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	<title>Arquivo para tensão - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Traço, Espaço, Tensão na trama pictográfica dos versos — A propósito de &#8220;Arquitetura da Perda&#8221;, de Antônio Guedes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 15:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Incidental — Considerações Estéticas a Qualquer Momento]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Guedes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; Fora dito, sobre a escritora Katherine Manisfield, levando-se em conta sua vida sofrida, não obstante rica em experiência estética e intelectual, que sua obra se apresentava como &#8220;um milagre nascido da dor&#8221;. Eu mesmo já me vali dessa frase e do artigo, na época publicado na Revista Seleções do &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">F</span>ora dito, sobre a escritora Katherine Manisfield, levando-se em conta sua vida sofrida, não obstante rica em experiência estética e intelectual, que sua obra se apresentava como &#8220;um milagre nascido da dor&#8221;.</p>
<p>Eu mesmo já me vali dessa frase e do artigo, na época publicado na Revista Seleções do Reader’s Digest. Final dos anos 70, creio.</p>
<p>Ao ler o livro estreante do poeta Antônio Guedes — obra perpassada pela dor, numa perspectiva que pensa a falta da substância, de um ser querido, no espaço familiar, íntimo, pessoal e único — percebo o milagre.</p>
<p>Bem entendido: não estou a afirmar ser a obra fruto tão somente daquilo que rompe a ordem esperada das coisas, suspendendo por um instante a lógica do mundo. Não, não, nada disto.</p>
<p>Há labuta, há disciplina, há cuidado com a forma&#8230; O fato de ser o primeiro livro não o põe como mera obra dum neófito. Há madureza, vale dizer, há estado de plenitude no domínio da língua, do discurso, do objeto.</p>
<p>Há plena ciência da realidade operatória que rege a produção dum objeto de arte.</p>
<p>Há a certeza do ato de liberdade que fundamenta a interrelação entre autor, obra, leitor e, no meu caso, também transdutor.</p>
<p>Longe de alinhar-me aos temerários e levianos, apresento provas ao leitor. Arrepare no poema &#8220;A Fome da Água&#8221;. Eis um trecho:</p>
<blockquote><p>&#8220;A própria vibração dos seixos/pura música/no fio magro que o perpassava/Como as contas de um rosário.&#8221;</p></blockquote>
<p>Eis domínio tal da palavra, da percepção de nuances em movimento, ao mesmo tempo em que grava na lousa da memória um instante. Ainda que se repita, ainda que o córrego esteja lá (ou ali), no outro dia, o senso heracliteano está consciente de que não é a mesma água.</p>
<p>A composição pictórica, paralela, em que se dispõe seixos e contas é de uma rara felicidade exitosa em termos de solução poética.</p>
<p>A doçura fresca da lépida e festiva água, torna-se pranto, perda de raiz, frieza a firmar silêncio e distância. Água como princípio e fim: traz e leva.</p>
<p>Há, cumpre declarar, nos poemas finamente elaborados por Guedes, os vestígios, os gestos, os vínculos&#8230;</p>
<p>É assim que interpreto o poema &#8220;A Broa&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;As coisas que o sol ama/trazem o gosto claro do milho, mas o sol mesmo, o que sangra no intimamente, é doce como goiabada — aprendi contigo.&#8221;</p></blockquote>
<p>Só mesmo quem foi iniciado no delicioso ato de tomar café com broa, entenderá, de imediato, o rubro centro, solar, em torno do qual orbitam os satélites da sabórica expectativa&#8230; E o que a transcende.</p>
<p>Momento de sabor e carinho entregue, ao menino, qual revelação. E, de repente, o é, de fato. O poema tem cheiro e atmosfera de padaria, na manhã ou no entardecer. Rememora-se, ativa-se o percursor do deflagrado projétil denominado saudade.</p>
<p>Em mãos incapazes, o tom e a forma descritivos, relatoriais, presentes nos poemas de Guedes, resvalariam para o entulho da insossa pieguice, do saudosismo sem a incontestável vivacidade de espírito, o claro brilho espontâneo, a bem direcionada energia inventiva. Mas estas qualidades estão, sim, presentes numa obra em que o poeta estreante ensaia passos de veterano.</p>
<p>&#8220;Arquitetura da Perda&#8221;, impõe-se ao testemunhar o pleno êxito da proposta estética e discursiva do autor: erguer sólidas estruturas sobre o alicerce fundado na falta.</p>
