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	<title>Arquivo para sentidos - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 15 Nov 2025 15:05:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Registros curiosos e hilários em andanças pelo mundo</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/registros-curiosos-e-hilarios-em-andancas-pelo-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Thadeu Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 15:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lá Vem História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*) &#160; A língua portuguesa, rica e diversificada, tem palavras que têm diferentes sentidos, o que lhe confere enorme riqueza. Em andanças pelo mundo tenho visto muita coisa hilária por causa do uso de palavras, que para nós, seria algo imoral e/ou vergonhoso. Na passagem pela Holanda, em &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/registros-curiosos-e-hilarios-em-andancas-pelo-mundo/">Registros curiosos e hilários em andanças pelo mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fregistros-curiosos-e-hilarios-em-andancas-pelo-mundo%2F&amp;linkname=Registros%20curiosos%20e%20hil%C3%A1rios%20em%20andan%C3%A7as%20pelo%20mundo" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fregistros-curiosos-e-hilarios-em-andancas-pelo-mundo%2F&amp;linkname=Registros%20curiosos%20e%20hil%C3%A1rios%20em%20andan%C3%A7as%20pelo%20mundo" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fregistros-curiosos-e-hilarios-em-andancas-pelo-mundo%2F&amp;linkname=Registros%20curiosos%20e%20hil%C3%A1rios%20em%20andan%C3%A7as%20pelo%20mundo" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fregistros-curiosos-e-hilarios-em-andancas-pelo-mundo%2F&amp;linkname=Registros%20curiosos%20e%20hil%C3%A1rios%20em%20andan%C3%A7as%20pelo%20mundo" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fregistros-curiosos-e-hilarios-em-andancas-pelo-mundo%2F&#038;title=Registros%20curiosos%20e%20hil%C3%A1rios%20em%20andan%C3%A7as%20pelo%20mundo" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/registros-curiosos-e-hilarios-em-andancas-pelo-mundo/" data-a2a-title="Registros curiosos e hilários em andanças pelo mundo"></a></p><p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">A</span> língua portuguesa, rica e diversificada, tem palavras que têm diferentes sentidos, o que lhe confere enorme riqueza.</p>
<p>Em andanças pelo mundo tenho visto muita coisa hilária por causa do uso de palavras, que para nós, seria algo imoral e/ou vergonhoso.</p>
<figure id="attachment_95003" aria-describedby="caption-attachment-95003" style="width: 225px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.43-1.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-95003" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.43-1-225x300.jpeg" alt="Rabobank, banco holandês" width="225" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.43-1-225x300.jpeg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.43-1-768x1024.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.43-1-1152x1536.jpeg 1152w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.43-1.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a><figcaption id="caption-attachment-95003" class="wp-caption-text">Rabobank, banco holandês</figcaption></figure>
<p>Na passagem pela Holanda, em uma manhã fria de outono, peguei o trem em Amersfoort e desembarquei em Haia, para um encontro com amigos e posterior almoço. No caminho para o restaurante, a querida amiga Fernanda, chamou a atenção para o nome de um banco holandês, que teria dificuldade em ter filial no Brasil. O Rabobank, com agências espalhadas na Europa, é nome normal, sem motivos para piadas. Imagine, caro leitor, amiga leitora, você chegar na agência bancária e o caixa perguntar: “Quanto você quer colocar no Rabo?”, ou ainda, “Você quer sacar todo o dinheiro do Rabo?”.</p>
<p>Por pura coincidência, no domingo em que peguei o trem para o aeroporto Schiphol para viajar para Varsórvia, no vagão tinha um senhor sentado, que se levantou, oferecendo lugar para sentar. Era o holandês Tom Gruinjtes, que me disse que iria para o Cairo. Como falava espanhol, facilitou nossa conversa. Perguntei com que trabalhava, e ele disse-me que era bancário, e trabalhava no Rabobank. Como já tinha ido ao Brasil, sabia o significado do título do banco. Rimos juntos.</p>
<p>Em caminhada pelas ruas da belíssima cidade de Baku, cujo nome é sugestivo para algumas piadas e gracejos, passei em frente ao CUBAR, logo tirei uma fotografia para registrar e ilustrar minhas conversas em mesas de bar. Quando estava fotografando, um rapaz, garçom, saiu do Cu, ou seja do bar, e perguntou se eu queria que tirasse uma foto minha. “Claro”, respondi, explicando o que o nome do bar significava em português. Ele não se conteve e chamou outros funcionários do CUBAR para dividir as gaitadas.</p>
<p>Já tinha visto um Café em Nicósia, Chipre, com o nome CUCAFÉ. Naturalmente que registrei pelas lentes do smartphone.</p>
<p>Imagine um bar ou uma cafeteria com esse nome, seria hilário, e inúmeras piadas. “Vamos tomar uma no CU”. Explicando, o termo Cu significa Q: seria QBar ou QCafé, sem maldade alguma por lá.</p>
<p>Em Portugal, país de nossa língua pátria, há expressões que no Brasil teriam outro sentido.</p>
<p>“Vou pegar uma bicha”, em Portugal significa “fila”.</p>
<p>“Cacete”, enquanto no Brasil tem conotação sexual, em Portugal, significa algo bem inocente, um simples pão francês.</p>
