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	<title>Arquivo para soldalício - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Alcântara: arte, cultura, saberes, sabores, memórias e amores</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/alcantara-arte-cultura-saberes-sabores-memorias-e-amores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Luiz Thadeu Nunes e Silva (*) &#160; Sábado, 20/07, a convite do poeta-escritor-agitador-cultural Paulo Melo, nas primeiras horas do dia, atravessei a baía de São Marco, na lancha Bahia Star, e desembarquei em um outro mundo, em Alcântara. Fui para a solenidade de fundação da ALCAF, Academia Alcantarense de Letras, Ciências, Artes e Filosofia. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Falcantara-arte-cultura-saberes-sabores-memorias-e-amores%2F&amp;linkname=Alc%C3%A2ntara%3A%20arte%2C%20cultura%2C%20saberes%2C%20sabores%2C%20mem%C3%B3rias%20e%20amores" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Falcantara-arte-cultura-saberes-sabores-memorias-e-amores%2F&amp;linkname=Alc%C3%A2ntara%3A%20arte%2C%20cultura%2C%20saberes%2C%20sabores%2C%20mem%C3%B3rias%20e%20amores" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Falcantara-arte-cultura-saberes-sabores-memorias-e-amores%2F&amp;linkname=Alc%C3%A2ntara%3A%20arte%2C%20cultura%2C%20saberes%2C%20sabores%2C%20mem%C3%B3rias%20e%20amores" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Falcantara-arte-cultura-saberes-sabores-memorias-e-amores%2F&amp;linkname=Alc%C3%A2ntara%3A%20arte%2C%20cultura%2C%20saberes%2C%20sabores%2C%20mem%C3%B3rias%20e%20amores" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Falcantara-arte-cultura-saberes-sabores-memorias-e-amores%2F&#038;title=Alc%C3%A2ntara%3A%20arte%2C%20cultura%2C%20saberes%2C%20sabores%2C%20mem%C3%B3rias%20e%20amores" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/alcantara-arte-cultura-saberes-sabores-memorias-e-amores/" data-a2a-title="Alcântara: arte, cultura, saberes, sabores, memórias e amores"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Luiz Thadeu Nunes e Silva (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">S</span>ábado, 20/07, a convite do poeta-escritor-agitador-cultural Paulo Melo, nas primeiras horas do dia, atravessei a baía de São Marco, na lancha Bahia Star, e desembarquei em um outro mundo, em Alcântara. Fui para a solenidade de fundação da ALCAF, Academia Alcantarense de Letras, Ciências, Artes e Filosofia.</p>
<p>Embora tão perto da Ilha do Amor, meu lugar predileto no mundo, há anos não ia a Alcântara. Quando estudante de Agronomia era para lá que fugia, sempre que podia, acompanhado de alguma jovem, para desfrutar da calmaria do lugar, suas praias, sua comida — na época a palavra gastronomia não era usual — e de seu povo acolhedor. Alcântara era minha Arembepe, o refúgio de hippies na Bahia. Ou seria meu Nirvana?</p>
<p>Alcântara foi a primeira cidade maranhense tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IPHAN, em 1948, como cidade-monumento. Cercada por praias, ilhas desertas, serena e tranquila, Alcântara pode se orgulhar de ser também a mais importante cidade histórica da Amazônia. Seu casario colonial preservado e imponente e o silêncio de suas ruínas guardam reminiscências de um passado glorioso, tempo de riqueza, de fausto, de famílias nobres e numerosa população escrava. Os atrativos começam logo na descida da lancha, no Porto do Jacaré e subindo a ladeira de pedras, que conduz ao coração da cidade: o largo onde se encontram as ruínas da Igreja da Matriz, a antiga cadeia e o pelourinho, ícones máximos das sociedades coloniais e escravagistas brasileiras. Além de igrejas coloniais, fontes e museus. Todo o centro antigo pode ser visitado a pé. Tão importante quanto apreciar os monumentos é ouvir dos moradores ou guias turísticos locais, as histórias/estórias que tornam Alcântara ainda mais encantadora.</p>