<p>É o sentimento opressivo, a recordar, aqui, homérida carpidura, da insustentável leveza manifesta por nuvem de dor a cobrir a alma já combalida.</p>
<p>Perda edificada, alçando altura, assomando com densidade, física e metafísicamente, transfiguração do poeta pleno de consciência trágica.</p>
<p>A vida nos cobra a morte, sim, porém, o poeta, este poeta, compreende que a palavra salva, redime, revive, na memória daquele que se foi.</p>
<p>Afirmo, sem hesitar, que Antônio Guedes nos entrega, em &#8220;Arquitetura da Perda&#8221;, uma leitura intensa, da qual não há como sair impune.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Pulsão de Morte: festas como desencadeantes da dor</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/pulsao-de-morte-festas-como-desencadeantes-da-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Petruska Menezes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 11:23:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pulsão de morte foi o nome dado por Freud para nossos instintos (ou pulsões, dependendo da tradução e da interpretação da obra do autor) voltados para a cessação de dor, tensão e busca pelo prazer. Esse prazer é algo que não segue a ordem natural das coisas e tenta driblar a pulsão (ou instinto) &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">A <em>pulsão de morte</em> foi o nome dado por Freud para nossos instintos (ou pulsões, dependendo da tradução e da interpretação da obra do autor) voltados para a cessação de dor, tensão e busca pelo prazer. Esse prazer é algo que não segue a ordem natural das coisas e tenta driblar a pulsão (ou instinto) que promove a vida. Ele é ligado à destrutividade, diferente da agressividade, tão importante para a defesa da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A pandemia trouxe para o eixo das discussões psicanalíticas as questões ligadas às pulsões de morte. Estamos com as Unidades de Saúde sobrecarregadas, e os profissionais exaustos. A pandemia do novo coronavírus é um termômetro mortal para avaliar o quanto somos capazes de cuidar dos outros e de nós mesmos. O vírus, que é transmitido pelo contato humano, não vacila em qualquer ambiente. Isso fez com que voltássemos a pensar como uma sociedade pode extravasar suas tensões, por meio da interação grupal.</p>
<p style="text-align: justify;">Não temos como não associar as atuais festas clandestinas, potencializadoras do adoecimento em massa por COVID-19, das festas do “Clube do Carimbo”, relatadas pelo programa <em>Fantástico</em>, Jornal <em>O Globo</em> e <em>Estadão,</em> em 2015. Nessas festas, os organizadores liberavam um jovem com HIV positivo em encontros animados, promovidos para a prática de sexo <em>bareback</em> (sem o uso de preservativo) ou com camisinhas furadas propositalmente pela organização, sem o conhecimento dos participantes. O jornalista Leonardo Filomeno, do <em>site </em><u>www.manualdo</u> <u>homemmoderno</u>, afirma que a brincadeira era como de roleta-russa, baseada na falsa crença de que se todos tivessem a doença, ela deixaria de ser um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal ação é considerada crime de contágio de moléstia grave e pode dar pena de três meses a um ano de prisão. O <em>site</em> <u>ricmais.com.br</u> informou que foi feita uma ação chamada de “Operação Antivírus” com o apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro e apreensão na Grande São Paulo e no interior do estado, para prender a quadrilha que promovia tais festas.</p>
<p style="text-align: justify;">Passados seis anos daquelas festas letais, agora, de uma forma não muito diferente, mas aparentemente, apenas aparentemente, menos intencional, encontramos pessoas organizando festas durante a pandemia, cujos responsáveis prometem evitar o contágio do vírus com testagem prévia dos participantes. Esses cuidados, quando acontecem, não são suficientes para evitar a contaminação. E, em uma festa com bebidas alcoólicas e muitas vezes substâncias ilícitas, a fuga da realidade é predominante. Há um rebaixamento do superego, parte do aparelho psíquico que auxilia na responsabilidade, controle e bom senso junto com o ego e, como consequência, a crença dos riscos e limites do mundo são diminuídos ou menosprezados.