<p>Pica, mais uma palavra com conotação sexual, no Brasil, órgão sexual masculino, mas que significa apenas uma injeção em Portugal (em gíria, claro).</p>
<figure id="attachment_95007" aria-describedby="caption-attachment-95007" style="width: 199px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.44.jpeg"><img decoding="async" class=" wp-image-95007" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.44-225x300.jpeg" alt="cerveja Oxota" width="199" height="265" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.44-225x300.jpeg 225w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.44-768x1024.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.44-1152x1536.jpeg 1152w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-10.33.44.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 199px) 100vw, 199px" /></a><figcaption id="caption-attachment-95007" class="wp-caption-text">Cerveja Oxota</figcaption></figure>
<p>Punheta, enquanto no Brasil significa o ato masculino de se masturbar, em Portugal, refere-se a um punhado, ou seja, uma quantidade de algo. Mas o que é mais divertido são os vinhos com nomes hilários: &#8220;Periquita&#8221;, &#8220;Rapariga da Quinta&#8221;, &#8220;Caralhus&#8221;, &#8220;3 Bagos&#8221;, &#8220;Pinto&#8221;, &#8220;Porca de Murça&#8221; e &#8220;Pouca Roupa&#8221;. Outros nomes divertidos são &#8220;Força no Pau&#8221;, &#8220;Trepa&#8221;, &#8220;Dedo do Meio&#8221;, &#8220;Esgana Cão&#8221; e &#8220;Colhão de Galo&#8221;. Em Dushanbe, Tajiquistão, saboreei a cerveja OXOTA &#8211; uma delícia.</p>
<p>A língua é algo vivo, que muda de significado de lugar para lugar. Até mesmo no Brasil há palavras que mudam de sentido de acordo com a região.</p>
<p>Escrevo do hotel Aiva em Bishkek, Quirguistão<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1f0-1f1ec.png" alt="🇰🇬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />, 156° país visitado no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Marketing Sensorial: Uma Jornada Imersiva para os Sentidos e o Sucesso nas Vendas</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/marketing-sensorial-uma-jornada-imersiva-para-os-sentidos-e-o-sucesso-nas-vendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cleomir Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 11:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Cleomir, Consultor de Marketing Digital (*) &#160; Em um mundo cada vez mais saturado de informações e estímulos, as marcas buscam constantemente novas formas de se destacar e conquistar a atenção dos consumidores. É nesse cenário que o marketing sensorial surge como uma poderosa ferramenta para criar experiências únicas e memoráveis, influenciando decisões &#8230;</p>
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<blockquote><p><em>Por Cleomir, Consultor de Marketing Digital (*)</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um mundo cada vez mais saturado de informações e estímulos, as marcas buscam constantemente novas formas de se destacar e conquistar a atenção dos consumidores. É nesse cenário que o marketing sensorial surge como uma poderosa ferramenta para criar experiências únicas e memoráveis, influenciando decisões de compra e fidelizando clientes.</p>
<p>Nesta jornada imersiva pelo universo do marketing sensorial, exploraremos seus fundamentos, desvendaremos cases de sucesso e apresentaremos dicas valiosas para implementar essa estratégia inovadora em seu negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Desvendando os Segredos do Marketing Sensorial:</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>O marketing sensorial vai além da simples apresentação de produtos e serviços. Ele se baseia na utilização dos cinco sentidos &#8211; visão, olfato, audição, paladar e tato &#8211; para criar experiências multissensoriais que despertem emoções positivas nos consumidores e os conectem à marca de forma profunda e autêntica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A Ciência por Trás da Magia:</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estudos científicos comprovam o poder do marketing sensorial em influenciar o comportamento humano, as decisões de compra e a fidelização de clientes.</p>
<p>Ao estimular os sentidos, as marcas podem:</p>
<ul>
<li>Aumentar a lembrança da marca: Experiências sensoriais memoráveis ficam gravadas na mente dos consumidores, criando uma associação positiva com a marca.</li>
<li>Despertar emoções: Emoções positivas como alegria, satisfação e surpresa geram uma conexão emocional com a marca, influenciando decisões de compra e fidelizando clientes.</li>
<li>Diferenciar a marca da concorrência: Em um mercado saturado, o marketing sensorial permite que as marcas se destaquem e criem uma identidade única e memorável.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mergulhe nos Cinco Sentidos e Crie Experiências Imersivas:</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Visão</strong>: Utilize cores, iluminação, design e elementos visuais atraentes para criar ambientes convidativos e transmitir a mensagem da marca de forma impactante.</p>
<p><strong>Olfato</strong>: Explore o poder dos aromas para criar experiências olfativas únicas e marcantes, despertando emoções e lembranças positivas nos consumidores e fortalecendo a identidade da marca.</p>
<p><strong>Audição</strong>: Crie paisagens sonoras envolventes e personalizadas, utilizando músicas, sons ambientes e efeitos sonoros para transportar o público para o universo da marca e gerar uma atmosfera propícia à compra.</p>