<figure id="attachment_79400" aria-describedby="caption-attachment-79400" style="width: 1209px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-26T103632.639.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-79400 size-full" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-26T103632.639.png" alt="Luiz Thadeu" width="1209" height="602" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-26T103632.639.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-26T103632.639-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-26T103632.639-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-26T103632.639-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Design-sem-nome-2024-07-26T103632.639-660x330.png 660w" sizes="(max-width: 1209px) 100vw, 1209px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79400" class="wp-caption-text">Alcântara foi a primeira cidade maranhense tombada pelo  IPHAN, em 1948, como cidade-monumento</figcaption></figure>
<p>Tenho memórias afetivas com a cidade, a maioria ligada a prazeres libidinosos. Com testosterona saindo pelas orelhas, era na calmaria de Alcântara, especialmente em noites de lua cheia, que a natureza ficava mais exuberante e excitante. Me conecto com Deus, através da música, literatura, sexo e natureza, não necessariamente nessa ordem.</p>
<p>No sábado, ao desembarcar no cais da cidade, rebobinei a memória, e quantas coisas boas se apossaram de mim. O tempo se encarrega de carregar as coisas para frente, a memória em trazê-las de volta. Lembrei de minhas amigas. Por onde andará Iraci, jovem catarinense, que conheci em um congresso da UNE, em Belém, e que desviou seu caminho para acompanhar-me até o paraíso de Alcântara? Não tive mais notícias dela. Lembrei de Ângela, baiana de Cruz das Almas, morena esguia, sorriso fácil, onde a alegria fez morada, que conheci no centro de São Luís. Ela veio a São Luís para coletar material para sua tese de mestrado. Que fim levou Sheila, vinda de Imperatriz, que optou por morar na Ilha do Amor, pois era apaixonada pelo mar?</p>
<figure id="attachment_79388" aria-describedby="caption-attachment-79388" style="width: 390px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/base-de-alcantara.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-79388" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/base-de-alcantara-300x169.jpg" alt="" width="390" height="220" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/base-de-alcantara-300x169.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/base-de-alcantara-1024x576.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/base-de-alcantara-768x432.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/07/base-de-alcantara.jpg 1498w" sizes="(max-width: 390px) 100vw, 390px" /></a><figcaption id="caption-attachment-79388" class="wp-caption-text">Base de Alcântara Foto: Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Tive a impressão de que Alcântara estacionou no tempo. Mesmo tendo uma Base Espacial — algo impensável para aquela época — pouca coisa mudou. O mormaço das tardes, as ruas com calçamento de pedras, as casas sem grades nas portas e janelas, cachorros dormindo nos monumentos históricos, seus moradores sem pressa, os doces de espécies, o som das caixeiras. Vi nativos debruçados nas janelas a espiarem os transeuntes, que vêm de longe para admirar as belezas da terceira mais antiga cidade do Maranhão. Sábios, aprenderam que na sequência do agora que se vive o hoje. Devem pensar “pra que pressa, se tudo lá na frente vai acabar mesmo?”. Enquanto o mundo se preocupa quem será o próximo presidente dos Estados Unidos, ou com a subida do dólar, os locais estão a desfrutar da mansidão do lugar.</p>
<p>Depois de viajar por esse mundão de meu Deus, visitar mais de 600 cidades em 151 países em todos os continentes, arrisco a dizer que Alcântara é uma das esquinas do mundo. Lá se encontram o passado e futuro.</p>
<p>Nesta ida a Alcântara tive o privilégio de testemunhar o nascimento de mais uma Academia de Letras em nosso estado. A ALCAF é a 55ª. Me alegra presenciar o renascimento do momento cultural que reposiciona o Maranhão no cenário de artes e cultura nacional. Ver a alegria de cada confrade e confreira que fazem a ALCAF, capitaneadas pelo presidente Paulo Melo Sousa, é motivo de júbilo.</p>
<p>Uma coisa é certa, preciso voltar mais vezes a Alcântara. Como me faz bem!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Academia Sergipana de Letras em Revista (1974)</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/a-academia-sergipana-de-letras-em-revista-1974/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 12:04:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Fundada no dia 01 de junho de 1929, a Academia Sergipana de Letras, dois anos após, criou a sua revista. A publicação do número foi anunciada pelo acadêmico Antônio Manuel de Carvalho Neto (1931-1933), fundador da cadeira de número 25, então na condição de presidente do Sodalício. &#8230;</p>
