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	<title>Arquivo para radicalismos - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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		<title> O prolixo é um chato?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Valtenio Paes de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 12:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Articulistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem já se deparou com interlocutor (a) que monopoliza o diálogo em si, faz arrodeio para expressar uma ideia, usa exemplos pessoais para argumentar no coletivo, confunde, usa chavões em longas falas ou textos, abusa de redundâncias e sinônimos padecendo de objetividade nas relações sociais, necessárias nos dias atuais? Nas reuniões de família, ao telefone, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-prolixo-e-um-chato%2F&amp;linkname=%C2%A0O%20prolixo%20%C3%A9%20um%20chato%3F" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-prolixo-e-um-chato%2F&amp;linkname=%C2%A0O%20prolixo%20%C3%A9%20um%20chato%3F" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_google_gmail" href="https://www.addtoany.com/add_to/google_gmail?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-prolixo-e-um-chato%2F&amp;linkname=%C2%A0O%20prolixo%20%C3%A9%20um%20chato%3F" title="Gmail" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_telegram" href="https://www.addtoany.com/add_to/telegram?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-prolixo-e-um-chato%2F&amp;linkname=%C2%A0O%20prolixo%20%C3%A9%20um%20chato%3F" title="Telegram" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fwww.sosergipe.com.br%2Fo-prolixo-e-um-chato%2F&#038;title=%C2%A0O%20prolixo%20%C3%A9%20um%20chato%3F" data-a2a-url="https://www.sosergipe.com.br/o-prolixo-e-um-chato/" data-a2a-title=" O prolixo é um chato?"></a></p><figure id="attachment_14638" aria-describedby="caption-attachment-14638" style="width: 106px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-14638" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes-214x300.jpg" alt="" width="106" height="149" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes-214x300.jpg 214w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Valtênio-Paes.jpg 612w" sizes="(max-width: 106px) 100vw, 106px" /></a><figcaption id="caption-attachment-14638" class="wp-caption-text">Valtênio Paes (*)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Quem já se deparou com interlocutor (a) que monopoliza o diálogo em si, faz arrodeio para expressar uma ideia, usa exemplos pessoais para argumentar no coletivo, confunde, usa chavões em longas falas ou textos, abusa de redundâncias e sinônimos padecendo de objetividade nas relações sociais, necessárias nos dias atuais?</p>
<p style="text-align: justify;">Nas reuniões de família, ao telefone, nas redes sociais, em reuniões de instituições, sempre aparece um que foge do tema e dispara palavreado importuno, impertinente, implicante ou longo. Monopoliza o uso da comunicação.  Alguns afirmam: “sem querer interferir”. Fato é que necessitamos de novos paradigmas nas relações sociais como também na linguagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="box info  "><div class="box-inner-block"><i class="fa tie-shortcode-boxicon"></i>
			
<figure id="attachment_30986" aria-describedby="caption-attachment-30986" style="width: 144px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Visconde-do-Rio-Branco-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-30986 " src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Visconde-do-Rio-Branco-1-189x300.jpg" alt="" width="144" height="228" srcset="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Visconde-do-Rio-Branco-1-189x300.jpg 189w, https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Visconde-do-Rio-Branco-1.jpg 439w" sizes="(max-width: 144px) 100vw, 144px" /></a><figcaption id="caption-attachment-30986" class="wp-caption-text">Visconde do Rio Branco: oito horas discursando</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Longe de combater o gosto de Fidel Castro que falou por cinco horas e em 1998 atingiu sete horas e quinze minutos discursando. Tão pouco no Brasil, onde José Maria Paranhos, Visconde do Rio Branco, em 1865, após ser demitido por ter conquistado acordo de paz no conflito entre Brasil e Uruguai falou por oito horas! Em Sergipe alguns políticos gostavam de discursos alongados.</p>
<p style="text-align: justify;">Fala-se que o francês Luís Colet, como guia do Museu de Artes e Tradições Catalãs em Perpignan, no sul da França, falou 124 horas – ou cinco dias e quatro horas!, não pregou os olhos e se alimentou apenas de pratos rápidos para não interromper o falatório. Fato é que, em diálogos ou palestras acontecem manifestações prolixas.</p>
<p style="text-align: justify;">Chatice! É maçante, aborrece, cansa, desagrada e enfada. No mundo com a presença “online”, ser agradável, estimulador, instigante com objetividade possível na linguagem, fortalece os laços de empatia e igualdade. Dificultar a harmonia nos diálogos, quebra a egrégora em qualquer ambiente social.</p>
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<h3>Dialogar com disciplina</h3>
<p style="text-align: justify;">Desabafos devem ser feitos no local oportuno contra interlocutores oportunos. Terceiros não podem pagar a conta de raivosidade de poucos. Radicalismos de conservadores, progressistas e fanáticos repetem os mesmos bordões. Exagerar nos bordões pode ser ausência de criatividade ou maldade.</p>
<p style="text-align: justify;">Com objetividade e fidelidade ao tema, informar a ideia principal, explicar e concluir torna a mensagem suave e posta sem remendos. Início, meio e fim se bastam. Informar a ideia, explicar e concluir são fases básicas de uma mensagem nos diálogos.</p>
<p style="text-align: justify;">Respeitar o coletivo é imperativo para uma boa relação no uso da linguagem, evitando ilações dominadas por subjetividades desconexas. Longe da defesa do lacônico, mas dialogar com disciplina e substância é virtuoso. O óbvio só é válido na comicidade. Ressalte-se que existem argumentos que merecem justificação ampla, como também existem exageros de objetividade, porém entre o prolixo e o objetivo preferimos o segundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(*) Valtênio Paes de Oliveira </strong>é professor, advogado, especialista em educação, doutor em Ciências Jurídicas, autor de A LDBEN Comentada -Redes Editora, Derecho Educacional en el Mercosur- Editorial Dunken e Diálogos em 1970- J Andrade.</p>
<p style="text-align: justify;">** Esse texto é de responsabilidade exclusiva do autor.  Não reflete, necessariamente, a opinião do Só Sergipe.</p>
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