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	<title>Arquivo para seguridade social - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Sergipe registro saldo negativo de 1.457 vagas de emprego em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 19:38:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de Sergipe registrou um saldo negativo de 1.457 vagas de  emprego com carteira assinada em março deste ano. Foram  8.881 admissões e 7.424 admissões, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia. A análise foi feita pelo Boletim  Sergipe Econômico, parceria do Núcleo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-registro-saldo-negativo-de-1-457-vagas-de-emprego-em-marco%2F&amp;linkname=Sergipe%20registro%20saldo%20negativo%20de%201.457%20vagas%20de%20emprego%20em%20mar%C3%A7o" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-registro-saldo-negativo-de-1-457-vagas-de-emprego-em-marco%2F&amp;linkname=Sergipe%20registro%20saldo%20negativo%20de%201.457%20vagas%20de%20emprego%20em%20mar%C3%A7o" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-registro-saldo-negativo-de-1-457-vagas-de-emprego-em-marco%2F&amp;linkname=Sergipe%20registro%20saldo%20negativo%20de%201.457%20vagas%20de%20emprego%20em%20mar%C3%A7o" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-registro-saldo-negativo-de-1-457-vagas-de-emprego-em-marco%2F&amp;linkname=Sergipe%20registro%20saldo%20negativo%20de%201.457%20vagas%20de%20emprego%20em%20mar%C3%A7o" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fsergipe-registro-saldo-negativo-de-1-457-vagas-de-emprego-em-marco%2F&#038;title=Sergipe%20registro%20saldo%20negativo%20de%201.457%20vagas%20de%20emprego%20em%20mar%C3%A7o" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/sergipe-registro-saldo-negativo-de-1-457-vagas-de-emprego-em-marco/" data-a2a-title="Sergipe registro saldo negativo de 1.457 vagas de emprego em março"></a></p><p style="text-align: justify;">O Estado de Sergipe registrou um saldo negativo de 1.457 vagas de  emprego com carteira assinada em março deste ano. Foram  8.881 admissões e 7.424 admissões, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia. A análise foi feita pelo Boletim  Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS).</p>
<p style="text-align: justify;">Com esse resultado, o Estado acumulou saldo negativo de 597 empregos formais, de janeiro a março de 2021.  A análise dos dados apontou que houve abertura de vagas em quatro dos sete grupamentos de atividades econômicas do estado, com destaque para Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com abertura de 321 postos de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida ficaram os grupamentos de: comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (+257 vagas); construção (+43 vagas); serviços (+13 vagas).</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, registraram fechamento de postos de trabalho, no mesmo período os grupamentos de atividades de: indústria de transformação (-1.372 vagas); agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-674 vagas); outras indústrias (-45 vagas).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Municípios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os municípios sergipanos, Aracaju registrou a maior criação de vagas de trabalho, no mês analisado, com 290 postos de trabalho criados, seguido de Itabaiana (+181 vagas) e Lagarto (+128 vagas).</p>
<p style="text-align: justify;">Os municípios que registraram maior número de fechamento de postos de trabalho foram Laranjeiras (-1.595 vagas), Capela (-670 vagas) e Itaporanga D’ajuda (-114 vagas).</p>
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		<title>PIB cresce 7,7% do segundo para o terceiro trimestre, diz IBGE</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/pib-cresce-77-do-segundo-para-o-terceiro-trimestre-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 13:34:07 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">Na comparação com o mesmo trimestre de 2019, o PIB, apresentou recuo de 3,9% e, em valores correntes, chegou a R$ 1,891 trilhão. Desse valor, R$ 1,627 trilhão em Valor Adicionado a Preços Básicos e R$ 264,1 bilhões em Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, o crescimento ocorreu sobre uma base muito baixa, quando o país estava no auge da pandemia no segundo trimestre. “Houve uma recuperação no terceiro, contra o segundo trimestre, mas se olharmos a taxa interanual, a queda é de 3,9% e no acumulado do ano ainda estamos caindo, tanto a Indústria quanto os Serviços. A Agropecuária é a única que está crescendo no ano, muito puxada pela soja, que é a nossa maior lavoura”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">No terceiro trimestre a Indústria cresceu 14,8% e os Serviços subiram 6,3%. Já a Agropecuária registrou queda de 0,5%. De acordo com o IBGE, a expansão do PIB no período foi causada, principalmente, pelo desempenho da Indústria, com destaque para o crescimento de 23,7% no setor de transformação. Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos também cresceram (8,5%), como a Construção (5,6%) e as Indústrias extrativas (2,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">“Olhando pela ótica produtiva, o destaque foi a indústria de transformação, até pelo fato de ter caído bastante no segundo trimestre (-19,1%), com as restrições de funcionamento. A indústria cresceu como um todo 14,8%, e a de transformação 23,7%, mas voltamos ao patamar do primeiro trimestre”, observou Rebeca.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Serviços</h2>