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box warning  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">Diferentemente do “Clube do Carimbo”, de 2015, em que a contaminação ocorria para alguns dos membros, as festas atuais fornecem as “lembrancinhas” que vão para casa com os participantes e podem infectar e matar uma família inteira. Vemos que os idosos e as pessoas com comorbidades são as mais atingidas. Mesmo estando em casa, podem se contaminar se os próprios membros da família não se cuidarem. E ainda, as novas variantes do vírus, além de mais letais, contaminam pessoas cada vez mais jovens e até crianças. Então, não é em vão pensar que nunca o cuidado com o outro e consigo esteve tão à prova, e a pulsão de morte latente em todos nós se tornando vívida. Acreditar que, principalmente, um jovem adulto ignora todos os cuidados de saúde por sua própria escolha ou pela dificuldade de lidar com as limitações do “enclausuramento” e pela essencial necessidade de ter de desenvolver recursos para aprender a viver mais consigo e com os seus, tendo um pouco de empatia, está na ordem do dia. É a prioridade entre tantas prioridades para conter a doença. Ao invés de “para fora”, “para o mundo” é preciso pensar que, na luta interna de cada um, a pulsão de morte está se tornando mais presente e se não deslocada para um trabalho conjunto com a pulsão de vida e em harmonia, pode levar concretamente muito mais pessoas ao óbito, como se não bastassem as mais de 4 mil mortes por dia no País.</p>

			</div></div>
<p style="text-align: justify;">Portanto, festas do “Carimbo” e/ou festas clandestinas, que sempre promovem aglomerações, são nódulos que mostram o adoecimento de uma parcela importante da população e nós, profissionais da saúde mental, não podemos nos inibir de apontar esses problemas como sintomas sociais. Faz-se necessário preparar e cuidar da população por inteiro e, neste momento, a saúde mental precisa ser estimulada para que situações que coloquem pessoas em risco e aflorem desenfreadamente pulsões de morte possam ser evitadas em prol de um futuro melhor para todas as pessoas. Somente focando juntos neste mesmo objetivo conseguiremos superar mais esse desafio. Não há saída individual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> Profa. Esp. <span class="il">Petruska</span> Passos Menezes é psicóloga e psicanalista, integrante do Círculo Psicanalítico de Sergipe, tem MBA em Gestão e Políticas Públicas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Gestão Estratégica de Pessoas (pela Fanese), Neuropsicologia (pela Unit) e <b>em curso</b> Gestão Empresarial pela FGV.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva da autora.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></p>
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		<title>Arrumando a mesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Petruska Menezes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2021 11:10:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na Psicanálise, acreditamos que tudo o que fazemos reflete um pouco de nós. Quer ver? Como anda a sua mesa de trabalho? Qual mesa de trabalho? A que você está usando atualmente. Se for home office, veja o local que você está usando para trabalhar; se for no escritório ou na empresa, observe o espaço &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Na Psicanálise, acreditamos que tudo o que fazemos reflete um pouco de nós. Quer ver? Como anda a sua mesa de trabalho? Qual mesa de trabalho? A que você está usando atualmente. Se <em>for home office,</em> veja o local que você está usando para trabalhar; se for no escritório ou na empresa, observe o espaço que você utiliza no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos olhar o seu espaço? Sua mesa é organizada? Suas canetas e lápis estão no suporte adequado? Os papéis, documentos e pastas estão empilhados e separados seguindo alguma ordem ou estão espalhados por toda a mesa e você precisa de um tempo para achar o que precisa? E seus arquivos do computador estão separados em pastas ou está tudo em uma única pasta e você também gasta tempo para encontrá-los? Na sua mesa tem tudo o que você precisa ou, por exemplo, para grampear folhas você tem de se levantar e se dirigir até outro local?</p>
