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	<title>Arquivo para recordações - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title>Parada no estaleiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 12:35:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*) &#160; Após longo tempo sem férias, tirei dez dias. Foram dias para respirar novos ares, conhecer novas paragens, novas pessoas. Criar novas memórias. Sim, viajar é guardar na memória momentos únicos, indeléveis. Às vezes nem sempre agradáveis. Uma viagem nunca termina. A viagem começa quando se escolhe &#8230;</p>
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<blockquote><p>Por Luiz Thadeu Nunes e Silva (*)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p class="isSelectedEnd"><span class="dropcap ">A</span>pós longo tempo sem férias, tirei dez dias. Foram dias para respirar novos ares, conhecer novas paragens, novas pessoas. Criar novas memórias. Sim, viajar é guardar na memória momentos únicos, indeléveis. Às vezes nem sempre agradáveis.</p>
<p>Uma viagem nunca termina. A viagem começa quando se escolhe o lugar ou lugares a visitar, os roteiros a serem percorridos. O que se deseja conhecer, que sabores queremos provar.</p>
<p>Depois vem a viagem propriamente dita. Fazer check-in, se acomodar em uma aeronave, afivelar o cinto, desembarcar do outro lado. E, finalmente, quando retornamos para casa e tudo se transforma em lembranças, memórias. As boas são recordações. As ruins, aprendizado.</p>
<p>Durante dez dias viajei pelos EUA: primeiro Seattle, depois Orlando, meu lugar preferido no mundo, depois de São Luís do Maranhão, minha ilha do Amor.</p>
<figure id="attachment_99408" aria-describedby="caption-attachment-99408" style="width: 186px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/livro-thadeu.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-99408" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/livro-thadeu.jpg" alt="Livro de Luiz Thadeu" width="186" height="279" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/livro-thadeu.jpg 311w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2026/06/livro-thadeu-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 186px) 100vw, 186px" /></a><figcaption id="caption-attachment-99408" class="wp-caption-text">Livro de Luiz Thadeu: uma história de superação</figcaption></figure>
<p>Cruzar a soleira de casa e cair no mundo foi a maneira que encontrei para compensar os cinco anos que passei preso a leitos hospitalares ou recolhido em casa por causa do grave acidente que sofri em julho de 2003 e que mudou minha trajetória para sempre.</p>
<p>Como o imponderável acontece sem planejamento prévio, pois é algo que ocorre sem ser previsto, medido ou avaliado, algo novo aconteceu comigo nesta viagem.</p>
<p>Ainda em Seattle, no hotel onde me hospedei, ao escorar a porta do banheiro, cortei o calcanhar da perna direita. Sangue jorrou longe, o qual contive com a ajuda dos funcionários do hotel. Não dei a devida atenção à gravidade que o fato necessitava.</p>
<p>Fiz pequenos curativos durante o período em que lá estive. Como todo bom andarilho, andei por todas as partes da bela Seattle. Incursionei por sítios turísticos; fiz tour caminhando, com um grupo que estava hospedado no mesmo lugar que eu.</p>
<p>No aeroporto de Seattle, no retorno, no longo trajeto dos saguões, as dores aumentaram. Desembarquei em Orlando, onde o amigo José Leônidas me esperava, com dores lancinantes. Passei menos de doze horas na cidade. Seu José Leônidas me deu um spray que apliquei no local; alívio momentâneo.</p>
<p>Voo longo até Guarulhos, SP. Acomodado em assento minúsculo, as dores voltaram ainda mais fortes.</p>
<p>Outro voo até o destino final. Em São Luís ainda fiquei três dias adiando a ida ao médico. Coisa de homem teimoso. Como as dores não diminuíam, marquei consulta com o ortopedista, já que não conseguia colocar o pé no chão. Desconfiava que tivesse fraturado algum osso.</p>
<p>Raio X em mãos, dr. Gregório Ribeiro constatou pequena fissura no calcâneo. Devidamente medicado, as dores arrefeceram. Já consigo pisar sem medo. Mas não deixa de ser irônico que a porta tenha atingido logo o calcanhar, que sustenta todo o corpo, ou seja, o responsável por me permitir caminhar por esse mundão.</p>
<p>Com o problema ortopédico, aumentou a quantidade de medicamentos que ingiro diariamente, além dos remédios de uso contínuo — por causa da idade e das comorbidades adquiridas —, agora são mais dois: antibiótico e anti-inflamatório.</p>
<p>Lembrei do meu velho e saudoso pai, Luiz Magno Gomes e Silva, que no outono da vida, repetia: “O homem está no lucro quando bebe mais cerveja que remédio”.</p>
<p>No estaleiro, a cada seis horas ingiro um comprimido. As cervejas estão gelando para quando puder bebê-las.</p>
<p>Ando pelo mundo, já pisei, com minhas inseparáveis muletas, em mais de uma centena e meia de países, em todos os continentes, e nunca tinha acontecido algo parecido. O improvável não avisa quando vai acontecer.</p>
<p>Como uma viagem nunca acaba, ficaram as lembranças do hotel em Seattle, a imprudência de escorar uma porta pesada com o calcanhar e, principalmente, a demora em procurar o médico. “Coisas de homem teimoso”, como diria a ex.</p>
<p>Toda viagem começa com o primeiro passo. Vamos em frente, há muito a caminhar, a desbravar, a conhecer. De preferência com mais responsabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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