<p><strong>Paladar</strong>: Estimule o paladar dos seus clientes com experiências gastronômicas deliciosas e memoráveis, utilizando degustações, aromas e sabores que representem a identidade da marca e proporcionem sensações únicas aos consumidores.</p>
<p><strong>Tato</strong>: Promova o contato físico com os produtos e serviços da marca, permitindo que os consumidores os toquem, sintam suas texturas e explorem suas características de forma sensorial, criando uma conexão emocional mais profunda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Desafios e Oportunidades no Marketing Sensorial:</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Implementar o marketing sensorial com sucesso exige planejamento estratégico, personalização das experiências e mensuração dos resultados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Desafios:</h4>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Planejamento estratégico:</strong> É fundamental definir objetivos claros, identificar o público-alvo e desenvolver um plano de ação detalhado para garantir a efetividade das ações.</li>
<li><strong>Personalização das experiências</strong>: As experiências sensoriais devem ser personalizadas para o público-alvo, considerando suas preferências, necessidades e expectativas.</li>
<li><strong>Mensuração dos resultados: </strong>É importante utilizar ferramentas e métricas adequadas para mensurar o impacto do marketing sensorial nos negócios, otimizando as estratégias e comprovando o ROI.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Oportunidades:</h4>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Diferenciação da marca:</strong> O marketing sensorial permite que as marcas se destaquem da concorrência e criem uma identidade única e memorável.</li>
<li><strong>Fidelização de clientes:</strong> Experiências sensoriais positivas geram uma conexão emocional com a marca, influenciando decisões de compra e fidelizando clientes.</li>
<li><strong>Aumento das vendas: </strong>O marketing sensorial pode impulsionar as vendas ao despertar o interesse dos consumidores e gerar uma compra por impulso.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Dicas para Começar sua Jornada Sensorial:</h3>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Defina seus objetivos:</strong> Determine o que você deseja alcançar com o marketing sensorial, seja aumentar o reconhecimento da marca, fidelizar clientes ou impulsionar as vendas.</li>
<li><strong>Conhece seu público: </strong>Compreenda as preferências, necessidades e expectativas do seu público-alvo para criar experiências sensoriais relevantes e personalizadas.</li>
<li><strong>Desenvolva um plano de ação:</strong> Crie um plano detalhado que defina as ações a serem realizadas, os recursos necessários e o cronograma de execução.</li>
<li><strong>Escolha os sentidos:</strong> Determine quais sentidos serão utilizados na sua estratégia, considerando o público-alvo e os objetivos da campanha.</li>
<li><strong>Crie experiências imersivas:</strong> Desenvolva experiências sensoriais que sejam envolventes, memoráveis e transmitam a mensagem da marca de forma autêntica.</li>
</ul>
<div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<h4>Lembre-se:</h4>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Coerência com a marca:</strong> Mantenha a coerência entre as experiências sensoriais e a identidade da marca, transmitindo seus valores e mensagens de forma autêntica e consistente.</li>
<li><strong>Qualidade é fundamental: </strong>Utilize elementos sensoriais de alta qualidade para garantir que as experiências sejam agradáveis e positivas para os consumidores.</li>
<li><strong>Evite a sobrecarga sensorial:</strong> Não utilize estímulos sensoriais em excesso, pois isso pode confundir e até mesmo afastar os consumidores.</li>
<li><strong>Mensuração de resultados:</strong> Utilize ferramentas e métricas adequadas para mensurar o impacto do marketing sensorial em seus negócios, otimizando suas estratégias e comprovando o ROI.</li>
</ul>

			</div></div>
<h4>Exemplos de Experiências Sensoriais:</h4>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Lojas de varejo:</strong> Utilize aromas, músicas e iluminação para criar uma atmosfera convidativa e agradável. Permita que os clientes toquem e experimentem os produtos.</li>
<li><strong>Restaurantes: </strong>Ofereça um menu degustação com pratos que explorem diferentes sabores, texturas e aromas. Crie uma ambientação sonora e visual que complemente a experiência gastronômica.</li>
<li><strong>Eventos:</strong> Utilize elementos sensoriais para criar uma atmosfera envolvente e memorável. Por exemplo, um evento de lançamento de produto pode ter aromas, músicas e efeitos visuais que representem as características do produto.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Conclusão:</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O marketing sensorial é uma ferramenta poderosa que pode ajudar as marcas a se destacarem da concorrência, criarem experiências memoráveis para os consumidores e aumentarem suas vendas. Ao seguir as dicas e exemplos apresentados neste artigo, você estará pronto para implementar o marketing sensorial em seu negócio e alcançar resultados surpreendentes.</p>
<p>Lembre-se: O marketing sensorial é uma jornada contínua de aprendizado e experimentação. Seja criativo, explore diferentes possibilidades e esteja sempre atento às necessidades e expectativas do seu público-alvo.</p>
