilhões por ano a partir de 2033;</p>
<p>•   Aplicação dos recursos: estudos, projetos e obras de infraestrutura; fomento a atividades com elevado potencial de geração de emprego e renda, com possibilidade de concessão de subvenções; ações para o desenvolvimento científico e tecnológico e à inovação.</p>
<p><u>Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais</u></p>
<p>•   Fundo com recursos da União garantirá benefícios fiscais já concedidos pelos estados até 2032;</p>
<p>•   Em 2028, o fundo chegaria ao ponto máximo, com R$ 32 bilhões. Posteriormente, recursos caem.</p>
<p><u>Transição</u></p>
<p>•   Transição dos tributos antigos para os novos começa em 2026 e levará oito anos;</p>
<p>•   2026: alíquota 1%, compensável com o PIS/Cofins;</p>
<p>•   2027: início da CBS, extinção do PIS/Cofins e redução a zero do IPI (exceto para produtos da Zona Franca de Manaus);</p>
<p>•   2029 a 2032: entrada gradativa do IBS e extinção gradativa do ICMS e do ISS;</p>
<p>•   2029 a 2078: mudança gradual em 50 anos da cobrança na origem (local de produção) para o destino (local de consumo);</p>
<p>•   2033: vigência integral do novo sistema e extinção dos tributos e da legislação antigos.</p>
<p><u>Desoneração da folha</u></p>
<p>•   Eventual aumento de arrecadação obtido com desoneração da folha a alguns setores da economia deve ser usado para reduzir a tributação do consumo de bens e serviços e desonerar a folha de pagamentos dos demais setores que não se beneficiam da medida.</p>
<p><u>IPVA</u></p>
<p>•   Cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) sobre veículos aquáticos e aéreos, como jatos, helicópteros, iates e jet skis;</p>
<p>•   Possibilidade de o imposto ser progressivo conforme o impacto ambiental do veículo. Quem polui mais, paga mais.</p>
<p><u>Herança e doação</u></p>
<p>•   Progressividade do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD);</p>
<p>•   Alíquota subirá conforme o valor da transmissão; transferência a competência do imposto sobre bens móveis, títulos e créditos ao Estado onde tiver domicílio;</p>
<p>•   Cobrança sobre heranças no exterior</p>
<figure id="attachment_47858" aria-describedby="caption-attachment-47858" style="width: 356px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/01/IPTU-1.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-47858" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/01/IPTU-1.png" alt="" width="356" height="267" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/01/IPTU-1.png 800w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/01/IPTU-1-300x225.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/01/IPTU-1-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 356px) 100vw, 356px" /></a><figcaption id="caption-attachment-47858" class="wp-caption-text">k</figcaption></figure>
<p><u>IPTU</u></p>
<p>•   Possibilidade de prefeituras atualizarem base de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por decreto;</p>
<p>ׇ•   Decreto obedecerá a critérios gerais previstos em lei municipal;</p>
<p>•   Medida atende a pedido das prefeituras.</p>
<p><u>Segunda etapa da reforma</u></p>
<p>•   Prazo de até 180 dias após a promulgação da reforma dos tributos sobre o consumo para o envio da segunda etapa da reforma tributária, que trata da reforma dos tributos sobre a renda.</p>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info"><u>
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