<p style="text-align: justify;">Olhe a sua mesa. Será que essa confusão não significa algo para você? Não vale dizer que é falta de tempo, porque tempo é o que você mais gasta para achar algo quando tudo está perdido em cima da mesa ou no computador.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa pandemia bagunçou toda a nossa vida, isso é uma verdade, e a nossa mesa pode refletir isso, por mais estranho que pareça. Não falo das pessoas que já têm sua forma bagunçada de ser. Sabe aquela pessoa que vive na bagunça, mas sabe onde tudo está? Que se alguém chegar e resolver arrumar as coisas, aí é que bagunça tudo? Na sua mente, o que para o outro é bagunça, para você está do seu jeito de organizar e é assim que funciona. Seu processo de funcionamento mental é específico para si e precisa ser respeitado, mas se você não é assim, quem sabe arrumar a sua mesa de trabalho não seja o primeiro passo para começar a se organizar e ganhar mais tempo para se constituir internamente? Te convido a tentar&#8230;</p>
<figure id="attachment_35965" aria-describedby="caption-attachment-35965" style="width: 255px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Design-sem-nome-2021-01-08T204252.570.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-35965" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Design-sem-nome-2021-01-08T204252.570-300x300.png" alt="" width="255" height="255" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Design-sem-nome-2021-01-08T204252.570-300x300.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Design-sem-nome-2021-01-08T204252.570-1024x1024.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Design-sem-nome-2021-01-08T204252.570-150x150.png 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Design-sem-nome-2021-01-08T204252.570-768x768.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Design-sem-nome-2021-01-08T204252.570.png 1080w" sizes="(max-width: 255px) 100vw, 255px" /></a><figcaption id="caption-attachment-35965" class="wp-caption-text">Má postura no ambiente laboral é responsável pelo surgimento de doenças ocupacionais</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O segundo passo, é cuidar do corpo. Trabalhar sem respeitar os limites corporais é danoso e trará consequências pela repetição, principalmente para quem está trabalhando em casa. É importante verificar como você está sentado. Primeiramente, é necessário ver se a cadeira é adequada para o trabalho. Se é confortável e está na altura certa para os pés, o joelho, o quadril, a coluna, o pescoço; se os braços estão na altura correta e apoiados na mesa; a tela do computador na altura dos olhos, para que a cabeça e o pescoço não sofram no final do dia.</p>
<p style="text-align: justify;">A tensão dos problemas que surgem no trabalho somada à má postura agridem toda a musculatura, principalmente os ombros e o pescoço, e não posso diferenciar uma tensão e dores musculares no pescoço e ombros de uma tensão emocional e má postura, pois acredito que os dois acabam acontecendo ao mesmo tempo. Assim, além de somar a tensão gerada pela contração muscular feita pelo trabalho, junta-se a má postura, potencializando-se a dor.</p>
<p style="text-align: justify;">Por um mês pode parecer bobagem, mas depois de um ano a pessoa já começará a apresentar incômodos e dores que não saberá explicar e, muitas vezes, também algum desconforto emocional/psíquico.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso corpo, nossas ações e tudo o que fazemos refletem no que somos: das coisas mais simples &#8211; como a arrumação da mesa &#8211; até aspectos mais complexos, como a construção de projetos, textos, livros, arte, programas e tudo o que pretendemos produzir. Que tal começar a olhar com mais carinho para o que você faz e se perceber, começando por sua mesa de trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*)</strong> Profa. Esp. <span class="il">Petruska</span> Passos Menezes é psicóloga e psicanalista, integrante do Círculo Psicanalítico de Sergipe, tem MBA em Gestão e Políticas Públicas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Gestão Estratégica de Pessoas (pela Fanese), Neuropsicologia (pela Unit) e <b>em curso</b> Gestão Empresarial pela FGV.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva da autora.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></p>
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