<p><strong>Com as estratégias certas, você poderá transformar o marketing sensorial em um verdadeiro sucesso para sua marca!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Imagens à sombra de Sontag – Quando uma musa quase me levou a ser &#8220;gauche na vida&#8221;</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/imagens-a-sombra-de-sontag-quando-uma-musa-quase-me-levou-a-ser-gauche-na-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2024 11:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Se comes, tu bebes]]></category>
		<category><![CDATA[cena]]></category>
		<category><![CDATA[condição]]></category>
		<category><![CDATA[conservador]]></category>
		<category><![CDATA[discurso]]></category>
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		<category><![CDATA[filosófico]]></category>
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		<category><![CDATA[Susan Sontag]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Léo Mittaraquis (*) &#160; “Nenhuma imagem se justifica por si mesma, mas na relação exata e específica que mantém com as imagens cronologicamente adjacentes — cuja relação constitui seu ‘sentido'&#8221; Susan Sontag, A Vontade Radical &#160; Como é possível ocorrer de um conservador, cultor da Tradição Ocidental, leitor e admirador dos grandes mestres &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>“Nenhuma imagem se justifica por si mesma, mas na relação exata e específica que mantém com as imagens cronologicamente adjacentes — cuja relação constitui seu ‘sentido'&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Susan Sontag, <strong>A Vontade Radical</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">C</span>omo é possível ocorrer de um conservador, cultor da Tradição Ocidental, leitor e admirador dos grandes mestres do conservadorismo, se apaixonar platônica e perdidamente por uma figura feminina e militante à esquerda? Resposta: basta que esta seja Susan Sontag. E antes que algum incauto, à borda do vulcão, resvale cratera adentro ao repetir a velha, inócua, falsa frase de que “os opostos se atraem”, adianto que essa “lei” só encontra feedback empírico no mundo físico bipolar. Ideologicamente antípoda, quedei-me perdido de amor por aquela mulher ainda, na época, com rostinho de garota, a respirar os convulsivos e fascinantes ares universitários dos anos sessenta, contudo vincado pelas profundas leituras que fizera, principalmente de Platão e Aristóteles, somando-se sua percepção, toda particular, marxista-adorniana.</p>
<p>Tipo assim: não se configura exclusividade de anjos tortos poder de indução ao desviar do caminho. Quase o fiz, mas, deu-se apenas de raspão. Recorri, célere, ao proverbial alerta: “Os néscios são mortos por seu desvio, e aos loucos a sua impressão de bem-estar os leva à perdição”.</p>
<p>Mas o primeiro livro de Sontag que li, em português, publicado no Brasil, foi “Sobre Fotografia”, vindo à público em 1983.</p>
<p>Pouco havia, antes, ouvido algo sobre a filósofa, romancista, crítica literária e sagaz analista das expressões audiovisuais. Ou, talvez, teria sido eu mesmo a não prestar a devida atenção. Afinal, Susan Sontag já se tornara um fenômeno intelectual, também no Brasil, ao final da década de sessenta.</p>
<p>Mas foi a produção ensaística “Sobre Fotografia” que provocou um verdadeiro ‘<em>flash’  </em> diante dos meus olhos e da minha mente.</p>
<p>Em “Sobre Fotografia”, uma coleção de seis ensaios (sendo o primeiro dedicado ao Mito da Caverna), esta extraordinária produção literária, não aborda tão somente os aspectos técnicos da fotografia. Susan Sontag decidiu-se por investigar as referências filosóficas desta forma de arte.</p>
<p>Num contexto em que, apesar de se discutir a captura de imagens, pouco se pensava o que seria a imagem documentada para além dela mesma, Sontag põe sobre a mesa algumas questões incômodas: o que a fotografia realmente captura? A partir de quais critérios uma fotografia pode ser considerada de boa ou má qualidade? O exercício de produção fotográfica é um exercício estético? Ou seja: a fotografia faz parte do campo das artes?</p>
<p>Ao concluir, naquela época, minha primeira leitura de Sontag, percebi, maravilhado, que a atraente e intensa pensadora me prevenia quanto ao risco de limitar a reflexão às questões primeiras, as quais já mencionei.</p>
<p>Pessoalmente, solitariamente, sempre desconfiara da paupérrima tautologia: “uma imagem vale mais que mil palavras”. Uma ova!</p>
<p>Sontag provocou, em mim, algo como também ofereceu a possibilidade de que eu alcançasse (o que de fato ocorreu) uma compreensão mais acurada sobre a nossa relação com as imagens e como elas moldam a nossa compreensão do mundo.</p>
<p>E então, entre tantas taças de vinho, por anos e anos (vendo, lendo, registrando imagens), empreendi uma jornada que me impôs incessantes desafios. O que redundou na mudança das minhas percepções sobre o fotografar.</p>
<p>Diria eu que fui levado a aplicar uma nova maneira de apreciar a arte da fotografia.</p>
<p>Susan Sontag me empurrou em direção a uma perspectiva perene, a qual não pode, creio, ser descartada em nenhum momento, pelo menos enquanto estamos neste mundo: a imagem fotográfica torna-se uma afirmação da nossa própria existência. Entendam, não as imagens soltas, repentinas, aleatórias (ainda que estas, nestas condições, produzam também efeitos dignos de se levar em conta), mas a imagem fotográfica, a imagem intencional, produzida por nós ou por outrem. Seja o registro amadorístico, seja o registro profissional. Ambos, em suas especificidades, embebidos por algum sentimento.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-78235 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-1-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-1-300x300.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-1-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-1-150x150.jpeg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-1-768x768.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-1.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>E o que tem a ver com vinho, além do ato de bebermos enquanto lemos e/ou olhamos? Estou a contar sobre mim, sobre como, sempre que possível, procurei documentar, ainda que de modo tosco, o rótulo que estava a ser consumido enquanto mantinha diante de mim, além da taça, a obra pela qual, naqueles momentos, meu interesse havia se manifestado.</p>
