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	<title>Arquivo para selvagem - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Elevo a taça em nome do meu eterno amor pelo Ocidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Mittaraquis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2024 11:00:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Léo Mittaraquis (*) &#160; “Mas Dioniso é um deus ‘civilizador’. O coro de suas fiéis Mênades da Lídia aprovara Tirésias, que colocou em paralelo Deméter e Dionísio: o deus é para o elemento líquido, para a bebida, o que a deusa é para o sólido e para o mastigável. Uma inventando trigo e pão, &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.sosergipe.com.br/elevo-a-taca-em-nome-do-meu-eterno-amor-pelo-ocidente/">Elevo a taça em nome do meu eterno amor pelo Ocidente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Felevo-a-taca-em-nome-do-meu-eterno-amor-pelo-ocidente%2F&amp;linkname=Elevo%20a%20ta%C3%A7a%20em%20nome%20do%20meu%20eterno%20amor%20pelo%20Ocidente" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Felevo-a-taca-em-nome-do-meu-eterno-amor-pelo-ocidente%2F&amp;linkname=Elevo%20a%20ta%C3%A7a%20em%20nome%20do%20meu%20eterno%20amor%20pelo%20Ocidente" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Felevo-a-taca-em-nome-do-meu-eterno-amor-pelo-ocidente%2F&amp;linkname=Elevo%20a%20ta%C3%A7a%20em%20nome%20do%20meu%20eterno%20amor%20pelo%20Ocidente" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Felevo-a-taca-em-nome-do-meu-eterno-amor-pelo-ocidente%2F&amp;linkname=Elevo%20a%20ta%C3%A7a%20em%20nome%20do%20meu%20eterno%20amor%20pelo%20Ocidente" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Felevo-a-taca-em-nome-do-meu-eterno-amor-pelo-ocidente%2F&#038;title=Elevo%20a%20ta%C3%A7a%20em%20nome%20do%20meu%20eterno%20amor%20pelo%20Ocidente" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/elevo-a-taca-em-nome-do-meu-eterno-amor-pelo-ocidente/" data-a2a-title="Elevo a taça em nome do meu eterno amor pelo Ocidente"></a></p><blockquote><p>Por Léo Mittaraquis (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>“Mas Dioniso é um deus ‘civilizador’. O coro de suas fiéis Mênades da Lídia aprovara Tirésias, que colocou em paralelo Deméter e Dionísio: o deus é para o elemento líquido, para a bebida, o que a deusa é para o sólido e para o mastigável. Uma inventando trigo e pão, outro inventando a vinha e o vinho, ambos introduziram nos homens aquilo que os fez passar da vida selvagem à vida cultivada”</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Jean-Pierre Vernant e Pierre Vidal-Naquet, “Mito e Tragédia na Grécia Antiga”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="dropcap ">D</span>evo este palimpsesto a um chato de galochas (na verdade, não portava galochas), criatura asquerosa que danou a incomodar a mim e a outros numa quase madrugada chuvosa e fria.</p>
<p>Esclareço: certa vez, no transcorrer duma conversa informal, entre almas cultas, regada a vinhos, quando a alta noite estava a se ir, fui interpelado quanto ao real papel do vinho na formação e na consolidação da cultura ocidental, fenômeno ao qual dedico constante defesa e do qual busco levar a efeito ampla divulgação.</p>
<blockquote><p>O questionamento deu-se ao modo longe de ser gratuito. Notadamente, o autor do mesmo desejava o confronto. Ambicionava vencer a mim mediante o que ele imaginava estabelecer: um desafio.</p></blockquote>
<p>Quanto a isto, pouco me incomodou, acostumado que estava e estou ter a cabeça a prêmio.</p>
<p>Em mais de um momento, o tal convidado (para nunca mais outra vez), revelou seu perfil grosseiro, até então devidamente oculto, disfarçado, ao não conseguir participar, por falta de fundamento, de forma plena, do simpósio: interrompia, gesticulava como alguém sob efeito de beberagem alucinógena; emitia ruídos guturais; “retificava”, sem devida autoridade, a alguém que, de maneira judiciosa,  emitia seu veredito em relação a este ou aquele ponto em discussão.</p>
<figure id="attachment_78493" aria-describedby="caption-attachment-78493" style="width: 387px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.57.34.jpeg"><img decoding="async" class=" wp-image-78493" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.57.34-300x134.jpeg" alt="" width="387" height="173" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.57.34-300x134.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.57.34.jpeg 584w" sizes="(max-width: 387px) 100vw, 387px" /></a><figcaption id="caption-attachment-78493" class="wp-caption-text">Antigo recipiente grego para beber vinho</figcaption></figure>
<p>Motivo? Bem, de imediato a disputa pela disputa. Mas havia, também, a discordância quanto ao meu entendimento de que uma “simples” bebida pudesse exercer tanta influência na formação cultural de diferentes povos.</p>
<p>“Simples”, no sentido de reles, ficou, sempre, por conta daquele ressentido com QI de uma ostra (talvez esteja eu, agora, a ser injusto com a ostra), aquele que não conseguia perceber que, salvo fermentações espontâneas, fruto do acaso e de baixa complexidade, o vinho, como outras bebidas, neste aspecto, era e é uma produção humana controlada.</p>