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]]></description>
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<blockquote><p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">F</span>undada no dia 01 de junho de 1929, a Academia Sergipana de Letras, dois anos após, criou a sua revista. A publicação do número foi anunciada pelo acadêmico Antônio Manuel de Carvalho Neto (1931-1933), fundador da cadeira de número 25, então na condição de presidente do Sodalício. Iniciava ali, uma história de noventa e três anos de existência, marcada por altos e baixos no que diz respeito à sua tiragem, publicação e regularidade.</p>
<p>Entre 1931 e 1937, a Revista da ASL circulou de forma ininterrupta, com dois volumes por ano. Retomou suas atividades em 1943, na presidência do acadêmico José de Magalhães Carneiro. Não foi publicada entre os anos 1944 e 1945. Entre 1946 e 1949, voltou a ser lançada uma vez por ano. De 1950, em diante, quando não teve número em circulação, passou a viver um período de hiatos seguidos (1951-1952, 1956-1957, 1960, 1962, 1969, 1974-1975, 1978, 1980-1981, 1984, 1990, 1994, 1997, 1999-2000). Ficou sem publicar entre 2000 e 2005, depois mais cinco anos sem regularidade (2005-2010).</p>
<p>Entre 2017 e 2018, a pedido de seu atual presidente, Dr. José Anderson Nascimento, tive a satisfação de redigitalizar todos os seus números e disponibilizá-los na página de revistas científicas da Universidade Federal de Sergipe. Com a não renovação do convênio e com a mudança de perfil da UFS no que se refere à postagem de revistas, o conteúdo saiu do ar. Atualmente, alguns números podem ser acessados pelo portal da ASL: <strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://letrassergipanas.com.br/revistas">https://letrassergipanas.com.br/revistas</a></span></strong>. Em 2018, dei continuidade a um trabalho iniciado pelo Arionaldo Moura Santos (até então, Coordenador do Movimento Cultural Antônio Garcia Filho – MAC), em parecia com a Editora do Governo de Sergipe (EDISE) e a SEGRASE (Serviços Gráficos de Sergipe), organizei e editei os números inéditos 37, 38 e 39. Vale aqui esclarecer uma curiosidade que reflete bem a irregularidade da revista (por razões contextuais). O número 40 foi lançado em 2011, em homenagem ao imortal João Freire Ribeiro. Havia a possibilidade de os números anteriores também serem publicados, mas ficaram no prelo esse tempo todo até, enfim, saírem do forno.</p>
<p>Antes de me afastar daquela missão, em julho de 2020, por razões de saúde e de ordem pessoal, deixei com a presidência mais quatro números prontos (41, 42, 43 e 44), aguardando apenas a sua publicação (impressa e/ou digital). Ainda em 2020, em livro do MAC organizado pelo acadêmico Dr. Guilherme do Nascimento (Recortes do Movimento Cultural Antônio Garcia Filho), em capítulo de minha autoria, faço um balanço histórico do periódico: “A Revista da Academia Sergipana de Letras: História e Memória Cultural (1931-2020)”, pp. 125- 141.</p>
<p>Considerando a importância da Revista da Academia Sergipana de Letras para a historiografia, literatura e cultura sergipanas, rendo minhas homenagens a ela com uma efeméride importante. Refiro-me aos 50 anos da publicação de seu número 14, em 1974. Trata-se de uma época de renovação da ASL e também de tensões políticas em razão do regime ditatorial em vigor desde o golpe de 1964. Conduzia os destinos da instituição o imortal Severino Pessoa Uchoa (1909-1983), tendo seu mandato encerrado em 1977.</p>
<p>A ASL em 1974 estava assim composta: Antônio Garcia Filho, Felte Bezerra, Emmanuel Franco, José Amado Nascimento, José Silvério Leite Fontes, Luiz Pereira de Melo, Luiz Magalhães, Rubens de Figueiredo, Severino Uchôa, José da Silva Ribeiro Filho, mons. Carlos Costa, João Freire Ribeiro, João Cajueiro, Garcia Moreno, dom Luciano Cabral, Exupero Monteiro, Mário Cabral, Pires Wynne, Jorge de Oliveira Neto, Eunaldo Costa, José Augusto Garcez, Gonçalo Leite, Josué Silva, Mário Cabral, Luiz Fontes Alencar (na condição de inscrito), Benedito Cardoso, Osman Fontes (eleito), Domingos Almeida, José Olino de Lima Neto, Walter Cardoso, Seixas Dórea, Humberto Campos, Clodoaldo de Alencar, Acrísio Torres (inscrito), Luiz Garcia, Marcos Ferreira, Orlando Dantas (inscrito) e Epifânio Dórea. Todos já na eternidade, gozando da imortalidade das letras.</p>
