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	<title>Arquivo para rezas - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Livro mostra que o “olhado” e o “quebranto” são tratados com rezas há mais de 2.000 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 18:28:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; No sertão da Bahia, povoado de Olhos D&#8217;Água, município de Tucano, Dona Florência de Jesus, na segunda década do nosso século XXI, rezava quem a procurava com “olhado”, “quebranto” e principalmente o “mal do ar”, capaz, segundo a sertaneja, de provocar congestão, dormências, dor de cabeça e outros problemas. Dona Florência (e outros rezadores) &#8230;</p>
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<p>No sertão da Bahia, povoado de Olhos D&#8217;Água, município de Tucano, Dona Florência de Jesus, na segunda década do nosso século XXI, rezava quem a procurava com “olhado”, “quebranto” e principalmente o “mal do ar”, capaz, segundo a sertaneja, de provocar congestão, dormências, dor de cabeça e outros problemas. Dona Florência (e outros rezadores) é herdeira de uma tradição que remonta a Antiguidade. Nas “Cartas Paulinas” do Novo Testamento, São Paulo se referia como uma tradição de sua época os perigos existentes no ar onde habitavam os “espíritos do mal” a espalhar seus malefícios nas pessoas. Outras moléstias como o “cobreiro” e a “erisipela” já eram conhecidas e tratadas por assírios e egípcios mil anos antes de Cristo. Mas, ainda hoje é possível encontrar benzedores no Brasil que se dizem capazes de livrar as pessoas desses problemas.</p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CAPA-Divulgacao-scaled.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-76566 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CAPA-Divulgacao-219x300.jpg" alt="" width="234" height="321" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CAPA-Divulgacao-219x300.jpg 219w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CAPA-Divulgacao-749x1024.jpg 749w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CAPA-Divulgacao-768x1050.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CAPA-Divulgacao-1123x1536.jpg 1123w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CAPA-Divulgacao-1498x2048.jpg 1498w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CAPA-Divulgacao-scaled.jpg 1872w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /></a>O livro “<strong>Com dois te botaram/com três eu te tiro &#8211; Um estudo sobre religiosidade popular, suas rezas, benditos e excelências</strong>”, de Helenita Monte de Hollanda e Biaggio Talento, procura identificar no mundo contemporâneo as reminiscências da prática milenar das benzeduras dentro da “medicina popular” que surgiu na Antiguidade, absorveu e adaptou rezas no Cristianismo, foi tolerada num período da Idade Média; e num outro &#8211; que se estendeu até a Idade Moderna &#8211; confundida com bruxaria.</p>
<p>O início da pesquisa que resultou no livro foi a coleta de informações a campo feito por Helenita, potiguar, médica de formação, psicanalista e pesquisadora da cultura popular brasileira, autora do livro “Como diz o ditado&#8230;”. As entrevistas com rezadoras e rezadores ganharam impulso quando ela trabalhou como médica da família em cinco municípios baianos: Mucugê, na Chapada Diamantina, Xique-Xique, na região do Rio São Francisco, Tucano, no sertão, Maragogipe e São Félix, no Recôncavo baiano. Primeiro anotava tudo e registrava com um gravador cassete. Depois passou a gravar as entrevistas com um Ipad. Ao longo de dois anos (2011 e 2012) trabalhando e morando nessas cidades, acumulou um bom acervo de histórias, lendas, benzeduras, rezas, benditos e excelências. Ao conhecer de perto a vida e a religiosidade do sertanejo foi possível penetrar um pouco na sua alma.</p>