<p style="text-align: justify;">O setor de serviços, que foi destaque no resultado e têm o maior peso na economia, registrou alta em todos os segmentos: comércio (15,9%), transporte, armazenagem e correio (12,5%), Outras atividades de serviços (7,8%), informação e comunicação (3,1%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (2,5%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%) e Atividades imobiliárias (1,1%).</p>
<p style="text-align: justify;">A coordenadora lembrou que o setor caiu 9,4% no segundo trimestre e agora avançou 6,3%, mas ainda não recuperou o patamar do primeiro trimestre. A explicação é que houve uma queda tanto na oferta quanto na demanda. “Mesmo tendo sido retiradas as restrições de funcionamento, as pessoas ainda ficam receosas para consumir, principalmente os serviços prestados às famílias, como alojamento, alimentação, cinemas, academias e salões de beleza. O desempenho melhorou em relação ao segundo trimestre, mas ainda não voltou aos patamares antes da pandemia”, apontou.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Agricultura</h2>
<p style="text-align: justify;">A variação negativa de 0,5% na agricultura foi consequência de um ajuste de safra. “O destaque é o crescimento de 2,4% no acumulado do ano, ante uma queda de 5,1% da indústria e 5,3% dos serviços”, informou.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Consumo das famílias</h2>
<p style="text-align: justify;">Rebeca observou ainda que o consumo das famílias (65%) &#8211; o que mais pesa pela ótica da despesa -, teve expansão de 7,6%, resultado que é muito parecido com o do PIB. O indicador havia caído 11,3% no segundo trimestre, mas no terceiro, o consumo de bens subiu bastante, especialmente, bens duráveis e bens alimentícios da cadeia agroalimentar. “O consumo de serviços teve crescimento, mas foi bem menor do que a queda anterior, pois as famílias não voltaram a consumir no patamar anterior à pandemia”, indicou.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Investimentos</h2>
<p style="text-align: justify;">Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) subiram 11%, mas neste caso também, o desempenho está relacionado à base de comparação com o segundo trimestre em que havia caído 16,5%. “No acumulado do ano, a queda é de 5,5%. E o país ainda tem investimento em equipamentos importados e como o dólar está alto, influencia para baixo”, afirmou a coordenadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Os impactos da pandemia no sistema de Seguridade Social</title>
		<link>https://www.sosergipe.com.br/os-impactos-da-pandemia-no-sistema-de-seguridade-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 13:27:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Todo o sistema de Seguridade Social no Brasil, criado com a Constituição Federal de 1988, foi colocado em prova diante da equação dos problemas nas áreas da saúde, assistência social e previdência”. A afirmação é do advogado, especialista em Seguridade Social e professor da Unit, Guilherme Teles, que faz uma análise sobre a crise de &#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">“Importante lembrar que em 1947, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu como conceito universal de saúde: “Um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. No entanto, alguns pesquisadores e profissionais da área da saúde relatam que esta definição é mais utópica do que operacional, porém esta definição é válida até os dias atuais”, diz também o historiador.</p>
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<p style="text-align: justify;">Guilherme Teles destaca a relevância dos direitos sociais constitucionais na vida dos cidadãos brasileiros diante dos impactos que a pandemia da covid-19 está causando. “É fato que mesmo após 31 anos da promulgação da Constituição Federal, um dos maiores desafios do Estado brasileiro é exatamente reduzir ou mesmo erradicar a desigualdade social, um dos maiores problemas do país há anos e que parece estar longe de encontrar uma solução eficiente e eficaz em um curto espaço de tempo”.</p>