<p>Para uma revista que estava vivendo mais uma retomada em sua história, o número 14 teve um conteúdo protocolar, contendo somente discursos, a saber: Clodoaldo de Alencar (posse), Freire Ribeiro (saudação ao historiador José Silvério Leite Fontes), José Silvério Leite Fontes (posse), Emmanuel Franco (posse), Antonio Garcia Filho (saudação ao Dr. Walter Cardoso), Clodoaldo de Alencar (saudação ao prof. José Amado Nascimento). São peças literárias de grande primor literário e riqueza cultural, que mereciam uma análise mais aprofundada em uma outra oportunidade.</p>
<p>Por ora, quero apenas ressaltar o texto de abertura de Severino Uchôa, cujo título já diz muito do que representou aquele ano para a ASL e também para o futuro de seu periódico: “Revitalização da Academia Sergipana de Letras”. Antes, me permitam dizer que seus contemporâneos poderão dar mais detalhes para além do escrito e publicado, posto que naquele ano eu nascia no dia 6 de março.</p>
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<p>Inicialmente, Uchôa destaca a importância da parceria do Governo de Sergipe, na pessoa de Paulo Barreto de Menezes (1925-2016) e o apoio financeiro da Prefeitura Municipal de Aracaju, sob a gestão de Cleovansóstenes Pereira de Aguiar (1926-2018). Vale dizer que esses órgãos, a depender das conjunturas políticas e humores de momento, seguiram sendo as principais responsáveis pelas publicações de nossa revista, como vimos anteriormente com os números mais recentes.</p>
<p>Ainda em seu texto, Uchôa agradece e ressalta a injeção de recursos para a manutenção da ASL via Governo de Sergipe e a promessa de doação da mansão de Garcia Rosa, na colina Santo Antônio, para abrigar a instituição. Isto não foi adiante, pois a partir de 1976, a sede passou a ser em “um sobrado secular da Rua Pacatuba, 288” (NASCIMENTO, 2022, p. 27), prédio do acervo da Secretaria Estadual de Educação, recentemente todo reformado, com a instalação de elevador e de um amplo e confortável auditório.</p>

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<p>Sem sombras de dúvidas, o ano de 1974 foi de grande importância para a Academia Sergipana de Letras. Arriscaria a dizer que foi o ano de sua virada histórica, de sua afirmação, de maturidade e também de consolidação definitiva no cenário da cultura sergipana de brasileira, ainda que pesassem sobre os ombros de nossa imortalidade e de sua produção intelectual o cutelo de um regime político do qual não se deve jamais ter saudades.</p>
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<p><strong>Fontes e Referências:</strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://letrassergipanas.com.br/revistas">https://letrassergipanas.com.br/revistas</a></span></strong></p>
<p>NASCIMENTO, Guilherme da Costa (Org). Recortes do Movimento Cultural Antônio Garcia Filho. Aracaju: Edição do Autor: 2020.</p>
<p>NASCIMENTO, José Anderson. Perfis Acadêmicos. 2 ed. Campinas-SP: Pontes Editora, 2022.</p>
<p>SANTOS, Claudefranklin Monteiro. A Revista da Academia Sergipana de Letras: História e Memória Cultural (1931-2020). In: NASCIMENTO, Guilherme da Costa (Org). Recortes do Movimento Cultural Antônio Garcia Filho. Aracaju: Edição do Autor: 2020. pp. 125-141.</p>
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		<title>José Anderson Nascimento ad aeternum</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/jose-anderson-nascimento-ad-aeternum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Claudefranklin Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Sergipana de Letras]]></category>
		<category><![CDATA[ad aeternum]]></category>
		<category><![CDATA[décima terceira vez]]></category>
		<category><![CDATA[eleito]]></category>
		<category><![CDATA[imortal]]></category>
		<category><![CDATA[presidência]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
		<category><![CDATA[reconduzindo]]></category>