<p>O homem produz vinho, “formata” o vinho, armazena o vinho, transforma o vinho, comercializa o vinho e consome o vinho. Eis o que eu repetia, insistentemente, na vã tentativa de acalmar o cabra inconveniente que tão somente deitava chungarias.</p>
<p>Por fim, pessoas gentis, presentes no laico evento, intervieram de forma hábil, fazendo com que eu dissertasse sobre o tema, dando, quiçá, a impressão ao inoportuno de que ele alcançara êxito no seu abestado intento.</p>
<p>Toda esta agrura serviu para algo até que positivo: de fato, havia, por perto, mentes tranquilas interessadas em levar adiante o tema. Incentivaram, mesmo, que eu, quando com disposição para tal, escrevesse um artigo a partir do ocorrido, preservando, por força dos riscos jurídicos, os personagens, mantendo o respectivo anonimato.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Pois bem, amigos, eis-me a discorrer sobre as circunstâncias.</span></p>
<p>Respondi: sim, a cultura vitivinícola não é prerrogativa do Ocidente, mas, no meu caso, ocidental fundamentalista que sou (eis outro motivo para as provocações nas madrugadas assestadas a mim, em especial), é a tradição vitivinícola greco-romana que me interessa, que me fascina, a qual devo minha existência. Pois não há história grega, romana, europeia, (incluindo, ironicamente, alguns países do leste), ocidental, em seus aspectos culturais e geopolíticos, sem a presença do vinho.</p>
<p>Ao momirrato, ao chupim desmemoriado, como diriam os irmãos Campos, Pignatari e Cia, no seu Plano Piloto Para a Poesia Concreta, expliquei que o berço mediterrânico da nossa cultura e civilização ocidentais se desenvolveram, numa perspectiva histórica, muito rapidamente e que uma das muitas manifestações quotidianas deste avanço foi a produção e o consumo de vinho.</p>
<figure id="attachment_78494" aria-describedby="caption-attachment-78494" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.59.57.jpeg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-78494" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.59.57-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.59.57-300x300.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.59.57-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.59.57-150x150.jpeg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.59.57-768x768.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-20-at-18.59.57.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-78494" class="wp-caption-text">Ânfora utilizada para armazenar vinho</figcaption></figure>
<p>“Afaste suas preocupações com o vinho” — lembrei, sei lá como, do sábio aconselhamento expressado por um dos maiores poetas romanos, ou seja, Horácio.</p>
<p>E se, com boa vontade, o obtuso compreendesse os motivos registrados mediante as artes visuais, perceberia as evidências retratadas e eternizadas nos antigos mosaicos de cenas de festas dionisíacas e foliões segurando algo um pouquinho semelhante a taças de vinho.</p>
<p>Uma das referências fundamentais que caracterizam os processos civilizatório é o método investido nas atividades exercidas pela comunidade. No caso do vinho, destacava-se a seguinte técnica: a preciosa bebida era armazenada em ânforas de terracota. Esta, por sua vez, eram protegidas não só com cortiça, mas muitas vezes também com alcatrão ou resina.</p>
<p><span class="sigijh_hlt">Segundo estudiosos, no momento em que o vinho deveria ser servido, utilizava-se peneiras para evitar que a borra sedimentada fosse parar no recepiente no qual se bebia.</span></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-21-at-07.33.31.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-78491 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-21-at-07.33.31-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-21-at-07.33.31-300x300.jpeg 300w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-21-at-07.33.31-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-21-at-07.33.31-150x150.jpeg 150w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-21-at-07.33.31-768x768.jpeg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-21-at-07.33.31.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A quantidade selecionada para ser bebida normalmente continha, no mínimo, um terço de água. Contudo, muitas vezes essa quantidade era muito maior: a proporção podia chegar a quatro partes de água para uma parte de vinho.</p>
<p>Além disso, é sabido que a água também era acrescentada com o intuito de esconder certas imperfeições do vinho. Ah, também as especiarias eram frequentemente adicionadas à mistura.</p>
<p>Ok, eu venci: “batatas fritas”, já diria a banda Blitz.</p>
<p>O vinho é, indubitavelmente, inerente à invenção do Ocidente. Foi e ainda é necessário à nossa cultura, principalmente na percepção daqueles e daquelas que creem no cultivo do bom gosto, da fruição do melhor que o espírito estético pode oferecer. E que a tudo isso se dedicam, se entregam, ainda que mantenham, pari passu, o cultivo da Razão.</p>
<p>Beber bem, entendam, também faz parte da Beleza.</p>
<p>Santé<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f377.png" alt="🍷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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