<p>Sei, por íntimos testemunhos, que outras pessoas, partícipes desta irmandade, também levam adiante o ritual.</p>
<p>Ao lado da garrafa de vinho, qual obra? Um livro, um filme, uma tela a reproduzir um motivo neoclássico, uma história em quadrinhos.</p>
<p>Quando &#8220;eternizo&#8221;, mediante fotos, os momentos do vinho somado à fruição de um objeto pertencente ao universo da Arte, direciono ao provável visualizador do fato um discurso prévio sobre o que tenho a intenção de dizer. Sobre o que sou, em parte, diante do mundo.</p>
<p>Sontag, vale dizer, seu pensamento, não se resume apenas, evidentemente, ao que ela documentou em &#8220;Sobre Fotografia&#8221;. Ela foi e, imortalizada por sua obra, ainda é, uma crítica muito lúcida que observou serem as imagens não nos oferecem tanto para que, tão somente vendo-as, possamos, de fato, aprender e entender alguma coisa.</p>
<p>Li e estudei outras de suas produções filosófico-literárias. Sou reticente, no caso dela, em indicar esta ou aquela leitura. A mim, técnica e esteticamente se impôs instrumental.</p>
<p>E eis o mote: é necessário que tenhamos outras referências para que saibamos, minimamente, o que estamos vendo.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-3.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-78238 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-3-208x300.jpeg" alt="" width="244" height="352" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-3-208x300.jpeg 208w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-3-708x1024.jpeg 708w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-3-768x1110.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-3.jpeg 830w" sizes="auto, (max-width: 244px) 100vw, 244px" /></a>A imagem que vejo e na qual, por instantes, vivo, composta por vinho, algum prato elaborado e um livro, um vinil, uma tela (filme ou pintura), e a partir da qual produzo a foto, elevam aos escassos interlocutores algo de discurso. Longe de ser neutro, diga-se de passagem. Como bem observa Susan Sontag: “Não há superfície neutra, discurso neutro, tema ou forma neutras. Uma coisa é neutra apenas com relação a algo mais — como uma intenção ou uma expectativa”.</p>
<p>Sim, em nada de neutralidade, esta condição que contradiz a si mesma dado o sufixo, “-dade” ou “-ade”, e sua intenção formadora a priori.</p>
<p>Componho a cena, intento publicá-la em alguma plataforma estruturante das redes sociais e (a parafrasear Georges Didi-Huberman, outro ícone à esquerda) ao expô-la, perco a tão cara e rara unidade de um mundo fechado. Lanço a imagem, e a mim, como imagem-conceito, e me encontro à solta no desconfortável universo flutuante, entregue a todos os ventos dos diversos e possíveis sentidos.</p>
<p>Poderia incluir, também, Vilém Flusser, György Lukács, István Mészáros e tantos outros congêneres. Afinal, discurso conservador algum se sustenta de forma funcional sem os fundamentos, as estacas hegelianas e marxistas, que evitam o soçobrar, o afundar no lamaçal das contradições.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-78234 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-300x300.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-150x150.jpeg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14-768x768.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-13-at-11.05.14.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O que pretendo, pois, ao expor imagens em que objetos, aparentemente dispostos ao acaso manifestam uma estrutura lexical? O que quero dizer ao, sistematicamente, publicar composições visuais em que o objeto vinho e os demais objetos referentes à alta cultura são expostos como parte do meu mundo e da minha representação?</p>
<p>Susan Sontag tornou-se uma das linhas-mestras no tear desta minha inquietude. Mas não fez com que eu me afastasse da margem scrutoniana. O dedicado amante dos Montrachet prevaleceu. Ainda bem.</p>
<p>Contudo Susan Sontag permanece essencial. Sigo com ela mediante seus livros. Mantenho-me em conserva, picles a fermentar na acidez antisséptica dum vinho branco sustentado pela mão direita.</p>
<p>Em tempo: Sontag tinha preferência por tequila e por Chardonnay barricado.</p>
<p>Santé!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Pensei, quando não tirana, é ciranda a vida. Ciranda.&#8221;( em Os mortos não comem açúcar, p.34 )</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 15:33:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Os mortos não comem açúcar”, de Alexandre Furtado, é um lançamento da Editora Confraria do Vento. Furtado, professor e amante da literatura, inova no livro. São 14 contos (os 14 não gerariam uma novela?) que, ao final, narram uma única história. Assim é, pois assim parece ser. Impressão. Iniciado pelo conto “Tão logo a noite &#8230;</p>