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<p style="text-align: justify;">No entendimento de Guilherme,  presidente da Comissão de Direito Previdenciário da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Sergipe (OAB/SE), em meados do mês de março de 2020, quando foi declarada a pandemia pela OMS,  caberia ao Estado brasileiro adotar todas as medidas possíveis, sobretudo amparado na Seguridade Social, para que os danos causados à população fossem os menores possíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo 6º da Constituição Federal aduz explicitamente sobre os direitos sociais. Para reforçar a importância da proteção social o artigo 194 traz o seguinte: “A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social”. Os direitos sociais originam-se de algo ainda maior, ou seja, da própria justiça social, tão fundamental para uma vida em sociedade pautada na fraternidade e mais do que isso, pois o artigo 1º da Constituição traz como um dos fundamentos da República exatamente a dignidade da pessoa humana”.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Proteção social</b></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos maiores sistemas de proteção social do mundo existe no Brasil. Previsto na Constituição Federal a partir do artigo 194, está composto pela saúde, assistência social e a previdência, fundamentais neste momento de enfrentamento à covid-19. “A universalidade da cobertura e do atendimento à saúde, por exemplo, é o que tem minimizado os impactos da covid-19 para praticamente 70% da população brasileira que depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS). A saúde pública e gratuita é de fácil percepção na sociedade brasileira, mas nem sempre foi assim na história do país e somente a partir de 1988 que a Saúde recebeu o status constitucional, sendo criado posteriormente um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo, o SUS”, lembra.</p>
<p style="text-align: justify;">Guilherme Teles levanta ainda a questão sobre importância da Assistência Social,  voltada àqueles que, comprovadamente, necessitam da ajuda do Estado, a exemplo das medidas adotadas pelo governo federal em conjunto com o Congresso Nacional com a aprovação da Lei 13.982/2020, que trouxe a possibilidade de pagamento de R$ 600,00 para aquelas pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social neste momento de pandemia, mas critica a operacionalização desta ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">“Parece estar aquém das reais necessidades e da urgência daqueles que mais precisam, dos mais vulneráveis socialmente. Na outra ponta, ainda sobre a Assistência Social, estados e municípios estão se empenhando dentro das suas possibilidades para amparar os mais necessitados com programas de transferência de renda. Os esforços são muitos, por partes de alguns entes federativos, mas ao mesmo tempo deve-se ressaltar que assistência social vai muito além de propiciar transferência de renda, sobretudo quando o isolamento adotado por causa da pandemia, reduz diversos serviços prestados pelas secretarias de serviço social”, atenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Previdência Social</b></p>
<p style="text-align: justify;">Os impactos da covid-19, na perspectiva da Seguridade Social, estão ligados diretamente à queda na quantidade de contribuições previdenciárias e ao mesmo tempo no aumento das solicitações de pagamentos dos mais diversos benefícios previdenciários em escala crescente.</p>
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<p style="text-align: justify;">Algumas medidas estão sendo adotadas pelo INSS para minimizar os impactos da covid-19  como a possibilidade da perícia médica indireta para concessão do auxílio-doença, antecipação do pagamento do 13º salário dos aposentados, suspensão de prazo para a realização da prova de vida, suspensão por 120 dias de determinadas exigências para manutenção de benefícios, a intensificação dos serviços ofertados pelo portal MEU INSS, extensão do auxílio emergencial para os contribuintes individuais da Previdência e mudanças nas taxas e prazos nos contratos dos empréstimos consignados de aposentados e pensionistas do INSS.</p>

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<p style="text-align: justify;">“Em um Estado de bem-estar social é esperado que exista um verdadeiro compromisso da tutela estatal diante das garantias dos direitos sociais, porém o Brasil vinha adotando nos últimos anos distanciamento da Seguridade Social, principalmente do SUS após a promulgação da EC 95 que limitou os gastos públicos por pelo menos 20 anos. Inevitável a alegação de que a Seguridade Social não pode ser vista como um gasto para o Estado brasileiro, mas como um investimento na sociedade, principalmente na parcela que mais precisa da assistência de serviços essenciais para a redução das desigualdades sociais”, assegura.</p>
<p style="text-align: justify;">Guilherme Teles ressalta que na história recente do Brasil, nunca foi tão relevante a presença da Seguridade Social: Saúde, Assistência Social e Previdência, no cotidiano das vidas dos brasileiros, como sendo o maior sistema de proteção social do país e um dos maiores do mundo. “Mas, são muitos os desafios quanto à eficácia, à aplicabilidade das ações deste sistema de proteção social, especialmente quando há uma crise política, um embate entre o governo federal e vários governadores, pois é urgente que exista uma coordenação que gerencie a crise atual na tentativa de redução dos impactos que a covid-19, preservando as garantias constitucionais do povo brasileiro ao sistema da Seguridade Social”, finaliza.</p>
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