<p>A pesquisa que seria usada na produção de livro, abriu espaço antes do material escrito, para que ela e o companheiro, o jornalista baiano Biaggio Talento, criassem o Canal Cultura Popular Brasileira no You Tube, (<strong><span style="color: #008000;"><a style="color: #008000;" href="https://l.instagram.com/?u=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fc%2FCulturaPopularBrasileira&amp;e=AT2aDBx0o36i2AjsyznoEz8kt-oSHhbFfemVfS6DuVR5ZLPXHRTbbHs0hTwzpT1Aw4fkKxz3GBsCPs8hfbhp5jfRzdih8W84UjjCc0-9M4qAmpY_rqVqYA">www.youtube.com/c/CulturaPopularBrasileira</a></span></strong>) no qual parte dessa pesquisa foi transformada em vídeos com o objetivo, não só divulgar, mas preservar essa rica vertente da cultura popular brasileira. O canal é um sucesso. Alcançou mais de 4,1 milhões de visualizações até março desse ano. E, o mais importante, atraiu uma nova geração de rezadores e rezadoras a mostrar as rezas, benditos e excelências que conhecem. <span class="sigijh_hlt">Com isso, a pesquisa se expandiu presencialmente e de forma virtual a vários estados além da Bahia: <strong>Sergipe</strong>, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí de onde benzedores e benzedoras enviaram suas contribuições.</span></p>
<p>“A astrolatria é um dos primeiros rituais das tribos primitivas do mundo. E os cultos à Lua e ao Sol, se destacavam nesse período em que os humanos começavam a conhecer os astros. É incrível que um culto milenar de povos tão distantes esteja presente no Brasil do século XXI”, diz Helenita, citando um dos mais afamados rezadores que conheceu em Tucano-BA, em 2012, Pedro Santinho. “Entre suas rezas incluía o Sol e a Lua para curar a bicheira nos animais”. Outra, Veneranda Ferreira de Souza, de Mucugê-BA, tirava &#8220;friage&#8221; com ajuda dos astros: “Deus é o Sol, Deus é a Lua da melhor claridade, de sereno e Sol da melhor afinidade. Eu rezo com o poder de Deus e da Virgem Maria”. <span class="sigijh_hlt">Outro, Domingos Fraga, de Lagarto-Sergipe, usava ao benzer a força “dos 13 raios do Sol que esquentou o raio da Lua que esfriou. Enfriou, retirou, desligou”.</span></p>
<p><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/REZADORES-Com-legendas-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-76570 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/REZADORES-Com-legendas-1-214x300.jpg" alt="" width="469" height="658" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/REZADORES-Com-legendas-1-214x300.jpg 214w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/REZADORES-Com-legendas-1-729x1024.jpg 729w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/REZADORES-Com-legendas-1-768x1078.jpg 768w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2024/04/REZADORES-Com-legendas-1.jpg 1064w" sizes="auto, (max-width: 469px) 100vw, 469px" /></a></p>
<p>O tempo, os animais, os elementos da natureza. Tudo pode ser “controlado” pelas benzeduras ou encantamentos. O livro cita, entre outras, uma fórmula para se apagar incêndios recolhida na década de 1940 na cidade paulista de São Luiz de Paraitinga. Pega-se um tição do fogo de casa e assopra até surgir labareda fazendo com que a chama entorte para o lado do incêndio na mata. O rezador garantia que os dois fogos se encontravam e o de fora se extinguia. A explicação era de que “o fogo da casa é batizado, por isso acaba com o outro que é pagão”.</p>
<p>Para Talento magia, religião e ciência tem convivido ao longo da história e permanecem trilhando vias paralelas até os dias de hoje. “Como escreveu o antropólogo Claude Lévi-Strauss, magia e ciência são modos de conhecimento desiguais quanto aos resultados teóricos e práticos. A ciência acerta mais que a magia na medida que esta às vezes também tem êxito. Por outro lado, a ciência pode falhar. Deve ser por isso que alguns astronautas antes de embarcar num foguete para o espaço, realizam rituais supersticiosos”.</p>