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<p>“Os mortos não comem açúcar”, de Alexandre Furtado, é um lançamento da Editora Confraria do Vento. Furtado, professor e amante da literatura, inova no livro. São 14 contos (os 14 não gerariam uma novela?) que, ao final, narram uma única história. Assim é, pois assim parece ser. Impressão. Iniciado pelo conto “<em>Tão logo a noite acabe”</em>, ao som de <em>Para um amor no Recife</em>, de Paulinho da Viola, o livro finda com um <em>Aos céus um pedido</em>, que flui é mesmo ao silêncio de todas as estações.</p>
<p>O primeiro conto, supracitado no parágrafo anterior, recobra-se em um pacote com roupas íntimas e a lembrança viva eterna de um amor aniquilado no antes por incompatibilidades no que tange ao pensamento político por parte de duas famílias, uma peça-colégio que reconta faíscas memoriais. Imagens que flutuam nas águas das sedes. Em <em>Assim, quando menos se espera</em>, um beijo sem querer, o inesperado, no bar, no fim da noite. E as ruas recifenses. Travessias. Em <em>O melhor das meninas ou todas as horas de minha vida</em>, o encontro na Casa Dez, bordel onde todas as máscaras pareciam cair. Cantos de Ossanha. Em <em>É jogo</em>, a década de 70, Copa do Mundo, as relações humanas mais triviais. Nossos festivais de carne. Nossos carnavais.</p>
<p>Em todo o restante, e desde a página primeira, lascívia, sexualidade, vinil do Cartola, visgos do amor, almas quentes, sambas, praia, o povo, uma moralidade distendida, a década de 70, a vida comum, o tempo que passa passageiro, a saudade impressa no corpo, a febre e o clima, o antigo Recife, as curvas atenuantes nas dobras das pontes da Veneza brasileira a bordo dos ônibus elétricos, o abuso sexual, <em>Manuel, o audaz</em>, as querências por melhores passos vitais, uma classe média, uma ditadura, uma dor de viver e de sentir como um punhal cortante, que mata por dentro, que esfacela, que esquarteja, e o amor demais, o amor-pecado das putas que segredam o enredo dos desamores ainda mais putos, olhares e versos de um Chico Buarque.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/04/os-mortos-nao-comem-acucar-livro.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-52159 alignright" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/04/os-mortos-nao-comem-acucar-livro-207x300.png" alt="livro" width="270" height="391" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/04/os-mortos-nao-comem-acucar-livro-207x300.png 207w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2022/04/os-mortos-nao-comem-acucar-livro.png 505w" sizes="auto, (max-width: 270px) 100vw, 270px" /></a>A putaria rolando solta em verbos moralistas dialogados, um compêndio de questões imagéticas abrangentes, vindas por baixo e por cima, a versar sobre infâncias rememoradas e/ou inventadas, sobre escorpiões que nos envolvem e nos atacam na porta de casa, no portal da vida nada exemplar de cada um, livro de conversas e cirandas, acordes de <em>Talismã</em> do Geraldinho, de afeto pela cidade de um tempo inteiro, pela capital insana dos sempres, gigante e provinciana, acerca da vida, que “é um exercício de solidão” e não é, segundo o poeta Ésio Rafael, uma obra que pontilha a vida comum e sem perspectivas maiores de pessoas também comuns dotadas de risos e lágrimas, vidas Caetanas, do Veloso.</p>
<p>Uma experimentação literária que descabidamente pode enganar o leitor desavisado, contos-partículas que formam uma só história imperiosa, umas só-tantas estórias por que não também severinas?, retratos de um mangue fértil que são os nossos corações, os nossos pulsos de todo instante, e a banca dos distintos&#8230;, as grandes belezas miúdas do cotidiano, que de tamanhas nos engolem e nos carregam impiedosamente para dentro das tramas, das páginas, nos transformam em letras, em lero-lero, em ruas, em rios, cenários, amores, um opúsculo com referências pontuais à literatura e à música brasileira de ótima qualidade, uma Olinda de prazeres, os ardores transviados, as revelações da vida em vida, as revelações dos caráteres de nós todos, o reflexo de um progresso dos anos 60 e de uma decadência da década de 80, um 70 no meio, perdido nas intempéries das auras de um grande ser coletivo, repleto de bem-quereres, de mal-quereres.</p>
<p>Destaco dois contos: Tristam shandy c’est moi ou O beijo de língua e Uma história assim é outra. &#8220;Os mortos não comem açúcar&#8221; é um livro cheio de sentidos, aguçador por natureza, construído por mãos que tatearam as realidades e as belezas possíveis, mesmo invisíveis aos olhos dos que meramente passam, certamente insuspeitando de suas devidas importâncias para a construção do mundo. Furtado não se furta, deixa-se. Empresta-se. Doa-se. O leitor se delicia com 14 pequenos voos extraordinários que, de tão incertos e inseguros, extravasam todo um correio confidencial de nossas emoções, eis o resultado.</p>
<p>____</p>
<div>(*) <strong>Germano Xavier</strong> nasceu em Iraquara, Chapada Diamantina-Bahia, em 1984. É jornalista pela UNEB e mestre em Letras pela UPE. Publicou o livro Clube de Carteado (Franciscana, 2006). Seu livro de contos intitulado Sombras Adentro (ainda não publicado) foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura (2016). Em 2021, publicou o livro O Homem Encurralado (Penalux), que compreende a primeira parte da Trilogia do Centauro. Escreve para encontrar o equador de todas as coisas.</div>
<div></div>
<div><em>** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  </em><em>Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</em></div>