		<category><![CDATA[soldalício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prof. Dr. Claudefranklin Monteiro Santos (*) &#160; Dr. José Anderson Nascimento é natural de Aracaju-SE, nasceu aos 16 de agosto de 1944. Perto de celebrar seu octogésimo ano de vida, mantém-se ativo e em pleno processo de produção e ativismo cultural. Eleito para ocupar a cadeira de número 20, da Academia Sergipana de Letras, no &#8230;</p>
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]]></description>
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<span class="dropcap "><strong>D</strong></span><strong>r. José Anderson Nascimento</strong> é natural de Aracaju-SE, nasceu aos 16 de agosto de 1944. Perto de celebrar seu octogésimo ano de vida, mantém-se ativo e em pleno processo de produção e ativismo cultural. Eleito para ocupar a cadeira de número 20, da Academia Sergipana de Letras, no dia 15 de dezembro de 1980, tomou posse no ano seguinte, no dia 10 de dezembro.</p>
<p>Na última segunda-feira, 18 de dezembro de 2023, ele foi reconduzido à Presidência da ASL pela décima terceira vez, desde que assumiu a função em 1999, em sucessão ao imortal Antônio Garcia Filho, o qual leva o nome do Movimento Cultural (MAC).</p>
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<p>Antes de Dr. Anderson, foram presidentes da entidade: <strong>Cônego José Augusto Rocha Lima</strong> (1929-31), <strong>Antonio Manuel de Carvalho Neto</strong> (1931-33/ 33-35/ 1941-43 / 43-45 / 1945-47 / 1949-1951), <strong>Edison de Oliveira Ribeiro</strong> (1935-37), <strong>Hunald Santaflor Cardoso</strong> (1939-1941), <strong>José Magalhães Carneiro</strong> (1947-49), <strong>Marcos Ferreira de Jesus</strong> (1951-53 / 1953-55), <strong>João Evangelista Cajueiro</strong> (1955-57 / 1957-1959 / 1959-61 / 1961-63 / 1963-65 / 1965-67 / 1967-69 / 1969-71), <strong>Zózimo Lima</strong> (1971-73), <strong>Severino Pessoa Uchoa</strong> (1973-75 / 1975-77), <strong>Manoel Cabral Machado</strong> (1977-79), <strong>Urbano de Oliveira Lima Neto</strong> (1979-81), <strong>Luiz Antonio Barreto</strong> (1981-83/84) e <strong>Antonio Garcia Filho</strong> (1984-85 / 1985-87 / 1987-89 / 1989-1991 / 1991-93 / 1993-95 / 1995-97 / 1997-99).</p>

			</div></div>
<p><span class="sigijh_hlt">Junto com Dr. Anderson, para o biênio 2023-25, também foram reconduzidos todos os demais membros da diretoria, a saber: </span> Vice-Presidente: José Gilton Pinto Garcia; Secretária: Marlene Alves Calumby; Tesoureiro: Jane Alves Nascimento Moreira de Oliveira; Diretor da Biblioteca: José Anselmo de Oliveira. E o Conselho Fiscal: Presidente: Lúcio Antônio Prado Dias; Antônio Carlos Sobral Sousa; Ester Fraga Vilas-Boas Carvalho do Nascimento; Paulo Amado Oliveira e Patrícia Verônica Nunes Carvalho Sobral de Souza.</p>
<p>Com a reeleição do último dia 18 de dezembro, Dr. Anderson fez história mais uma vez na Academia Sergipana de Letras. <span class="sigijh_hlt">Primeiro, como um dos mais produtivos, em termos de publicações, de todo tipo, incluindo duas edições de “Perfis Acadêmicos”</span>. Em seguida, como o mais longevo no cargo, com 24 anos até a presente data. Por fim, o acadêmico que foi mais vezes reconduzido, ininterruptamente, ao cargo de presidente da ASL.</p>
<p>Embora eu defenda que para a saúde de toda instituição haja a necessidade de alternância de poder/comando, e já externei isso publicamente como acadêmico da Academia Sergipana de Letras, no que se refere à importância de Dr. José Anderson Nascimento para a entidade, devo admitir, hoje, que time que está ganhado não se mexe. Até porque, nesses últimos anos em que ele esteve na presidência, o movimento para uma possível sucessão no cargo foi tímido ou morreu que nem peru.</p>
<p>Uma coisa todos nós devemos admitir, apoiando ou não essa longa continuidade: o seu trabalho é digno de nota e de reconhecimento, sobretudo durante e depois do quadro pandêmico que passamos. Em suas três últimas gestões, Dr. José Anderson Nascimento deu um upgrade na Academia Sergipana de Letras, não só oxigenando-a com inúmeras ações de ordem cultural e extensionista, mas também no que se refere à estrutura do Sodalício, cada vez mais organizado, racional e, principalmente, acolhedor.</p>
<p>Assim, vida longa para a Academia Sergipana de Letras e para o seu presidente, o eminente jurista e escritor Dr. José Anderson Nascimento.</p>
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