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	<title>Arquivo para solitária - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>La traviata – primeira e única ópera encenada em Aracaju completa 30 anos </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Acacia Rios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 18:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura&Lugares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Acácia Rios (*) &#160; Vamos beber, vamos beber nos cálices alegres Que a beleza adorna E que o efêmero momento se embriague de prazer. Brindemos aos doces tremores que o amor desperta. Libiamo ne’lieti calice, Verdi &#160; &#160; A voz do tenor Sabino Martemucci no meio da tarde bastou para me remeter a um momento &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/la-traviata-primeira-e-unica-opera-encenada-em-aracaju-completa-30-anos/">La traviata – primeira e única ópera encenada em Aracaju completa 30 anos </a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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<blockquote><p>Por Acácia Rios (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Vamos beber, vamos beber nos cálices alegres</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Que a beleza adorna</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>E que o efêmero momento se embriague de prazer.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Brindemos aos doces tremores que o amor desperta.</em></p>
<p style="text-align: right;">Libiamo ne’lieti calice, <strong>Verdi</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_83332" aria-describedby="caption-attachment-83332" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.16.55.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-83332" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.16.55-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.16.55-300x225.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.16.55-768x576.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.16.55.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-83332" class="wp-caption-text">Sabino Martemucci, tenor</figcaption></figure>
<span class="dropcap ">A</span> voz do tenor Sabino Martemucci no meio da tarde bastou para me remeter a um momento que considero singular em Aracaju: a montagem da ópera La traviata, de Giuseppe Verdi. O seu timbre ativou uma outra voz no fundo da minha memória: a do tenor Francisco Bento no papel de Alfredo Germont, no Teatro Atheneu, em 1994. O tempo suspenso daquele momento me levou à noite de estreia em que, deslumbrada, assistira pela primeira vez a uma ópera. E da qual saíra transformada.</p>
<p>Só veria outra montagem operística alguns anos depois, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cuja arquitetura pretendia ser uma cópia da Ópera de Paris. Foi quando o conheci pela primeira vez. Estar ali era como antever o original, que conheci anos depois. Mas diferente da primeira experiência, fui paramentada com binóculos com os quais pude ver claramente a expressão dos atores, sentindo-me parte do espetáculo. <span class="sigijh_hlt">Verdade que, no século XIX, esse objeto também era usado no teatro para ver, ser visto e paquerar, como podemos notar em várias narrativas românticas.   </span></p>
<p><span class="sigijh_hlt">Naquele momento do Municipal, Salomé, de Oscar Wilde, também me remeteu a La traviata. </span>O tempo, no entanto, foi deixando-a lá atrás, até que a voz de Sabino e a atmosfera de Aracaju (também pudera, a Escola de Artes Valdice Teles, onde trabalhamos, localiza-se em frente ao Atheneu) trouxeram-na de volta. Fazendo as contas, lá se foram trinta anos.</p>
<figure id="attachment_83334" aria-describedby="caption-attachment-83334" style="width: 111px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.27.29.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-83334 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.27.29-111x300.jpeg" alt="" width="111" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.27.29-111x300.jpeg 111w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.27.29.jpeg 357w" sizes="(max-width: 111px) 100vw, 111px" /></a><figcaption id="caption-attachment-83334" class="wp-caption-text">A Dama das Camélias</figcaption></figure>
<p>La traviata, posso dizer, se constituiu ao longo de tempo em uma obra com a qual passei a ter uma relação afetiva. Verdi é um dos autores de ópera mais populares e suas músicas são muito conhecidas, como as de Aída, Rigoletto, Il trovatore. <span class="sigijh_hlt">O meu interesse, no entanto, deu-se pela relação com a literatura. La traviata é inspirada no romance A dama das Camélias, de Alexandre Dumas, filho, que por sua vez inspirou Lucíola (1853), de José de Alencar</span>, cuja personagem principal era leitora de Dumas, como podemos ver no capítulo XV desta obra:</p>
<p style="text-align: right;"> <em>Era um livro muito conhecido— A Dama das Camélias. Ergui os olhos para Lúcia interrogando a expressão de seu rosto. Muitas vezes lê-se não por hábito e distração, mas pela influência de uma simpatia moral que nos faz procurar um confidente de nossos sentimentos, até nas páginas mudas de um escritor. Lúcia teria, como Margarida, a aspiração vaga para o amor? Sonharia com as afeições puras do coração? </em></p>
<p>Portanto, a tríade Dumas – Verdi – Alencar se configura em uma relação estreita de intertextualidade. Conhecer as semelhanças e diferenças de cada texto aprofunda a relação com os enredos e também nos dá o retrato de uma época. Não me estenderei aqui sobre as interrelações, mas não posso deixar de elencá-las, pois compõem o entendimento narrativo. Em suma, temos três personagens femininas que são cortesãs e se apaixonam por nobres ou por homens socialmente bem colocados. Ao subverter o padrão de comportamento esperado delas, passam a enfrentar os preconceitos e obstáculos para viverem o seu amor.</p>