<style></style><div class="wplp_outside wplp_widget_46365" style="max-width:100%;"><span class="wpcu_block_title">Últimas do Literatura & Afins</span><div id="wplp_widget_46365" class="wplp_widget_default wplp_container vertical swiper wplp-swiper default cols3" data-theme="default" data-post="46365" style="" data-max-elts="10" data-per-page="3"><div class="wplp_listposts swiper-wrapper" id="default_46365" style="width: 100%;" ><div class="swiper-slide" style=""><div class="insideframe"><div id="wplp_box_top_46365_77884" class="wpcu-front-box top equalHeightImg" ><div class="wplp-box-item"><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="thumbnail"><span class="img_cropper" style="margin-right:4px;margin-bottom:4px;margin-left:4px;max-width:100%;"><img decoding="async" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png" style="aspect-ratio:4/3;" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91.png 1209w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-300x149.png 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-1024x510.png 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-768x382.png 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Design-sem-nome-91-660x330.png 660w" alt="Nivaldo Tenório e as camadas do conto" class="wplp_thumb" /></span></a><a href="https://www.sosergipe.com.br/nivaldo-tenorio-e-as-camadas-do-conto/"  class="title">Nivaldo Tenório e as camadas do conto</a></div></div><div id="wplp_box_left_46365_77884" class="wpcu-front-box left wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_right_46365_77884" class="wpcu-front-box right wpcu-custom-position" ><div class="wplp-box-item"></div></div><div id="wplp_box_bottom_46365_77884" class="wpcu-front-box bottom " ><div class="wplp-box-item"><span class="custom_fields">
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		<title>Sobre a Alice e sobre os Dias em Daniela Delias</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/sobre-a-alice-e-sobre-os-dias-em-daniela-delias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Germano Viana Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 13:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura&Afins]]></category>
		<category><![CDATA[Alice]]></category>
		<category><![CDATA[artesã]]></category>
		<category><![CDATA[dividido]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[partes]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[segundo livro]]></category>
		<category><![CDATA[sentidos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sosergipe.com.br/?p=29934</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;(&#8230;) não vê que ela acorda meus mortos quando entre um rio e outro desova-me viva&#8221; Do poema  A PEDRA, de Daniela Delias. &#160; A gente sabe que o poeta é uma deformidade. A Claudia Roquette-Pinto já nos avisou sobre isto, certa vez. Fernando Pessoa nos consagrou o dom de fingir, escrevendo sob diversas personas. &#8230;</p>
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<p style="text-align: right;"><em>quando entre um rio e outro</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>desova-me viva&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Do poema  A PEDRA, de Daniela Delias.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_25901" aria-describedby="caption-attachment-25901" style="width: 194px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-25901" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier-300x293.jpg" alt="" width="194" height="189" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier-300x293.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/02/germano-xavier.jpg 409w" sizes="auto, (max-width: 194px) 100vw, 194px" /></a><figcaption id="caption-attachment-25901" class="wp-caption-text">Germano Xavier (*)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A gente sabe que o poeta é uma deformidade. A Claudia Roquette-Pinto já nos avisou sobre isto, certa vez. Fernando Pessoa nos consagrou o dom de fingir, escrevendo sob diversas personas. Vários outros poetas já nos provaram que esta afirmação é verdadeira ou por demais possível. Somos tantos, outros, múltiplos, diversos, quandos e quantos, por isso somos o que somos: poetas. O sólido que se desmancha no ar, na água, no fogo, ao vento&#8230; o sólido que, na poesia, é algo muito líquido. A linguagem, por vezes, toma até a &#8220;forma&#8221; de um gás e simplesmente invade os espaços vazios de quem lê um livro de poemas, com arte, puro. Mas esta dada pluralidade do poeta é, na verdade, um caminho que é reflexo de muito labor e de muita astúcia.</p>
<p style="text-align: justify;">É de se suspeitar que o poeta só é multiforme se se tenta sê-lo. Daniela Delias, natural de Pelotas-RS, é um bom exemplo deste movimento de variação de formas poéticas, e de formatações humanas, imprescindível para o fazer literário em tempos também tão (des)personalizados. A cada livro novo lançado, mesmo muito sutilmente, reinventa-se a poeta na professora e na psicóloga Daniela Delias. Ela, mulher de olhares necessários, acaba se transformando na poesia que a continua enquanto artesã de dúvidas e sentidos insondáveis. Em seu último livro, Delias finge ser Alice, quando na verdade Alice finge não ser Delias. Um verdadeiro embate que, inteligentemente, sempre a renova e sempre a renovará.</p>