<p>A “Reza para talhar sangue” também conhecido como “Tomar o sangue de palavra” é exemplo de uma sobrevivência que dura mais de 300 anos. Os pesquisadores colheram com o rezador Pedro Santinho, em 2012:</p>
<p>“Sangue tu tem com ti</p>
<p>Como Jesus Cristo teve em si</p>
<p>Sangue tu tem nas veias</p>
<p>Como Jesus Cristo teve na sua ceia,</p>
<p>Sangue não vem tão forte,</p>
<p>Como Jesus Cristo teve na</p>
<p>Hora de sua morte. Amém.”</p>
<p>Posteriormente, encontraram versão muito semelhante, em latim, da mesma reza citada em livro do século XVIII como revelada por um feiticeiro julgado pela Inquisição em Portugal:</p>
<p>“Sanguis mane in te;</p>
<p>Sicut Christus fecit in se;</p>
<p>Sanguis mane in tua vena;</p>
<p>Sicut Christus in sua paena;</p>
<p>Sanguis mane fixus;</p>
<p>Sicut Christus fuit crucifixus.”</p>
<p>“O poder da oralidade é imenso e explica como essas rezas chegaram até os nossos dias”, assinalou Helenita. O livro, que marca a segunda parceria entre Helenita e Biaggio (a primeira foi “<strong>Basílicas e Capelinhas</strong>” já em 4a edição) sai, por enquanto, em formato Ebook Amazon, trazendo mais de 300 rezas e orações, além de inúmeros benditos e excelências que mostram a força da religiosidade popular brasileira.</p>
<p><strong>Outras rezas</strong></p>
<p><strong>Azia</strong></p>
<p>Indo eu por uma carreirinha,</p>
<p>Encontrei a uma portinha</p>
<p>A Virgem Maria</p>
<p>Com seus livrinhos na mão:</p>
<p>Num lia</p>
<p>Noutro escrevia</p>
<p>Noutro talhava a azia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Olhado e quebranto</strong></p>
<p>“Com dois deitaram</p>
<p>Com três eu tiro,</p>
<p>Com o poder de Deus</p>
<p>E da Virgem Maria</p>
<p>Tiro esse quebranto e</p>
<p>Esse olhado.</p>
<p>O que é que tem fulana?</p>
<p>Tem quebranto, tem olhado?</p>
<p>Eu tiro com o poder</p>
<p>De Deus e da Virgem Maria.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Erispela</strong></p>
<p>“Eu vinha por um caminho,</p>
<p>Encontrei Nossa Senhora,</p>
<p>Perguntei à Virgem Maria:</p>
<p>&#8211; Como sararia?</p>
<p>&#8211; Com reza.</p>
<p>Vermelha é bicha fera que</p>
<p>Dá no osso, dá na carne,</p>
<p>Dá na pele.</p>
<p>Assim como tu é uma bicha fera</p>
<p>Que dá no osso, dá na carne,</p>
<p>Dá na pele, com os poderes</p>
<p>De Deus, da Virgem Maria eu</p>
<p>Te corto o pescoço.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Engasgo</strong></p>
<p>Senhor São Brás</p>
<p>Disse a seu moço</p>
<p>Que subisse</p>
<p>Ou que descesse</p>
<p>A espinha do pescoço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Espinhela caída</strong></p>
<p>Seja em nome do Senhor</p>
<p>Este seu mal curado</p>
<p>Espinhela caída</p>
<p>e ventre derrubado</p>
<p>Eu te ergo, curo e saro</p>
<p>Fica-te, espinhela, em pé!</p>
<p><strong>Jogo do Bicho</strong></p>
<p>“Minha Santa Martha, vós não fostes aquela que estavas sentada na ponta do bote com uma vela acesa na ponta do rabo? Assim eu quero com a vossa força que me mande um dos cavaleiros mais fortes, cão coxo, satanás, barrabás, caifaz, e <em>maiorá </em>me trazer o milhar, a centena ou o animal de amanhã. 3 Pai Nosso a Santa Martha e a São Silvestre.</p>
<p>No inferno tem uma pedra debaixo da pedra tem um milhar, quem vem trazer <em>Cordér</em>, <em>Noizer, Satanaz e Lucifér</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><strong>Contatos com os autores</strong></p>
<p>Helenita, zap 84 8135-3193</p>
<p>Biaggio, zap 71 9621-3522</p>

			</div></div>
<p>&nbsp;</p>
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