<p>Aquela havia sido uma aventura solitária, pois nem todos do meu círculo de amigos tinham interesse em assistir à ópera. Por isso, durante muito tempo não pude compartilhar essa experiência com ninguém. No entanto, ao perguntar a Marília Teixeira – doutora em canto lírico e colega da Escola -, sobre La traviata, disse-me que tinha participado do coro. Por fim, pude dividir com outra pessoa o que eu tinha vivenciado naquela noite. Consultamos o libreto e, um a um, ela identificou os artistas. Naquele momento, a memória da ópera deixava de ser individual.</p>
<p>Marília, na época estudante de Direito, lembra daquele momento com emoção. “Tudo era novidade. Quando terminamos os ensaios no conservatório e fomos para os bastidores do teatro, foi a maior euforia. Imagine a gente se deparar com o figurino da ópera, trazido especialmente do Rio de Janeiro por Sergio Domingos, figurinista do Teatro Municipal”, lembra.</p>
<p>Mas ela recorda também dos desafios estruturais para encenar uma ópera. “O teatro Atheneu não tem fosso, que é o lugar onde fica a orquestra. Por isso, a encenação foi só com o pianista Larry Fontana, também do Rio. Outro desafio foi a seleção de cantores líricos. Como havia poucos profissionais, o coro teve que ser composto praticamente por leigos”, conta.</p>
<figure id="attachment_83333" aria-describedby="caption-attachment-83333" style="width: 135px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.37.52.jpeg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-83333" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.37.52-135x300.jpeg" alt="" width="135" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.37.52-135x300.jpeg 135w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.37.52-461x1024.jpeg 461w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.37.52-691x1536.jpeg 691w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-05-at-13.37.52.jpeg 720w" sizes="(max-width: 135px) 100vw, 135px" /></a><figcaption id="caption-attachment-83333" class="wp-caption-text">Marília Teixeira (Violeta) e Sabino Martemucci (Alfredo), no Conservatório de Música de Sergipe, cantando &#8220;Libiamo ne&#8217; lieti calice&#8221;</figcaption></figure>
<p>Adriano José dos Santos, que atuou como tenor, também recorda daquele momento com muito carinho. “Eu estava acostumado a participar de agrupações corais e pude experimentar estar ao lado de grandes cantores e cantoras líricas do país. Pessoalmente, representou um salto qualitativo”, conta, apesar de não ter seguido a carreira.</p>
<p>Não posso deixar de mencionar uma passagem anedótica. Era estudante de Jornalismo e, quando soube da montagem, me pareceu algo tão excepcional, que eu também queria contribuir para a memória daquele evento. Entrevistei a produtora Rosalina Barreto e publiquei uma matéria no antigo Cinform. Ela me convidou para a noite de estreia. A caminho do teatro, pensei: e se ela se esqueceu de pôr meu nome na lista de convidados?” Ora, simplesmente daria meia volta e pegaria meu ônibus para casa. Mas isso não ocorreu, felizmente.</p>
<p>No último dia 28, no encerramento das comemorações dos 79 anos do Conservatório de Música de Sergipe, Marília Teixeira e Sabino Martemucci interpretaram Violeta e Alfredo. <span class="sigijh_hlt">Cantaram apenas o intróito “Libiamo ne’ lieti calici” (de cuja letra extraí a epígrafe deste artigo e que marca o momento em que Alfredo faz um brinde à vida) mas foi suficiente para lembrar daquele momento em que, no balcão do Atheneu, me senti enlevada pela forma dramática e poética com que a vida estava ali representada.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>___________________</p>
<h2>La traviata</h2>
<p>Inspirada no romance A dama das Camélias, de Alexandre Dumas, filho (1848), La traviata (1853), que pode ser traduzida por “a mulher caída”, conta a história de Violeta Valéry, uma dama de companhia que se apaixona pelo nobre Alfredo Germont. Depois de altos e baixos, o relacionamento se deteriora, assim como a saúde de Violeta, que morre de tuberculose. A história é dividida em três atos.</p>
<p>O tenor e doutor em Ópera e canto Sabino Martemucci, que dirigiu La traviata três vezes, não considera esta a melhor obra de Verdi. No entanto, reconhece o lugar que ela ocupa no imaginário popular, pois o enredo se vale de aspectos emocionais do ser humano. “Nessa obra há paixão, amor, ardil, romantismo, humilhação, luxo, alegrias, tristeza e doença. Os aspectos sócio-políticos são evidentes e destacam-se pela diferença de níveis sociais de Violeta e Alfredo”, analisa.</p>
<p>O libreto, de autoria de Francesco Piave, é parecido com o romance, que tem muitos elementos autobiográficos. Dumas, como autor realista, faz alusão aos valores burgueses mostrando a hipocrisia da sociedade, que só aceita o relacionamento entre uma cortesã em um nobre desde que ele não ultrapasse certos limites pré-estabelecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>__________________</p>
<h2>Produção</h2>
<p>Primeira e única montagem de uma ópera em palco sergipano, a ideia partiu de Rosalina Xavier de Almeida Barreto, que criou a SIC Produções com o intuito de inserir no estado eventos relacionados à música clássica.</p>
<p>Antes da montagem da ópera, a produtora fez uma espécie de prévia: um Duo Camerístico com o maestro Larry Fountain, do Rio de Janeiro e o tenor sergipano Francisco Bento. O público lotou o Teatro Atheneu, demonstrando interesse pelo clássico. “Este estímulo nos levou a dar próximo passo e, apesar de todas as dificuldades, decidimo-nos por trazer La traviata”, explica Rosalina, cuja produtora tinha como objetivo colocar Sergipe no cenário cultural nacional.</p>
<p>Para isso, também foi criada na época uma Oficina de Ópera, que seria um núcleo de produção de futuros espetáculos, já vislumbrando, na época, a inauguração do Teatro Tobias Barreto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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