<figure id="attachment_30095" aria-describedby="caption-attachment-30095" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Daniela-Delias-escritora.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-30095" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Daniela-Delias-escritora-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Daniela-Delias-escritora-300x300.jpg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Daniela-Delias-escritora-1024x1024.jpg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Daniela-Delias-escritora-150x150.jpg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Daniela-Delias-escritora-768x768.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Daniela-Delias-escritora-1536x1536.jpg 1536w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Daniela-Delias-escritora.jpg 1544w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-30095" class="wp-caption-text">Daniela Delias, escritora</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Conheço o BONECA RUSSA EM CASA DE SILÊNCIOS e o NUNCA ESTIVEMOS EM ÍTACA, ambos publicados pela Editora Patuá. Delias se desmanchou para fazer a travessia do primeiro para o segundo livro, assim imagino. Quem leu estas duas obras, sabe. Ela era uma, tornou-se duas, sem deixar de ser quem se era. E agora, com o lançamento do seu ALICE E OS DIAS (Editora Concha, 2019), Delias já é três, tornada. Delias é outra, mas os seus caraterísticos versos curtos e livres foram mantidos &#8211; para o nosso deleite. Mas nem tudo pode ser analisado a partir de sua respectiva forma. Fingindo no dito, a poeta parece escolher ser o contraponto entre a solidez da palavra escrita e a cronicidade do que porventura flui, intermitentemente. Um fenômeno, outros movimentos. Aqui está o campo da memória, o paraíso do desconhecimento, a visão dos medos e o nome dos assombros: o não-existir, o existir e o instante.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<p style="text-align: justify;">ALICE E OS DIAS, de 72 páginas, está dividido em cinco partes: 1: OS OLHOS; 2: A PELE; 3: A LÍNGUA; 4: O PASSO; e 5: AS HORAS. Numa análise muito pessoal, e apesar deste caprichado ALICE E OS DIAS nos sugerir uma outra leitura de linguagem e também de autodescoberta, algumas linhas de voz que sempre estiveram presentes nos textos escritos por Delias permanecem vívidos e por demais explicitados nos poemas do livro. Alguém pode perguntar: E isso é ruim, pode ser ruim? Não, definitivamente não. Neste caso, não. Um dos traços de maior destaque da poesia de Daniela Delias é o trato suave que se dá às forças de desertificação da vida. Isso, definitivamente, é parte de sua verve.</p>

			</div></div>
<p style="text-align: justify;">Agora pegue o livro. Vamos juntos. Ali, onde nunca pode ser o que é para acontecer, rio de atravessar sem asas a ideia do Amor, tão fácil durante a noite, quando quase nada consegue ser escondido da memória. Ali é onde a rosa se avermelha nas reminiscências e explora seus segredos de fogo. OS OLHOS são os nossos próprios escombros. Os olhos nos espatifam. Peça o tempo que quiser, Alice. Tudo se demora, sempre. Mas nem sempre Alice sabe esperar. Por isso Alice aprendeu a chorar. E foi assim que descobriu que A PELE que importa é a do coração. Devota em aforas, protegeu os adentramentos. Tudo lhe chama à ferida das partidas: essas fomes. Para entrecortar o couro que pulsa sob a válvula dos Dias, A LÍNGUA faz de seu sentido a lâmina, a seta que se move por sobre os seixos da alma e do desejo, como pedra-viva.</p>
<p style="text-align: justify;">Cantaremos, também, a queda.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do desfiladeiro, de conhecermos o abismo que o Amor guarda, faz-se necessário O PASSO. Entre as cordas, Alice perde seus Dias. Perde para ganhar. Perde para reler possibilidades. Para se destrancar. Para sair de um novelo. A linha se une à agulha e com ela resolve viver de atravessar. Toda agulha é nômade. Faz casa onde. Faz casa quando. Faz casa e é percurso. AS HORAS são postas em caixinhas para se organizar o passo, para orientar a língua, para acobertar a pele, para endereçar os olhos. Agora saia dessa armadilha. Feche o livro. Fica o estranhamento nítido e pouco caro aos livros que nos propõem e que movem algo, seja um indício a mais de conhecimento a respeito de si mesmo ou da própria literatura. Fica o desfio. A agulha, presente entre os dedos, sem o devido fio para coser. Costuramos a impossibilidade dos silêncios e a beleza do porto criado, mesmo aquele irreal.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, estamos. Estamos, apenas. E não estamos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Germano Viana Xavier</strong> é mestre em Letras e jornalista profissional (DRT BA 3647). Desenvolve estudos e pesquisas sobre Literatura e Direitos Humanos – Comunicação e Cultura – Literatura e Letramentos – Língua Portuguesa – Linguística – Cinema – Educação e Educomunicação. Idealizador/Coordenador Geral do Jornal de Literatura e Arte O EQUADOR DAS COISAS (ISSN 2357 8025), periódico fundado em março de 2012 e que circula no Brasil, Portugal, Estados Unidos e Irlanda. Escreve desde 2007 o blog <a href="http://oequadordascoisas.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O EQUADOR DAS COISAS</a>, cujo arquivo conta hoje com aproximadamente 2.000 textos de sua autoria. Em 2016, seu livro de contos SOMBRAS ADENTRO foi finalista do IV Prêmio Pernambuco de Literatura. Possui publicações em livros, jornais e revistas literárias diversas. Baiano desterrado, natural da Chapada Diamantina, tem 35 anos e atualmente habita o agreste meridional pernambucano. Canal no YouTube: <a href="https://www.youtube.com/oequadordascoisas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.youtube.com/oequadordascoisas</a></p>
<p style="text-align: justify;">** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</p>
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